3ª edição do Prémio APAV para a Investigação 2017

Julho 17, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A data limite para o envio das candidaturas foi prorrogada até 31 de Julho!

Informações e candidaturas: apav.pt/premioapav2017

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima promove em 2017 a terceira edição do Prémio APAV para a Investigação, com o apoio da Fundação Montepio.

O Prémio APAV para a Investigação destina-se a premiar trabalhos de investigação científica sobre temas ou problemas relacionados com a missão da APAV: “Apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais e contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas, sociais e privadas centradas no estatuto da vítima”.

Stuart Brown. “Os adultos têm de ser capazes de brincar para que os filhos também o façam”

Junho 8, 2017 às 6:02 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Psiquiatra norte- americano começou a estudar a brincadeira depois de investigar homicídios em massa. Descobriu um ponto em comum entre os assassinos: brincaram muito pouco em crianças. Nos últimos 45 anos, tem-se batido pela ciência do brincar.

Nos últimos 45 anos, Stuart Brown entrevistou mais de 6 mil pessoas para reconstruir o seu historial de brincadeira em criança. O interesse surgiu ao investigar homicídios em massa. Um dos primeiros casos que analisou foi o massacre da Universidade do Texas, em 1966, em que Charles Whitman, ex-marine e estudante universitário, foi responsável pela morte de 16 pessoas. Na altura, Brown trabalhava no Baylor College of Medicine e liderou uma recolha de dados sobre a vida de Whitman para documentar o processo, a pedido do governador do Texas. Além do stress a que estava sujeito, a infância de abusos e num ambiente “tirano” em que cresceu foi uma das constatações da equipa: um vizinho contou por exemplo à equipa que Charles não podia brincar na rua, não podia subir às árvores nem levar amigos a casa.

A privação de brincadeira veio a ser declarada oficialmente como um dos fatores de risco para o crime. Depois deste, seguir-se-iam outros casos, que levaram o psiquiatra a traçar um denominador em comum: acredita que a falta de brincadeira em criança, sobretudo nos primeiros dez anos de vida, é um fator de risco para comportamentos antissociais e violentos.

Numa Ted Talk, em 2008, Brown lembrou o trabalho pioneiro, os exemplos de como os animais também brincam e os que não o fazem se tornam menos “inteligentes” e deixou o alerta: brincar é mais do que diversão. Em vésperas do Dia Mundial do Brincar, que se assinala este domingo, Brown respondeu, por email, a algumas perguntas do i. O desafio de dar prioridade à brincadeira espontânea no dia-a-dia mantém-se, acredita. E a mudança começa nos adultos.

Os novos fidget spinners voltaram a fazer-nos pensar nos brinquedos que chamam a atenção das crianças. Como explica este fenómeno?

Pelo movimento em si, pela facilidade com que se atiram, pelo contágio social – são uma moda. E sobretudo porque é divertido brincar com eles – uma brincadeira que não precisa necessariamente de ter um resultado. É como os boomerangs na Austrália, será que regressam mesmo para as nossas mãos quando são bem lançados?

Há quem defenda que os spinners ajudam a reduzir a hiperatividade e défice de atenção. Há estudos que o demonstrem?

O envolvimento e o movimento em doses curtas mas intensas tende a aliviar sintomas moderados de síndrome de défice de atenção e hiperatividade. Sabemos que brincar, no geral, alivia os sintomas, mas há diferenças individuais.

Tem havido sucessivas modas no que toca a brinquedos, antes do fidget spinner houve o Pokemon Go mas também o diablo ou o tamagochi. Vê alguma relação?

Claro, acima de tudo têm de ser brinquedos divertidos, depois levam a que pessoa tente aperfeiçoar a sua técnica (o que faz parte das brincadeiras autênticas) e depois existem componentes de atração visual e movimento corporal.

Começou por estudar homicídios.

O que descobriu?

Que os homicidas, em geral, tiveram uma privação extrema de brincadeira quando eram crianças. Ao comparar com indivíduos da mesma população, via-se que estes tinham brincado muito mais do que os assassinos que estudámos.

