Cantões promovem as línguas de origem para filhos de imigrantes

Julho 27, 2020 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Swissinfo.ch de 31 de outubro de 2018.

Todas as manhãs a menina Amanda Pauli penteia o cabelo em chiquinhas antes de ir à escola fundamental do vilarejo de Glattfelden no cantão de Zurique. Como qualquer criança suíça, ela aprende sobre a Eterna Aliança de 1291, a lenda de Guilherme Tell e as geleiras dos Alpes. Mas é às tardes de segundas-feiras que o olhar dela se deixa extender para além da Europa e do oceano Atlântico, chegando até à amada e tropical Bahia.

Amanda participa semanalmente das aulas de cultura e língua portuguesa oferecidas pelo programa HSK (Heimatliche Sprache und Kultur) e aprende com a professora brasileira mais sobre o idioma de herança da mãe. Experimentando a cada encontro um pouquinho da cultura verde-amarela que tanto lhe pertence, Amanda constrói para si uma identidade transnacional.

“Eu me divirto e gosto muito. Acho que saber português facilita na hora de aprender o francês e assim também posso falar com os meus primos”, conta a jovem risonha. Ela é personificação do lema “Zweisprachig, ein Gewinn!”, ou “Fala duas línguas? Isso é uma vitória!” – em adaptação livre.

O pai de Amanda concorda: “É um tesouro para o futuro. Ela vai estar preparada para trabalhar e viver num mundo global, transitando em culturas e línguas diferentes”, diz com sotaque orgulhoso, o progenitor Markus Alexander Pauli.

As aulas de idioma de herança estão disponíveis em toda a Suíça e os projetos HSK são geridos pelos departamentos de educação de cada cantão. Na média há cerca de 40 opções de cursos e as aulas ensinam além do idioma, tradições e geografia dos países de origem.

O conteúdo das classes é desenvolvido por organizações independentes que trabalham em parceria com os governos cantonais. No caso do idioma português há opções distintas para cada grupo lusófono: a Associação Brasileira de Educação e Cultura (ABEC), que responde pelo currículo brasileiro e o Instituto Camões, responsável pelo currículo lusitano.

O ensino de língua portuguesa é um direito dos cidadãos portugueses garantido na constituição de Portugal. Desde os anos 1970 o governo português tem subsidiado o ensino da língua fora do país. Inicialmente esse compromisso era tutelado pelo ministério da Educação, e desde 2010 está sob os cuidados do Instituto Camões e no orçamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

“Tudo começou com a preocupação de manter a criança estrangeira em contato com o idioma dos pais. Isso vem justamente da noção de pertencimento”, explica a professora Claudine Fialho Isele, que leciona no grupo da ABEC de Bülach, do qual Amanda faz parte.

“Nos anos 1960-1970, os trabalhadores que vinham passar temporadas aqui traziam as suas famílias e faltava às crianças o aprendizado formal da língua. Ter aulas de idiomas era importante para que elas não se desconectassem do país de origem e também para que pudessem se integrar localmente cientes do seu pertencimento: para que não ficassem à deriva entre duas culturas”, conta a professora Isele.

Integração pela educação

O especialista Rolf Gollob é doutor do Departamento de Projetos Internacionais em Educação da Universidade de Educação de Zurique. Gollob publicou diversos livros sobre o tema e acompanha de perto a questão do ensino de idiomas de herança na Suíça. Ele explica que apoiar o indivíduo de modo total na sua identidade é importante para fomentar a integração:

“A realidade dessas crianças é transcultural. Não podemos deixar isso de lado. Precisamos aceitar e apoiar. Até porque ao aprender um primeiro idioma com competência a criança terá melhores condições de compreender bem um segundo ou um terceiro idioma. Pela forma como o cérebro está interconectado é positivo estudar mais de uma língua ao mesmo tempo”, afirma Gollop.

A colega dele, Dra. Wiltrud Weidinger Meister concorda: “você só pode pertencer a uma sociedade multicultural se sabe a respeito de sua própria identidade, o que inclui língua, hábitos e tradições. Acreditamos que você só poderá formar a sua própria identidade se abraçar essa parte de si mesmo na sua personalidade. E isso também enriquecerá a cultura do povo suíço como um todo”.

Os acadêmicos avaliam que a dinâmica de integração é bidirecional, ou seja; ao mesmo tempo em que os estrangeiros se integram à Suíça, a Suíça se conecta com o mundo por meio do plurilinguismo.

