O Jogo dos Direitos

Outubro 4, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto da EAPN Portugal

O Jogo dos Direitos destina-se às crianças a partir dos 6 anos e pode ser utilizado em diversos contextos sociais e educativos. Tem como principal objetivo informar e ensinar os mais novos sobre os seus direitos e deveres, de forma lúdica e divertida.

Este jogo resulta de um trabalho desenvolvido no âmbito do grupo de trabalho interconcelhio Infância e Juventude promovido pela EAPN Portugal/ Núcleo Distrital de Braga e envolveu na sua construção a participação de cerca de 50 crianças, através da intervenção das entidades parceiras/Associados da EAPN Portugal. Integra-se na iniciativa nacional “Escolas contra a Pobreza e Exclusão Social” da EAPN Portugal.

A sua elaboração baseou-se principalmente na Convenção sobre os Direitos da Criança, mas também na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Atendendo aos seus conteúdos, além de possibilitar um maior conhecimento sobre os direitos, este jogo também contribui para o pensamento reflexivo, aliado a padrões de ética e de justiça social, sobre questões prementes na sociedade. Deste modo, favorece o desenvolvimento de competências no domínio dos valores e dos comportamentos associados à cidadania.

Este jogo foi previamente experimentado em contextos socioeducativos.

Os materiais encontram-se disponíveis (em anexo)

Materiais no link:

https://www.eapn.pt/documento/605/o-jogo-dos-direitos

Premiado baralho de cartas que ensina a ler

Julho 13, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 5 de julho de 2018.

Rafaela Batista

É um baralho composto por 26 cartas e já ensinou mais de 2800 crianças (e também adultos) a ler e escrever em Portugal. Cada carta tem uma letra do alfabeto e combina quatro formas de comunicação: a gráfica, o braille, a língua gestual portuguesa e o alfabeto fonético. Recebe esta quinta-feira um prémio em Responsabilidade Social, no valor de 10 mil euros.

O baralho EKUI (Equidade Knowledge Universalidade Inclusão) é uma metodologia de alfabetização e reabilitação inclusiva, única em Portugal e no mundo. Foi criado em 2015 por Celmira Macedo, professora do ensino especial de Bragança. Pretende desenvolver a linguagem e a comunicação, competências de literacia, a imaginação e a criatividade, as capacidades psicomotoras; o pensamento crítico; atitudes inclusivas e a inteligência social e emocional em pessoas com mais dificuldades.

Segundo dados do EKUI, este método é utilizado em 302 escolas, espalhadas por 36 concelhos do país e mais de 2.800 crianças já foram alfabetizadas com recurso a este projeto. O objetivo principal é mostrar que as crianças com necessidades educativas não precisam de sair da sala de aula, onde estão os seus colegas, e serem ensinadas à parte.

Mas o EKUI não se limita a crianças: é também usado por adultos portadores de deficiência. No total já mais de 37.000 pessoas beneficiaram deste projeto que promove a educação e a comunicação, através de diferentes atividades, como formação de professores, terapeutas e educadores e rastreios nas escolas. Para dar continuidade ao projeto, a Associação Leque pretende desenvolver uma app e tutoriais digitais, com o objetivo de aumentar o impacto social e chegar a um maior número de pessoas.

O projeto é o vencedor da 6.ª Edição do Prémio Maria José Nogueira Pinto em Responsabilidade Social, por ser aquele que mais corresponde ao conceito “socialmente responsável na comunidade em que nos inserimos”, defendido por Maria José Nogueira Pinto, justificou o júri. O prémio contou com um número recorde de candidaturas, num total de 125 projetos inovadores, provenientes de instituições privadas de solidariedade social de vários pontos do país.

