Jogo português ensina crianças a reagir em caso de sismo

Junho 8, 2015 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

texto do site  https://lifestyle.sapo.pt      de 29 de maio de 2015.

treme treme

Nuno Noronha

Uma equipa de investigadores do Instituto Superior Técnico (IST) desenvolveu o jogo “Treme -Treme”, um jogo online destinado a ensinar as crianças, com idades compreendidas entre os 7 e 9 anos, sobre o que fazer em caso de um terramoto.

Este jogo educativo promove de forma lúdica a sensibilização das crianças para o tema do risco sísmico, transmite conhecimentos e estimula as novas gerações a tomarem consciência e a estarem preparados para o problema.

O jogo está acessível gratuitamente online através do site www.treme-treme.pt e contará em breve com uma versão para Android. Online existem versões para a língua portuguesa, língua inglesa e língua italiana.

“Uma extensão deste jogo dedicada ao problema dos tsunamis encontra-se em fase de finalização”, revela o IST em comunicado.

A sobrevivência a um grande terramoto depende muito da preparação prévia da população exigindo conhecimento sobre como atuar antes, durante e após o início do abalo. O jogo de vídeo, intitulado “Treme-Treme” pretende contribuir para o esclarecimento destas questões.

É o resultado de uma iniciativa conjunta de dois Departamentos do IST, o Departamento de Engenharia Civil, Arquitetura e Georecursos (Grupo de Engenharia Sísmica), e o Departamento de Engenharia Informática, e da empresa Flaidisaine, realizada no âmbito do projeto europeu UPStrat-MAFA (“Urban Disaster Prevention Strategies using MAcroseismic Fields and FAult Sources”).

O Treme-Treme foi concebido de modo a que as crianças dos 7-9 anos aprendam de uma forma divertida, conceitos apropriados para a sua idade. Os pais e educadores podem seguir de perto o desenrolar do jogo, apreendendo também conceitos muito importantes sobre o comportamento em situações de risco. Aos jogadores é transmitida informação sobre vários assuntos tais como saber construir um kit de emergência, ou como reconhecer quais os locais mais seguros e mais perigosos com que nos defrontamos no dia a dia nas nossas casas, na escola ou no lazer.

artigo do parceiro: Nuno Noronha

 

 

Telemóveis e os jovens: utilização e preocupações

Janeiro 16, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Relatório, Uncategorized | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

Descarregar o estudo Aqui

Telemóveis: jovens portugueses enviam 100 SMS por dia

Janeiro 16, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia do site Agência Financeira de 9 de Janeiro de 2012.

Em contrapartida fazem seis chamadas diárias

Por Redacção  CPS

Os jovens portugueses enviam mais de 100 mensagens, em média, por dia, através do telemóvel e fazem aproximadamente seis chamadas diárias, revela esta segunda-feira um estudo do Instituto Superior Técnico (IST).

O estudo permitiu também concluir que o telemóvel «é quase omnipresente na vida dos jovens», uma vez que menos de 0,5 por cento não dispõe deste tipo de equipamento de comunicação, mas há já muitos que já têm mais de um aparelho.

O Instituto Superior Técnico (IST) e o Instituto de Telecomunicações (IT) elaboraram um estudo sobre os «Telemóveis e os jovens: utilizações e preocupações», tendo sido inquiridos 2.471 alunos de 40 estabelecimentos de ensino no ano lectivo 2010/2011.

O trabalho permitiu também saber que a grande maioria dos jovens portugueses teve o telemóvel aos 10 anos, altura em que entraram no 2.º ciclo do ensino básico e que, em média, ocupam, por dia, mais de 30 minutos a falar.

O estudo, realizado no âmbito do projecto monIT, teve como principais objectivos perceber qual a perspectiva dos jovens sobre a temática das radiações electromagnéticas, nomeadamente a nível do seu grau de preocupação e eventuais medidas de precaução que tomam quando usam o telemóvel, assim como avaliar os níveis de utilização dos telemóveis por parte dos jovens, e a sua variação com a idade e outros factores.

Mais de metade dos jovens alunos indicou preocupar-se com os possíveis efeitos das radiações electromagnéticas, mas apenas 20 por cento já procurou informação sobre o tema.

Contudo, uma percentagem inferior de jovens garantiu não ter tomado quaisquer medidas de precaução, segundo o estudo.

Por género, constatou-se que as raparigas fazem mais chamadas por telemóvel, sendo que a duração média destas, por dia, é superior em 20 por cento à dos rapazes.

Sobre o envio de mensagens (SMS), a diferença entre géneros não chega a 1 por cento, conclui o estudo.

 


Entries e comentários feeds.