Número de nascimentos em Portugal continua a aumentar: mais de 42.100 bebés em seis meses

Agosto 4, 2019 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de julho de 2019.

Este é um recorde dos últimos três anos: em 2016, foram estudados 42.758 bebés em período homólogo. Em 2018, foram detectados mais de 2100 casos de crianças com doenças raras que puderam iniciar rapidamente o tratamento.

Lusa

Mais de 42.100 crianças nasceram no primeiro semestre do ano em Portugal, um recorde dos últimos três anos para igual período, segundo dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido como “teste do pezinho”, que cobre a quase totalidade dos nascimentos.

Nos primeiros seis meses de 2019 foram estudados no âmbito Programa Nacional de Diagnóstico Precoce (PNDP) 42.138 recém-nascidos, mais 352 do que em igual período do ano passado (41.786).

Os dados do PNDP, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, do Departamento de Genética Humana, indicam que no primeiro semestre de 2017 tinham sido estudados 41.689 recém-nascidos.

Para encontrar valor superior ao registado entre Janeiro e Junho deste ano é preciso recuar ao primeiro semestre de 2016, quando foram estudados 42.758 bebés.

Os números indicam que, no total, em 2018 foi registado o valor mais alto dos últimos sete anos, com 86.827 recém-nascidos estudados. Em 2017 tinham sido 86.180, no ano anterior 87.577 e em 2015 foram 85.056 os bebés estudados no âmbito do rastreio universal de saúde pública, conhecido como “teste do pezinho”.

De acordo com o Instituto Ricardo Jorge, mais de 3,8 milhões de crianças foram rastreadas em 40 anos do “teste do pezinho”, tendo sido detectados 2132 casos de crianças com doenças raras que puderam iniciar rapidamente o tratamento.

Desde o arranque do programa e até ao final de 2018, foram rastreadas 3.803.068 crianças e diagnosticados 2132 casos, 779 dos quais de doenças metabólicas, 1304 de hipotiroidismo congénito e 49 de fibrose quística, segundo o INSA.

O programa arrancou em Portugal em 1979 com o rastreio da fenilcetonuria, que tem uma prevalência em Portugal de um caso por cada 10.867 nascimentos, e dois anos mais tarde passou a incluir o hipertiroidismo congénito, com uma prevalência de um caso por cada 2892 nascimentos.

O “teste do pezinho” deve ser realizado entre o terceiro e o sexto dia do bebé e consiste na recolha de gotículas de sangue através de uma picadinha no pé do bebé.

Apesar de não ser obrigatório, tem actualmente uma taxa de cobertura de 99,5%, sendo o tempo médio de início do tratamento de 9,9 dias. No início, a cobertura situava-se nos 6,4% e o tratamento iniciava-se em média aos 28,5 dias.

Mais informações na notícia do INSA:

Rastreio Neonatal: 42.138 recém-nascidos estudados no primeiro semestre de 2019

Obesidade infantil continua a diminuir em Portugal

Julho 24, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 10 de julho de 2019.

Lusa e PÚBLICO

Dados preliminares apontam para uma melhoria dos resultados, tanto no excesso de peso das crianças como na obesidade. Os Açores são a região onde mais crianças têm excesso de peso: uma em cada três.

Os Açores são a região com maior prevalência de excesso de peso infantil, com uma em cada três crianças com peso a mais, e o Algarve a que tem menor valor (21%), de acordo com dados divulgados esta quarta-feira.

De acordo com o COSI Portugal 2019, o sistema de vigilância nutricional das crianças em idade escolar (dos seis aos oito anos), coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, a prevalência da obesidade infantil aumentou com a idade, com 15,3% das crianças de oito anos obesas, incluindo 5,4% com obesidade severa, um valor que é de 10,8% nas crianças de seis anos (2,7% obesidade severa).

Os dados indicam que na última década a prevalência de excesso de peso e de obesidade infantil tem baixado em Portugal. Entre 2008 e 2019, a prevalência de excesso peso infantil caiu de 37,9% para 29,6% e a de obesidade nas crianças baixou de 15,3% para 12,0%.

Todas as regiões portuguesas mostraram ao longo dos anos de funcionamento do COSI uma redução na prevalência de excesso de peso, incluindo obesidade. A queda foi mais acentuada nos Açores (de 46% para 35,9%) e na região Centro (de 38,1% para 28,9%).