O prémio é de 10 mil euros para o Grande Vencedor e mil euros para cada uma das Menções Honrosas. Este ano foram atribuídas quatro:a “Equipa de Recados”, da Associação Juvenil para o Desenvolvimento (AJUDE); “EIS – Empreendedorismo e Inovação Social (CSM)”, da Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL); “Entre Pares”, da Obra Social das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor; e “Bem – Humanizar Equipa Domiciliária de Cuidados Paliativos”, da Santa Casa da Misericórdia de Arcos de Valdevez.

Instituído em 2012 pela MSD (Merck Sharp and Dohme ), o prémio pretende distinguir o trabalho desenvolvido por pessoas, individuais ou coletivas, que se tenham destacado no contexto da responsabilidade social.

O Júri é presidido por Maria de Belém Roseira e composto por mais seis personalidades: Anacoreta Correia, Clara Carneiro, Isabel Saraiva, Vítor Feytor Pinto, Jaime Nogueira Pinto e Pedro Marques, em representação da MSD.

 

mais informações no link:

https://ekui.pt/

 

Jogo de tabuleiro ajuda crianças a identificar e combater situações de ‘bullying’

Abril 12, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/ de 25 de fevereiro de 2017.

Duas psicólogas criaram um jogo pedagógico de tabuleiro para ajudar as crianças e os adultos que joguem com elas a identificarem situações de ‘bullying’ e a desenvolverem competências para lidar com o problema.

Duas psicólogas criaram um jogo pedagógico de tabuleiro para ajudar as crianças e os adultos que joguem com elas a identificarem situações de ‘bullying’ e a desenvolverem competências para lidar com o problema. O jogo ‘Bullying: Um dia na escola’ tem “por objetivo ajudar a Maria Inês, a personagem principal, que é uma vítima de ‘bullying’ na escola”, disse à agência Lusa a psicóloga Júlia Vinhas, do centro CADIN – Neurodesenvolvimento e Inclusão.

Os jogadores têm que descobrir quem foi o agressor, a testemunha, que tipo de ‘bullying’ foi cometido e em que local da escola aconteceu, explicou Júlia Vinhas, que, em conjunto com a psicóloga Rosário Carmona e Costa, desenvolveu o jogo que vai ser apresentado hoje em Lisboa.

Para poderem ter acesso à informação que permite descobrir o que se passou, os jogadores têm que ir respondendo a questões centradas em cinco áreas de competências: assertividade, controlo de impulsos, promoção da empatia, identificação do ‘bullying’ e resolução de problemas.

“É desta forma que vamos treinando as competências e dirigindo o tipo de respostas dadas a cada situação de conflito”, disse a psicóloga, comentando que “é uma forma muito lúdica de aprender”.

O principal objetivo — salientou – é que as vítimas e as testemunhas saibam como atuar nestas situações, e os agressores percebam os comportamentos que constituem ‘bullying’.

“Só consideramos uma situação de ‘bullying’ quando existe intencionalidade no ato e é uma situação repetida”, explicou a psicóloga.

Júlia Vinhas adiantou que a adesão ao jogo tem sido bastante boa: “Todos os meninos com quem tive já o privilégio de jogar gostam porque é um desafio”.

A criação do jogo, desenvolvido pelo CADIn em parceria com a editora Ideias com História, surgiu da necessidade de desmistificar junto das crianças, dos professores e das famílias os tipos de ‘bullying’ que existem e o “tipo de agressores”.

“Muitas vezes a definição de ‘bullying’ não está correta, por vezes há uma desvalorização de algumas agressões em contexto de recreio e por isso sentimos necessidade de através de um jogo de tabuleiro ir desmitificando” o fenómeno, adiantou.

Ao centro de apoio ao desenvolvimento infantil chegam crianças vítimas de ‘bullying’, mas também alguns agressores, por “questões comportamentais” e “por queixas das escolas”, contou Júlia Vinhas.

Um recente relatório da UNESCO revela que dois em cada dez alunos em todo o mundo são vítimas de ‘bullying’.

