Ahahahahahaha! Livros infantis com sentido de humor

Julho 21, 2019 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Observador de 22 de junho de 2019.

Ana Dias Ferreira

Não contam piadas mas fazem rir, e o que lhes falta em princesas sobra-lhes em lata. Sete livros infantis (mais uma trilogia) que no último ano trocaram as lições de moral pelo humor certeiro.

1. Banana!

De Bernardo P. Carvalho (Planeta Tangerina). 12,50€

A Nuvem, o Sol, o Mar, o Iceberg, o Vento, o Vulcão, a Floresta, o Arco-Íris e o Reflexo. As nove personagens do novo livro de Bernardo Carvalho compõem uma panorâmica idílica, e sabem disso. O ilustrador deu caras sorridentes a colagens em papel colorido e pôs de pé esta história original onde a natureza se esmera para ficar bem nas fotografias e nas selfies dos turistas. Um dia o Vulcão acorda com má cara, “a chocar alguma”, e para além de uma erupção inesperada – “deve ter sido daquelas pedras que comi há 2500 anos” – há um sem-fim de brincadeiras com os elementos. Como diz a breve sinopse de uma linha, “um show daqueles”.

2. Trilogia das Formas

Texto de Mac Barnett, ilustrações de Jon Klassen (Orfeu Negro). 14€ cada

Jon Klassen é o Buster Keaton da ilustração infantil: bastam-lhe poucos traços e expressões impassíveis para nos fazer rir. De entre a sua já vasta obra, o melhor exemplo deste talento é mesmo a trilogia dedicada às formas geométricas, onde um triângulo, um quadrado e um círculo ganham vida com um simples par de pernas ou de olhos. A história de cada livro, escrita por Mac Barnett, é igualmente minimal e parte sempre de uma premissa quase nonsense: no primeiro volume, é o Triângulo que quer pregar “uma valente partida” ao Quadrado. No segundo, é o Quadrado que quer impressionar a Círculo com uma escultura. Resta esperar pela edição portuguesa do terceiro (no verão deste ano) e ver o que preparou a mais perfeita das formas.

3. Então, Morde?

De Jean Gourounas (Editorial Bizâncio). 11,90€

Um pinguim está parado no gelo, com um ar aborrecido, a pescar. A neve cai, o peixe não morde. Um a um, vão aparecendo outros animais do Ártico. A morsa pergunta “o que se passa aqui?”, a foca acrescenta “o peixe morde?” Mas nada acontece. A neve continua a cair, o pinguim continua no mesmo sítio com o mesmo ar aborrecido, o mesmo buraco no gelo e a mesma cana de pesca estática. Um mistério polar, explorado no sentido mais cómico pelas ilustrações do francês Jean Gourounas e o ritmo de animação lenta. Então, morde?, pergunta o título. O suspense permanece quase até ao fim.

4. Um Capuchinho Vermelho

De Marjolaine Leray (Orfeu Negro). 9,90€

Pequenino mas cheio de lata. Os dois adjetivos aplicam-se tanto a este livrinho como ao seu protagonista. Apenas com gatafunhos em três cores – branco, vermelho e preto –, a francesa Marjolaine Leray transforma o velho conto do Capuchinho Vermelho numa história inesperada e cheia de humor. Nesta versão, o dito Capuchinho não tem nada de ingénuo e é antes uma menina destemida, que não só não tem medo dos dentes afiados do lobo mau como ainda o acusa de ter mau hálito.

5. Lisboa Divertida — Livro de Atividades

Texto de Andreia Ribeiro, ilustrações de Alberto Faria (Caminho das Palavras). 9,90€

É apresentado como “uma passagem secreta para uma Lisboa diferente” e é, de facto, um livro especial. O divertido do título também não está lá por acaso, com uma série de atividades que desafiam os mais pequenos a atravessar um labirinto para ajudar Camões a encontrar o olho que perdeu em África, por exemplo, a contar os pombos em cima da estátua do cauteleiro ou a desenhar um teto para o Convento do Carmo. Uma visita guiada original que passa por outras paragens emblemáticas da capital, como a ponte 25 de Abril, o Oceanário, o Cristo-Rei ou o Museu dos Coches. