Crianças perdidas de Inglaterra -Documentário

Junho 25, 2019 às 9:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Depois do Documentário “Filhos roubados de Inglaterra” este documentário “Crianças perdidas de Inglaterra examina o que acontece às crianças que são colocadas em famílias de acolhimento. Esta investigação revela um sistema denunciado pelo Comité das nações Unidas sobre os direitos das crianças : separação dos irmãos, mudança de família adoptiva, falta de escolaridade, exploração sexual, etc.

Visualizar a reportagem no link:

https://www.rtp.pt/play/p5954/e413855/criancas-perdidas-de-inglaterra

A importância de brincar na terra, segundo Kate

Maio 22, 2019 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Lusa / Kensington Palace Handout

Notícia do Público de 21 de maio de 2019.

A duquesa de Cambridge desenhou um jardim e divulgou fotografias dos filhos a brincar.

Kate projectou um jardim com dois paisagistas para o evento Chelsea Flower e divulgou fotografias dos filhos a brincar na terra. Co-criado com Andree Davies e Adam White, o “Back to Nature Garden” da duquesa de Cambridge inclui um balouço de corda, uma casa na árvore e um riacho com cascatas.

Segundo o Palácio de Kensington, Kate é uma grande defensora dos benefícios mentais e físicos que a natureza e o ar livre exercem sobre as crianças e os adultos. “É um espaço natural, um espaço realmente empolgante para crianças e adultos compartilharem e explorarem”, declarou durante a abertura do jardim, na segunda-feira. “Sinto que a natureza tem enormes benefícios no bem-estar físico e mental, especialmente para as crianças”, reforçou.

Num vídeo publicado na sua conta no Instagram, os três filhos do casal, George, Charlotte e Louis, podem ser vistos a brincando na corda, na casa de madeira, e descalços num riacho. O mais pequeno, Louis, que comemorou seu primeiro aniversário no mês passado, pode ser visto a andar pela primeira vez, acenando com um pau.

“Acredito que passar o tempo ao ar livre, quando somos mais pequenos, pode desempenhar um papel importante no estabelecimento das bases para que as crianças se tornem adultos saudáveis e felizes”, acrescentou ainda a duquesa.

O Chelsea Flower Show, que abre ao público esta terça-feira e encerra no sábado, é o evento de maior prestígio no calendário de jardinagem da Grã-Bretanha.

 

 

Aplicação TikTok deixa crianças expostas a predadores sexuais

Maio 2, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 5 de abril de 2019.

Uma investigação revelou centenas de mensagens de cariz sexual.

A aplicação de vídeo TikTok está a ser acusada de falhar em proteger crianças que estão a receber mensagens de cariz sexual. Uma investigação da BBC revelou centenas de casos.

São muitos os comentários explícitos que chegam a ser publicados em contas de crianças com apenas nove anos. Apesar da maioria ser apagada pela aplicação quando são reportados pelos utilizadores, os seus autores não são banidos da plataforma, apesar dos regulamentos desta proibirem expressamente estes comportamentos.

A TikTok é uma aplicação que permite a publicação de pequenos vídeos. Tornou-se particularmente popular entre jovens, que a utilizam para gravar vídeos a cantar e dançar, a contar piadas ou a completar desafios. Terá mais de 500 milhões de utilizadores ativos por mês em todo mundo.

Centenas de mensagens e comentários explícitos

Durante três meses, a BBC reportou centenas de comentários que encontrou em vídeos de menores de idade. As denúncias foram feitas através das ferramentas disponibilizadas pela aplicação ao utilizador comum. Apesar da grande parte dos comentários ter sido removida em 24 horas, houve muitos que continuaram públicos e as contas ativas.

Segundo o regulamento, são proibidos quaisquer “publicações ou mensagens privadas que assediem utilizadores menores” e que se a empresa tiver “conhecimento de conteúdo que explore sexualmente ou coloque em perigo crianças (…) alertará as autoridades”.