Esta organização defende que a escola deve combater este tipo de violência, ensinando as crianças a compreender e a lidar com as situações de agressão.

 mais informações sobre o jogo:

http://www.cadin.net/noticias/235-jogo-de-tabuleiro-bullying-um-dia-na-escola

 

Lançamento do jogo “À Descoberta da Sexualidade” 10 dezembro em Lisboa

Dezembro 9, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.apf.pt/

Pordata Kids Jogos

Novembro 15, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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pordata

descarregar os jogos no link:

http://www.pordatakids.pt/Jogos

Lançamento do jogo “Vamos Prevenir! As Aventuras do Búzio e da Coral” jogo de prevenção primária do abuso sexual para crianças dos 6 aos 10 anos de idade – 28 abril no Teatro Thália

Abril 13, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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coral

mãos informações:

https://www.facebook.com/events/492893310903843/permalink/497468660446308/

Pré-Rom – Recursos Educativos Digitais na educação Pré-Escolar

Novembro 16, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado, Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://pre-rom.educatic.info/index.php

Trabalhos de casa nas férias? Só se for leitura e jogos didáticos

Julho 7, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Observador de 29 de junho de 2015.

Getty Images

Marlene Carriço

Com a chegada do verão sobem as temperaturas, as praias enchem-se de famílias, as viagens, os passeios, os piqueniques e as atividades ao ar livre multiplicam-se. Para as crianças e jovens em idade escolar o verão é sinónimo de tudo isto e também… de férias grandes. Mas nem sempre sinónimo de descanso. Há professores que ainda cultivam a prática de enviar trabalhos para casa – os famosos TPCs – nesta interrupção das atividades letivas. O Observador procurou perceber se os TPCs nas férias são uma mais-valia ou não e a maioria dos especialistas concordou que deve haver uma quebra das rotinas nas férias e que o estímulo cognitivo deve ser feito por outras vias que não os típicos trabalhos para casa.

A psicóloga Filipa Jardim da Silva começou por defender que “a distinção entre TPCs de tempos de aulas e TPCs de tempos de férias deve existir” e é por isso que não concorda com as “fichas de exercícios como as que habitualmente são feitas durante o ano”, e, por vezes, recomendadas pelos docentes para o período de férias.

Existe investigação que refere que prescrever TPCs no verão idênticos aos do ano letivo, sem uma data próxima de correção e colando o tempo de férias ao tempo de aulas, não é produtivo”, rematou a psicóloga da Oficina da Psicologia.

Filipa Silva é, antes, mais apologista de conjugar “as atividades de verão, os encontros familiares e o acréscimo de tempo passado ao ar livre com jogos lúdico-pedagógicos que despertem a atenção e motivação das crianças, estimulando-as e assegurando que as aprendizagens realizadas são consolidadas e os recursos cognitivos trabalhados”.

Da lista de jogos destaca os puzzles, os quebra-cabeças, os jogos de diferenças, os jogos de cálculo mental e de conhecimento geral e as palavras cruzadas.

Leitura não é TPC. Leitura é obrigatória

Mas estas atividades devem ser sempre combinadas com leitura. “A leitura é imprescindível em idade escolar”, sublinhou a psicóloga, acrescentando que pode ainda ser pedido à criança que faça desenhos sobre a história que leu ou um texto livre sobre as férias.

Para José Morgado, professor do Departamento de Psicologia da Educação, no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), a leitura não pode sequer ser vista como um trabalho de casa. “A leitura de férias é algo que os miúdos devem ser incentivados a fazer”, defendeu. E qualquer tipo de leitura. “Eu tento que leia A Fada Oriana, mas se o miúdo quiser ler o jornal, que leia”, acrescentou.

Aos pais deixou um recado: “Leiam com os filhos, estimulem a leitura. Não tem de ser o livro indicado pela escola”, frisou o especialista José Morgado, que é contra os tradicionais trabalhos para casa.

