Fórum Local “Identidades e Multiculturalidade na intervenção com jovens” 30 outubro em Lisboa

Outubro 27, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Para inscrições é preciso preencher o seguinte formulário até dia 29 de Outubrohttps://goo.gl/forms/U1y7yd3nhR0iLTBi2

Para saber mais sobre o Projeto T’ICI: http://tici.eu/

http://redejovensigualdade.org.pt/

Curso de Formação sobre Crianças e Jovens Vítimas de Crime e de Violência – 8 e 9 de março em Lisboa

Fevereiro 27, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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apav

Inscrições até 02 de Março de 2017

Desde a sua fundação, em 1990, que a APAV tem apoiado crianças e jovens vítimas de crime e de violência, bem como os seus familiares, amigos os profissionais que trabalham diretamente com estes grupos. Contudo a complexificação e diversificação das formas de violência de que são alvo têm obrigado a um progressivo investimento por parte da APAV na busca de novas abordagens compreensivas e, fundamentalmente, novas metodologias de intervenção, de prevenção e de formação.

Assim este curso incide em quatro formas de violência centrais, a saber, maus tratos, violência sexual, bullying e violência no namoro. E é dirigido a estudantes do ensino superior, profissionais das Ciências Sociais e Humanas, profissionais do Sistema de Justiça, profissionais da Educação, profissionais de Saúde, Forças de Segurança e profissionais interessados em adquirir conhecimentos nesta área. Tem como objetivo que as/os formandas/os fiquem aptas/os a reconhecer a temática das crianças e jovens vítimas de crime e violência e identificar estratégias de prevenção e intervenção eficazes, no apoio a crianças e jovens vítimas de crime e violência.

mais informações no link:

http://www.formacaoapav.pt/index.php/cursos-em-destaque/66-bullying

Ação de Formação ” Intervenção com Jovens Multidesafiadores” ministrada por uma equipa do IAC-Projecto Rua

Maio 19, 2016 às 4:09 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No âmbito de um Círculo de Encontros promovido pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens da Amadora, a equipa do Projecto Rua foi convidada a ministrar uma Ação de Formação dirigida a professores e técnicos especializados das Escolas sobre o tema ” Intervenção com Jovens Multidesafiadores”. A ação visa ajudar a compreender e a refletir sobre o comportamento desafiante das crianças e jovens na atualidade.

INSCRIÇÕES: Até dia 20 de maio de 2016, para o endereço eletrónico secretariadocpcjamadora@gmail.com

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IX Encontro Nacional dos Técnicos Superiores de Educação Social “Educação Social nos Trilhos da Infância e Juventude” – 28 de maio em Lisboa

Maio 18, 2016 às 11:21 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/ApesAssociacaoPromotoraDaEducacaoSocial/

 

III Encontro para o Desenvolvimento Infantil e Juvenil – 12 de março e 9 de abril em Torres Vedras

Março 6, 2016 às 5:50 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://udij.pt/noticias/detalhe/iii-encontro-para-o-desenvolvimento-infantil-e-juvenil-do-oeste

 

Seminário: “Partilha de boas práticas na intervenção com jovens”

Outubro 10, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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olhão

As inscrições são gratuitas, mas limitadas à lotação do espaço

mais informações:

http://www.mojuolhao.com/eventos/semin-rio-partilha-de-boas-pr-ticas-na-interven-o-com-jovens

Jovens de zonas problemáticas de Lisboa “satisfeitos com a sua forma de ser”

Fevereiro 8, 2015 às 7:13 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 29 de janeiro de 2015.

Público

ROMANA BORJA-SANTOS

Resultados do estudo sobre participantes no programa de intervenção Young Health Programme (YHP) – Like ME surpreende investigadores. Jovens mostram bons comportamentos em matéria de saúde e uma percepção positiva da sua auto-estima, assim como poucos episódios de violência.

Numa sala de actividades todos são convidados a escrever o seu maior medo num balão. Depois, ao acaso, trocam-se os balões entre os jovens presentes e cada um tem de falar sobre a palavra que lhe calhou e propor formas de ultrapassar o problema. De aranhas, ao receio de perder a mãe, ou até pedofilia – são vários os medos no grupo. O exercício faz parte do Young Health Programme (YHP) – Like ME, um programa de intervenção junto de mais de 100 jovens de bairros problemáticos de Lisboa, com idades entre os nove e os 13 anos, e que se foca na saúde mental. Um estudo, conhecido nesta quarta-feira, procurou perceber os comportamentos e atitudes destes participantes e os resultados surpreenderam os investigadores: os casos de violência, agressão e problemas de auto-estima contrariam os “pré-conceitos” existentes.

“À partida havia um pré-conceito de que iriamos encontrar dados problemáticos do ponto de vista de comportamentos de saúde, de aspectos comportamentais e de atitudes que estes jovens poderiam ter e que de certa forma estão estereotipados. Este estudo veio rebater isso completamente e mostrar que há aqui um manancial de terreno que se pode aproveitar visto que eles dão importância a muitos aspectos”, sintetizou ao PÚBLICO o investigador Manuel Luís Capelas, um dos coordenadores do estudo do Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa, feito em articulação com a organização não-governamental Médicos do Mundo. O trabalho envolveu 113 jovens.

