20 ilustraciones fantásticas para fomentar la lectura

Agosto 17, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do blog http://soybibliotecario.blogspot.pt/ de 19 de abril de 2016.

Imágenes que pretenden animar a las personas a leer. ¡Hagamos que este 23 de abril (Día del libro) no sea una excusa para leer! Los libros están todo el año y esconden historias, misterios, tesoros, amores… ¡Preparados para empezar la aventura!

anna forlati

alberto ruggieri

desconocido

loujaina al assil

visualizar o todas as ilustrações no link:

http://soybibliotecario.blogspot.pt/2016/04/ilustraciones-fomentar-lectura.html

 

Workshop Para Pentear as Ideias – 30 de abril na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha

Abril 28, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No Sábado pelas 16h00, esperamos pela participação das crianças no workshop Para Pentear as Ideias dinamizado pela ilustradora Catarina Gomes, na sala infantil.
 Destinatários: crianças a partir dos seis anos
Agradecemos que façam marcação na Biblioteca Municipal pelo tel. 262 841 728 ou por e-mail: biblioteca.municipal@cm-caldas-rainha.pt

Esperamos por vós!

 

14 imagens que explicam o amor entre pai e filha

Abril 26, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 7 de abril de 2016.

Soosh

Protegeu-a quando estava com medo dos monstros, brincou quando ela estava sozinha, nunca lhe negou colo quando estava doente. Uma artista pintou todo este amor em 14 imagens. São de enternecer.

Fala-se de amor eterno e a imagem dos olhos doces de uma mãe a mirar os filhos surge-nos logo na mente. Mas esta jovem artista deu uma nova perspetiva do assunto no Instagram: ela fez desenhos minimalistas das situações onde um pai também demonstra com todo o coração o amor que sente pela sua filha. E isso inclui vestir a pele de um super-herói ou de um bom (e improvável) companheiro de brincadeiras. Veja as imagens de Snezhana Soosh na fotogaleria.

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visualizar toda a fotogaleria no link:

http://observador.pt/2016/04/07/14-imagens-explicam-amor-pai-filha/

 

 

 

 

2.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia

Fevereiro 7, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://lusofonia.oseculo.pt/

Ilustrarte 2016 VII Bienal Internacional de Ilustração para a Infância

Janeiro 21, 2016 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.fundacaoedp.pt/exposicoes/ilustrarte-2016-vii-bienal-de-ilustracao-para-a-infancia/214

A felicidade escondida: “Não se negam pedidos a um anjo”

Dezembro 3, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Expresso de 21 de novembro de 2015.

Teresa Pinto Basto

Filipa Sáragga pinta, escreve e pratica solidariedade social. Tem 31 anos, três livros publicados e uma vontade imensa de partilhar o que aprende com as “crianças azuis” com quem convive.

Katya Delimbeuf

que leva uma rapariga de 26 anos, formada em Belas-Artes, a começar a escrever e a ilustrar livros? O pedido de uma menina de 7 anos com cancro terminal pode dar um valente empurrão. Foi este o clique na vida de Filipa Sáragga, hoje com 31 anos, madrinha desta menina que se chamava Maria – e que morreu. Quando Filipa disse a Maria “um dia vou pintar a tua história”, ela respondeu-lhe “não, a madrinha pinta e escreve”. “Não se negam pedidos a um anjo”, pensou Filipa. Nesse momento, naquele quarto do Instituto Português de Oncologia de Lisboa, ela soube que tinha de escrever a história de Maria, para dar a conhecer a sua sabedoria e o modo como sorria “no meio de tanto sofrimento”.

Nascia assim o livro “Talvez um Anjo”, o segundo de Filipa Sáragga, escrito e ilustrado por ela. Dedicado à memória de Maria Luísa Lousada Laureano, os lucros das vendas reverteram na íntegra para a Associação Nariz Vermelho e para a família da menina. O prefácio foi escrito pela mão do então cardeal patriarca de Lisboa, José Policarpo, e lançado na Fundação Calouste Gulbenkian.

Filipa Sáragga

Antes já tinha havido um primeiro livro (infantil), “O Toiro e a Bailarina”, ilustrado com base em pinturas a óleo da autoria de Filipa Sáragga. A pintora passou por um momento mais difícil na sua vida pessoal e decidiu transformá-lo em algo positivo. “Nesta altura, fora de casa, já me tinha deparado com o verdadeiro sofrimento, com as verdadeiras fragilidades, e decidi que queria pôr o meu trabalho ao serviço dos outros.”. Fala do voluntariado que desenvolveu sempre junto de crianças, muitas institucionalizadas ou “diferentes”, com síndromas de autismo ou trisomia 21. Chama-lhes “crianças azuis”, mas esclarece que também há muitos adultos que se sentem marginalizados e excluídos e que por isso são mal rotulados.

Imprimiu 1700 livros numa gráfica, convenceu Marcelo Rebelo de Sousa e Laurinda Alves a escrever, a apresentou a sua primeira obra no Centro Cultural de Belém (imagine-se…!). Encheu a sala e vendeu os exemplares todos. Os 23.800 euros foram direitinhos para duas associações: a Terra dos Sonhos e a Associação Salvador. Com este novo projeto, Filipa encontrou uma vocação. “Antes sonhava em vir a ser uma boa pintora. Era bastante carreirista”, assume. Depois percebeu que “é uma perda de tempo estarmos demasiado concentrados em nós mesmos”.

Filipa Saragga

Uma das ilustrações de Filipa Sáragga para o livro “A Princesa Azul e a Felicidade Escondida”, onde são visíveis os “meninos azuis” Filipa Saragga

O voluntariado já vinha de trás. “Os meus pais sempre nos incentivaram – a mim e às minhas irmãs – a respeitar e cuidar de quem mais precisa. Lembro-me, desde muito pequena, da felicidade que sentia no Natal quando íamos em família distribuir cabazes a um bairro social muito carenciado. Lembro-me como se fosse hoje da felicidade daquelas famílias ao receberem os cabazes. Consigo ver-lhes o sorriso e sentir-lhes os abraços. A felicidade daquelas crianças era irresistível.”

A felicidade escondida

Este ano, Filipa escreveu nova obra. “A Princesa Azul e a Felicidade Escondida” é um “livro de adultos para crianças que conta a história de uma princesa diferente, nascida com uma cor que não existe”, por ser vítima de bullying, discriminação, exclusão e todos os sofrimentos daí decorrentes. Determinada, Filipa queria contar com o comentário de António Guterres, alto comissário da ONU para os refugiados, na sua obra. Feitos os contactos, ele ligou-lhe, explicando que até poderia ler o livro “sem compromisso” na próxima viagem de avião, mas que não lhe podia prometer nada. Foi por isso com enorme surpresa e satisfação que Filipa recebeu a notícia de que Guterres aceitara escrever-lhe um texto para o início da obra. “Quando olho para os 50 milhões de pessoas que no mundo de hoje tiveram de fugir das suas casas e das suas comunidades por causa da guerra e da violência, gostaria muito que os responsáveis pudessem ter lido ‘A Princesa Azul e a Felicidade Escondida’ e aprendido a lição. O mundo seria bem melhor”, escreveu António Guterres. O livro de Filipa acabou por ser integrado no Plano Nacional de Leitura, no 6º ano.

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Entretanto, Filipa está já a escrever o quarto livro. É uma obra que fala sobre a sua “redescoberta”, que lhe ensinou “o verdadeiro sentido da vida”. Espera “ter oportunidade de fazer isto o resto da vida”. Tem a sorte de ter uma família que a “ajuda a ajudar” e que tem orgulho no caminho que ela escolheu para si. Aprendeu muito com as suas experiências. A não julgar, a relativizar os males da vida, a olhar para o outro e não para si. No fim de tudo, gostava de sentir que fez “outras pessoas felizes” e que valorizou “aquilo que realmente é importante”. Filipa está a fazer a parte dela.

 

 

 

 

O que pode um livro fazer pelas crianças?

Dezembro 1, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Público de 20 de novembro de 2015.

Marta Monteiro

Durante três dias, o mercado nacional do livro infantil vai estar em discussão e em exposição no Espaço Rua das Gaivotas, 6, em Lisboa. Título geral: Os Livros não Têm Idade. Título da mostra que marca o arranque dos encontros, às 18h desta sexta-feira: Rodapé. “As ilustrações estarão expostas a um metro do chão, à altura da linha de visão das crianças. A montagem foi pensada mesmo para elas”, diz Pedro Vieira Moura, curador da exposição e para quem um livro “pode tudo, pode o que se quiser, pode até levar uma pessoa a ser presa”.

David Guéniot, editor da Ghost e que faz parte da organização dos encontros, diz que este “passeio ilustrado pela infância” quer mostrar “que hoje há um tratamento mais arriscado e arrojado em termos de construção do livro infantil e também mais cuidado na própria produção”.

De origem francesa, Guéniot dirige desde 2011 uma editora especializada em livros de artista e acredita que “o livro infantil representa a utopia do livro”, por isso, neste encontro, aposta na “reflexão das suas premissas por todos os intervenientes na criação, do autor ao editor, passando pelo ilustrador e por outros”. Observa que “houve um grande boom nos últimos dez anos” neste segmento e, como viaja bastante, diz que cada vez mais encontra “livros de editoras portuguesas nas livrarias de Paris, de Londres e de outras cidades”. Gosta disso: “É uma prova do reconhecimento da qualidade do que se faz aqui.”

Nova cultura visual

Segundo Pedro Vieira Moura, especialista em banda desenhada e ilustração, a edição para a infância tem vindo a revelar-se “um território com uma capacidade extraordinária de reinvenção e diversidade”. Para o colaborador da Oficina do Cego, “a ilustração portuguesa está como nunca esteve, um trabalho e uma visibilidade conquistados pelos próprios artistas, que procuraram soluções para conseguirem continuar a mostrar os seus projectos”.

O dinamismo na edição para a infância resulta ainda, segundo os organizadores, de “uma nova cultura visual e de uma maior capacidade de risco editorial”. Daí que tenham sido convidados para os encontros editores de hoje e de ontem, como André Letria (da Pato Lógico) e José Oliveira (responsável da literatura infanto-juvenil das Edições Caminho até 2011) para partilharem “com o público as especificidades das suas práticas editoriais na concepção, realização e divulgação de livros infantis”; dos autores e ilustradores espera-se que falem “sobre um livro, uma ideia, um projecto editorial”.

Na noite desta sexta-feira (21h), será lançado O Dicionário do Menino Andersen (Planeta Tangerina), com texto de Gonçalo M. Tavares e ilustrações de Madalena Matoso, com a presença de ambos.

Para as crianças, estão agendados ateliers (manhãs de sábado e domingo) orientados por Alexandra Baudouin e Cláudia Dias, com o objectivo de “sensibilizar para a materialidade do livro, experimentando várias técnicas expressivas e desafiando modos narrativos, revelando o livro como lugar de um processo criativo onde forma e fundo se comunicam”.

No decurso dos encontros, haverá também uma feira de livros infantis que reúne várias editoras, como a Bruaá, a Editorial Caminho, HiHiHi, Kalandraka, Orfeu Negro, Planeta Tangerina e Pato Lógico. Num conjunto de mesas, estarão materiais disponíveis para que se possa pintar, desenhar, mexer e brincar. Pedro Moura chama-lhe “arquipélago Faztu” e convida os visitantes a “criarem os seus próprios postais de Natal”.

A exposição Rodapé conta com trabalhos de Afonso Cruz, Ana Biscaia, André Letria, António Jorge Gonçalves, Bernardo Carvalho, Catarina Sobral, Daniel Silvestre da Silva, João Fazenda, Madalena Matoso, Madalena Moniz, Marta Monteiro, Richard Câmara, Susa Monteiro e Yara Kono.

Em Março de 2016, O Que Um Livro Pode continuará o debate à volta da edição de livros para a infância, mas nessa altura irá centrar-se em projectos editoriais internacionais.

A primeira edição dos encontros começou em 2011 e a organização tem sido partilhada pela editora Ghost, a associação de artes gráficas Oficina do Cego, a plataforma Tipo.pt e a livraria Stet. Assim definem os três dias que anualmente dedicam a debater o livro: “Uma plataforma privilegiada de pensar não apenas as questões do dito ‘mercado alternativo da edição’ em Portugal, mas também as próprias práticas, éticas, processos e dimensões ontológicas da edição, não apenas literária, mas gráfica, fotográfica e visual.”

 

 

Inauguração da Exposição Coletiva de Ilustração – dia 27 de junho, às 17 horas, na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe

Junho 26, 2015 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Vai inaugurar, dia 27 de junho, às 17 horas, na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe, em Santa Iria de Azóia, uma exposição de pintura coletiva de ilustração.

De Eunice Rosado, Inês Carmo, Marta Ribeiro e Yara Kono, esta exposição ficará patente naquele espaço municipal até ao próximo dia 22 de agosto.

Contactos no link:

http://www.cm-loures.pt/Media/Microsite/Cultura/galeria-municipal-do-castelo-de-pirescouxe.html

Exposição Familiarte – Workshops pequenos com graúdos, Mini Ateliês no Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha

Junho 3, 2015 às 6:02 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Exposição patente de 01 a 30 Junho

No mês de Junho o projeto Familiarte (pequenos com graúdos) celebra o seu primeiro aniversário, por esse motivo convidamos todos artistas que colaboraram connosco para uma exposição coletiva onde reunimos alguns exemplares dos trabalhos por si desenvolvidos.

No dia 14 estão todos convidados a celebrar connosco o nosso 1º aniversário. Nesse dia iremos presentear os nossos visitantes com ateliês abertos com alguns dos nossos convidados e algumas surpresas.

mais informações sobre os artistas no link:

http://www.ccc.com.pt/exposicoes/futuras/904-aniversario-do-familiarte-2

 

Todos nós nascemos livres – Direitos humanos em ilustrações

Fevereiro 17, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do http://www.theguardian.com  de 30 de janeiro de 2015.

A selection of rights from the Universal Declaration of Human Rights interpreted by illustrators including Axel Scheffler, Debi Gliori, Chris Ridell and John Burningham.

You can see all 30 articles from the Universal Declaration of Human Rights in We Are All Born Free, published in association with Amnesty International.

On 10 December 1948, just after the second world war, countries got together to declare and sign a set of 30 articles or rules to protect the rights of all people from all countries. It’s called the Universal Declaration of Human Rights and most countries in the world promise to stick to it. How well they do that is another question. This gallery sets out some of those rights with beautiful illustrations. You can see the complete set of 30 rights in We Are All Born Free, published in association with human rights organisation Amnesty International.

Photograph: Amnesty International

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Photograph Amnesty International John BurninghamPhotograph Amnesty International Niki Daly

mais ilustrações no link:

http://www.theguardian.com/childrens-books-site/gallery/2015/jan/30/human-rights-in-pictures-we-are-all-born-free-amnesty

 

 

 

 

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