À semelhança de Filipa Silva, também José Morgado defende que as férias são “para quebrar a rotina” e portanto os trabalhos não podem ser os mesmos que os de período de aulas.

A leitura e a escrita são também os trabalhos que Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), aconselha para que “não haja um corte absoluto com a escola”.

Férias são longas e crianças não podem desligar completamente

Jorge Ascenção, da Confederação Nacional das Associações de Pais, partilha, igualmente, da opinião de que “as férias grandes são para descansar”. O “problema é ser demasiado tempo”, acrescentou logo de seguida. E, por isso mesmo, as crianças “não podem desligar completamente”.

Como tal, “devem ler, fazer composições e um conjunto de atividade intelectuais que lhes permitam não esquecer a matéria e o que trabalharam durante o ano. Há muitas formas de nos irmos divertindo e eles irem aprendendo”, justificou Jorge Ascenção, que considera “exagerado” os miúdos fazerem cadernos de fichas.

Também por saber que “é muito tempo” sem aulas, a professora de 1.º ciclo, Isabel Torres, costuma sugerir leitura para férias, ditados e contas. “Senão chegam ao 2.º ano e já não sabem ler nem escrever nada”, dramatizou.

Este ano, esta docente teve apenas uma turma de 4.º ano e não enviou trabalhos para casa porque  “eles trabalharam imenso durante o ano letivo”. Mas deixou um pedido aos pais dos alunos com mais dificuldades: “Que insistam em alguns exercícios, duas horas por semana“.

Recomendações foi também o que Isabel Baptista se limitou a fazer aos pais no final deste ano letivo. “Deixo essa decisão para os pais, mas aconselho a fazerem algumas atividades porque são muitos meses sem aulas”, explicou. E para os pais não gastarem mais dinheiro em livros de fichas e livros, costuma recomendar que os alunos façam exercícios dos manuais – que nunca se completam – e assim “vão refrescando a memória”.

Manuel Pereira, presidente da ANDE, disse ao Observador que a ideia que tem é de que “genericamente já não há hábito de mandar trabalhos para as férias, mas sim definir um conjunto de metas que os alunos devem atingir nas férias, como livros para ler ou conjunto de fichas para fazer”. O diretor de escola lamentou ainda os casos de alunos em que “infelizmente há um corte absoluto e em que as escolas têm imensas dificuldades porque em setembro é o eterno recomeço”.

 

 

 

Apps que educam e divertem

Fevereiro 24, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.elmundo.es  de 3 de fevereiro de 2015.

Shutterstock

ÁLVARO VARONA

Según el periódico americano The Washington Post, se estima que durante el año 2014 las escuelas estadounidenses han comprado unos 3.5 millones de tabletas destinadas a usarse en las aulas como herramientas educativas. En España la Junta de Andalucía anunció en abril del año pasado que invertiría 7,6 millones de euros en comprar más de 27.000 tablets para alumnos de 6º de primaria de centros públicos.

Es innegable que los niños quieren utilizar tabletas, tanto en casa como en el colegio, y así lo han reflejado en sus cartas a los Reyes Magos de esta última Navidad en las que sus majestades han venido cargados de tablets para alegría de los pequeños y, en muchas ocasiones, incertidumbre de los padres.

Usar tabletas y apps dentro del entorno educativo va a ser una constante en los próximos años porque, además del interés que despiertan entre los alumnos, supone utilizar técnicas objetivamente más completas. Aplicaciones con las que aprender los nombres de los animales en diferentes idiomas y a la vez conocer su sonido, experimentar con la música uniendo compases y creando canciones o recorrer el interior del cuerpo humano en una detallada visita virtual, son algunos ejemplos de apps que ya se utilizan para aprender.

Pero no sólo los contenidos que se pueden consumir en la tableta son interesantes para el aprendizaje con pantallas táctiles. El uso de la cámara de fotos o vídeo, el GPS, el WiFi, el bluetooth o el sensor de movimiento abren un mundo de posibilidades a la hora de aprender, realizar trabajos o conectar las tabletas con otros dispositivos.

