Calmas a los niños con un celular o Tablet? Entérate del daño que les estás haciendo

Fevereiro 11, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do site http://centralinformativa.tv/

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Use of Mobile Technology to Calm Upset ChildrenAssociations With Social-Emotional Development

Por Antonio Sánchez Melo

Quienes tienen la fortuna de ser padres, seguramente saben lo complicado y también desesperante que puede llegar a ser el tener que calmar a un niño cuando éste se encuentra enojado, llorando o haciendo berrinche. La mayoría no está seguro de lo que en realidad desean o simplemente no se toman el tiempo de averiguarlo y lo que más fácil se les hace es darles algo para que se entretengan y dejen ese comportamiento desquiciante.

Una golosina e incluso un juguete parecen ser buenas opciones, sin embargo, ¿qué pasa con aquellos padres que optan por prestarles el celular o la Tablet? Para aquellos padres que piensan que el darles un aparato electrónico es la solución, les tengo una simple sugerencia: ¡dejen de hacerlo inmediatamente!

Un grupo de investigadores han hecho un estudio sobre esta acción y han determinado que sin darse cuenta los padres están afectando gravemente el desarrollo de personalidad de sus hijos.

Ser padres nunca será fácil pero sería bueno practicar más la paternidad y estrechar lazos con ellos, no alejarlos con esas acciones que a la larga con su práctica podría causar un daño irreversible en ellos.

Desafortunadamente, cada vez son más los padres que recurren a esta ¨solución¨ cuando ya no saben qué hacer con la actitud de sus hijos. Fácilmente se rinden y no optan por la opción de tratar de tranquilizarlos, hablar con ellos o consolarlos, simplemente se inclinan por la ¨salida fácil¨. Sin embargo ignoran que este acto de rendición sólo traerá consecuencias que no están visualizando hoy.

JAMA Pediatrics reveló un estudio en donde se centraban en este tema, relata que lo más habitual para los papás es relajar/calmar a los pequeños usando el televisor, un celular, computadoras o tablets y todo se deduce a que en realidad tienen muy poco control sobre ellos y no saben de qué manera lidiar con el temperamento energético de éstos.

La doctora de la Universidad de Boston y autora de dicho estudio Jenny Radesky, reveló haber advertido muchas veces a los padres que esta acción está mal, porque además de truncar el desarrollo de la personalidad, también están afectando el desarrollo del lenguaje, ya que el niño pasa más tiempo jugando con aparatos que interactuando con personas.

Hay personas que contrastan esta versión diciendo que el uso de smartphones y tablets ayuda a los niños a hablar y mejorar su vocabulario, sin embargo, Radesky contratacó argumentando lo siguiente: ¨si estos dispositivos se convierten en un método habitual para calmar y distraer a los niños, ¿ellos serán capaces de desarrollar sus propios mecanismos de autorregulación?¨ definitivamente el querer ¨distraer¨ a los niños que se aburren o lloran con un aparato, les impide poder generar su propia forma personal de entretenimiento.

No obstante y pese a contradicciones, la doctora Radesky señaló que el abuso de estos dispositivos durante la infancia, podrían interferir con su desarrollo de la empatía, sus habilidades sociales y de resolver los problemas, que generalmente se obtienen de la exploración, los juegos no estructurados y la interacción con amigos.

Así podemos determinar que el dar un aparato electrónico a nuestros hijos para tranquilizarlos, definitivamente no es la mejor opción, el que se tranquilicen depende de ti y de sus capacidades. La mejor opción es tratar de calmarlos a través de las palabras, escucharlos y atenderlos, ya que estos a su vez mejorarán sus ansiedades y aprenderán a controlarse poco a poco. Tal vez tomará tiempo, pero ningún camino es fácil cuando realmente vale la pena.

Y tú, cómo calmas a tus hijos?

 

Pais: Moderem a tecnologia entre os mais novos!

Março 13, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do site http://kids.pplware.sapo.pt/kids/  de 2 de fevereiro de 2015.

pplware

Criado por Marisa Pinto

Uso excessivo de tablets/smartphones compromete as competências sociais… entre outras capacidades das crianças. 

