Apps para mejorar la gramática en inglés

Janeiro 26, 2017 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.educaciontrespuntocero.com/ de 8 de dezembro de 2015.

por Educación 3.0

Con estas aplicaciones podrás practicar con ejercicios de gramática inglesa. Hay para todos los niveles.

Ejercicios de inglés

Compatible con Android, tiene gran variedad de ejercicios para trabajar pronombres, artículos, condicionales, tiempos verbales… Vienen con solución, para que sepas si lo haces correctamente. Es gratuita.

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LearnEnglish Grammar

Gratuita (aunque con paquetes de descarga de pago) y compatible con Android e iOS, ha sido pensada para ayudar a mejorar la precisión gramatical inglesa. Es ideal para estudiantes de todos los niveles y ofrece actividades de gramática a nivel Principiante (CEFR nivel A1), Elemental, Intermedio y Avanzado (CEFR nivel C2).

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Gramática de Inglés

Destinada a los usuarios con niveles más básicos, muestra los conceptos de forma clara y comprensible. Tiene 44 lecciones y ejercicios que, además de gramática, también trabajan el vocabulario esencial. No necesita conexión a Internet para funcionar, es gratuita (para quitar los anuncios se puede optar por la versión Premium) y es compatible con Android.

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Inglés para todos

Ha sido pensada como una guía de consulta en la que encontrar respuesta a dudas sobre pronunciación, sustantivos, artículos, adjetivos, adverbios, verbos… Todas las explicaciones se complementan con ejemplos. Su precio es de 3,99 euros y es compatible con iOS.

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Inglés Gramática

A modo de concurso, esta app gratuita para Android realiza pruebas con las que repasar todos los aspectos de la gramática inglesa. Se adapta a tres niveles: básico, intermedio y avanzado.

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Negativa a inglês pode valer chumbo no 4.º ano

Setembro 30, 2015 às 8:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 23 de setembro de 2015.

Os alunos do 1.º ciclo que não obtenham aprovação a inglês podem ficar retidos na 4.ª classe, de acordo com um despacho publicado esta terça-feira. Exame de Cambridge do 9.º ano pesará 20 a 30%.

Os alunos que obtiverem uma nota inferior a três valores a inglês, português ou matemática no 4.º ano de escolaridade e simultaneamente uma menção insuficiente a pelo menos outra disciplina (como estudo do meio) chumbam e não transitam para o 2.º ciclo de ensino. O Despacho de Avaliação do Ensino Básico foi publicado na terça-feira, em Diário da República, e introduz ajustamentos na avaliação dos alunos no Ensino Básico, desde logo em função da introdução do Inglês como disciplina obrigatória a partir do 3.º ano de escolaridade.

No entanto, o inglês só este ano letivo começa a ser lecionado nas escolas no 3.º ano de escolaridade, o que determina que não haja ainda no final do ano alunos em condições de reprovar. A acontecer só acontecerá no final do ano letivo 2016/2017.

O presente despacho incorpora ainda as alterações decorrentes da introdução da prova de inglês da Universidade de Cambridge como elemento de avaliação obrigatória no 9.º ano, definindo o peso deste exame na nota dos alunos que poderá variar entre 20% e 30% da nota, “admitindo-se que a escola escolha outro peso que considere mais adequado, registando a sua fundamentação”, lê-se no diploma.

A obrigatoriedade deste exame internacional “traduz o reforço da importância curricular do Inglês, que passou de opcional a obrigatório durante sete anos de escolaridade ao longo desta legislatura”, referiu o Ministério da Educação e Ciência, em comunicado de imprensa, ao final da tarde de terça-feira.

Já em julho, quando foram divulgados os resultados dos alunos no PET deste ano, o ministro tinha adiantado esta alteração. “Apontarei para que as escolas progressivamente passem a ter uma ponderação da classificação externa perto, ou mesmo idêntica, à ponderação que existe para as outras provas, de Português e Matemática, que é de 30%”, disse Nuno Crato aos jornalistas, na altura.