Sin lugar a dudas los docentes del siglo XXI tienen que conocer y utilizar de forma eficiente las posibilidades de multimedia, interacción, trazabilidad o localización que ofrecen las tabletas y las apps para que la llegada masiva que se va a producir de estos dispositivos no se quede en un mero fuego de artificio.

Matching! Mi primer Brain Training

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Matching! Es un juego educativo que ayuda a los más pequeños a aprender las letras, los colores y vocabulario básico en cuatro idiomas (castellano, catalán, inglés y francés) a la vez que ejercitan de forma lúdica habilidades como la lógica y la atención. Edad: 2-6 años. App Store: 1,99.

MarcoPolo Ocean

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Esta app permite conocer la parte más inexplorada del planeta, el océano. Cuenta con cinco puzles para conocer todo lo necesario sobre este entorno. Y lo mejor es que los niños pueden crear su propio acuario para aplicar lo aprendido en los puzles. Edad: 3-10. App Store – 1,69.

Fun English

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Un conjunto de juegos didácticos para aprender a leer, hablar y deletrear en inglés con un curso diseñado por expertos en la enseñanza de idiomas. Además, utiliza diversos tonos, voces y acentos para que los niños puedan captar las sutilezas de la pronunciación. Edad: +5. App Store – gratis. Google Play – gratis.

Math Heroes 1,  Matemáticas Básicas para niños

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Es momento de poner a prueba tus habilidades de ninja! El ejército de Ignarus se ha puesto en marcha y solo tu conocimiento en operaciones matemáticas básicas puede derrotarlo. ¿Puede el poder de tu cerebro igualarse a su fuerza? Edad: +4. App Store y Google Play -5,99.

Los Cazafaltas. El gran juego de la ortografia

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Eres un buen detective? ¿Se te da bien pillar a los sospechosos? ¿Y qué tal si para cazarlos tienes que pillar faltas de ortografía? En este juego para iPad y iPhone encontrarás el camino hacia los escondites de los delicuentes a través de pistas ortográficas. ¡Demuestra cómo controlas la ortografía y sé el primero en atraparlos! Edad: +4. App Store – GRATIS.

Científicos en cómic

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Darwin, Galileo, Newton… esta aplicación contiene una colección de cómics didácticos a través de los cuales vas a conocer a los científicos más influyentes de la historia. Edad: +4. App Store – GRATIS.

Project Noah

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Proyecto Noah es la mejor manera de compartir los encuentros de los alumnos de primaria con la fauna y ayudar a documentar la biodiversidad de nuestro planeta.  Edad: +4. App Store y Google Play – GRATIS. (Inglés)

Álvaro Varona es comunicador especializado en el mundo digital con experiencia en internet desde 1998. Además, es bloguero en Dospuntosbarrabarra, un blog sobre el mundo de Internet y Generación Apps, sobre aplicaciones infantiles. @kremaster

Consejos para padres

– Explora las apps existentes de la temática que os interesa y escoge la más apropiada a la edad y desarrollo de tu hijo. – Comprueba que el diseño y el contenido se adecuan a las necesidades del niño. – Pruébala, aprende sus objetivos y su utilidad y enseña a tu hijo a usarla adecuadamente.

 

 

Adaptação de jogos de mesa para crianças com autismo

Janeiro 22, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://autismodiario.org   9 de agosto de 2013.

Sabina Barrios Fernández

En artículos anteriores, hemos conocido como desde Terapia Ocupacional se trata de fomentar la participación satisfactoria de la persona en su contexto-ambiente, mediante el uso de la actividad propositiva u ocupación. Asimismo, conocimos algunos conceptos nucleares para nuestra disciplina, como son las Áreas de Ocupación, las Destrezas del Desempeño, o las Demandas de la Actividad, que son analizadas mediante el Análisis de Actividad. Continuaremos repasando otros conceptos importantes para los Terapeutas Ocupacionales en posteriores artículos (documento recomendado: Marco de trabajo para la Práctica de Terapia Ocupacional: Dominio y Proceso).