É certo e sabido que, hoje em dia, praticamente todas as crianças sabem como mexer em tablets, smasrtphones e outros equipamentos com ecrã touch. Mas será isso bom ou mau? Que cuidados devemos ter? Uma investigação americana deixa alguns alertas e aconselha a que os pais moderem a tecnologia e experimentem as aplicações antes de deixarem os filhos as utilizar.

Os tablets e smartphones são uma das mais das formas a que mais se recorre para entreter uma criança nos dias que correm. Mas, estes equipamentos devem sempre ser vistos como ferramentas educativas e lúdicas e não como a única forma de entreter e ensinar, sendo que os pais devem sempre estar atentos e acompanhar de perto esta utilização pelos filhos para que a utilizem da melhor forma.

Desta forma, uma equipa de investigadores do Departamento de Pediatria do Centro Médico de Boston (EUA), através de informações de uma publicação da revista Pediatrics, aconselham, em comunicado, o seguinte:

  • Os pais devem experimentar as aplicações antes de deixarem que os filhos as utilizem
  • Os pais devem acompanhar a utilização destas tecnologias pelas crianças, como forma de aumentar o seu valor educativo

Segundo Jenny Radesky, uma das autoras do artigo:

“Neste momento, há mais questões do que respostas no que diz respeito aos dispositivos móveis. Até que mais seja conhecido sobre o impacto que tem no desenvolvimento da criança, é encorajado o tempo de qualidade em família, seja pelo tempo em família desconectado ou pela designada hora da família”.

Para os autores será importante determinar se o uso frequente de aparelhos digitais pode comprometer a capacidade das crianças em criarem relações sociais, desenvolverem empatia ou resolverem problemas.

Esta foi uma questão já colocada sobre a visualização de televisão, e Jenny indica que “Está bem estudado que o aumento do tempo a ver televisão diminui o desenvolvimento da linguagem nas crianças e as competências sociais. Os dispositivos móveis com um uso equivalente também tira o tempo gasto em interações entre humanos”.

As tecnologias devem ser vistas como ferramentas até porque, uma vez que despertam o interesse na criança, motivam-na para aprender ao mesmo tempo que estão a fazer algo que gostam. Desta forma conseguem ser estimuladas e aprenderem de uma forma divertida.

Contudo, como tudo, o tuso deverá ser moderado e os autores não têm bem a certeza se haverá benefícios desta utilização em crianças menores de 2 anos de idade.

Uma vez que as crianças mais pequenas absorvem melhor a informação com atividade mais ‘reais’ em que contam com a presença de outra pessoa e realiza tarefas mais físicas, Jenny recorda que o uso excessivo dos equipamentos tecnológicos pode comprometer as competências motoras e visuais, importantes para aprender matemática ou ciência, ou até para aprender a escrever.

os autores acrescentam também que o desenvolvimento emocional pode ficar comprometido uma vez que “Se estes aparelhos se tornarem o método predominante para acalmar e distrair as crianças pequenas, será que estas vão ser capazes de desenvolver mecanismos internos de auto-regulação?”.

O se filho utiliza frequentemente os tablets/smartphones? De que forma faz a gestão dessa utilização?

 

 

Ecrãs de toque: Bons ou maus para as crianças?

Fevereiro 6, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do Observador de 2 de fevereiro de 2015.

CATRINUS VAN DER VEEN AFP Getty Images

Vera Novais

Passar muito tempo agarrado aos dispositivos móveis pode comprometer algumas competências básicas nas crianças, mas pode estimular outras. O acompanhamento dos pais é a chave para o sucesso.

É quase instintivo, uma criança pega num aparelho que tenha um ecrã e passa o dedo para mudar a imagem ou cumprir alguma função, ficando confusa quando o aparelho não responde ao toque, como o ecrã de uma televisão. Seja em casa ou na escola, as crianças têm acesso a estes aparelhos cada vez mais cedo, mas o impacto que podem ter no desenvolvimento da criança é ainda pouco conhecido.

