Teste do pezinho confirma quebra da natalidade

Janeiro 20, 2018 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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José Mota

Notícia do https://www.dn.pt/ de 10 de janeiro de 2018.

Fizeram o teste do pezinho 86 180 crianças em 2017, menos 1 397 do que em 2016. Este exame, obrigatório para todos os recém-nascidos, confirmam os dados das conservatórias do Registo Civil, divulgados pelo DN

A quebra da natalidade acontece depois de Portugal ter registado um aumento da taxa de natalidade durante dois anos consecutivos. O ano passado voltaram a nascer menos crianças e 86.180 crianças realizaram o teste. Trata-se do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce (PNDP) para diagnosticar doenças graves e que deve ser realizado entre o 3.º e o 6.º dia da criança, daí que os números não sejam iguais aos serviços de registo e notariado e depois tratados pelo Instituto Nacional de Estatística.

As principais cidades portuguesas registam 48 % dos recém-nascidos (25 300 em Lisboa e 15 872), seguindo-se Setúbal (6 534) e Braga (6 512), com valores muito inferiores. Já os concelhos com menos bebés situam-se no interior do país, com Portalegre a registar o número mais reduzido de testes, 612.

A distribuição geográfica dos nascimentos segue a tendência dos anos anteriores, com a diferença que 2017 teve uma quebra comparativamente a 2016, ano em que foram realizados 87 577 testes.

Ontem já as estatísticas do Ministério da Justiça indicavam uma diminuição da natalidade. Algo que não surpreende Maria João Rosa Valente, a demógrafa e diretora da base de dados Pordata, justificando que os aumentos verificados em 2015 e 2016 corresponde aos “nascimentos adiados durante o período de crise”.

A taxa de natalidade que tem vindo a descer desde os anos 60 do século XX. teve uma quebra muito significativa entre 2011 e 2013.

mais informações no link:

http://www.insa.min-saude.pt/rastreio-neonatal-86-180-recem-nascidos-estudados-em-2017/

 

Mais de 76% das crianças do 1.º ciclo vão para a escola de carro

Janeiro 1, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://sicnoticias.sapo.pt/ de 20 de dezembro de 2017.

Mais de 76% das crianças portuguesas do 1.º ciclo vão para a escola de carro. Menos de 18% deslocam-se a pé ou de bicicleta, com a maioria dos pais a considerar o trajeto inseguro.

O sistema de vigilância que analisa o estado nutricional infantil divulga hoje os seus resultados relativos a 2016, integrando também uma avaliação sobre a atividade física e sobre os comportamentos sedentários por parte das crianças. A percentagem de crianças que se deslocam de automóvel para a escola cresceu significativamente de 2008 para 2016, passando de 57% para mais de 76%.

No último ano analisado, mais de 64% dos encarregados de educação consideraram que o caminho de ida e regresso da escola não era seguro, sendo as regiões Centro, da Madeira e dos Açores as que têm maior percentagem de pais a considerarem os trajetos inseguros para as crianças se deslocarem a pé ou de bicicleta.

Além de questionarem as famílias, os investigadores do estudo coordenado pelo Instituto Doutor Ricardo Jorge perguntaram também às escolas como avaliam os acessos aos recintos escolares.

Pouco mais de metade (51,4%) das escolas considerou a acesso à escola seguro, sendo novamente na Madeira e nos Açores que se detetou uma maior percentagem de escolas a considerar o caminho de casa para a escola como inseguro.

Para o estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI) foram avaliadas 6.745 crianças de 230 escolas portuguesas do 1.º ciclo do ensino básico (dos 6 aos 8 anos de idade).

Lusa

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2016

 

Obesidade infantil desce mas é preciso mais

Janeiro 1, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da https://www.rtp.pt/noticias/ de 20 de dezembro de 2017.

A obesidade está a descer, mas em Portugal um terço das crianças ainda tem excesso de peso.

Estes são dados de um estudo da Organização Mundial de Saúde a que a Antena 1 teve acesso. Um estudo que mostra que 12 por cento das crianças são obesas, mas que dá também o sinal positivo de que o número tem vindo a diminuir.

A percentagem de crianças obesas baixou de quase 38 por cento para perto de 31 por cento, uma melhoria de sete pontos percentuais, como revela a jornalista Raquel Morão Lopes.

Desde 2008 até ao ano passado melhorou também a atividade física.

Portugal participou neste estudo através do Instituto Ricardo Jorge.

ouvir a notícia no link:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/obesidade-infantil-desce-mas-e-preciso-mais_a1047462

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2016

Há cada vez mais crianças que passam mais de uma hora por dia a jogar computador

Dezembro 21, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://lifestyle.sapo.pt/ de 20 de dezembro de 2017.

