15 curtas metragens para educar valores

Setembro 1, 2014 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.educaciontrespuntocero.com de 31 de julho de 2014.

flor

 

El cine ha llevado a la gran pantalla muchas películas en las que se tratan temas relacionados con el mundo de la educación. Continuamos ampliado esta entrada hasta alcanzar los 15 cortometrajes para educar en valores, algunos de ellos sugeridos por vosotros. Con ellos, el alumnado reflexionará sobre la amistad, la solidaridad, el trabajo en equipo, el respeto a las personas…

A sexta curta metragem proposta é “A flor maior do mundo”, inspirada numa história de José Saramago

 La flor más grande del mundo: El cortometraje ‘La flor más grande del mundo’ está basado en un cuento escrito por el Premio Nobel de Literatura José Saramago. Se da la circunstancia de que este corto (elaborado con la técnica stop-motion) cuenta con la colaboración del propio Saramago que pone voz a la historia que se cuenta y, además, tiene su propio personaje. En ella se hace un llamamiento a la solidaridad y las relaciones humanas, en un mundo donde la falta de ideales, el egoísmo o el individualismo prevalecen por encima de otros sentimientos.

Visualizar todas as curtas metragens propostas aqui

 

 

 

 

A Maior Flor do Mundo de José Saramago, Animação para Bebés e Acompanhantes

Novembro 16, 2011 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Dia 19 de Novembro| 15h00
“A MAIOR FLOR DO MUNDO”, de José Saramago´ESTREIA

 ANIMAÇÃO PARA BEBÉS E ACOMPANHANTES

Produção e realização: equipa de animação residente da BMJS.

NOTA: Animação sujeita a marcação prévia pelo telefone 211 151 272 ou através do endereço electrónico bmjsprogramacao@cm-loures.pt

O desejo de Saramago

Julho 10, 2010 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Foto Margarida Luzio/JN

Foto Margarida Luzio/JN

Notícia do Jornal de Notícias de 2 de Julho de 2010.

Externato Pinguim Professoras e alunos do 1.º Ciclo de Chaves deram um novo fim à obra “A maior flor do mundo”
MARGARIDA LUZIO

Os alunos do 1.º Ciclo e as professoras do Externato Pinguim, em Chaves, vão cumprir, hoje, um desejo de José Saramago. Assumindo que não sabia escrever histórias para crianças, nas últimas páginas do seu único livro infantil, “A maior flor do mundo”, o escritor, recentemente falecido, deixou perceber que gostaria que outros contassem, “de outra maneira”, a história que ali narrara. Com “palavras mais simples”.

“Quem sabe se um dia virei a ler esta história, escrita por ti que me lês, mas muito mais bonita?”, interrogou-se, no fim do livro, o autor. Foi por pouco que não leu. “A maior flor do mundo II” vai ser apresentada logo à tarde, mas um dia antes da morte do escritor o externato recebeu autorização da Fundação José Saramago para publicar no blogue do escritor o trabalho. “Quando souberam [da morte do escritor] houve meninos que até choraram”, recorda a professora Maria do Céu Castro.

Mas porque quem conta um conto acrescenta um ponto, a história dos meninos do Pinguim não é bem a de Saramago: nem por outras palavras, nem mais simples. É uma continuação da história.

O menino de Saramago ganhou nome, saiu da aldeia, ganhou uma bolsa, foi estudar para Inglaterra e transformou a colina onde salvara uma flor num jardim: “O Mundo das Flores”. “Eles é que davam as ideias, mas nós fomos sempre orientando para o campo do ambiente e da ecologia”, explica Maria do Céu, lembrando que a ideia surgiu no âmbito de uma formação do Programa Nacional de Ensino do Português. Saramago surgiu por sugestão da formadora. “Quando li aquele livro fiquei fascinada e pensei logo: tenho que propor isto aos meus formandos”, conta Maria Dulce.

E os co-autores da obra, os pequenos alunos, de que história gostam mais, da “Maior flor do mundo”, de Saramago, ou da “A maior Flor do mundo II”? “Da maior flor do mundo doissssssss!”, grita, em uníssono, um grupo de alunos. “Mas sem a um não havia a dois!”, ralha a professora. Inês, Luana, Diogo… anuem. Forçados.


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