“É uma ponte que tem duas direções porque as crianças estrangeiras não estão isoladas. Elas estão inseridas na mesma sala de aula das crianças suíças, que por sua vez ganham conhecimento sobre as diversas culturas do mundo”, resume  a Dra. Weidinger Meister.

Comunidades ativas

Além do poder de despertar conexões globais, o ensino de idioma de herança promove também a coesão das famílias estrangeiras no ambiente local. Tanto entre brasileiros, quanto entre portugueses, o curso HSK serve de ponto de encontro semanal, onde mães, pais e crianças convivem com novos e velhos amigos.

A coordenadora do ensino da ABEC, Arlete Baumann, reconhece esse papel do curso e estima que as aulas mobilizem uma comunidade de mais de 250 brasileiros em 22 pontos em todo o país.

Desde que foi fundado há 16 anos o grupo se define como uma organização sem fins lucrativos. Segundo Baumann é graças a essas pessoas “admiráveis” e ao “empenho” delas que é possível continuar expandindo o projeto. “Sem a contribuição de cada um não teríamos tido condições de chegar até aqui”, afirma.

O Instituto Camões desempenha um papel semelhantemente na comunidade lusa, servindo de elo entre as famílias portuguesas. A coordenadora do ensino na Suíça, Lurdes Gonçalves, reconhece essa responsabilidade e calcula que o curso atenda cerca de 10 mil alunos de 7 a 18 anos em todo o país.

A forte demanda pelas aulas tem feito o número de mestres aumentar. Em 2018 foram contratados mais três instrutores, cuja formação pedagógica é específica no idioma lusitano. “Atualmente já temos 79 professores e se houver necessidade, contrataremos ainda mais”, avisa Gonçalves com orgulho.

E conclui com um convite: “Estamos abertos a todos alunos. Inclusive crianças brasileiras e suíças. Aqueles que querem aprender português podem vir estudar conosco, que sempre serão bem-vindos”.

Escola de Coruche é um “exemplo de integração” dos alunos ciganos

Abril 14, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 9 de abril de 2018.

Número de alunos ciganos nas escolas duplicou nos últimos 19 anos, realçou nesta segunda-feira o ministro da Educação.

“Pela primeira vez, desde os anos 90, o Ministério da Educação teve a preocupação de entender como estamos relativamente às comunidades ciganas e à sua escolarização”, sublinhou nesta segunda-feira o ministro da Educação, no final de uma visita à Escola Básica de Coruche, que considerou um “exemplo de integração”.

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira o estudo O perfil escolar da comunidade cigana – antecipado já pelo PÚBLICO – que caracteriza estes alunos matriculados no ano lectivo 2016/2017 em escolas públicas.

O número de alunos ciganos nas escolas duplicou nos últimos 19 anos, disse o ministro da Educação, destacando o aumento significativo da participação das crianças ciganas no pré-escolar, “fundamental para percursos de sucesso escolar”.

Relativamente aos últimos números conhecidos, “é importante ver que temos o dobro de estudantes” ciganos, salientou Tiago Brandão Rodrigues, que foi recebido na escola com danças e cantares ciganos protagonizados por alunos da escola.

“Por outro lado, e de forma significativa, vemos que o pré-escolar, que é absolutamente fundamental para percursos de sucesso escolar, tem cada vez mais alunos das comunidades ciganas”, realçou.

Também se assistiu a um aumento no número de estudantes no terceiro ciclo e no secundário: “Ainda sendo preocupante, porque sabemos que existe um conjunto de estudantes que não faz todo o percurso da escolaridade obrigatória, temos um número significativo de estudantes a fazê-lo e em paridade entre rapazes e raparigas”.

“Abandono escolar não é uma inevitabilidade”

Isto significa que o abandono escolar das raparigas das comunidades ciganas “não é uma inevitabilidade”, frisou.

Presente na visita, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade congratulou-se com estes dados, mas disse que ainda “há muito a fazer na melhoria da condução das raparigas e das mulheres nas comunidades ciganas”.

Para isso, a Estratégia Nacional para a Igualdade e Não Discriminação tem “medidas concretas para intervir sobre esta realidade das raparigas e mulheres ciganas no domínio da educação”, para “as capacitar, apoiando diversos projectos de empoderamento e capacitação das raparigas e mulheres ciganas”, disse Rosa Lopes Monteiro.

Para o ministro, a Escola Básica de Coruche é um exemplo de integração para o qual contribuiu o “projecto fantástico” as “salas de vidro”, onde a comunidade cigana vai cada vez mais à escola e a escola “vai às comunidades ciganas” fazer um “trabalho sério, pedagógico” e de integração no pré-escolar, mas não só.