Os dados preliminares do COSI Portugal 2019 indicam que a Região do Algarve foi a que apresentou menor prevalência de excesso de peso infantil (21,8%) e os Açores a maior (35,9%). Já a Região do Alentejo foi a que mostrou menor prevalência de obesidade infantil (9,7%).

Segundo a informação recolhida, são os rapazes os que mais se desviam do peso normal. O excesso de peso atinge 29,6% dos meninos (contra 29,5% das meninas), dos quais 13,4% são obesos e, destes, 4,1% têm obesidade severa.

Coordenado por Ana Rito, investigadora do Departamento de Alimentação e Nutrição do Instituto Ricardo Jorge, o COSI Portugal 2019 revela também que a prevalência de baixo peso foi igualmente maior nos rapazes (1,6%) comparativamente com as raparigas (0,9%).

Na 5.ª ronda COSI Portugal, realizada durante o ano lectivo 2018/2019, foram convidadas a participar 8.844 crianças das escolas do 1.º ciclo do ensino básico, das quais 7.210 foram avaliadas (48,9% raparigas e 51,1% rapazes).

A amostra deste ano, com 228 estabelecimentos de ensino participantes, foi a maior de todas as fases do COSI até ao momento.

O COSI Portugal está integrado no sistema europeu de vigilância nutricional infantil, no qual participam 43 países da Região Europeia da OMS, e constitui por excelência o estudo principal que disponibiliza dados de prevalência de baixo peso, excesso de peso e obesidade de crianças portuguesas dos seis aos oito anos de idade.

Os dados do COSI Portugal 2019, que integra o “Childhood Obesity Surveillance Initiative” da OMS/Europa, são apresentados esta quarta-feira em Lisboa, num encontro sobre obesidade infantil que decorre no auditório do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

Mais informações no link:

http://www.insa.min-saude.pt/wp-content/uploads/2019/07/COSI-2019_FactSheet.pdf?fbclid=IwAR3JLppLqbPA7H5yeXTE5JVvNQIy5zPHwboQ6BF6Mo2GLHoBH6acb2XJsCI

site:

COSI Portugal

Os primeiros 1000 dias de vida

Julho 8, 2019 às 5:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Teste do pezinho confirma quebra da natalidade

Janeiro 20, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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José Mota

Notícia do https://www.dn.pt/ de 10 de janeiro de 2018.

Fizeram o teste do pezinho 86 180 crianças em 2017, menos 1 397 do que em 2016. Este exame, obrigatório para todos os recém-nascidos, confirmam os dados das conservatórias do Registo Civil, divulgados pelo DN

A quebra da natalidade acontece depois de Portugal ter registado um aumento da taxa de natalidade durante dois anos consecutivos. O ano passado voltaram a nascer menos crianças e 86.180 crianças realizaram o teste. Trata-se do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce (PNDP) para diagnosticar doenças graves e que deve ser realizado entre o 3.º e o 6.º dia da criança, daí que os números não sejam iguais aos serviços de registo e notariado e depois tratados pelo Instituto Nacional de Estatística.

As principais cidades portuguesas registam 48 % dos recém-nascidos (25 300 em Lisboa e 15 872), seguindo-se Setúbal (6 534) e Braga (6 512), com valores muito inferiores. Já os concelhos com menos bebés situam-se no interior do país, com Portalegre a registar o número mais reduzido de testes, 612.

A distribuição geográfica dos nascimentos segue a tendência dos anos anteriores, com a diferença que 2017 teve uma quebra comparativamente a 2016, ano em que foram realizados 87 577 testes.

Ontem já as estatísticas do Ministério da Justiça indicavam uma diminuição da natalidade. Algo que não surpreende Maria João Rosa Valente, a demógrafa e diretora da base de dados Pordata, justificando que os aumentos verificados em 2015 e 2016 corresponde aos “nascimentos adiados durante o período de crise”.

A taxa de natalidade que tem vindo a descer desde os anos 60 do século XX. teve uma quebra muito significativa entre 2011 e 2013.

mais informações no link:

http://www.insa.min-saude.pt/rastreio-neonatal-86-180-recem-nascidos-estudados-em-2017/

 

Mais de 76% das crianças do 1.º ciclo vão para a escola de carro

Janeiro 1, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://sicnoticias.sapo.pt/ de 20 de dezembro de 2017.

Mais de 76% das crianças portuguesas do 1.º ciclo vão para a escola de carro. Menos de 18% deslocam-se a pé ou de bicicleta, com a maioria dos pais a considerar o trajeto inseguro.

O sistema de vigilância que analisa o estado nutricional infantil divulga hoje os seus resultados relativos a 2016, integrando também uma avaliação sobre a atividade física e sobre os comportamentos sedentários por parte das crianças. A percentagem de crianças que se deslocam de automóvel para a escola cresceu significativamente de 2008 para 2016, passando de 57% para mais de 76%.

No último ano analisado, mais de 64% dos encarregados de educação consideraram que o caminho de ida e regresso da escola não era seguro, sendo as regiões Centro, da Madeira e dos Açores as que têm maior percentagem de pais a considerarem os trajetos inseguros para as crianças se deslocarem a pé ou de bicicleta.

Além de questionarem as famílias, os investigadores do estudo coordenado pelo Instituto Doutor Ricardo Jorge perguntaram também às escolas como avaliam os acessos aos recintos escolares.

Pouco mais de metade (51,4%) das escolas considerou a acesso à escola seguro, sendo novamente na Madeira e nos Açores que se detetou uma maior percentagem de escolas a considerar o caminho de casa para a escola como inseguro.

Para o estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI) foram avaliadas 6.745 crianças de 230 escolas portuguesas do 1.º ciclo do ensino básico (dos 6 aos 8 anos de idade).

Lusa

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2016

 

Obesidade infantil desce mas é preciso mais

Janeiro 1, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da https://www.rtp.pt/noticias/ de 20 de dezembro de 2017.

A obesidade está a descer, mas em Portugal um terço das crianças ainda tem excesso de peso.

Estes são dados de um estudo da Organização Mundial de Saúde a que a Antena 1 teve acesso. Um estudo que mostra que 12 por cento das crianças são obesas, mas que dá também o sinal positivo de que o número tem vindo a diminuir.

A percentagem de crianças obesas baixou de quase 38 por cento para perto de 31 por cento, uma melhoria de sete pontos percentuais, como revela a jornalista Raquel Morão Lopes.

Desde 2008 até ao ano passado melhorou também a atividade física.

Portugal participou neste estudo através do Instituto Ricardo Jorge.

ouvir a notícia no link:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/obesidade-infantil-desce-mas-e-preciso-mais_a1047462

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2016

Há cada vez mais crianças que passam mais de uma hora por dia a jogar computador

Dezembro 21, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://lifestyle.sapo.pt/ de 20 de dezembro de 2017.

Nuno de Noronha

Mais de 75% das crianças portuguesas dos 6 aos 8 anos passam entre uma e duas horas por dia a jogar jogos eletrónicos durante a semana, segundo dados de 2016, que mostram um aumento significativo desta atividade sedentária.

O estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI), em que foram avaliadas 6.745 crianças em Portugal, mostra que em 2016 quase 60% utilizavam o computador para jogos eletrónicos cerca de uma hora por dia durante a semana, enquanto 16% despendiam na atividade duas horas por dia e 4,5% cerca de três horas ou mais.

Ao fim de semana, cerca de 80% das crianças estavam no computador duas ou mais horas por dia.

As atividades sedentárias frente ao computador foram reportadas em maior proporção em 2016 do que no mesmo estudo realizado em 2008.

Há quase dez anos, apenas 12% das crianças avaliadas usava o computador para jogos entre uma e duas horas durante a semana, o que contrasta com os 75% em 2016.

Apesar disso, mais de 66% dos menores analisados brinca fora de casa durante o fim de semana três ou mais horas por dia.

Menos brincadeiras dentro de casa

Durante a semana, há uma redução das brincadeiras fora de casa, mas ainda assim cerca de 70% das crianças brinca fora entre uma e duas horas por dia.

Aliás, o estudo COSI aponta para uma melhoria dos indicadores de atividade física na infância, com poucas crianças (1,7%) a indicar que nunca praticam atividade física em 2016, o que contrasta com os quase 20% que o afirmavam em 2008.

Também a prática de três ou mais horas de atividade física espontânea ao fim de semana foi maior em 2016 (com 66%) do que em 2008 (50,8%).

Quanto à atividade física em ambiente escolar, cerca de 65% dos estabelecimentos de ensino avaliados disponibilizavam pelo menos 90 minutos semanais de educação física às crianças do primeiro ciclo. Outras 25% das escolas oferecem entre 60 e 90 minutos de educação física por semana.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2016

 

Childhood Obesity Surveillance Initiative COSI Portugal 2010

Setembro 19, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Descarregar o artigo Aqui

Mais gordos em Lisboa e no Porto

Setembro 3, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Correio da Manhã de 8 de Agosto de 2012.

