Vamos Descobrir a Biblioteca Nacional de Portugal – Lançamento livro de Luísa Ducla Soares e Mariana Rio, 27 março na BN

Março 27, 2019 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

http://www.bnportugal.gov.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1429%3Alancamento-vamos-descobrir-a-biblioteca-nacional-de-portugal-27-mar-18h00&catid=170%3A2019&Itemid=1440&lang=pt

Plasticus maritimus. Como explicar o problema do plástico às crianças

Dezembro 14, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 28 de novembro de 2018.

Ana Dias Ferreira

Tem direito a nome científico (inventado pela bióloga Ana Pêgo) e deu um livro da Planeta Tangerina. O problema do plástico nos oceanos está agora acessível a uma criança. Vamos formar ativistas?

É uma espécie exótica e invasora que se encontra em todos os mares e zonas costeiras do mundo. Pode apresentar-se sob uma grande variedade de formas e em todas as cores, incluindo a transparente ou mesmo “invisível”. Em geral, desloca-se fácil e rapidamente, em função dos ventos e correntes. Tem grande facilidade de se adaptar a todos os ecossistemas. Nome científico? Plasticus maritimus, uma designação inventada pela bióloga Ana Pêgo (e agora um livro), que nos últimos quatro anos tem feito questão de gastar o seu latim para falar do problema do plástico nos oceanos.

“O meu objetivo é chegar ao máximo de pessoas. Essa tem sido a minha arma de combate: informar”, diz a bióloga marinha de 47 anos. Munições não lhe faltam: em 2014 reconstruiu o esqueleto de uma baleia de 10 metros só com objetos de plástico branco encontrados na praia, na instalação “Balaena plasticus”, este ano reposta no Centro Cultural de Belém. Em 2015 criou a página Plasticus maritimus para partilhar fotografias do lixo que começou a colecionar e que deu origem a várias exposições. Desenvolve regularmente oficinas e ateliers sobre o ambiente para crianças e famílias, em instituições como a Gulbenkian e o Oceanário. Passa a vida a “escrever para todo o lado”, seja sobre as largadas de balões promovidas pelas câmaras municipais ou os pacotes de sumo com palhinhas distribuídos nas escolas. Agora escreveu também um livro, em parceria com Isabel Minhós Martins, da editora infanto-juvenil Planeta Tangerina, e com ilustrações de Bernardo P. Carvalho. Um guia de campo, como os biólogos fazem quando querem identificar determinadas plantas e animais, para falar desta “espécie invasora” que representa já 80% do lixo que existe nos oceanos e que ameaça sobrepor-se aos peixes em 2050. Objetivo: sensibilizar para um uso mais sensato dos plásticos (metade usados apenas uma vez), formar ativistas, levar à mudança. “Acho que se as pessoas forem informadas sobre o impacto dos nossos hábitos diários, se souberem que as largadas de balões e os cotonetes que atiram para a sanita vão parar ao mar, vão querer fazer alguma coisa. Não podemos continuar à espera que os outros resolvam os assuntos. Temos de ser ativos.”

Dando o exemplo do sabonete em lugar do gel de banho, Ana Pêgo defende que “não é preciso fazer uma mudança radical para começar a ‘desplastificar’”, basta começar por chegar ao supermercado e “não querer as bolachas que são vendidas dentro de dois pacotes”, ou fugir das embalagens de uso único. Esse é também todo o espírito (e mérito) do livro: dar sugestões concretas, descomplicar o que é complicado e tornar um dos maiores problemas e desafios do nosso planeta acessível a uma criança de oito anos.

