Guia básico para utilizar o jornal como recurso didático na aula

Outubro 30, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://blogue.rbe.mec.pt/de 17 de outubro de 2017.

 

por Ingrid Mosquera Gende Fonte

Podemos destacar duas formas essenciais de usar os jornais na aula. Por um lado, mediante a leitura, manipulação e trabalho com jornais existentes e, por outro lado, mediante a criação de jornais por parte dos alunos. Duas atividades complementares que podem ser tratadas individualmente, dadas as possibilidades que permitem.

jornal como instrumento de trabalho ou recurso didático serve para desenvolver uma aprendizagem global e transversal, podendo englobar, como veremos, distintos assuntos e levando a que os estudantes sejam capazes de observar a realidade desde diferentes pontos de vista, assim como refletir, igualmente, sobre a objetividade e a subjetividade das informações. A quantidade de atividades que podem realizar-se a partir dele são muito variadas.

Portanto, centrando a nossa atenção na introdução dos jornais na aula, talvez a primeira pergunta que pode surgir é que jornais utilizar e em que idades começar com este tipo de atividades. (…)

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Guía básica para utilizar el periódico como recurso didáctico en el aula

Guía básica para utilizar el periódico como recurso didáctico en el aula. (2017). El Blog de Educación y TIC. Retrieved 17 October 2017, from http://blog.tiching.com/guia-basica-utilizar-periodico-recurso-didactico-aula/

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Referencial de Educação para os Media para a Educação Pré-escolar, o Ensino Básico e o Ensino Secundário – Documento para consulta e discussão pública

Fevereiro 3, 2014 às 10:05 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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referencial

Elaborado por Manuel Pinto, Sara Pereira (ambos do CECS) e Eduardo Jorge Madureira

Referencial de Educação para os Media em consulta pública

A Direção-Geral da Educação elaborou, no contexto das Linhas Orientadoras de Educação para a Cidadania, lançadas em dezembro de 2012, uma proposta de Referencial de Educação para os Media para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico e o Ensino Secundário. O documento, elaborado pelos investigadores Manuel Pinto, Sara Pereira (ambos do CECS) e Eduardo Jorge Madureira, foi colocado a consulta e discussão pública até ao dia 7 de fevereiro. Os interessados podem enviar comentários através de correio eletrónico (edu.media.consulta@dge.mec.pt).

Para aceder ao documento, clicar no link:

http://tinyurl.com/mchouu5

Grande Reportagem sobre o IAC-Projecto Rua no Diário de Notícias

Setembro 7, 2012 às 11:50 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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O IAC-Projecto Rua foi alvo de uma grande reportagem na edição do Diário de Notícias de 1 de Setembro de 2012. Pode lê-la AQUI.

Crianças vêem mais imagens de cariz sexual nas bancas dos jornais do que na Internet

Janeiro 17, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 5 de Janeiro de 2012.

Por Lusa

As crianças portuguesas vêem mais imagens de cariz sexual nas bancas dos jornais do que na Internet, disse hoje à agência Lusa a investigadora Cristina Ponte, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Os dados da investigação em que participou para chegar a este e outros resultados serão publicados no livro “Crianças e Internet em Portugal”, a lançar no dia 6 de Fevereiro, véspera do Dia Europeu da Internet Segura.

O livro espelha, de forma mais aturada, os resultados obtidos para Portugal num inquérito europeu, no âmbito do projecto “EU Kids Online”, afirmou Cristina Ponte.

De acordo com a investigadora, Portugal tem a maior taxa de computadores portáteis entre a população mais jovem, devido à generalização dos programas e-escolinha (Magalhães) e e-escola, mas o uso é dos mais reduzidos em termos europeus, devido aos custos das telecomunicações.

“Têm uma pen com um plafond e quando acaba torna-se caro recarregar”, explicou.

Dai que Portugal seja um dos países onde os alunos procuram mais espaços com Internet (gratuita), como as bibliotecas, onde acabam por fazer trabalhos.

Foram analisadas mil respostas de crianças portuguesas, dos nove aos 16 anos e analisados os riscos sexuais.

Cerca de um quarto (24 por cento) das crianças e jovens afirmaram ter visto imagens de cariz sexual no último ano, dentro e fora da Internet, com predominância para os rapazes.

Os valores daqueles que viram as imagens aumentam com a idade, havendo 37 por cento de jovens de 15 e 16 anos que as observaram no último ano. Este é o maior grupo, embora 14 por cento dos adolescentes de 13 e 14 anos as tenham visto esporadicamente.

A Internet é a fonte de imagens de cariz sexual para cerca de metade dos jovens que as viram on-line ou off-line (13 por cento do total), a par da televisão ou filmes.

“As crianças mais novas vêm mais este tipo de imagens em revistas ou livros ou através da televisão ou filmes”, segundo o estudo.

O telemóvel, através de sms ou mms, ou o bluetooth, são os veículos mais populares entre os mais velhos: 24 por cento e 21 por cento dos jovens com 13 e 14 anos e 18 por cento e 20 por cento dos 15 e 16 anos, respectivamente.

“Apesar de uma certa dramatização sobre o contacto com conteúdos pornográficos através da Internet, continua a haver outras fontes destes conteúdos, numa cultura crescentemente sexualizada, que também tem as suas manifestações entre a cultura juvenil”, sublinham os investigadores.

O estudo mostrou que o conteúdo sexual com que os inquiridos contactaram foi sobretudo de pessoas nuas (65 por cento) ou a terem relações sexuais (64 por cento), seguindo-se o de imagens genitais (37 por cento) e “apenas residualmente imagens de sexo violento” (9,8 por cento).

“Portugal está entre os países com maior discrepância entre as práticas declaradas de ver imagens sexuais online pelos filhos (13 por cento) e admitida pelos pais (quatro por cento do total)”, revela o estudo.

Diz ainda o estudo que os pais portugueses assumem “um grande desconhecimento sobre esta matéria”, já que 43 por cento dos pais de crianças que tiveram esta experiência optou pela resposta “Não sei”.


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