Intervenção Precoce na Infância – 2ª edicão

Outubro 22, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/cursos/intervencao-precoce-na-infancia-2-edicao

Hiperactividade e Défice de Atenção. Avaliação psicológica em crianças – Formação no ISPA, 9 a 11 de maio

Abril 14, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Objectivos 

Identificar a natureza dos comportamentos disruptivos exibidos pelas crianças com PHDA, bem como os critérios de diagnóstico, as manifestações psicobiológicas e os perfis neurocognitivos presentes na PHDA;
Aplicar, cotar e interpretar os resultados obtidos num protocolo de avaliação clínica da PHDA;
Implementar planos de intervenção psicoterapêutica multimodal específica para a PHDA.

Competências 

Identificar os comportamentos disruptivos que são característicos das crianças com PHDA;
Identificar a natureza neurobiológica e neuropsicológica desta Perturbação do Neurodesenvolvimento, o seu impacto nos diversos contextos e as comorbilidades associadas;
Aplicar, cotar e interpretar os resultados dos diversos instrumentos utilizados num protocolo de avaliação compreensiva da PHDA;
Implementar um processo de intervenção psicoterapêutico multimodal em função da manifestação sintomatológica apresentada pela criança;
Identificar as medidas educativas específicas para as crianças com PHDA

Mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/formacao/hiperactividade-e-defice-de-atencao-avaliacao-psicologica-em-criancas

 

Sozinhos entre milhares de “amigos”. Estudo associa redes sociais a solidão nos jovens

Março 29, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de março de 2019.

Investigação em Portugal indica que passar muito tempo online faz os jovens sentirem-se sozinhos, mesmo quando não deixam de falar com os amigos frente a frente. É a natureza da comunicação online que provoca a solidão? Investigadores dizem que há uma conexão.

Karla Pequenino

Num mundo em que é cada vez mais normal usar o Facebook, o Twitter, o Instagram, ou o YouTube para comunicar com outras pessoas – a qualquer hora, em qualquer lugar –, são vários os trabalhos que começam a encontrar uma relação entre usar Internet e sentir mais solidão. Particularmente, nos jovens.

Um estudo do Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (ISPA), em Lisboa, mostra que os jovens portugueses que passam muito tempo nas redes sociais se sentem mais sozinhos. É uma conclusão comum na área da solidão digital: em 2016, um inquérito a utilizadores portugueses do Facebook, feito na Universidade Lusófona do Porto, mostrou que quem passa mais tempo na rede social se sente mais só. Em 2017, outro estudo, desta vez focado nos EUA, mostrou que passar mais de duas horas por dia em redes como Facebook, Snapchat e Twitter duplicava a probabilidade de alguém se sentir isolado.

Só que os investigadores do ISPA descobriram que o sentimento de solidão entre os jovens portugueses mantém-se, mesmo quando o tempo que passam online não interfere com o tempo que passam a falar com amigos fora da Internet, frente a frente. Em causa pode estar a falta de riqueza sensorial das conversas online.

“O nosso estudo sustenta que há qualquer coisa na comunicação online que causa a solidão, que é a forma como a comunicação acontece online que cria esse sentimento”, resume ao PÚBLICO o investigador do ISPA Rui Costa. “Nas raparigas, em particular, o sentimento de solidão não se explicava por passarem menos tempo com os amigos. Foi uma das questões que nos chamou a atenção.”

As conclusões foram publicadas na revista académica International Journal of Psychiatry in Clinical Practice. O estudo, em que foram inquiridos 548 jovens em Portugal (dos 16 aos 26 anos) entre 2015 e 2016, mostra que as redes sociais eram de longe a actividade preferida dos jovens quando estão na Internet. Os participantes foram avaliados quanto à percepção de solidão, ao ambiente familiar, e se têm um “uso problemático da Internet”. Foi questionado o grau de identificação com afirmações como “A interacção social online é mais confortável do que frente-a-frente”, e “Faltei a compromissos sociais devido ao meu uso da Internet”.

Inicialmente, o objectivo do estudo era avaliar a relação entre o uso problemático, ou vício, da Internet e o grau de interacção social. “A Internet começa a ser um problema quando há problemas de privação”, explica Costa. “Quando não dormimos, quando deixamos de fazer o trabalho, ou quando usamos o telemóvel para resolver problemas como a ansiedade ou a depressão. Se nos sentimos ansiosos e agarramos o telemóvel, estamos a ignorar o problema subjacente.”

