Colóquio: A Brincar sem Fronteiras em Abril… 25 de abril em Cernache

Abril 20, 2019 às 5:32 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/loureiro.adr/

 

UAU! Encontros com a Infância – Palestra Interativa BRINQUEDOS TRADICIONAIS POPULARES – UM PATRIMÓNIO INSPIRADOR!” com João Amado

Abril 5, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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palestra

Palestra Interativa “BRINQUEDOS TRADICIONAIS POPULARES – UM PATRIMÓNIO INSPIRADOR!”, dinamizada por João Amado (FPCE-UC), esta atividade destina-se a pais e filhos

Preço: livre, sujeita a inscrição, para pais e filhos

Local: Centro Cultural D. Dinis

Largo Marquês de Pombal 3000-272 Coimbra

Promotores: SASUC – Serviços de Ação Social da UC

 

Mais eventos da SASUC – Serviços de Ação Social da UC

http://uc725.uc.pt/promotores/sasuc-servicos-de-acao-social-da-uc

 

Serviços de Ação Social da UC

Rua Dr. Guilherme Moreira,12

3000-210 COIMBRA

Tel.  +351 239 855 950

Fax. +351 239 855 958

Email: gabadmin@sas.uc.pt

http://www.uc.pt/sasuc

Módulo de Formação Cyberbullying, do MOOC SeguraNet

Maio 7, 2014 às 9:21 am | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
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inscrições e mais informações e recursos:

 http://seguranet.mooc.dge.mec.pt/modulo-1/

Apresentação

A Direção-Geral da Educação (DGE), através da Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) , em articulação com o Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação de Santarém e com a autoria dos professores universitários Luís Borges Gouveia, da Universidade Fernando Pessoa (Porto), João Amado, Maria Teresa Pessôa e Armanda Matos, da Universidade de Coimbra, e José Luís Ramos, da Universidade de Évora,  promove um curso de formação online em formato MOOC, de carácter gratuito, no âmbito do projeto SeguraNet, que irá decorrer entre 5 de maio  e 4 de junho de 2014.

Destinatários:

Esta formação é destinada a todos os intervenientes da comunidade escolar, em particular, professores, psicólogos e outros técnicos que tenham interesse em conhecer e abordar as questões relacionadas com a segurança digital em ambiente escolar.

Inscrição:

O curso é gratuito, mas a inscrição é obrigatória. Faça a sua inscrição.

Cyberbullying. Facebook combate fenómeno que só 7,9% dos estudantes admitem ter sofrido

Dezembro 12, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 9 de Dezembro de 2013.

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Por Diogo Pombo

Investigadores dizem que só em último caso as vítimas optam por contar o problema a pais ou a professores

Seja por culpa de uma piada pouco simpática ou de uma fotografia em tom de gozo. Além de ser a rede social mais popular no mundo – mais de 1,2 mil milhões de utilizadores -, o Facebook também se pode transformar num pesadelo para qualquer adolescente e é um dos palcos preferidos do cyberbullying. Um estudo da própria rede social descobriu que apenas 20% dos adolescentes confrontaria o seu “bully” se tivesse de redigir a mensagem. Daí a recente decisão do Facebook: criar ferramentas automáticas para confrontar o agressor e os vários casos em que este problema se pode concretizar.

Inês estava apaixonada. O namoro durava há meses e tudo parecia correr bem. Quando as saudades eram muitas enviava fotografias suas a Pedro. Imagens onde se via pouca roupa e muita pele. As discussões apareceram e com elas vieram os problemas. Inês decidiu terminar o namoro e as fotografias que tinha enviado antes começaram a aparecer no Facebook – Pedro decidira vingar-se. Os nomes são fictícios mas a história serve de exemplo para o tipo de episódio que João Amado por várias vezes já assistiu na realidade. “São os casos mais graves e os que mais me chocam”, confessou ao i o investigador da Faculdade de Psicologia e Ciência da Educação, da Universidade de Coimbra.