Também faz um trabalho de articulação nos outros níveis de ensino para “combater o insucesso e acima de tudo promover o sucesso escolar das crianças ciganas a aumentar o nível de equidade”.

“Muita retenção” nestas comunidades

“Quando comparamos o insucesso escolar que existe nas comunidades ciganas” com outras comunidades com o mesmo nível socioeconómico, “entendemos que não existe de todo um número mais preocupante nas comunidades ciganas”, salientou.

Considerando preocupante o facto de ainda existir “muita retenção” nestas comunidades, o ministro disse que é necessário um trabalho conjunto para a combater e “compensar, quando é necessário, com a acção escolar e com outros mecanismo de integração e de inclusão na escola”.

Durante a visita, integrada nas comemorações do Dia Internacional das Comunidades Ciganas, Tiago Brandão Rodrigues, falou com os alunos das várias salas de aulas e pintou com eles um desenho que lhes pediu para colocar no seu gabinete do Ministério da Educação.

No final da visita, disse que esta escola, com 300 alunos, 50 dos quais da comunidade cigana, é um exemplo onde “a integração e a inclusão acontece em em plenitude e onde as comunidades ciganas estão completamente integradas”.

Representa um “esforço da autarquia, do Ministério da Educação e da comunidade, para que a comunidade cigana faça comunidade com a escola”.

 

Do campo de refugiados para a sala de aulas – reportagem do Euronews

Julho 11, 2017 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do http://pt.euronews.com/ de 27 de junho de 2017.

Segundo a UNICEF, há cerca de 20 mil crianças refugiadas na Grécia. Algumas vivem com as famílias nas cidades, outras em centros de acolhimento.
Perto de 2500 destas iniciaram um percurso escolar. Os alunos vêm de 32 campos de refugiados e foram integrados em 93 escolas da Grécia continental, graças a um projeto apoiado pelo gabinete de Ajuda Humanitária da União Europeia e implementado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM).

Estima-se que a iniciativa abranja perto de 80% das crianças que se encontram nos centros de acolhimento na parte continental do país. Mas tendo em conta a mobilidade desta população, é difícil avançar com números precisos e identificar atempadamente alguns casos problemáticos.

Alguns dos professores salientam que muitas destas crianças nunca foram à escola nos seus próprios países, não tendo adquirido conhecimentos básicos, nem normas de conduta social. A diretora da escola primária de Avlona, Efi Kremou, aponta que os alunos refugiados enfrentam os mesmos obstáculos que outros alunos estrangeiros que chegam à Grécia.

Depois das férias de verão, o Ministério da Educação grego pretende disseminar as aulas conjuntas com estudantes gregos e alunos refugiados.

 

Together in the EU – Promoting the participation of migrants and their descendants – novo relatório da FRA – European Union Agency for Fundamental Rights

Abril 13, 2017 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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descarregar o relatório no link:

http://fra.europa.eu/en/publication/2017/migrant-participation

relatório Portugal:

Click to access social-inclusion-and-migrant-participation-society_pt.pdf

 

 

 

Two boys from Syria and Germany break down barriers with friendship – vídeo da UNICEF

Maio 19, 2016 às 9:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Doutoramento Honoris Causa de Sérgio Niza

Abril 20, 2015 às 10:46 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Universidade de Lisboa irá atribuir o título de Doutor Honoris Causa a Sérgio Niza, sócio fundador do Instituto de Apoio à Criança, no dia 23 de abril de 2015 na Aula Magna da Universidade de Lisboa pelas 18.oo h.

mais informações sobre Sérgio Niza e a cerimónia no link:

http://www.ie.ulisboa.pt/portal/page?_pageid=406%2C1864965&_dad=portal&_schema=PORTAL

niza

 

 

 

La Cour de Babel – Documentário sobre juventude e integração na Festa do Cinema Françês

Outubro 15, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Sinopse

São irlandeses, sérvios, brasileiros, tunisinos, chineses ou senegaleses e acabam de chegar a França….Durante um ano, Julie Bertucelli filmou os intercâmbios, os conflitos e as alegrias deste grupo de alunos com idades entre os 11 e 15 anos, todos reunidos numa mesma sala de aula para aprender francês. Neste pequeno teatro do mundo exprime-se a inocência, a energia e as contradições destes adolescentes que, animados pela mesma vontade de mudar de vida, põem em causa muitas das ideias “feitas” sobre a juventude e a integração fazendo-nos acreditar no futuro….