No caso dos rapazes que participaram, como já se tem visto noutros estudos sobre o tema, um uso problemático da Internet estava associado a menos tempo para os amigos ou parceiros fora da Internet. Mas com as raparigas, embora o tempo online interferisse com algumas relações familiares, não interferia com o tempo que passavam a falar com os amigos em pessoa. Só que, mesmo assim, elas reportavam sentimentos de solidão.

“E mesmo com os rapazes, que passavam menos tempo com os amigos, não havia uma conexão directa ao maior sentimento de solidão”, diz Costa. “E isto foi muito interessante. Até agora pensava-se que a Internet levava as pessoas a passar menos tempo a falar com amigos e que isso levava à solidão. Mas agora podemos ver que é a própria Internet que causa a solidão.”

Hormonas, evolução, ou facilidade em apagar amigos?

Para os investigadores do ISPA, o motivo pode estar associado à evolução da espécie humana, durante a qual a vida em sociedade foi necessária para a sobrevivência. Como tal, os mecanismos cerebrais aprenderam a reconhecer a satisfação em interacções sociais apenas quando há informação sensorial suficiente a acompanhar.

“A hipótese que colocamos agora é que a comunicação online não tem a mesma riqueza sensorial que a comunicação offline”, explica Rui Costa. “Quando falamos da Internet, não há informação a nível do olfacto, por exemplo, e a forma das pessoas falam é diferente.”

É uma opinião partilhada pela psicóloga clínica Raquel Carvalho, que trabalha com adolescentes e crianças na Oficina da Psicologia, em Lisboa. Diz que é comum os jovens que acompanha (especialmente, a partir dos 13 anos) falarem em sentimentos de solidão, mesmo que não seja o motivo principal que os leva às consultas. Um dos motivos é que é nesta idade que se começam a afastar da família e a “tentar criar vínculos afectivos com os pares”.

“Nota-se que com o mundo digital os jovens se refugiam muito na tecnologia e, por isso, as interacções com os pares são mais pobres. É com relacionamentos cara a cara que se desenvolvem capacidades como a empatia e a cooperação”, diz Raquel Carvalho. “Depois ao nível das neurociências há hormonas que são produzidas como resposta à sensação de toque. É o caso da oxitocina.”

Conhecida como a “hormona do amor” ou a “hormona do abraço”, nos humanos a oxitocina é libertada durante o toque com outros humanos. No cérebro, o neurotransmissor está relacionado com fenómenos como a criação de laços afectivos, empatia, desenvolvimento de confiança com outras pessoas, e diminuição da agressividade.

“O refúgio na Internet da adolescência pode ser visto como normal, porque actualmente é uma forma de se criarem ligações aos pares”, ressalva Raquel Carvalho. “Mas é preciso garantir que não se estão a substituir encontros reais.”

O aumento da solidão entre os jovens é uma realidade observada também no Observatório da Solidão, do Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo (ISCET), no Porto. “A solidão digital é um facto”, diz ao PÚBLICO o coordenador do observatório, o investigador Adalberto Dias de Carvalho. “Muitas vezes tem-se a percepção de que a solidão surge principalmente na população mais idosa. Não é bem assim. As vivências de solidão surgem com mais frequência nos jovens. A diferença é que os mais jovens têm mais facilidade em sair do estado de solidão.”

Adalberto Dias diz que as redes sociais são vistas como um “veículo para superar a solidão”, tanto pelos mais jovens como por outras faixas etárias. Mas – tal como a psicóloga Raquel Carvalho o estudo do ISPA notam – “as relações mediadas pelas redes sociais têm uma natureza diferente”.

Um dos problemas refere Adalberto Dias, é que “as redes sociais criam um estado ilusório de conexão” que se nota, por exemplo, com a facilidade com que se elimina um amigo. “Na Internet basta carregar num botão e uma relação desaparece. A gestão de conflitos é diferente das relações interpessoais”, nota o investigador.

Travar o aumento da solidão

Para a psicóloga Raquel Carvalho é importante travar comportamentos que podem levar à solidão digital cedo. “É cada vez mais normal ver bebés agarrados aos tablets. Nos adolescentes são as redes sociais e também os jogos online. É bom começar a introduzir limites nos mais novos. A propor alternativas ao tempo online, por exemplo, com outros colegas, frente a frente.”