Para além das mensagens de cariz sexual, há também denúncias de conteúdo misógino, racista, homofóbico e antissemita.

O perigo à espreita

“Estas pessoas estão a usar estas plataformas para ganhar acesso a crianças”, explicou a comissária inglesa para os direitos das crianças, Anne Longfield. Enquanto muitos destes predadores utilizam perfis anónimos, outros não escondem nomes e fotografias reais.

Contactado pela BBC, o pai de uma criança de 10 anos revela que apagou a aplicação do telemóvel do filho depois de ter descoberto mensagens de um homem adulto.

“As mensagens, que continham asneiras, diziam ‘não me ignores’, ‘sei quem és e vou-te buscar’ (…) Se o meu filho tivesse respondido, o que podia ter acontecido a seguir? (…) É nojento, a TikTok tem uma responsabilidade agora e se as pessoas estão a receber mensagens como estas, deviam pelo menos contactar as autoridades”.

Entretanto, a plataforma emitiu um comunicado onde garante estar “comprometida em aprimorar as medidas existentes e introduzir processos técnicos e de moderação adicionais”.

 

Reino Unido. Escola obrigou criança autista a usar colete refletor no recreio para estar sinalizada

Abril 10, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do Observador de 9 de abril de 2019.

Charlie, de seis anos, teve de usar um colete refletor para ser distinguido no recreio por ter autismo. Mãe da criança fala em gesto “repugnante”. Escola garante que pais são informados de tudo.

Joanne Logan é mãe de cinco crianças, uma delas com autismo. Esta semana, a britânica chamou à atenção quando escreveu nas redes sociais uma publicação a denunciar o facto de a escola do seu filho Charlie, de seis anos, o obrigar a vestir um colete refletor para ser identificado no recreio. “Isto nunca deveria ter acontecido”, referiu a mãe numa publicação no Facebook.

Por considerar que se tratou de um gesto discriminatório, “repugnante” e que o sistema nas escolas deve mudar, Joanne decidiu tomar medidas legais contra a Escola Primária de Cherry Lane, em Londres, apontando que em nenhum momento foi informada sobre a decisão de vestir o filho com um colete refletor. Pelo contrário, a escola argumenta que todas as ações são realizadas sob a supervisão dos pais, com quem dizem trabalhar sempre em conjunto.

“Eu sabia que durante a pausa de almoço ele nem sempre tinha autorização para estar no recreio porque já foi acusado de magoar outras crianças. Eu sei que há um problema no qual a escola tem de trabalhar comigo, mas parece que eles acham que a melhor forma de lidar com isto é forçá-lo a utilizar um colete para que os professores saibam que é autista”, referiu Joanne Logan, citada pelo The Mirror.

Num vídeo que a britânica publicou no Facebook, Charlie surge a contar a sua história e a explicar o que costuma acontecer na escola. “Senti que era mau e errado e eu não queria utilizar [o colete], porque me estava a deixar de parte e mais ninguém o usava“, referiu a criança.

“Depois deste episódio aparecer nos jornais, decidi levar o caso ao meu advogado. Temos estado a lutar há muito tempo”, explicou a mãe de Charlie, acrescentando que que lançou uma campanha crowdfunding para conseguir financiar toda a ajuda legal necessária, mas também para ganhar o caso em nome de todas as famílias com crianças autistas.

“Apenas quero garantir que mais nenhuma criança autista precisa de ser colocada nesta situação”, referiu Joanne, que diz ainda conhecer vários casos semelhantes ao de Charlie. “Isto pode afetar a criança quando ela for mais velha. Eles percebem que são diferentes”, explicou.

 

 

 

Neste hospital os miúdos guiam minicarros até à sala de operação

Novembro 7, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Sophie Mars, de 9 anos, foi a primeira criança a conduzir um dos seis minicarros eléctricos a caminho do bloco operatório Tom Maddick SWNS.com

Notícia do Observador de 22 de outubro de 2018.

