Piscinas de bolas são um ninho de bactérias para as crianças

Abril 11, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do MAGG de 29 de março de 2019.

Por Rita Espassandim

Restos de vómito, fezes e urina foram encontrados por investigadores norte-americanos em seis parques distintos.

Não há criança que resista a uma piscina de bolas, mas a verdade é que podem ser perigosas no que diz respeito à higiene. Segundo investigadores dos EUA, estes brinquedos são um ninho de bactérias para as crianças.

A notícia, avançada pelo jornal espanhol “La Vanguardia“, explica que a equipa de investigadores da Universidade da Geórgia lançou um alerta para os riscos que se correm nestes espaços, muitas vezes escolhidos pelos pais para uma festa de aniversário, ou uma tarde divertida em família.

O estudo, publicado na revista “American Journal of Infection Control“, foi feito com base na análise de seis parques de bolas, no estado da Geórgia. Escolhendo entre 9 a 15 bolas de diferentes profundidades, foi possível encontrar, entre elas, restos de vómito, fezes e urina. 

Os resultados deixaram os investigadores em alerta, uma vez que, durante a investigação, encontraram 31 tipos diferentes de bactérias nas bolas coloridas, incluindo uma que pode causar doenças. O perigo de apanhar uma infeção nestes parques é muito grande, uma vez que as crianças costumam pôr as bolas na boca e brincar com elas.

O estudo detalha todas as bactérias perigosas encontradas, que podem causar infeções urinárias, meningites, pneumonia e infeções cutâneas. Para combater esses perigos, a Universidade da Geórgia recomenda que seja estabelecido um protocolo de limpeza para os parques de bolas, a fim de melhor proteger as crianças que brincam no interior, bem como os trabalhadores desses espaços.

 

 

 

Pais estão a criar ‘bebés de estufa’

Agosto 22, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 11 de agosto de 2018.

 

A cada três minutos uma rapariga foi infetada com VIH em 2017

Agosto 7, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do site Sapo24 de 25 de julho de 2018.

Cerca de 30 jovens entre os 15 e os 19 anos foram infetados com VIH/Sida em cada hora de 2017, dois terços raparigas, pelo que a cada três minutos uma adolescente foi infetada, segundo um relatório hoje divulgado.

Intitulado “Mulheres: No centro da resposta ao VIH para crianças”, o documento é o mais recente relatório da UNICEF sobre a sida e foi hoje apresentado em Amesterdão, onde decorre uma conferência internacional sobre o tema.

A UNICEF considera que o facto de não se ter conseguido chegar a estes jovens está a desacelerar o progresso alcançado no mundo nas últimas décadas na luta contra a epidemia.

Henrietta Fore, diretora executiva da UNICEF, diz que os números identificam “uma crise de saúde mas também uma crise de ação”, e acrescenta que, “na maioria dos países, mulheres e raparigas não têm acesso a informação, a serviços ou até mesmo o poder de dizer ‘não’ a sexo desprotegido”.

De acordo com os números do relatório, só no ano passado morreram de sida 130.000 crianças e adolescentes com 19 anos ou menos, enquanto 430.000 foram infetados.

O documento precisa que os adolescentes entre os 10 e os 19 anos são quase dois terços dos três milhões de crianças e jovens (entre os 0 e os 19 anos) que vivem com VIH, e salienta que o número de mortes tem diminuído em todos os grupos etários, menos entre os adolescentes dos 15 aos 19 anos.

A propagação da epidemia entre raparigas, diz a UNICEF, está a ser impulsionada pela prática de sexo precoce, relações sexuais forçadas, “a incapacidade de ter uma voz em assuntos relacionados com sexo e a falta de acesso a aconselhamento e serviços de despistagem confidenciais”.

A UNICEF, com a agência das Nações Unidas de combate à sida, ONUSIDA, e outros parceiros, lançou iniciativas destinadas aos adolescentes, uma delas destinada a jovens de 25 países com mais casos de infeções e outra destinada a reduzir o número de novas infeções.