En esta ocasión, vamos a analizar y presentar algunas adaptaciones realizadas para algunos juegos de mesa. Los juegos de mesa, son una gran herramienta para trabajar Destrezas del Desempeño, además de ser en sí mismas, un objetivo de trabajo, dentro de las Áreas De Ocupación de Juego, y de Ocio y Tiempo Libre.

Pasamos a continuación a analizar varios juegos, para seguidamente proponer algunas adaptaciones a través de Estrategias Visuales, para así facilitar la participación de nuestros usuarios. Como bien es sabido, suele ser recomendable trabajar con una metodología sin error, desvaneciendo progresivamente los apoyos. Así, las Estrategias Visuales formarían parte de esta metodología, ya que pueden servir para estructurar el entorno físico, la misma tarea, las normas, etc. Obviamente esto ha de ser reforzado mediante estrategias como el encadenamiento hacia atrás, la enseñanza incidental o programas de modificación de conducta, entre otros (Tortosa Nicolás).

Usaremos el análisis básico de la Actividad Simple, recogido por García Margallo y cols., y del que ya hemos hablado con anterioridad:

ACTIVIDAD: JUEGO “GIRA-GALLINA”

Figura 1.- Juego “Gira-Gallina” (tomada del catálogo de material educativo Nathan)

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¿Qué?

Juego de mesa “Gira-Gallina”, consistente en llenar con huevos el nido propio, antes que lo hagan los demás jugadores.

Tiene, en principio, un grado de complejidad bajo, y no es divisible en subtareas.

¿Por qué?

No es fundamental para la vida diaria, pero sí tiene valor en la exploración de nuevas alternativas de Juego y Ocio, y para trabajar Destrezas del Desempeño.

¿Cuándo y Dónde?

Se realiza de forma ocasional, en nuestro caso, en el departamento de Terapia Ocupacional. Posibilidad de que se generalice en casa, la escuela y otros ambientes.

Se debe realizar en un lugar cómodo, como una mesa, o sobre un tapiz o alfombra.

¿Quién?

Pueden jugar entre 2 y 4 personas

¿Cómo?

Consiste en llenar el nido con 4 huevos, antes que el resto. Hay que tirar el dado, que está numerado del 1 al 3, y girar la “ruleta-gallina” las veces que indique el mismo. Si sale un pollito, el jugador gana un huevo; si no, pierde el turno (tiene más normas, pero nosotros vamos a jugar como se ha indicado).

Una partida puede durar unos 5-15 minutos.

Es continuo, pero se puede parar a hacer alguna pausa motivada.

En principio, no presenta riesgos.

Destrezas necesarias:

Destrezas sensoriales – perceptuales: posicionamiento del cuerpo, mantenimiento del plano visual, tacto para tirar el dado y coger el huevo.

Destrezas motoras y de praxis: coordinación ojo-mano para tirar el dado, y manipulación para mover la ruleta-gallina.

Destrezas de regulación emocional: realizar las esperas de los cambios de turno, gestionar el conseguir – no conseguir huevo, gestionar perder o ganar (autorregulación).

Destrezas de comunicación y sociales: mantener los turnos, interacciones con los compañeros.

Destrezas cognitivas: contar con el dado del 1 al 3, atención sostenida durante toda la actividad, comprensión de las asociaciones pollito = huevo / no pollito = pasar de turno, memoria para mantener dichas asociaciones.

¿Cómo podríamos solventar algunas de las dificultades que pudieran surgir respecto a las Destrezas del Desempeño necesarias para este juego de mesa?

ler o resto do artigo aqui

 

 

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