Alfredo Lavrador

As operações estão longe de figurar entre os pontos altos da vida das crianças (e dos pais). Para dourar a pílula, este hospital convida os miúdos a conduzir minicarros até à sala das operações.

Está localizado em Leicester, no Reino Unido, o hospital em que uma criança pode encarar uma operação como algo não tão traumático e, quem sabe, até com um pequeno twist positivo. Tudo porque a administração tem uma frota de minicarros eléctricos que os petizes podem conduzir através dos corredores até à sala de operações.

Os responsáveis pelo Childrens Hospital, no Leicester Royal Infirmary, no coração do Reino Unido, tiveram uma ideia tão simples quanto brilhante. Para atenuar o stress pré-operatório, os empregados cotizaram-se para reunir a verba necessária para adquirir um minicarro eléctrico, que os pacientes de mais tenra idade poderiam conduzir pelos corredores e deslocar-se, ao volante, até à sala de operações. Os resultados foram tão satisfatórios quanto o sorriso na cara das crianças, à medida que se aproximavam do local em que se iria realizar a intervenção cirúrgica. E tudo correu lindamente, até o carro avariar e deixar de alegrar a pequenada, suavizando uma situação que se é problemática para adultos, é-o mais ainda para os mais pequenos.

Salvou a situação uma família local, proprietária da Sturgess Motor Group, especializada na venda de automóveis novos e usados, que entregou uma frota de seis minicarros ao hospital de crianças, “como forma de agradecimento ao estabelecimento de saúde”, pois também os seus petizes já tinham ali sido pacientes, “pelo que reconheciam a importância de criar condições menos perturbadoras para as crianças”, estivessem elas a braços com uma situação oncológica ou um mero osso partido..

E, provavelmente para promover corridas para ver quem é o primeiro a chegar ao bloco operatório,  a frota é composta por versões reduzidas de veículos muito populares, com ênfase nos SUV, do Land Rover Defender ao Volvo XC90, passando pelo Range Rover. Presente está igualmente o icónico Fiat 500 e os desportivos Alfa Romeo 4C e o Jaguar F-Type.

Para Julie Clerc, patrona dos University Hospitals de Leicester, “a viagem até ao bloco operatório pode ser traumática, mesmo para adultos, o que nos levou a pensar numa forma de tornar essa deslocação mais agradável para os mais novos”. O que, ao que tudo indica, foi conseguido.

 

Efeitos do consumo de álcool e tabaco podem começar logo aos 17 anos

Setembro 18, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 29 de agosto de 2018.

Consumo de álcool e tabaco a partir dos 17 anos cria problemas precoces, como o bloqueio de artérias. Mas abrandar o consumo pode reverter a situação a tempo de problemas maiores.

Os adolescentes que começam cedo a beber álcool e a fumar podem ter problemas nas artérias logo a partir dos 17 anos, revela um estudo publicado no European Heart Journal. Entre 2004 e 2008, os investigadores acompanharam 1.266 jovens da área Bristol, no Reino Unido, procurando saber quantos cigarros tinham fumado e com que idade tinham começado a beber álcool.

Os resultados mostraram que aqueles que já tinham fumado mais de 100 cigarros ou que bebiam mais regularmente apresentavam uma maior rigidez das artérias — algo que aumenta o risco de ataque cardíaco ou derrame — do que aqueles que tinham fumado menos do que 20 cigarros ou que consumiam menos do que duas bebidas alcoólicas por dia. Estes problemas podem começar logo aos 17 anos e pioram nos casos dos jovens que acumulam os dois hábitos.

Apesar de tudo, é possível reverter estes efeitos, explicou um dos autores do relatório: “Se os adolescentes pararem de fumar e beber durante a adolescência, as artérias voltam ao normal — o que mostra que há oportunidade de preservar a saúde das artérias desde cedo”.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Early vascular damage from smoking and alcohol in teenage years: the ALSPAC study

 

Inglaterra proíbe venda de bebidas energéticas a jovens e crianças

Setembro 7, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 30 de agosto de 2018.