Mais autonomia para as escolas

Ainda no Ensino Básico, é consagrada a já legislada autonomia na avaliação dos alunos nos Estabelecimentos de Ensino com Contrato de Autonomia e dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo.

Ao nível do ensino secundário, foi também ontem publicada a atualização da Portaria de Avaliação do Secundário, para se dar mais autonomia às escolas. Na avaliação de Português, “a oralidade, que tinha um peso fixo de 25% na nota dos alunos, passa a ter um peso mínimo de 20%”, explicou o ministério.

 

 

 

Atelier de inglês e expressão plástica Storytelling with Arts and Crafts na Ludobiblioteca da EB1 Areia Guincho

Fevereiro 5, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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https://www.facebook.com/events/1534209706839134/?pnref=story

 

Bruxelas premeia dois projectos online portugueses com conteúdos para crianças

Fevereiro 24, 2014 às 6:00 am | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Notícia do i de 11 de fevereiro de 2014.

Por Agência Lusa

Dia da Internet Mais Segura tem como objetivo encorajar pessoas de todas as idades a criarem conteúdos online para os mais jovens e assinala-se hoje em mais de 100 países

A Comissão Europeia vai premiar dois projetos portugueses, entre outros, com conteúdos online especialmente destinado para crianças e jovens, no âmbito do Dia da Internet Mais Segura, que hoje se assinala.

Em Bruxelas, a comissária europeia para a Agenda Digital, Neelie Kroes, vai premiar os vencedores do concurso de melhores conteúdos online para crianças, incluindo os projeto portugueses “Escola de magia” ( http://pt.schoolofmagic.net/), um site destinado a utilizadores entre os sete e os 12 anos, “Learn English” ( http://learnenglishkid.blogspot.pt/) para um público dos seis aos oito anos.

“Há crianças e jovens que fazem coisas impressionantes com as ferramentas digitais. Temos que os encoraja, ajudá-los a estar em segurança e dar-lhes meios para criarem eles mesmos uma melhor internet”, disse Nellie Kroes.

O Dia da Internet Mais Segura tem como objetivo encorajar pessoas de todas as idades a criarem conteúdos online para os mais jovens e assinala-se hoje em mais de 100 países, incluindo – pela primeira vez – nos Estados Unidos, com milhares de ações de sensibilização previstas nomeadamente para crianças e jovens.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela Agência Lusa

 

 

Workshops de Natal + Um Conto de Natal

Dezembro 12, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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conto natal

lumiar@helendoron.com

21 755 18 70

http://www.helendoron.pt/

Cursos de Inglês da International Friendship League para Jovens

Setembro 27, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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INTERNATIONAL FRIENDSHIP LEAGUE

A língua inglesa – Elo de comunicação universal

Se não dispõe de tempo para ir à escola, a IFL apresenta uma alternativa, dando a todos a possibilidade de compreender um filme sem recorrer às legendas, falar fluentemente e escrever correctamente o inglês.

Destinatários

Alunos do secundário e universitário que não têm a disciplina de inglês;

Jovens e adultos que trabalham;

Pessoas impossibilitadas de sair de casa que gostariam de saber inglês;

Pessoas da 3ª. idade que querem aprender inglês para ensinar os seus netos;

Jovens que precisam de saber inglês por motivos profissionais.

Serviço de utilidade pública ao abrigo do Decreto-Lei 460/11, de 11 de Nov

Administração e Secretariado Nacional: Rua Ruy de Sousa Vinagre, 2- Apartado 36, 1890-017 Alcochete

Telefone 212341082 – iflportuguesa@sapo.pthttp://www.ifworld.org

www.iflportugal.blogspot.com

Hoola Hoop

Fevereiro 25, 2010 às 10:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Hoola Hoop, projecto da Porto Editora, é um dos sete candidatos a um prémio internacional. Um programa inovador que aposta na componente visual, nos conteúdos e em actividades pensadas para crianças do 1.º ciclo.