Estas iniciativas, e outras antes, levaram a um “sucesso significativo na prevenção da transmissão do VIH de mãe-para-filho”, indica o relatório, segundo o qual o número de novas infeções entre crianças dos 0 aos 04 anos caiu um terço entre 2010 e 2017.

Hoje, quatro em cada cinco mulheres grávidas com VIH têm acesso a tratamentos. Na região da África Austral, durante muito tempo das zonas mais afetadas, o Botsuana e a África do Sul têm agora taxas de transmissão de mãe-para-filho de apenas de 5%, e mais de 90% das mulheres com VIH estão em tratamento.

Descarregar o relatório Women: At the Heart of the HIV Response for Children nos seguintes links:

https://www.unicef.pt/actualidade/noticias/aids-report-2018/

https://www.unicef.org/hiv/hiv-women-heart-of-response

 

 

 

 

Leite materno protege bebés contra infecção mortal

Setembro 12, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Correio dos Açores de 2 de setembro de 2016.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Role of human milk oligosaccharides in Group B Streptococcus colonisation

clicar na imagem

açores

 

1/3 dos adolescentes infectado por bactéria da gastrite e úlcera duodenal

Janeiro 1, 2014 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 17 de Dezembro de 2013.

Por Agência Lusa
publicado em 17 Dez 2013 – 15:02

Ao todo, foram realizados testes em 447 adolescentes dos concelhos de Viseu e Sátão, com idades entre os 12 e os 18 anos

Um estudo desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Viseu revela que cerca de 36 por cento dos adolescentes portugueses estão infetados por Helicobacter Pylori, a bactéria responsável pela gastrite e úlcera duodenal.

Em declarações à agência Lusa, Carlos Pereira, coordenador do projeto de investigação HELICOVISEU, informou que o estudo levado a cabo ao longo de um ano conclui que um terço dos adolescentes portugueses deu positivo para a infeção por Helicobacter Pylori (HP).

O estudo – desenvolvido por uma equipa de 10 investigadores da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viseu, coordenados por Carlos Pereira e Manuela Ferreira – teve por objetivo quantificar a prevalência da infeção por HP em adolescentes.

Ao todo, foram realizados testes em 447 adolescentes dos concelhos de Viseu e Sátão, com idades entre os 12 e os 18 anos.

“Como era expectável, a infeção por HP é associada à idade, ou seja, quanto mais perto o adolescente estiver dos 18 anos, mais probabilidades existem de estar infetado”, revelou.

De acordo com o investigador, também os adolescentes das zonas rurais têm mais 50 por cento de probabilidades de ter este tipo de infeção.

“O mesmo se aplica aos adolescentes que consomem regularmente bebidas alcoólicas, ou seja, há mais 34 por cento de probabilidades de estarem infetados”, acrescentou.

Carlos Pereira não se mostrou surpreendido com os resultados do projeto, já que diversos estudos sobre a matéria informam que mais de metade da população mundial está infetada por Helicobacter Pylori.

“A prevalência desta bactéria é superior nos países subdesenvolvidos, sendo a principal causa da gastrite e úlcera duodenal. É também uma das principais causas para o cancro de estômago”, acrescentou.

O investigador revelou ainda que a Helicobacter Pylori “é uma bactéria relativamente jovem, que foi descoberta há cerca de 30 anos por Marshall & Warren”, “não existindo consenso sobre a sua forma de transmissão”.

Apesar de mais de metade da população mundial estar infetada por HP, “entre 80 a 90 por cento dos infetados nunca chega a ter sintomas associados à bactéria”.

O projeto de investigação HELICOVISEU conta com o financiamento do Instituto Politécnico de Viseu, Escola Superior de Saúde de Viseu, CI&DETS (Centro de Investigação do IPV) e Fundação para a Ciência e a Tecnologia, e o apoio do Agrupamento de Escolas do Sátão e do IPATIMUP – Universidade do Porto.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico


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