Ao fim destes anos a estudar a ciência de brincar, qual é a sua principal conclusão?

Que a brincadeira está programada no nosso cérebro, é uma ferramenta de sobrevivência, é necessária para que desenvolvam plenamente as competências e que a sua falta tem consequências desastrosas. A ciência tem vindo a demonstrar a sua necessidade.

Que tipo de jogos trazem mais benefícios às crianças?

Cada um brinca de forma diferente, o que os pais têm de perceber é o que traz aos seus filhos mais alegria e liberdade. Hoje em dia temos mais privação de brincar na cultura ocidental do que havia no passado. As consequências? Basta perguntar a qualquer pai com filhos demasiado organizados.

Onde é que os pais estão a errar?

Os pais geralmente são bem-intencionados, mas não têm boas recomendações baseadas em ciência.

Oferecer aos filhos muitas atividades, seja karaté, ballet ou natação, é uma ilusão?

Não, mas isso não deve esmagar a capacidade que os miúdos têm para organizarem as suas verdadeiras brincadeiras.

Quando fala com pais e professores, o que é que os surpreende mais?

A ideia de que os adultos precisam de ser capazes de brincar para que as crianças sintam que têm permissão (geralmente inconsciente) para o fazer também.

Neste Dia Mundial do Brincar, que medidas se impõem?

Espalhar a ideia de que a cooperação humana, a empatia pelos outros, o melhor aproveitamento dos talentos de cada um exige que estamos ativos e sensibilizados para a importância da brincadeira.

 

Jornal i, em 26 de maio de 2017

Livro para crianças conta histórias de dez cientistas portugueses no estrangeiro

Dezembro 28, 2016 às 3:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 25 de dezembro de 2016.

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O actual ministro da Eucação também é protagonista desta história

Um livro editado a pensar nas crianças portuguesas que crescem fora de Portugal reúne histórias de dez cientistas e jovens investigadores nacionais e propõe actividades de apoio à aprendizagem da língua portuguesa.

Joana Moscoso, cientista e directora da Native Scientist, empresa inglesa sem fins lucrativos que promove a aprendizagem integrada de língua e ciência, explicou que o livro Uma Volta Ao Mundo Com Cientistas Portugueses conta a história de dez pessoas espalhadas pelo mundo “e convida pais, crianças e professores a fazerem uma viagem pela ciência e pela língua portuguesa”.

“Leva-nos numa viagem pelos quatro cantos do mundo”, adiantou Joana Moscoso, aludindo à história de Suzana Salcedo, microbióloga em França, Gonçalo Sousa, natural do Porto e engenheiro civil que projecta equipamentos de perfuração petrolífera na Noruega, ou Joana Patrício, uma bióloga marinha natural de Coimbra que, na Comissão Europeia, “ajuda os governantes a perceberem que os oceanos são grandes armazéns de carbono, são reguladores do clima, são fonte de alimento e produtores de oxigénio e, por isso, têm de ser bem cuidados”.

O livro relata também as vivências e experiências de Hugo Natal da Luz, físico que nasceu em Vila do Conde e constrói detectores de partículas em São Paulo, no Brasil; Joana Gil-Mohapel, que, no Canadá, “ajuda a perceber a informação que está armazenada no cérebro”; e Anabela Maia, que trabalha no estado norte-americano de Illinois “e explica porque é que os peixes boiam”, disse Joana Moscoso.

O lote de histórias retratadas no livro completa-se com o actual ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues – doutorado em Bioquímica e que, antes de assumir funções governativas, trabalhou seis anos em Cambridge, Inglaterra, na detecção precoce do cancro -–; José Xavier, natural de Vila Franca de Xira, “cientista que passa largas temporadas na Antártida a estudar os pinguins”; José Fonseca, vimaranense que vive na Cidade do Cabo, África do Sul, e está a desenvolver um telescópio para estudar o universo; e Sónia Henriques, nascida em Torres Novas e que, em Brisbane, na Austrália, procura novos medicamentos para tratar o cancro.