Lina Santos
Medida de Theresa May visa controlar comportamentos dos alunos nas salas de aula.
Inglaterra vai proibir a venda de bebidas energéticas à base de cafeína, como Red Bull e Monster, a crianças e adolescentes. A medida do governo de Theresa May visa controlar comportamentos disruptivos em sala de aula, de acordo com o diário The Telegraph.

O ministério da Saúde britânico tem lançado alertas sobre a ligação entre o consumo excessivo destas bebidas energéticas, ricas em cafeína e açúcar, associadas a um “catálogo de problemas de saúde” que vão das dores de cabeça, problemas de sono e digestão. E existe uma crescente preocupação de que seja um combustível para a hiperatividade das crianças, como defendeu o NASUWT, um dos maiores sindicatos de professores do Reino Unido, no final de 2017.

“Pedradas prontas a consumir” foi a expressão usada pela organização para descrever estas bebidas que associam ao mau comportamento nas escolas, dentro e fora da sala de aula.

A apoiar esta tese do sindicato está um estudo do Centre for Translational Research in Public Health da Universidade de Teesside que verificava que as bebidas energéticas eram mais baratas do que água ou refrigerantes. Uma em cada três crianças consumia regularmente bebidas como Red Bull, Monster e outras marcas destas bebidas, segundo esta investigação.

O alerta não é de hoje. Um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) na Europa, de 2014, mostrava preocupação com a crescente popularidade das bebidas energéticas e as “consequências negativas do seu consumo entre crianças e adolescentes, incluindo efeitos nos sistemas neurológico e cardiovascular, que podem causar dependência física e vício”, cita o The Guardian .

Alertas também em Portugal

Também em Portugal, um artigo da revista da Sociedade Portuguesa de Pediatria de 2017 concluía os adolescentes portugueses consumiam demasiadas bebidas energéticas.
Uma lata desta bebida energética contém 160 miligramas de cafeína. Uma criança de 11 anos não deve consumir mais de 105 miligramas por dia.
Multas podem ser superiores a 2500 euros

A proposta da primeira-ministra britânica sobre a implementação da lei será revelada esta quinta-feira. A única dúvida que persiste prende-se com a idade da proibição de venda das bebidas – 16 ou 18 anos, escreve o The Guardian.

“Milhares de jovens consomem regularmente bebidas energéticas, muitas vezes porque são mais baratas que o refrigerante”, disse Theresa May num comunicado onde anunciava a consulta pública da proposta, citada pela Lusa.

“Todos nós temos a responsabilidade de proteger as crianças de produtos que prejudicam sua saúde e educação”, disse o secretário de Estado de Saúde Pública, Steve Brine, no mesmo comunicado.

As multas por venda de bebidas energéticas podem ir até às 2500 libras (2782 euros), a mesma que é aplicada a quem venda cigarros a menores de idade. A proibição de venda em máquinas automáticas de Inglaterra também está a ser considerada, diz o The Telegraph.

Para já, a medida será aplicada na Inglaterra, mas pode vir a ser seguida pela Irlanda, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.

Um imposto sobre bebidas açucaradas entrou em vigor no início de abril no Reino Unido para combater a obesidade. Várias cadeias de supermercados tinham já decidido suspender a venda destas bebidas a menores de 18 anos.

Em julho de 2017 já tinha sido proibida a publicidade na televisão, internet e imprensa a alimentos para crianças com muitos açúcares, gorduras e sal.

Um milhão de dólares para professora que afastou alunos dos gangues

Abril 4, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.dn.pt/ de 19 de março de 2018.

Docente em escola problemática nos subúrbios de Londres distinguida com o Global Teacher Prize

Andria Zafirakou, professora de artes e têxteis na escola secundária Alperton Community School, foi a vencedora do Global Teacher Prize 2018. Zafirakou destacou-se não só pelo seu papel na sala de aula mas também fora. A escola fica em Brent, arredores de Londres. Uma área marcada pela multiculturalidade (falam-se 35 línguas na escola), pela pobreza e pela criminalidade.