Por cá, este tipo de episódios é o mais comum quando a conversa toca no cyberbullying: “Isto acaba por ser violência entre namorados”, classificou o docente, ao retratar uma “prática” em que “as raparigas enviam fotografias íntimas” numa “situação de confiança mútua”, e que depois acabam “por ser utilizadas como armas de vingança”. Em Portugal, porém, o fenómeno ainda é pouco estudado – e, pelos números, também ainda pouco expressivo. Entre 3525 adolescentes que frequentavam o 6.o, 8.o e 11.o anos, inquiridos em escolas de nove distritos do país, durante 2013, apenas 297 (7,9%) admitiu já ter sido alvo de cyberbullying.

Esta é uma das conclusões do “O Cyberbullying nas Escolas Portugueses: Um Desafio à Promoção da Literacia Mediática”, trabalho elaborado pela Universidade de Coimbra e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), a que o i teve acesso e que será divulgado em breve. A reduzida prevalência do fenómeno, suspeita João Amado, poderá dever-se à reacção “mais normal” das vítimas de cyberbullying: a de ficarem “calados” e “guardarem as coisas para si próprios”.

É esta atitude que o Facebook quer evitar com as suas novas ferramentas anti-bullying, que começou a implementar em Novembro. O objectivo passa por “ajudar os jovens a construir e manter relacionamentos”, pois isso “não acontece automaticamente”, defendeu Marc Brackett, do Centro de Inteligência Emocional da Universidade de Yale, nos EUA – uma das entidades que participou nos trabalhos para avaliar como a fricção nas relações afecta a vida online dos jovens.

Foi assim que o investigador justificou a criação de respostas automáticas no Facebook, na quinta-feira, durante a conferência do “4.o Compassion Research Day”, transmitida via streaming. A ideia foi construir uma lista de frases e abordagens, a serem escolhidas pelos jovens vítimas de cyberbullying, quando decidem entrar em contacto com os seus agressores. “O nosso objectivo é que os jovens respirem fundo e se lembrem de parar no momento em que vão reagir [ao cyberbullying]”, revelou, ao mesmo tempo que lhes confere “ferramentas para pensarem no impacto do que o que dizem pode ter na sua reputação online”. E, claro, para resolver casos de cyberbullying.

O Facebook descobriu que apenas 20% dos adolescentes confrontariam o seu agressor se tivessem de escrever o que lhe vão dizer. E 73% dos utilizadores que publicam conteúdo ofensivo respondem sempre que são contactados, afirmam os estudos conduzidos, no último ano, pela rede social norte-americana. “João, esta publicação é ofensiva e deixa-me muito desconfortável. Podes eliminá-la por favor?”, foi um dos exemplos de mensagem pré-formatada, apresentados por Mark Brackett, que será sugerida aos jovens no momento em que reportam um post e decidem confrontar o utilizador que o publicou. Para lá das respostas automáticas, o Facebook construiu também um portal com explicações e conselhos, dirigidos a pais e professores, a adoptar na hora de lidar com vítimas e agressores.

João Amado saudou a iniciativa, elogiando-a como “extremamente positiva”, embora ressalve que o mais frequente é os jovens “calarem-se e esconderem- -se”. Uma reacção inata ao próprio cyberbullying, explica o investigador, que “muitas vezes” tira proveito “da situação de anonimato” dos agressores e o subsequente silêncio das vítimas. Quando de facto falam (38,9% dos adolescentes simplesmente apagam ou excluem o contacto do bully), o mais provável é que as queixas acabem em ouvidos de amigos – aconteceu em 35,9% dos casos em Portugal, segundo os jovens inquiridos no estudo da Universidade de Coimbra. Só 27% dos participantes afirmaram ter contado as agressões aos seus pais.