Nuno de Noronha

Mais de 75% das crianças portuguesas dos 6 aos 8 anos passam entre uma e duas horas por dia a jogar jogos eletrónicos durante a semana, segundo dados de 2016, que mostram um aumento significativo desta atividade sedentária.

O estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI), em que foram avaliadas 6.745 crianças em Portugal, mostra que em 2016 quase 60% utilizavam o computador para jogos eletrónicos cerca de uma hora por dia durante a semana, enquanto 16% despendiam na atividade duas horas por dia e 4,5% cerca de três horas ou mais.

Ao fim de semana, cerca de 80% das crianças estavam no computador duas ou mais horas por dia.

As atividades sedentárias frente ao computador foram reportadas em maior proporção em 2016 do que no mesmo estudo realizado em 2008.

Há quase dez anos, apenas 12% das crianças avaliadas usava o computador para jogos entre uma e duas horas durante a semana, o que contrasta com os 75% em 2016.

Apesar disso, mais de 66% dos menores analisados brinca fora de casa durante o fim de semana três ou mais horas por dia.

Menos brincadeiras dentro de casa

Durante a semana, há uma redução das brincadeiras fora de casa, mas ainda assim cerca de 70% das crianças brinca fora entre uma e duas horas por dia.

Aliás, o estudo COSI aponta para uma melhoria dos indicadores de atividade física na infância, com poucas crianças (1,7%) a indicar que nunca praticam atividade física em 2016, o que contrasta com os quase 20% que o afirmavam em 2008.

Também a prática de três ou mais horas de atividade física espontânea ao fim de semana foi maior em 2016 (com 66%) do que em 2008 (50,8%).

Quanto à atividade física em ambiente escolar, cerca de 65% dos estabelecimentos de ensino avaliados disponibilizavam pelo menos 90 minutos semanais de educação física às crianças do primeiro ciclo. Outras 25% das escolas oferecem entre 60 e 90 minutos de educação física por semana.

O relatório mencionado na notícia é o seguinte:

Childhood Obesity Surveillance Initiative: COSI Portugal 2016

 

Childhood Obesity Surveillance Initiative COSI Portugal 2010

Setembro 19, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Mais gordos em Lisboa e no Porto

Setembro 3, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Correio da Manhã de 8 de Agosto de 2012.

Obesidade infantil agrava-se em Lisboa e no Porto

Por:Sónia Trigueirão

Um terço das crianças portuguesas, cerca de 30,2 %, entre os seis e os oito anos tem excesso de peso, sendo 14,3% obesas. A liderar este grupo surgem as zonas de Lisboa e Setúbal, com 32%; do Porto, com 31%; e do Centro, com 28%. Sendo que o Alentejo e o Algarve apresentam os índices de excesso de peso mais baixos, com 24,1% e 19,5%, respectivamente.

Os dados pertencem a um estudo que está a ser promovido pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) e pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) e cujos resultados da primeira e segunda fase, realizadas em 2008 e 2010, foram publicados no boletim Epidemiológico do INSA.

O estudo, que seguiu os critérios de avaliação do projecto de vigilância da obesidade infantil da Organização Mundial de Saúde, revela que na base destes números estão comportamentos sedentários e de educação: má alimentação e falta de exercício.

Os alimentos que foram reportados como consumidos frequentemente (seis vezes por semana, no máximo) são os considerados menos saudáveis como refrigerantes, batatas fritas de pacote, doces, pizzas, hambúrgueres e salsichas.

No entanto, entre 2008 e 2010, verificou-se que a percentagem de crianças obesas em Portugal baixou dois pontos percentuais, de 32,2 por cento para 30,2 por cento.

As autoridades temem que a crise agrave a qualidade da alimentação das famílias e que estes números voltem a aumentar até 2013.

A investigadora Ana Rito, do departamento de Alimentação e Nutrição do INSA, refere que no que diz respeito ao exercício é possível melhorar sem gastar: “Não estamos a falar de deixar as crianças no sofá, mas de deixar que brinquem, saltem, corram, que vão ao parque ou até que dancem, se for o caso, o que pode ser feito dentro de casa”.

DISCURSO DIRECTO

“PAIS SÃO OS PRIMEIROS RESPONSÁVEIS”: Ana Bravo, nutricionista, aconselha as famílias a levarem fruta e gelatina para a praia

Correio da Manhã – Há mais pais que procuram levar os filhos a nutricionistas?