Like ME, como lhe chamam, integrado no programa de responsabilidade social da farmacêutica AstraZeneca, foi lançado em Fevereiro de 2013, com o objectivo de trabalhar com os jovens problemas relacionados com a saúde mental. Todos eles eram já acompanhados, visto que estão também integrados no programa Escolhas – que está há mais de dez anos no terreno com o objectivo de promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis. As crianças vivem em bairros de Lisboa sinalizados.

Para Manuel Luís Capelas este acompanhamento prévio é fundamental para os resultados do estudo agora conhecido e cujos dados foram recolhidos antes de os jovens beneficiarem das actividades do Like ME. No final do programa, no segundo semestre deste ano, haverá uma continuação da investigação para analisar a evolução. “Estes jovens, que têm algumas dificuldades porque vêm de meios que não os ajudam a desenvolver as suas características e competências, com este tipo de apoios estão exactamente nas mesmas circunstâncias que os outros. De base atribuem a importância necessária aos diversos aspectos que merecem ser realçados”, acrescentou o investigador. Os dados apurados apontam para que “estes jovens estão satisfeitos com a sua forma de ser”, com mais de 45% dos jovens com um score máximo em termos de pontuação.

Esta é também a percepção de Rita Mendes, técnica da Médicos do Mundo a desenvolver o programa no terreno. “Os casos de conflito, de violência e de bullying entre estes jovens não têm a dimensão que se pensava. O conflito está ainda muito presente mas não se concretiza em actos mais graves, sendo o mais comum a observação de agressões do que a participação”, resume, reforçando que os actos são quase sempre entre colegas e não com professores.

A técnica acredita que os programas de que são alvo têm ajudado a mudar a realidade e dá exemplos de formas como ajudam os participantes a “colocarem-se na pele do outro”. Uma das actividades passa por estarem todos vendados e de mãos atadas, ao mesmo tempo que têm de tentar escrever um pedido de ajuda ou de fazer um laço. “A ideia é que percebam como é difícil pedir ajuda quando se é vítima ou como se sente uma vítima de bullying”, justificou.

As conclusões mostram que os jovens têm bons comportamentos em matéria de saúde, uma percepção positiva da sua auto-estima, imagem física, rendimento escolar ou actividade física, assim como dizem estar bem integrados na escola – uma perspectiva que foi corroborada pelos dinamizadores que também participaram no estudo. Aliás, uma das figuras que apontam em 20% como alguém a quem pedem ajuda é precisamente o professor. O primeiro lugar, com 54%, é ocupado pela mãe.

Em termos de armas de fogo ou armas brancas, a esmagadora maioria nunca teve nenhuma, nem nunca faltou à escola por motivos de insegurança. Da amostra de 113 jovens, 97 responderam a perguntas sobre actos de violência em que participaram no último ano. Um terço confirmou a existência destes momentos, quase sempre na escola, mas em nenhum caso resultaram lesões físicas a destacar.

Do lado negativo, mas tendo em atenção a idade, o trabalho salienta que mais de um terço dos jovens nunca tinha ouvido falar do VIH/sida. Porém, também só cinco já tinham começado a sua vida sexual e quatro não utilizaram preservativo da última vez que tiveram relações. Houve 5,4% de jovens que se magoaram propositadamente para lidar com alguma situação. O acesso da cuidados de saúde dentária é outro dos problemas identificados. Ainda no campo dos comportamentos, quase nenhum disse ter consumido alguma vez produtos como tabaco, álcool ou outras drogas. Em termos de segurança, mais de 73% nunca usaram capacete ao andar de bicicleta nos últimos 12 meses, mas ao andar de carro mais de 61% utilizaram cinto de segurança.

“Sinalizámos alguns aspectos que precisam de intervenção mas, no geral, a semente está lá, o terreno está lá, é só criar condições para que floresçam. É esta a grande conclusão que também nos surpreendeu a nós, pelo que o mais essencial é ajudar estes jovens a viverem nos meios mas tendo uma postura crítica. É um trabalho geracional para que quando cheguem aos 17 ou 18 anos não tenham o comportamento que os outros têm ou tiveram e que estereotipam o que se espera destes jovens”, resumiu Manuel Luís Capelas.

Quanto ao futuro, na segunda parte do estudo os investigadores esperam observar dados ainda mais positivos, já que o Like ME quer aumentar em 30% a auto-estima dos participantes e em 10% as suas capacidades na área da saúde mental. Por realizar estão ainda actividades como um campo de férias que terá lugar no Versão e durante o qual vão fazer uma produção de sete pequenos episódios para uma mini-série sobre os temas trabalhados nas oficinas temáticas.

 

mais informações:

http://www.medicosdomundo.pt/pt/agenda/detail/id/114

http://www.younghealthprogrammeyhp.com/country-programmes/Portugal

 

 

I Encontro Técnico da Casa do Canto – 28 de Fevereiro em Ansião

Fevereiro 21, 2014 às 4:18 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Inscrições até o dia 25 de Fevereiro

O Centro de Acolhimento Temporário Casa do Canto vai realizar em parceria com a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco de Ansião, o I Encontro Técnico intitulado “É preciso uma aldeia inteira para educar um adolescente”.
Serão abordadas e debatidas formas de intervenção com adolescentes institucionalizados, haverá partilha e troca de experiências entre as diversas entidades e divulgada a Casa do Canto.


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