A professora decidiu levar o conceito de artista residente para a sala de aulas. Os resultados foram tais que Alperton passou a ter o estatuto de “escola especializada” em artes visuais.

Fora da sala, Andria Zafirakou começou a trabalhar diretamente com a polícia para evitar os contactos dos gangues com os alunos. Ao fim do dia, assegura-se de que os alunos são encaminhados para os autocarros.

Em relação à atividade desportiva (e à defesa pessoal) criou um clube de boxe e uma equipa feminina de críquete.
A sua energia e criatividade contagiantes deram resultado: Alperton está hoje no top das escolas de Inglaterra e Gales que melhoraram os resultados escolares dos alunos. O departamento de matemática venceu o prémio nacional Tes de 2017.

O Global Teacher Prize é um prémio de um milhão de dólares (814 mil euros) atribuído anualmente a um professor que tenha dado um contributo extraordinário para a sua profissão.

O prémio, atribuído pela Fundação Varkey (patrocinado pelo xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum, emir do Dubai) serve para sublinhar a importância dos educadores e o facto de que, em todo o mundo, os seus esforços merecem ser reconhecidos e celebrados.

Mais informações no link:

http://www.globalteacherprize.org/

 

Há cada vez mais crianças com menos de 13 anos a usarem as redes sociais

Fevereiro 11, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia da http://sicnoticias.sapo.pt/ de 25 de janeiro de 2018.

visualizar o vídeo da reportagem no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2018-01-25-Ha-cada-vez-mais-criancas-com-menos-de-13-anos-a-usarem-as-redes-sociais

Apesar de ser necessário ter no mínimo 13 anos para fazer o registo em plataformas online, um estudo britânico demonstra que a grande maioria das crianças entre os 8 e os 12 anos utiliza as redes sociais regularmente. Muitas dependem já da aceitação em redes como o Facebook ou o Instagram.

estudo levado a cabo pela comissária para as crianças de Inglaterra alerta os pais e deixa recomendações às escolas e empresas que gerem redes sociais.

Menina de 12 que enviou foto a pedófilo pode ficar com registo criminal

Setembro 26, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jn.pt/de 17 de setembro de 2017.

Foto: Arquivo/Global Imagens

 

Uma menina de 12 anos, residente no sul de Inglaterra, pode enfrentar acusações depois de ter enviado uma fotografia do próprio corpo para um homem que a assediava na Internet.

Segundo o britânico “Independent”, especialistas da área da exploração infantil advertiram a mãe da jovem para a hipótese de a filha poder ficar com registo criminal, uma vez que é ilegal partilhar imagens explícitas de menores, ainda que a pessoa que as envie seja também menor.

O suspeito que coagiu a menina a enviar a fotografia ainda não foi detido. O homem tê-la-á contactado, através de um perfil falso, pelo serviço de mensagens privadas do Instagram, onde a abordou e revelou as intenções.

A jovem recusou os sucessivos pedidos feitos pelo alegado pedófilo, mas, algumas mensagens depois, acabou por enviar uma fotografia onde expunha o corpo.

Quando a mãe da jovem teve acesso às mensagens, entrou em contacto com o Centro de Exploração Infantil e Proteção na Internet (CEOP) – um braço da agência governamental “National Crime Agency” (NCA) – que reportou o caso à polícia.

Depois de as autoridades terem falado com a menina e revistado o iPad onde trocava mensagens com o sujeito, um oficial do CEOP alertou a mãe para a possibilidade de esta enfrentar uma acusação.

“Nem quis acreditar. Como é que a vítima pode acabar com cadastro? É uma miúda nova e inocente que cometeu um erro”, disse a mãe ao jornal “The Sunday Mirror”, acrescentando que já se questionou se fez bem em reportar o caso.

mais informações na notícia:

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