Uma equipa de investigadores do Departamento de Pediatria do Centro Médico de Boston, nos Estados Unidos, propôs-se a compilar a informação disponível numa publicação da revista Pediatrics, deixando dois conselhos principais: primeiro, os pais devem experimentar as aplicações antes de deixarem as crianças utilizá-las, depois, devem acompanhá-las na utilização das mesmas para aumentar o valor educacional, lê-se num comunicado da instituição.

“Neste momento, há mais questões do que respostas no que diz respeito aos dispositivos móveis. Até que mais seja conhecido sobre o impacto que tem no desenvolvimento da criança, é encorajado o tempo de qualidade em família, seja pelo tempo em família desconectado ou pela designada hora da família”, disse Jenny Radesky, primeira autora do artigo.

Os autores do estudo questionam-se sobre até que ponto o uso frequente de aparelhos digitais pode comprometer a capacidade das crianças para criarem relações sociais, desenvolverem empatia ou resolverem problemas. Este tipo de problemas já tinha sido identificado, segundo os investigadores, em crianças que passam muito tempo a ver televisão. “Está bem estudado que o aumento do tempo a ver televisão diminui o desenvolvimento da linguagem nas crianças e as competências sociais. Os dispositivos móveis com um uso equivalente também tira o tempo gasto em interações entre humanos”, acrescenta Jenny Radesky.

Porém, alguns estudos citados pelos autores referem que algumas aplicações ou livros eletrónicos interativos podem estimular a aprendizagem do vocabulário e a compreensão da leitura em crianças em idade pré-escolar ou mais velhas. Os autores mantêm a dúvida sobre os benefícios que podem trazer para crianças com menos de dois anos.

Sabendo que as crianças mais pequenas aprendem mais facilmente com atividades cara a cara ou com atividades práticas, Jenny Radesky lembra que o uso excessivo destes aparelhos pode comprometer as competências motoras e visuais, importantes para aprender matemática ou ciência, ou até para aprender a escrever.

Além disso, o próprio desenvolvimento emocional pode ficar comprometido. “Se estes aparelhos se tornarem o método predominante para acalmar e distrair as crianças pequenas, será que estas vão ser capazes de desenvolver mecanismos internos de auto-regulação?”, perguntam os autores.

 

 

 

Como os smartphones podem afetar a relação entre pais e filhos

Março 11, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 10 de Março de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Patterns of Mobile Device Use by Caregivers and Children During Meals in Fast Food Restaurants

reuters

Um estudo do Centro Médico de Boston diz que as crianças sentem que têm de competir com os dispositivos pela atenção dos pais

Pessoas que ficam absorvidas por emails, jogos ou outras aplicações têm uma interacção negativa com os filhos, fazendo com que as crianças sintam que os dispositivos são mais importantes para os pais.

O trabalho do Dr. Jenny Radesky, especialista em pediatria no Centro Médico de Boston, consiste em aconselhar os pais em assuntos relativos ao desenvolvimento e comportamento das crianças. Uma vocação que levou ao interesse em estudar a dinâmica entre pais, filhos e smartphones.

Para estudar a forma como a ubiquidade e o efeito distrativo dos smartphones afecta a qualidade do tempo entre pais e filhos, Jenny Radesky e a sua equipa trabalharam undercover: Os investigadores observaram discretamente famílias com um ou mais filhos pequenos em restaurantes, e registaram o comportamento de crianças e adultos, assim como a frequência com que os últimos usavam os telemóveis.

O resultado traduziu uma visão crua de quão absorvidos os pais, na sua maioria, ficam pelos dispositivos, que usam durante toda a refeição. Nesses momentos, a interação com os filhos é menor e torna-se áspera, fria e negativa.

Uma criança tentou levantar a cabeça da mãe, sem sucesso, enquanto esta olhava para um tablet. Uma mãe que não parou de olhar para o telemóvel dava pontapés ao filho debaixo da mesa sempre que ele tentava chamar a atenção. Um pai respondia de forma curta e irritada ao filho que tentava convence-lo a afastar-se do smartphone.

Face aos resultados, e depois de aconselhar os pais sobre o tempo e forma de ver televisão nas interações entre pais e filhos, a Academia de Pediatria Norte-Americana prepara-se agora para criar directrizes sobre o uso de smartphones em frente dos mais novos.


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