Joana Moscoso, que é investigadora especializada no estudo de bactérias e que depois de uma década fora de Portugal em países como a Suécia, Austrália e Inglaterra, regressou este ano à Universidade do Porto, explicou ainda que o livro “é o resultado de um projecto de dois anos” em parceria com a Ciência Viva (agência nacional para a cultura científica e tecnológica) e a Coordenação do Ensino de Português no Reino Unido do Instituto Camões.

“Foi pensado para as crianças portuguesas lá fora, mas pais, professores e crianças em Portugal poderão achar o livro igualmente interessante. Nele são apresentados cientistas portugueses com percursos nas mais variadas áreas do conhecimento e são propostas actividades [desenvolvidas por professores de língua portuguesa no Reino Unido, com base nos testemunhos dos cientistas], como entrevistas e apresentações orais que permitem a exploração de conceitos científicos e o aprofundamento de competências linguísticas”, frisou.

A fundadora da Native Scientist acrescentou que Uma Volta Ao Mundo Com Cientistas Portugueses, cuja apresentação pública está agendada para quarta-feira, em Coimbra, durante o 5.º Encontro de Portugueses Graduados no Estrangeiro (GraPE) – está disponível para download gratuito e para 2017 está planeada uma “fase piloto” de distribuição de mil exemplares pela rede do Ensino no Estrangeiro do Instituto Camões.”Esta fase tem como o objetivo testar os textos e atividades junto do público-alvo. A informação recolhida durante esta fase será tida em conta no lançamento e distribuição de uma segunda edição”, informou.

descarregar os livros no link:

http://www.nativebooks.net/

 

Jovem investigadora vence prémio com trabalho sobre obesidade infantil

Outubro 10, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://p3.publico.pt/ de 22 de setembro de 2016.

John Vizcaino/Reuters

John Vizcaino/Reuters

Liane Costa recebeu 20.000 euros com um estudo sobre o impacto da obesidade na saúde de crianças em idade escolar. Em Portugal, 33,3% das crianças entre os dois e os 12 anos têm excesso de peso

Texto de Lusa

A investigadora Liane Costa, que este ano terminou o internato de formação específica em Pediatria, no Hospital de São João, no Porto, venceu o Prémio Banco Carregosa/SRNOM, no valor de 20.000 euros, com um trabalho na área da obesidade infantil.

Segundo a investigadora, o trabalho, denominado “Childhood Obesity – Related Inflammation and Vascular Injury Impact on the Kidney”, contribuiu “substancialmente para a compreensão do impacto da obesidade no rim e na vasculatura de crianças em idade escolar”.

Liane Costa explicou que “a maioria dos mecanismos envolvidos na associação entre obesidade, disfunção vascular e lesão renal são ainda largamente desconhecidos e têm sido muito pouco explorados em idade pediátrica”. Assim, “foi nosso objectivo contribuir para um melhor conhecimento destes mecanismos, através do estudo de uma amostra de crianças pré-púberes saudáveis, provenientes de uma coorte de nascimentos portuguesa (Geração XXI)”, acrescentou. No seu trabalho, a investigadora observou que “o consumo de álcool durante a gravidez e a obesidade materna contribuíram para o impacto da obesidade na função renal das crianças”, o que, em seu entender, “reforça a necessidade de estratégias preventivas em relação à obesidade, ainda antes do nascimento”.

“Propusemos uma nova forma de ajuste da função renal ao tamanho corporal, o que constitui um resultado com importantes implicações na investigação e prática clínica”, explicou. Para a jovem médica, de 32 anos, este prémio é “uma motivação suplementar para conjugar as duas vertentes — clínica assistencial e de investigação”.

“Espero que seja um bom exemplo, sobretudo, para os colegas mais novos que, de facto, é possível fazer clínica, sermos internos da especialidade e, ao mesmo tempo, fazermos investigação. Espero que sirva como motivação extra, sobretudo para os meus colegas mais novos”, sublinhou. Liane Costa pretende continuar com a sua formação, na área da nefrologia pediátrica, mantendo, em simultâneo, a investigação.