LISBOA › QUINTA 02 OUTUBRO › 21h00 CINEMA SÃO JORGE – Sala 1
LISBOA › SEGUNDA 06 OUTUBRO › 10h30 CINEMA SÃO JORGE – Sala 3 (sessão escolar)
LISBOA › QUARTA 08 OUTUBRO › 21h30 INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL
LISBOA › SEXTA 10 OUTUBRO › 10h30 CINEMA SÃO JORGE – Sala 3 (sessão escolar)
LISBOA › DOMINGO 12 OUTUBRO › 17h00 CINEMA SÃO JORGE – Sala 1
LISBOA › QUARTA 15 OUTUBRO › 21h30 INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL
COIMBRA › TERÇA 07 OUTUBRO › 23H00 TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
COIMBRA › QUARTA 08 OUTUBRO › 10h30 TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE (sessão escolar)
Porto › QUINTA 16 OUTUBRO › 18h30 CASA DAS ARTES
Portimão › SEXTA 10 OUTUBRO › 10h00 Teatro Municipal de Portimão (sessão escolar)
Faro › QUARTA 22 OUTUBRO › 22h00 Teatro Municipal de Faro
GUIMARÃES › SEGUNDA 03 NOVEMBRO › 21h45 Centro Cultural Vila Flor
ALMADA › QUARTA 12 NOVEMBRO › 21h30 Auditório Fernando Lopes Graça
ALMADA › DOMINGO 16 NOVEMBRO › 16h00 Auditório Fernando Lopes Graça
setúbal › SEXTA 14 NOVEMBRO › 21h30 Cinema Charlot – Auditório Municipal
BRAGA › QUINTA 30 OUTUBRO › 21h30 Theatro Circo, Sala Principal

 

Educação e Imigração: A Integração dos Alunos Imigrantes nas Escolas do Ensino Básico do Centro Histórico de Lisboa – publicação online

Agosto 16, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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edu

descarregar a publicação aqui

Neste estudo pretendemos conhecer a dimensão dos alunos imigrantes nas escolas da Área Metropolitana de Lisboa e analisar os processos de inserção em Portugal, partindo de um estudo de caso realizado em três agrupamentos de escolas localizados no centro da cidade. (…)

(…) Por conseguinte, pretende-se que este trabalho contribua para o conhecimento de uma realidade cada vez mais presente nas nossas escolas, permitindo inventariar os principais problemas que se colocam à sua inclusão na sociedade portuguesa e apontar novos caminhos que promovam a igualdade de oportunidades, a tolerância e o respeito mútuo entre grupos com diferentes origens sociais e distintas filiações étnicas e religiosas.

Em Portugal, o número de alunos imigrantes a frequentar a escolaridade obrigatória tem vindo a crescer na última década. A par desse aumento, a diversificação das origens com a chegada de população do continente asiático (China, Índia, Paquistão, Bangladesh), do Brasil e da Europa de Leste tem ganho relevância, confrontando a escola com novos públicos e, certamente, com a necessidade de articular respostas eficazes de integração.

Parceria entre o IAC e o Projeto Europeu a SSN (School Safety Net)

Abril 28, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Instituto de Apoio à Criança estabeleceu uma parceria com SSN ( School Safety Net) no âmbito do trabalho desenvolvido pela Mediação Escolar, cujo objetivo é prevenir o abandono escolar precoce por intermédio de uma abordagem integrada que se baseia na exploração de boas práticas desenvolvidas em projetos anteriores sobre

a)Identificação atempada de alunos de risco;

b)Integração de alunos migrantes;

c) Apoio a alunos com dificuldades de aprendizagem;

d) Prevenção de Bullying nas escolas.

O papel do IAC será

 – Disseminar o projeto, dando a conhecer os recursos e instrumentos disponibilizados pelo SSN nas escolas onde intervém;

–  Participar na troca de experiências e saberes durante e depois do projeto;

– Promover a informação do projeto na rede de contactos do IAC;

– Contribuir para a exploração e sustentabilidade dos resultados do projeto.

O SSN ( School Safety Net) é um projeto europeu já implementado na Turquia, Bélgica, Grécia, Roménia, Espanha e Itália, estando representado em Portugal pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco.

 DISSEMINATION REPORT

 

Se Eu Pudesse Mudar o Mundo – Vídeo sobre o Programa Escolhas

Novembro 15, 2011 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Ver o vídeo Aqui

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