Os efeitos negativos da solidão na saúde estão bem documentados. Um estudo da Universidade de Harvard ao longo de 75 anos mostrou que a sensação pode ser tóxica: quanto mais isoladas as pessoas estão, mais rapidamente se deteriora a sua saúde física e mental.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) nota que boas redes de suporte social são um factor determinante para o bem-estar. Em Janeiro, o Reino Unido nomeou um ministro para a Solidão (o primeiro do mundo), que é um problema que afecta mais de nove milhões de britânicos. O objectivo é impedir a proliferação de um fenómeno que pode dar azo a demência, ansiedade, e aumentar a mortalidade precoce.

Em 2019, os mais jovens são entre aqueles que mais sozinhos se sentem em todo o mundo: numa investigação da estação britânica BBC sobre a solidão – em que foram inquiridas 55 mil pessoas em todo o mundo – 40% dos jovens entre os 16 e os 24 anos admitiram sentirem-se frequentemente sozinhos. A percentagem foi superior à de outras faixas etárias. Além disso, os inquiridos que mais reportaram sentimentos de solidão eram aqueles que tinham mais “amigos online” no Facebook.

A equipa do ISPA quer continuar a estudar o fenómeno da solidão digital em Portugal. “No futuro, queremos analisar o uso problemático do smartphone com o phubbing”, avança Costa. A expressão phubbing (uma amálgama das palavras inglesas phone e snubbing) designa o acto de ignorar alguém, numa ocasião social, ao olhar para o telemóvel em vez de prestar atenção a essa pessoa.

Um estudo recente das universidades de Oxford e Warwick, no Reino Unido, revelou que embora as crianças e jovens passem 30 minutos a mais em casa com os pais do que em 2000, esse tempo não é dedicado a mais interacções familiares. Os dispositivos móveis, como consolas portáteis e tablets, são particularmente usados nestes períodos.

“Queremos perceber o impacto que há nos sentimentos de solidão em Portugal quando se utiliza o telemóvel quando se está com os amigos ou com a família”, diz Rui Costa.

“Qualquer pessoa pode encontrar benefícios em usar redes sociais”, observa a psicóloga Raquel Carvalho. “Só que têm de manter relações reais. Não se podem limitar às relações virtuais. A tecnologia tem de ser um complemento, caso contrário há riscos de – nos jovens, em particular – não se desenvolverem competências fundamentais.”

 

Aconselhamento Parental Saber lidar com os filhos – Formação no ISPA – janeiro e fevereiro de 2019

Dezembro 17, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Objectivos 

Conhecer modelos e princípios de aconselhamento  parental

Desenvolver competências de aconselhamento a pais numa perspectiva de intervenção em situações de crise

Programa 

O aconselhamento psicológico (definição, objectivos, habilidades fundamentais)
Educação Parental e Aconselhamento parental (definições)
O aconselhamento parental (princípios, objectivos, fases)
Aconselhamento a pais de crianças e aconselhamento a pais de adolescentes (especificidades)
Estilos educativos, práticas parentais, aliança parental , ligação parental (definição e avaliação)
Aconselhamento relativo a problemáticas específicas das crianças e dos adolescentes (birras, luto, divórcio, alimentação, sono, novas tecnologias, controlo dos esfíncteres, mentira, roubo/furto, rivalidade entre irmãos, saídas à noite)

mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/formacao/aconselhamento-parental

A Arte de Brincar – Play Therapy com crianças – formação no ISPA – 15 a 17 novembro

Novembro 2, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Objectivos 

Sensibilizar para a importância da Play Therapy no trabalho com crianças
Desenvolver competências em algumas técnicas utilizadas em Play Therapy
Desenvolver competências na comunicação e relação com crianças problemáticas

Competências 

Capacidade de avaliar necessidades das crianças
Capacidade de planear finais
Capacidade de  usar/compreender agentes de mudança (aceitaçao, seguranca, confiança no processo, exploração da expressão simbólica)
Capacidade de manter regras e limites

Programa 

O que é Play Therapy

O brincar e os brinquedos
Avaliação das necessidades: plano e contrato
Regras e limites
Fases do processo terapêutico
Finais
Play Therapy  e Arte Terapia
Play Therapy e Maus Tratos

mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/formacao/arte-de-brincar

Trabalho com grupos em acolhimento de crianças e jovens – Formação Contínua no ISPA