É por isso que Plasticus maritimus – uma espécie invasora começa por mostrar, antes de mais, qual é a importância de salvar os oceanos, principais reguladores do clima e que produzem mais de 50% do oxigénio que respiramos. Ou que explica afinal o que é o plástico, com direito a uma “pequena aula de físico-química” que mostra como se fabrica e por que é um material tão especial e duradouro, podendo ficar dezenas, às vezes centenas de anos no meio ambiente. É por isso também que depois dos números assustadores — “todos os anos, cerca de oito milhões de toneladas de plástico acabam nos oceanos, o que equivale a serem despejados no mar, a cada hora que passa, cerca de mil toneladas de plástico, um camião cheio por minuto” — se mostram alternativas e bons exemplos que já estão a ser seguidos noutros países, como a lei aprovada em França para banir a louça descartável de plástico até 2020. Ou que se dão ainda sugestões de hábitos a implementar no dia-a-dia, com direito a umas quantas notas de como lidar com a atitude dos outros se nos acharem extraterrestres por recusarmos coisas que não são essenciais, identificarmos bizarrias que não deviam existir (como laranjas descascadas vendidas em placas de esferovite e envolvidas em celofane) ou mandarmos arranjar os objetos que se estragam em vez de ir a correr comprar outros.

Estes hábitos são contra-corrente no mundo da novidade e do “usa-e-deita-fora”,  mas “o livro acaba por sair em plena explosão do plástico”, diz Ana, que em tempos se sentiu sozinha a alertar para uma questão a que ninguém parecia ligar. A sua instalação da baleia branca era o elefante na sala, mas em janeiro deste ano o elefante chegou a Bruxelas, com a apresentação da primeira grande Estratégia Europeia sobre Plásticos por parte da Comissão Europeia. “Este já não é um problema que está lá longe, na ilha do Pacífico feita de plástico, que tem 17 vezes o tamanho de Portugal e que continua a aumentar. É um problema que está aqui na Europa, aqui em Cascais, na nossa costa. Há animais que aparecem mortos e que comeram plástico.” Estão nas notícias, nas imagens (chocantes) postas a circular, começam a estar na agenda política.

Para Ana Pêgo, são os governos e os municípios que podem educar os cidadãos, mas também os cidadãos que podem exigir mais dos seus governos, através das suas escolhas. Mais do que no ecoponto amarelo, acredita numa série de “erres” antes do reciclar (repensar, recusar, reduzir, reparar e reutilizar), e acredita sobretudo no conceito de economia circular: “A reciclagem ainda tem um longo caminho pela frente e gasta recursos, além de que o plástico não é reciclável até ao infinito, ou não é facilmente reciclável de todo”, defende. “Acho que o futuro é a economia circular, que promove a reutilização de recursos e a reparação de materiais”. Citando o livro: “a ideia é que uma matéria-prima, quando é extraída da natureza, circule dentro deste circuito por muito, muito tempo… dando tempo à natureza de se regenerar.”

No seu guia de campo, e como um verdadeiro especialista à procura de uma determinada espécie no seu habitat natural, ensina a preparar uma saída para limpar as praias do Plasticus maritimus: o equipamento a levar, os cuidados a ter, os melhores locais e épocas. Para além de bióloga marinha, Ana Pêgo assume-se como beachcomber, isto é, alguém que não se limita a recolher lixo mas que coleciona e se interessa pela origem e a história dos objetos que encontra. Já apanhou 133 palhinhas na mesma praia e 253 tampas de garrafas em 20 minutos, num passeio no Cabo Raso, e tem coleções de pentes, peças de Lego, rodas, isqueiros, escovas de dentes ou embalagens de soro (todas mostradas no livro). A paixão pelo mar veio-lhe dos tempos de criança e de morar a 200 metros da Praia das Avencas, “o quintal mais incrível que alguém podia ter”. Adora baleias e esta é, resume, a sua forma de as salvar.

 

 

Exposição Colectiva de Ilustração Infantil, inaugurada no dia 26 de maio, em Loures

Maio 23, 2018 às 3:18 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Na Sala Multiusos do Pavilhão do Parque Adão Barata, em Loures, entre 26 de maio e 30 de junho, estará patente mais uma exposição da Coletiva de Ilustração Infantil, que conta com a participação de vários ilustradores.

Onze ilustradores, de vários locais do país, convidados pela Câmara Municipal de Loures, dão-nos a conhecer o seu trabalho, com uma viagem pelo universo das estórias infantis por eles desenhadas.

