Hora do Conto “Rapunzel” 9 de fevereiro na Biblioteca Odete e Carlos Gaspar em Benavente

Fevereiro 4, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/332027380976480/

Pangeia – Teatro para toda a família na Culturgest – 21 e 22 de Janeiro

Janeiro 19, 2017 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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PANGEIA é uma viagem sonora e visual pelo universo dos irmãos Grimm em que o palco se transforma num museu imaginário de objetos curiosos, através de sons escutados com auscultadores. Os objetos remetem para o imaginário dos contos fantásticos, como a floresta cheia de armadilhas, a magia da bola de cristal ou os feitiços da bruxa má. Nesta viagem, acompanhada por dois investigadores, vamos descobrir o ponto de vista dos objetos que ilustram os contos. Para isso teremos de seguir as pistas, como fizeram Hansel e Gretel com as migalhas que deixaram no caminho para regressar a casa.

PANGEIA é um espetáculo para o público juvenil que reúne em palco várias linguagens como o teatro, a dança e as artes visuais, recuperando a ideia dos Gabinetes de Curiosidades criados no século XVI, que reuniam objetos raros e artefactos da biologia, e são considerados percursores dos museus de arte. A coleção aqui apresentada tem contornos ficcionais: quatro mesas com 200 objetos que representam cada conto.

SÁB 21, DOM 22 JANEIRO

Pequeno Auditório 11h e 16h

Duração: 50min.

3,50€ (preço único)

Lotação: 60 participantes M6

 

mais informações no link:

http://www.culturgest.pt/arquivo/2017/01/pangeia.html

Cientista diz ter desvendado origem “genética” d’O Capuchinho Vermelho

Novembro 24, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de Novembro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

The Phylogeny of Little Red Riding Hood

Gustave Doré

Ana Gerschenfeld

Recorrendo às mesmas técnicas informáticas que a biologia moderna utiliza para construir a árvore genética dos seres vivos, foi possível traçar a evolução do emblemático conto para crianças.

Tal como as espécies animais e vegetais, os contos populares apresentam inúmeras variantes que foram surgindo em diversas alturas, em locais diferentes. E tal como com os seres vivos, a ancestralidade de um conto e a sua difusão ao longo das gerações podem ser estudados com as técnicas da genética das populações para, a partir das semelhanças e diferenças entre as várias versões, reconstituir a sua árvore genealógica.

Foi exactamente o que fez Jamie Tehrani, da Universidade de Durham (Reino Unido), com o “ADN” das diversas variantes conhecidas do conto O Capuchinho Vermelho. E resolveu assim, afirma, um debate de longa data sobre a origem deste conto. Os seus resultados foram publicados online, quarta-feira à noite, na revista de acesso livre PLoS ONE.

Desde a publicação pelos irmãos Grimm da sua compilação de contos da tradição oral europeia, há uns 200 anos, que os especialistas repararam que muitas dessas histórias infantis são parecidas entre si — e também parecidas com histórias do mundo inteiro, lê-se num comunicado da revista. Em particular, existem grandes semelhanças entre O Capuchinho Vermelho e uma série de contos africanos e do Sudeste asiático. Mas até aqui, determinar se esses contos têm ou não um “antepassado” comum tem sido difícil, porque, sendo de transmissão oral, eles escapam à análise literária. Mesmo a versão dos irmãos Grimm provém de uma versão mais antiga — a de Charles Perrault, no século XVII — e esta, por sua vez, deriva de uma tradição oral ainda mais antiga, com raízes em França, Áustria e Norte de Itália.

Existe um outro conto muito semelhante ao d’O Capuchinho Vermelho e muito popular na Europa e no Médio Oriente: O Lobo e os Sete Cabritinhos, no qual um lobo finge ser a mãe de uns cabritinhos para melhor os comer. E os especialistas — incluindo antropólogos e cientistas da cognição que estudam a difusão da cultura — têm debatido acerca de saber, em particular, se os contos de origem africana e asiática onde alguém é comido por um lobo serão variantes do conto do capuchinho ou do conto dos cabritinhos.

Para realizar a sua análise, Tehrani considerou 58 variantes destes dois contos, oriundos de 33 populações, focando-se em 72 parâmetros da trama: o protagonista (masculino ou feminino, filho único ou não); o vilão (lobo, ogre, tigre ou outro); os truques com que o vilão engana a(s) vítima(s); e o desfecho: a vítima é comida, foge ou é resgatada. E conclui que, embora O Lobo e os Sete Cabritinhos e O Capuchinho Vermelho tenham uma raiz ancestral comum, são hoje duas histórias distintas.

“É como se um biólogo tivesse mostrado que os humanos e os grandes símios possuem um antepassado comum mas evoluíram e tornaram-se espécies diferentes”, diz o cientista em comunicado da sua universidade, estimando que o conto dos cabritinhos terá surgido no século I da nossa era, enquanto o ramo d’O Capuchinho Vermelho só terá divergido do “tronco” da árvore mil anos depois.