Obesidade infantil agrava-se em Lisboa e no Porto

Por:Sónia Trigueirão

Um terço das crianças portuguesas, cerca de 30,2 %, entre os seis e os oito anos tem excesso de peso, sendo 14,3% obesas. A liderar este grupo surgem as zonas de Lisboa e Setúbal, com 32%; do Porto, com 31%; e do Centro, com 28%. Sendo que o Alentejo e o Algarve apresentam os índices de excesso de peso mais baixos, com 24,1% e 19,5%, respectivamente.

Os dados pertencem a um estudo que está a ser promovido pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) e cujos resultados da primeira e segunda fase, realizadas em 2008 e 2010, foram publicados no boletim Epidemiológico do INSA.

O estudo, que seguiu os critérios de avaliação do projecto de vigilância da obesidade infantil da Organização Mundial de Saúde, revela que na base destes números estão comportamentos sedentários e de educação: má alimentação e falta de exercício.

Os alimentos que foram reportados como consumidos frequentemente (seis vezes por semana, no máximo) são os considerados menos saudáveis como refrigerantes, batatas fritas de pacote, doces, pizzas, hambúrgueres e salsichas.

No entanto, entre 2008 e 2010, verificou-se que a percentagem de crianças obesas em Portugal baixou dois pontos percentuais, de 32,2 por cento para 30,2 por cento.

As autoridades temem que a crise agrave a qualidade da alimentação das famílias e que estes números voltem a aumentar até 2013.

A investigadora Ana Rito, do departamento de Alimentação e Nutrição do INSA, refere que no que diz respeito ao exercício é possível melhorar sem gastar: “Não estamos a falar de deixar as crianças no sofá, mas de deixar que brinquem, saltem, corram, que vão ao parque ou até que dancem, se for o caso, o que pode ser feito dentro de casa”.

DISCURSO DIRECTO

“PAIS SÃO OS PRIMEIROS RESPONSÁVEIS”: Ana Bravo, nutricionista, aconselha as famílias a levarem fruta e gelatina para a praia

Correio da Manhã – Há mais pais que procuram levar os filhos a nutricionistas?

Ana Bravo – Sim. Efectivamente, os pais estão mais preocupados com a saúde dos seus filhos. Mas é de referir que são os pais os primeiros responsáveis pela alimentação das crianças

– Tal facto deve-se à falta de informação dos pais?

– Deve-se à falta de informação e aos hábitos que os progenitores também têm e dos quais, muitas vezes, teimam em não abdicar. Tenho algumas situações em que os pais não abdicam de ter em casa alimentos de que eles próprios gostam, mas que o filho não pode comer de maneira nenhuma. Uma criança não tem a mesma percepção que um adulto e os pais têm de saber ajudar os filhos, mesmo que isso implique abdicarem de alguma coisa.

– Nas férias, com a praia, e com a tendência para as refeições rápidas, o que recomenda?

– Primeiro, é importante dizer que é possível comer de forma saudável, mesmo que seja uma sandes. Com crianças é importante levar, por exemplo, frutas e gelatinas para a praia. E pode-se fazer sandes saudáveis de atum em água com alface, tomate e pepino, por exemplo.

– Nas férias, a possibilidade de acordar mais tarde pode levar a saltar refeições. O que recomenda?

– Com crianças há que cumprir as refeições todas. Até para não passar maus hábitos.

 

 

Childhood Obesity Surveillance Iniciative : Cosi Portugal 2008

Janeiro 6, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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No âmbito da iniciativa  European Childhood Obesity Surveillance Initiative- COSI,  da Organização Mundial da Saúde (OMS- Europa), foi constituído o primeiro Sistema Europeu de Vigilância Nutricional Infantil, tendo Portugal assumido a coordenação europeia desta iniciativa que contou com a participação de 13 países.

O COSI Portugal, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP, disponibiliza a publicação onde são apresentados os resultados do primeiro ano de avaliação (2007/2008), cumprindo assim o objectivo de criação de uma rede de informação sistemática (a cada 2 anos), comparável entre os países da Europa, sobre as características do estado nutricional infantil de crianças dos 6 aos 8 anos.

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