Ana Sofia Ambrósio, Dinis Mota, Estela Baptista Costa, Helena Veloso, Isabel Sousa, Joana Souto Mateus, João Concha, Margarida Rodrigues, Patrícia Alves, Paulo Galindro e Tânia Clímaco são os artistas convidados desta mostra de ilustração, cuja entrada é gratuita.

Para mais informações contate através dos telefones 211 150 662/211 150 663 ou pelo endereço eletrónico dc_galerias@cm-loures.pt.

A exposição estará aberta de terça-feira a sábado, entre os períodos 10h00/13h00 e 14h00/18h00, encerrando aos domingos, segundas-feiras e feriados.

Saiba mais AQUI.

BIISA – 1.ª Bienal de Ilustração Solidária Ajudaris – 24 Oficinas de ilustração em Amarante

Agosto 4, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições até dia 31 de Agosto

mais informações no link:

http://biisa.weebly.com/

 

Projecto transforma desenhos de crianças em ilustrações incríveis

Dezembro 29, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://cultura.chiadonews.com/

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Chama-se “Monsters Project” e pretende estimular cada vez mais a imaginação das crianças, revelandos os dotes artísticos de cada uma delas.

O projecto recebe desenhos de vários pequenos artistas e tenta manter-se o mais fiel possível às suas criações. Depois disso, profissionais adaptam os montros a ilustrações fantásticas, que dão vida aos desenhos mais mirabolantes.

Conheça algumas das melhores adaptações:

http://cultura.chiadonews.com/2016/11/projecto-transforma-desenhos-de.html

http://themonsterproject.org/

 

 

IX Encontro Concelhio de Bibliotecas Escolares de Leiria : Agarrar o olhar: o papel da ilustração na literatura

Novembro 25, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://eventos.ccems.pt/encontrobeleiria/#1

 

 

20 ilustraciones fantásticas para fomentar la lectura

Agosto 17, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do blog http://soybibliotecario.blogspot.pt/ de 19 de abril de 2016.

Imágenes que pretenden animar a las personas a leer. ¡Hagamos que este 23 de abril (Día del libro) no sea una excusa para leer! Los libros están todo el año y esconden historias, misterios, tesoros, amores… ¡Preparados para empezar la aventura!

anna forlati

alberto ruggieri

desconocido

loujaina al assil

visualizar o todas as ilustrações no link:

http://soybibliotecario.blogspot.pt/2016/04/ilustraciones-fomentar-lectura.html

 

Workshop Para Pentear as Ideias – 30 de abril na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha

Abril 28, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No Sábado pelas 16h00, esperamos pela participação das crianças no workshop Para Pentear as Ideias dinamizado pela ilustradora Catarina Gomes, na sala infantil.
 Destinatários: crianças a partir dos seis anos
Agradecemos que façam marcação na Biblioteca Municipal pelo tel. 262 841 728 ou por e-mail: biblioteca.municipal@cm-caldas-rainha.pt

Esperamos por vós!

 

14 imagens que explicam o amor entre pai e filha

Abril 26, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 7 de abril de 2016.

Soosh

Protegeu-a quando estava com medo dos monstros, brincou quando ela estava sozinha, nunca lhe negou colo quando estava doente. Uma artista pintou todo este amor em 14 imagens. São de enternecer.

Fala-se de amor eterno e a imagem dos olhos doces de uma mãe a mirar os filhos surge-nos logo na mente. Mas esta jovem artista deu uma nova perspetiva do assunto no Instagram: ela fez desenhos minimalistas das situações onde um pai também demonstra com todo o coração o amor que sente pela sua filha. E isso inclui vestir a pele de um super-herói ou de um bom (e improvável) companheiro de brincadeiras. Veja as imagens de Snezhana Soosh na fotogaleria.

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visualizar toda a fotogaleria no link:

http://observador.pt/2016/04/07/14-imagens-explicam-amor-pai-filha/

 

 

 

 

2.º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia

Fevereiro 7, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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luso

mais informações:

http://lusofonia.oseculo.pt/

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