Ana Bravo – Sim. Efectivamente, os pais estão mais preocupados com a saúde dos seus filhos. Mas é de referir que são os pais os primeiros responsáveis pela alimentação das crianças

– Tal facto deve-se à falta de informação dos pais?

– Deve-se à falta de informação e aos hábitos que os progenitores também têm e dos quais, muitas vezes, teimam em não abdicar. Tenho algumas situações em que os pais não abdicam de ter em casa alimentos de que eles próprios gostam, mas que o filho não pode comer de maneira nenhuma. Uma criança não tem a mesma percepção que um adulto e os pais têm de saber ajudar os filhos, mesmo que isso implique abdicarem de alguma coisa.

– Nas férias, com a praia, e com a tendência para as refeições rápidas, o que recomenda?

– Primeiro, é importante dizer que é possível comer de forma saudável, mesmo que seja uma sandes. Com crianças é importante levar, por exemplo, frutas e gelatinas para a praia. E pode-se fazer sandes saudáveis de atum em água com alface, tomate e pepino, por exemplo.

– Nas férias, a possibilidade de acordar mais tarde pode levar a saltar refeições. O que recomenda?

– Com crianças há que cumprir as refeições todas. Até para não passar maus hábitos.

 

 

Childhood Obesity Surveillance Iniciative : Cosi Portugal 2008

Janeiro 6, 2012 às 1:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o estudo Aqui

No âmbito da iniciativa  European Childhood Obesity Surveillance Initiative- COSI,  da Organização Mundial da Saúde (OMS- Europa), foi constituído o primeiro Sistema Europeu de Vigilância Nutricional Infantil, tendo Portugal assumido a coordenação europeia desta iniciativa que contou com a participação de 13 países.

O COSI Portugal, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP, disponibiliza a publicação onde são apresentados os resultados do primeiro ano de avaliação (2007/2008), cumprindo assim o objectivo de criação de uma rede de informação sistemática (a cada 2 anos), comparável entre os países da Europa, sobre as características do estado nutricional infantil de crianças dos 6 aos 8 anos.

Comer fruta na escola para lutar contra obesidade infantil

Janeiro 6, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 1 de Janeiro de 2012.

 A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) quer incentivar as crianças até aos 10 anos a consumirem mais fruta diariamente e inverter a estatística nacional do consumo destes produtos que é de apenas dois por cento.

Para tal, a APCOI vai desenvolver, a partir de terça-feira, em várias escolas do país, o projeto “Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável”.

A APCOI, organização sem fins lucrativos que centra a sua atividade na promoção da saúde das crianças com projetos de prevenção, formação e investigação sobre sedentarismo, má nutrição, obesidade infantil e restantes doenças associadas, pretende com esta iniciativa incentivar o consumo de fruta no lanche escolar nos jardins-de-infância e escolas do primeiro ciclo.

Este ano, a aposta da APCOI vai, mais uma vez, para iniciativas dirigidas às crianças, uma vez que a «a prevenção da obesidade infantil deve ser uma prioridade, ainda para mais numa altura em que a preocupação maior a nível nacional é a economia”, considera o presidente da organização Mário Silva.

O responsável defende igualmente que “prevenir a obesidade infantil é poupar a saúde das futuras gerações e evitar o desperdício de milhares de euros para remediar o problema quando ele já está instalado”.

Com um ano de existência, a APCOI faz um “balanço positivo” da sua atividade, adiantando que 954 crianças foram atendidas em rastreios nutricionais gratuitos, 1.627 crianças reforçaram os seus conhecimentos sobre alimentação saudável através de jogos pedagógicos realizados em escolas ou eventos infantis e 2.625 peças de fruta foram distribuídas em ações de sensibilização.

O Presidente da APCOI afirma que «o rastreio nutricional gratuito” feito junto da população infantil tem sido “fundamental no diagnóstico e encaminhamento de novos casos para tratamento, permitindo melhorar o futuro dessas crianças”.

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil vai realizar, em maio, a segunda edição da “Corrida Criança”, iniciativa de caráter solidário, cujos donativos revertem na totalidade para os projetos de prevenção, formação e investigação da APCOI.

Segundo a Comissão Europeia, Portugal está entre os países da Europa com maior número de crianças com excesso de peso: 32 por cento das crianças entre os 6 e os 8 anos têm excesso de peso e 14% são obesas. O sexo feminino apresenta valores superiores às do sexo masculino.

O último estudo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre obesidade infantil revela também que mais de 90% das crianças portuguesas come “fast-food”, doces e bebe refrigerantes, pelo menos quatro vezes por semana, menos de um por cento das crianças bebe água todos os dias e só dois por cento consome fruta fresca diariamente.


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