Julho 27, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Objectivos 

O acolhimento residencial é um contexto essencialmente de grupo, ideal para o desenvolvimento de competências pessoais e sociais. A dinâmica relacional obriga a que diariamente se questione e ajuste o lugar que cada um ocupa no grupo. Esta acção tem por objectivos específicos:

Aprofundar competências de trabalho com grupos em instituições de acolhimento de crianças e jovens
Sensibilisar para a importância do grupo enquanto recurso de desenvolvimento infantil

Competências 

Conhecer o papel do trabalho com grupos no acolhimento de crianças e jovens

Desenvolver dinâmicas de grupo em instituições de acolhimento de crianças e jovens

Programa 

Dinâmicas relacionais intra e inter grupos
Promoção de competências individuais e sociais em grupo
Dinâmicas de grupo como forma de construção de relação
Participação do grupo de crianças na planificação e na gestão da rotina diária da Casa de Acolhimento
Participação do grupo de crianças na solução de problemas e conflitos

Metodologias 

Abordagem teórico-prática e experiencial

Duração

15 horas

Calendarização

Quarta, Outubro 24, 2018 – 18:30 – 21:30

Sábado, Outubro 27, 2018 – 10:00 – 13:00

Quarta, Novembro 7, 2018 – 18:30 – 21:30

Sábado, Novembro 10, 2018 – 10:00 – 13:00

Quarta, Novembro 14, 2018 – 18:30 – 21:30

 

mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/formacao/trabalho-com-grupos

Aconselhamento parental, Saber lidar com os filhos – Formação no ISPA – 21 abril a 26 maio

Abril 7, 2018 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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OBJECTIVOS 

Conhecer modelos e princípios de aconselhamento  parental

Desenvolver competências de aconselhamento a pais numa perspectiva de intervenção em situações de crise

PROGRAMA

O aconselhamento psicológico (definição, objectivos, habilidades fundamentais)
Educação Parental e Aconselhamento parental (definições)
O aconselhamento parental (princípios, objectivos, fases)
Aconselhamento a pais de crianças e aconselhamento a pais de adolescentes (especificidades)
Estilos educativos, práticas parentais, aliança parental , ligação parental (definição e avaliação)
Aconselhamento relativo a problemáticas específicas das crianças e dos adolescentes (birras, luto, divórcio, alimentação, sono, novas tecnologias, controlo dos esfíncteres, mentira, roubo/furto, rivalidade entre irmãos, saídas à noite)

DESTINATÁRIOS 

Educadores de infância, professores, psicólogos, enfermeiros, técnicos de reabilitação e inserção social, técnicos de desenvolvimento comunitário, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais

Finalistas do mestrado integrado de Psicologia e das outras áreas

Finalistas de 2ºs ciclos de Psicologia (desde que habilitados com 1º ciclo em Ciências Psicológicas ou Psicologia)

CALENDARIZAÇÃO

Sábado, Abril 21, 2018 – 08:30 – 12:30

Sábado, Abril 28, 2018 – 08:30 – 12:30

Sábado, Maio 5, 2018 – 08:30 – 12:30

Sábado, Maio 12, 2018 – 08:30 – 12:30

Sábado, Maio 19, 2018 – 08:30 – 12:30

Sábado, Maio 26, 2018 – 08:30 – 12:30

mais informações:

http://fa.ispa.pt/formacao/aconselhamento-parental

Formação “Audição da Criança” 10 e 17 de março no ISPA

Fevereiro 28, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Audição da Criança

Acreditada pela ORDEM DOS PSICÓLOGOS

DESTINATÁRIOS 

Psicólogos, assistentes sociais, professores e técnicos de educação que, em serviços públicos ou privados, prestem assessoria técnica aos Tribunais.

Enquadramento legal: legislação em vigor em Portugal, quer Penal (artigo n.º 271 do Código Penal – Declarações para Memória Futura, e o artigo n.º 35 – Audição da Criança, da Convenção de Lanzarote), quer Cível (artigos 5.º, 20.º e 22.º e 23.º da Lei n.º 141/2015, de 8 de Setembro que Aprova o Regime Geral do Processo Tutelar Cível).
A legislação acima referida prevê a audição da criança por profissionais com formação adequada a esse fim, bem como a possibilidade de o Tribunal requerer assessoria para audição técnica especializada.