“Irei tentar aplicar este prémio na prossecução de objectivos nesta linha de investigação em que estou agora envolvida”, acrescentou. Segundo o estudo 2013-2014 da Associação Portuguesa contra a Obesidade Infantil (APCOI), que contou com 18.374 crianças (uma das maiores amostras neste tipo de investigação), 33,3% das crianças entre os dois e os 12 anos têm excesso de peso, das quais 16,8% são obesas. De acordo com a Comissão Europeia, Portugal está entre os países da Europa com maior número de crianças afectadas por esta epidemia.

O Prémio Banco Carregosa/ Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos tem um valor total de 25.000 euros — 20.000 euros para o projecto classificado em 1.º lugar e 5.000 euros a dividir por duas menções honrosas, e será entregue esta quinta-feira, 22 de Setembro, no Porto. A coordenação científica está a cargo de Sobrinho Simões.

 

 

 

Portugueses criam tecnologia inovadora que avalia capacidade de leitura dos alunos

Setembro 29, 2016 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do http://lifestyle.sapo.pt/ de 13 de setembro de 2016.

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Nuno Noronha

Uma equipa de investigadores do Instituto de Telecomunicações (IT) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) desenvolveu, em parceria com a Microsoft, uma tecnologia capaz de avaliar em tempo real a capacidade de leitura em voz alta das crianças do primeiro ciclo do Ensino Básico (EB).

A capacidade de leitura é uma das principais metas curriculares do Programa de Português para o Ensino Básico, estabelecendo, por exemplo, que um aluno do primeiro ano do primeiro ciclo do EB deve ser capaz de “ler um texto com articulação e entoação razoavelmente corretas e uma velocidade de leitura de, no mínimo, 55 palavras por minuto”.

A tecnologia LetsRead – Automatic assessment of reading ability of children traduz-se assim numa ferramenta bastante útil não só para as crianças, mas essencialmente para os professores e tutores que estão envolvidos na sua educação.

Assente em modelos inteligentes de reconhecimento e processamento de fala de crianças com redes neuronais, esta tecnologia de aprendizagem assistida “deteta e quantifica o número de palavras corretas, erros de pronúncia, hesitações, velocidade de leitura e outros indicadores, calculando de forma automática um índice global de capacidade de leitura do aluno”, explica Fernando Perdigão, coordenador do projeto.

Através de um processo simples e rápido, bastará aceder a uma página WEB criada para o efeito, “o professor obtém o desempenho da turma, permitindo-lhe gerir melhor a expectativa do ano escolar, identificar dificuldades e corrigir discrepâncias entre alunos”, realça o docente da FCTUC. Além disso, adianta, esta tecnologia poderá ser usada “como uma ferramenta didática ou para detetar problemas como, por exemplo, dislexia”.

Para desenvolver este sistema inteligente, os investigadores recolheram gravações de leitura de cerca de 300 crianças em escolas primárias da região centro do país. Os textos que foram dados a ler aos alunos eram compostos por frases e pseudopalavras – palavras que não existem no léxico mas que são pronunciáveis e importantes para avaliar se um aluno sabe realmente aplicar as regras do código alfabético para ler. Numa segunda fase, as crianças foram avaliadas por mais de 100 professores do EB em todo o país para validar o sistema.

Considerando que o atual Governo aposta no «paradigma da aferição», a equipa diz que a tecnologia LetsRead está pronta para “ser implementada nas escolas do 1º ciclo de Ensino Básico do país, assim o Ministério da Educação tenha essa vontade”.