Quanto aos contos africanos, parecem descender do conto dos cabritinhos. “Afinal de contas, as narrativas africanas descendem d’O Lobo e os Sete Cabritinhos. Mas ao longo do tempo, evoluíram e tornaram-se mais parecidas com O Capuchinho Vermelho [europeu] — que também descende provavelmente d’O Lobo e os Sete Cabritinhos”, explica. “Isto é um exemplo do processo dito de evolução convergente, em que espécies diferentes desenvolvem de forma independente traços semelhantes.” O facto de O Capuchinho Vermelho ter assim surgido duas vezes, em África e na Europa, segundo Tehrani, sugere que este conto apela fortemente à nossa imaginação.

Não é tudo: uma teoria que propõe que O Capuchinho Vermelho, tal como o conhecemos na Europa, terá tido origem na tradição oral chinesa também é posta em causa pelos resultados. “Existe uma teoria segundo a qual O Capuchinho Vermelho deriva de uma versão arcaica [chinesa] que se espalhou para oeste pela Rota da Seda”, explica ainda Tehrani. “A minha análise mostra que, na realidade, é a versão chinesa que deriva das tradições orais europeias, e não o contrário.” Mais precisamente, os chineses terão fundido os dois contos referidos com narrativas locais e criado uma história híbrida, A Avó Tigre.

Descobertos 500 contos-de-fadas da época dos Irmãos Grimm

Agosto 23, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da exame.abril.com.br de 8 de Agosto de 2013.

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Segundo o jornal britânico The Guardian, volumes ficaram guardados na Alemanha por 150 anos, antes de serem encontrados

Luciana Carvalho,

São Paulo – Os irmãos Jacob e Wilhelm Grimm foram os responsáveis povoar a infância de crianças do mundo todo com histórias e seres fantásticos de seus contos-de-fadas. Mas o domínio da dupla que viveu no século 19 e criou personagens como Branca de Neve, Cinderela, Rapunzel e Chapeuzinho Vermelho poderá ser dividido com Franz Xaver von Schönwerth, outro historiador alemão que viveu na mesma época (de 1810 a 1886).

Segundo o site do jornal The Guardian, a curadora cultural Erika Eichenseer encontrou 500 novos contos na cidade de Ratisbona (Regensburg), na Alemanha, após ficarem escondidos por mais de 150 anos. Quando em vida, Von Schönwerth passou anos conversando com pessoas de diferentes povos e culturas para descobrir seus hábitos, costumes e tradições que, depois, ele transformaria em literatura fantástica.

O achado foi o livro “Aus der Oberpfalz – Sitten und Sagen” (“Do Alto Palatinado – Costumes e Lendas”, tradução livre), dividido em três volumes, escritos em 1857, 1858 e 1859. Lá estão diversos textos que não ficaram conhecidos por outros livros, assim como há versões de clássicos como Cinderela.

De acordo com o Guardian, a principal diferença entre o trabalho dele e dos Irmãos Grimm é o verniz literário que o primeiro não apresentava, já que tinha uma linguagem mais direta e menos romanceada. Além disso, os contos presentes na obra não são exclusivos para crianças, pois têm temas que servem de ajuda para adultos conseguirem lidar com os desafios dessa fase.

 

200 Anos de Contos de Grimm – Exposição os Irmãos Grimm Vida e Obra na Biblioteca Municipal do Porto

Dezembro 20, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito do bicentenário da publicação do primeiro volume dos Kinder- und Hausmärchen (1812), a famosa coleção de contos dos Irmãos Jacob e Wilhelm Grimm, várias instituições portuguesas acolheram a exposição Os Irmãos Grimm – Vida e Obra, elaborada pela Brüder Grimm-Gesellschaft e pelo Brüder Grimm-Museum.

Cabe a vez ao Porto de receber a exposição que, patrocinada pela Embaixada da República Federal da Alemanha, pelo Goethe-Institut de Lisboa, pela Universidade de Aveiro, pela Fundação Marion Ehrhardt e pelo Instituto de Literatura Comparada da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, terá lugar na Biblioteca Municipal do Porto (Rua D. João IV, ao Jardim de S. Lázaro), entre 22 de novembro e 15 de janeiro de 2013.

XII Encontro de Literatura Infantil – Os Contos de Grimm: 200 anos nas bocas do mundo

Novembro 15, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Exposição Irmãos Grimm – Vida e Obra

Agosto 3, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Contos dos irmãos GRIMM na TSF

Maio 18, 2012 às 2:54 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Nos 200 anos da publicação da primeira coletânea de histórias tradicionais recolhidas pelos irmãos Grimm, a TSF traz à antena uma história por dia contada por quem sabe contar um conto.

Os contadores de histórias são: Maria Morais (2º feira), Rodolfo Castro (3ª feira), Cristina Taquelim (4ª feira), António Fontinha (5ª feira) e Thomas Bakk (6ª feira).

Contos Grimm

Passam na antena da TSF de segunda a sexta, depois das 15h00, com repetição depois das 20h30. Ao sábado, compacto semanal depois das 13h00.

Uma rubrica TSF, com produção da editora editora Boca – palavras que alimentam em parceria com o IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, responsável pelo simpósio internacional «The Grimm Brothers Today», que se realiza em Lisboa, nos dias 21, 22 e 23 de Junho.

A partir de 14 de Maio, e durante cerca de 2 meses, irão passar diariamente na rádio as versões condensadas dos contos dos irmãos Grimm pela voz de 5 contadores.


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