OBJECTIVOS 

Promover conhecimentos sobre o desenvolvimento infantil a nível cognitivo e socio-emocional
Promover conhecimentos sobre técnicas de entrevista a crianças e adolescentes
Desenvolver competências técnicas e relacionais para a audição de crianças e adolescentes

COMPETÊNCIAS 

Preparar o setting para a realização da audição
Adequar técnicas de entrevistas ao nível do desenvolvimento da criança ou adolescente

PROGRAMA 

Enquadramento Legal
Desenvolvimento infantil cognitivo e sócio-emocional
Técnicas de Entrevista Forense
Discussão de casos práticos.

METODOLOGIAS 

Exposição de conteúdos. Discussão e análise de casos práticos. Role-playing

DURAÇÃO 

12 horas

FORMADORES

Rute Agulhas
(Psicóloga e terapeuta familiar. Perita na Delegação do Sul do INMLCF-IP. Professora assistente convidada no ISCTE-IUL. Investigadora no CIS/ISCTE-IUL e no Centro de Ciências Forenses/FCT/INMLCF-IP. Doutoranda no ISCTE-IUL. Formadora sénior em Psicologia Forense no ISPA-FORMAÇÃO AVANÇADA)

Alexandra Anciâes
(Psicóloga especialista em Psicologia Clínica e da Saúde, pós-graduada em Medicina Legal e em Comportamentos Desviantes e Ciências Criminais. Perita Forense na Delegação do Sul do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, IP.  Investigadora do CENCIFOR – Centro de Ciências Forenses da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Formadora sénior em Psicologia Forense no ISPA-FORMAÇÃO AVANÇADA)

CALENDARIZAÇÃO

Sábado, Março 10, 2018 – 10:00 – 13:00

Sábado, Março 10, 2018 – 14:00 – 17:00

Sábado, Março 17, 2018 – 10:00 – 13:00

Sábado, Março 17, 2018 – 14:00 – 17:00

mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/formacao/audicao-da-crianca

Psicopatologia do adolescente. Avaliação, diagnóstico e intervenção – Formação, 27 Janeiro no ISPA

Janeiro 13, 2018 às 6:49 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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OBJECTIVOS

Dotar os formandos de competências ao nível dos critérios estruturais do adolescente.
Dotar os formandos de competências ao nível dos critérios de diagnóstico da psicopatologia do adolescente.
Realizar diagnóstico diferencial
Conhecer e identificar os diversos quadros clínicos
Estabelecer um plano de intervenção com base no diagnóstico

COMPETÊNCIAS

Rever o desenvolvimento na adolescência
Descrever clinicamente as dimensões estruturais da personalidade adolescente
Aplicar os parâmetros de diagnóstico diferencial através da análise de estudos de caso
Analisar, de forma psicodinâmica, cada caso clinico apresentado

CALENDARIZAÇÃO

Sábado, Janeiro 27, 2018 – 09:30 – 13:30

Sábado, Fevereiro 3, 2018 – 09:30 – 13:30

Sábado, Fevereiro 17, 2018 – 09:30 – 13:30

Sábado, Fevereiro 24, 2018 – 09:30 – 13:30

mais informações:

http://fa.ispa.pt/formacao/psicopatologia-do-adolescente-avaliacao-diagnostico-e-intervencao

Formação “Acolhimento de emergência de crianças em risco”

Dezembro 15, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Objectivos

É urgente reflectir sobre a forma como as instituições se organizam para criar bons contextos de acolhimento para as crianças, famílias e profissionais. Esta formação pretende desafiar os profissionais a olharem o acolhimento residencial como um contexto de desenvolvimento da criança e tem como objectivos específicos:
Compreender os desafios e recursos no contexto do acolhimento residencial
Compreender o papel do Acolhimento Residencial no Sistema de Promoção e Protecção
Melhorar o conhecimento sobre o impacto emocional da criança acolhida

Programa 

Impacto dos maus tratos no desenvolvimento infantil
Arquitectura do Sistema de Promoção e Protecção
Expectativa de quem solicita o acolhimento
Pré acolhimento: compreensão crítica do pedido de acolhimento
Impacto emocional do acolhimento na criança
Construção de uma nova realidade para a criança
O lugar e o papel da família

Calendarização

Janeiro 17, 2018 a Fevereiro 7, 2018

mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/formacao/acolhimento-de-emergencia-de-criancas-em-risco

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