 

WORKSHOP – BULLYING : CONHECER PARA INTERVIR

Novembro 5, 2012 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação, Forum Construir Juntos | Deixe um comentário
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A EAPN Portugal ( Rede Europeia Anti-Pobreza) / Núcleo Distrital de Coimbra, com o apoio do Instituto de Apoio à Criança – Núcleo de Coimbra, realiza no dia 13 de novembro, no Centro de Formação Cristã Rainha Santa Isabel, em Coimbra, um workshop sobre a temática Bullying: conhecer para intervir, cuja dinamização estará a cargo do Prof. João Amado, Professor Associado da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e com diversas publicações relacionadas com as problemáticas da indisciplina e da violência na aula e na escola, com a relação pedagógica e ainda sobre a história e a etnografia da infância.

Esta ação destina-se a Técnicos e a Outros colaboradores de entidades de ensino e apoio social, assim como à comunidade, em geral.

As inscrições devem ser realizadas até ao próximo dia 10 Novembro : EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Coimbra

Estrada de Coselhas, Quinta da Conchada, Lote 19/20, 1º dto, 3000-125 Coimbra

Telefone 239834241 e fax 239840796

E-mail://  coimbra@eapn.pt

PROGRAMA e FICHA DE INSCRIÇÃO

Cyberbullying: Ainda há muito a fazer junto dos professores e dos pais

Abril 13, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do portal Educare de 4 de Abril de 2012.

O docente da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra João Amado considerou hoje que “ainda há muito a fazer” junto dos professores, mas sobretudo dos pais, sobre a problemática do ‘cyberbullying’.

“Julgamos que há ainda muito a fazer junto dos professores, mas sobretudo junto dos pais. Os professores começam, aos poucos, a ser sensíveis a estas problemáticas, penso que o grande trabalho é chegar à comunidade em geral e, muito em especial, às famílias”, afirmou aos jornalistas à margem da apresentação dos primeiros resultados do estudo “Cyberbullying — um diagnóstico da situação em Portugal”, que decorreu ontem no auditório da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação (FPCEUC).

Na sua perspetiva, em Portugal verifica-se “um atraso em ações e iniciativas dirigidas aos pais”, comparando com o que acontece noutros países.

“É uma das áreas onde é preciso fazer alguma coisa”, frisou João Amado, coordenador do estudo.

Apresentado numa conferência internacional sobre o desenvolvimento profissional dos formadores de professores, que decorre até quarta-feira, o estudo abrangeu, numa primeira fase, 339 alunos do 6.º, 8.º e 11.º anos de escolas das regiões de Lisboa e Coimbra – explicou Armanda Matos, uma das docentes envolvidas no projeto.

Segundo estes primeiros dados, 15,7% dos inquiridos dizem já ter sido vítimas de ‘cyberbullying’ e 9,4% admitiram ter sido agressores, usando tecnologias de informação e comunicação para agredir os colegas.

De acordo com a professora universitária, os meios mais utilizados foram a mensagem instantânea, o SMS (através de telemóvel e internet) e as redes sociais (com destaque para o Hi5 e Facebook).

O projeto, envolvendo as universidades de Coimbra (UC) e Lisboa e contando com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia, abrangeu também “uma pequena amostra” de 261 alunos das faculdades de Psicologia das duas instituições.

13% dos estudantes universitários inquiridos dizem que foram vítimas, 1% foram agressores e 88% foram testemunhas de ‘cyberbullying’ – revelou a docente Teresa Pessoa aos jornalistas, explicando que a maioria dos problemas relatados se situam na adolescência, sobretudo no ensino secundário.

Na perspetiva de Armanda Matos, a preparação dos professores “é essencial”, devendo orientar-se sobretudo para a prevenção e para a intervenção e também para intervir na comunidade educativa na formação de alunos e de pais.

O estudo foi apresentado numa sessão intitulada “Do bullying ao cyberbullying: investigação e intervenção”, que compreendeu a análise da “dimensão desta nova forma de violência em Portugal, as diferentes facetas que o fenómeno apresenta e as estratégias para os responsáveis educativos lidarem com a situação”, segundo uma nota de imprensa sobre o evento.

O encontro científico (4th Winter Conference of the Association for Teacher Education in Europe – ATEE) a decorrer em Coimbra é uma organização conjunta da UC e do “MOFET Institute de Telavive (Israel) reunindo investigadores de 31 países.


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