O projeto, desenvolvido no âmbito da Tese de Doutoramento do investigador Jorge Proença, foi galardoado recentemente com o “Prémio Camões 2016 para as Tecnologias da Língua Portuguesa” no âmbito da 12.ª edição da conferência PROPOR – Processamento Computacional da Língua Portuguesa.

artigo do parceiro: Nuno Noronha

Notícia da Universidade de Coimbra no link:

http://www.uc.pt/fctuc/noticias/2016-09-14

 

 

Apresentação pública do projeto – Tráfico de Seres Humanos – (Per)cursos para a Investigação e para a Intervenção – na Universidade Fernando Pessoa

Outubro 17, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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trafico

A Universidade Fernando Pessoa convida-o a participar (entrada livre)

Programa
04 de Novembro – Salão Nobre Universidade Fernando Pessoa
14H30 Abertura Solene
Professor Salvato Trigo, Reitor da Universidade Fernando Pessoa
15H00 Apresentação do Projeto TSH
Doutora Inês Vouga (InComunidade) – “TSH: Prova que Não Cais Nesta Rede”
Professora Ana Isabel Sani (UFP) – Projeto de Estudos Sobre TSH
15H40 Palestras
Doutor Manuel Albano (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género)
Doutora Rita Penedo (Observatório do Tráfico de Seres Humanos)
Doutora Rita Moreira (Associação para o Planeamento da Família)
Debate
17H00 Encerramento

Organização
InComunidade |
www.incomunidade.org
OPVC – UFP | http://opvcufp.com/

Parceiros
OTSH |
www.otsh.mai.gov.pt/

 

22ª edição do Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores

Março 27, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Os projetos deverão ser submetidos até 24 de abril de 2014.

Podem participar no Concurso, estudantes a frequentar o ensino básico, secundário ou primeiro ano do ensino superior, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos (sendo que devem ter menos de 21 anos a 30 de setembro e mais de 14 anos a 1 de setembro).

IOVS-International Observatory on Violence in School

Março 10, 2014 às 4:48 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/ijvsfrance

The international federation of researchers on violence in schools began in 1998, an initiative of the European Observatory of School Violence.

Descrição

Our aims are:
1/ To collect, promote, and disseminate worldwide inter-disciplinary studies on violence in schools and related subjects such as school dropout when related to victimisation for example.

2/ To conduct and take part to scientific evaluations of the studies and analyses published on the topic.

3/ To assess the impact of intervention programmes and public policies designed and implemented to prevent and reduce the phenomenon.

4/ To complete victimisation surveys and disseminate the results through scientific publications, conferences, and professional reports.

5/ To draw up proposals for action in the field based on scientific research results.

6/ To assist on the initial and in-service training of teachers, professionals, and students.

7/ To provide training of students and young researchers on violence in schools.

 

I Primeiras Jornadas de Reflexão sobre Investigação e Intervenção com Crianças e Jovens

Dezembro 3, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, irá estar presente no dia 4 de Dezembro pelas 13.30 h na sessão “Intervenção com crianças e jovens em risco.”

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mais informações aqui

Estudo Adaptação Parental à Perda de um Filho

Setembro 27, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Estudo Adaptação Parental à Perda de um Filho está a ser desenvolvido pela Linha de Investigação Relações, Desenvolvimento & Saúde, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.

Descrição

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCE-UC) e da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa (FP-UL) encontra-se a realizar um estudo que pretende conhecer as experiências e os percursos dos casais que perderam um filho.
A participação no estudo consiste no preenchimento de um conjunto de questões simples, de resposta rápida, anónimas e confidenciais. Os dados serão utilizados somente para fins de investigação e os resultados têm unicamente valor coletivo.
A sua participação neste estudo é muito importante! Só conhecendo de forma mais aprofundada estas experiências poderemos desenvolver um acompanhamento psicológico mais direcionado para as principais necessidades dos pais.

Para aceder ao questionário basta clicar no link:
http://www2.fpce.uc.pt/limesurvey/index.php/survey/index/sid/485592/lang/pt

Contacto: saramagalhaes9@msn.com

Caso tenham interesse em colaborar neste projeto, poderão divulgar a nossa página do facebook (https://www.facebook.com/perdadeumfilho), e o nosso estudo pelos vossos contactos e encaminhar potenciais interessados em participar. É ainda importante referir não há limite de idade para o filho que faleceu (poderá ser criança, adolescente, adulto, etc.) nem limite de tempo após a perda (na primeira fase do estudo).

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