 A Hoola é uma gata que tem dois donos, os gémeos Daisy e Eddie, e juntos ensinam as crianças no pré-escolar e 1.º ciclo a falar inglês. Hoola Hoop é o nome do projecto, da Porto Editora, que foi nomeado para os British Council ELT Innovation Awards,  ver Aqui, que pretendem distinguir os programas mais inovadores no ensino da língua inglesa e destacar equipas que promovam investigação na área. Sete trabalhos são candidatos ao prémio que será anunciado a 3 de Março na Delfina Gallery em Londres, Inglaterra. Hoola Hoop é o único projecto português seleccionado para a etapa final.

Hoola Hoop, ver Aqui, é composto por cinco níveis, do pré-escolar ao quarto ano do 1.º ciclo do Ensino Básico, com várias componentes (nomeadamente livros de actividades, no caso do 3º e 4º ano, um guia escrito em inglês para os professores e CD-ROM). É um projecto que se baseia no programa de Estudo do Meio, que proporciona uma abordagem integrada da língua inglesa, incidindo nas competências de listening e speaking, e só depois nas de reading e writing. Há várias novidades no conceito Hoola Hoop. A começar pelas imagens e pela música, passando pelos conteúdos e abordagem dos temas consoante as faixas etárias.

Sandie Mourão, líder da equipa de autores do projecto Hoola Hoop, composta por Cristina Bento, Daniela Coelho, Raquel Coelho e Niki Joseph, defende que as ilustrações devem ocupar uma parte importante num manual e que os conteúdos devem ser pensados em termos de ensino de uma língua estrangeira. As ilustrações têm, portanto, um grande peso no projecto e as próprias personagens, que se mantêm ao longo dos livros, também crescem e surgem com as idades das crianças dos vários anos do 1.º ciclo. No 1.º ano as personagens são “mais redondas e fofas”, no 4.º mais crescidas. “As crianças crescem com as imagens ou os livros crescem com as crianças em termos visuais”. “O impacto visual é muito importante e é uma questão que falha em muitos livros.” “Sentimos que nos manuais feitos em Portugal faltam algumas coisas em termos visuais e os conteúdos são pouco pensados, em termos de teoria de ensino de uma língua estrangeira”, sublinha.

Hoola Hoop parte do programa de Estudo do Meio. E fá-lo por etapas. “Os manuais trabalham com conteúdos que os professores estão a usar. É muito importante que as crianças tenham aprendizagens interligadas.” O 1.º e 2.º anos têm cinco blocos de Estudo do Meio, o livro que ensina Inglês tem precisamente cinco unidades. Os 3.º e 4.º anos têm seis unidades, correspondentes aos seis blocos da área curricular.
Cada página do livro sugere várias actividades e os docentes não trabalham sem rede. O Hoola Hoop tem um extenso e completo guia para os professores, escrito em Inglês, “com os passos bem sequenciados e actividades extras”. Há, portanto, muito por onde explorar e as próprias imagens remetem para universos que não são tão óbvios, de forma a espicaçar a criatividade.

Tudo pensado ao pormenor. Tudo planeado consoante a idade dos alunos. No 1.º ano as páginas têm mais ilustrações, didacticamente adequadas à respectiva faixa etária, e menos texto. “No 4.º ano, a página pode ser mais dinâmica porque os alunos já conseguem ler”, refere a responsável, a investigar a importância da imagem didáctica no ensino das línguas estrangeiras, no âmbito da sua tese de doutoramento. Há dois mundos que são abordados no Hoola Hoop. Um mundo imaginário, em que não

há personagens de carne e osso. E um mundo real. Dois mundos que se encaixam na história que é contada para cada faixa etária. No pré-escolar a gata Hoola tem a sua família animal, no 1.º ciclo aparecem os gémeos humanos, no 3.º ano a Hoola encontra o Hoop, o gato preto e com imensa piada


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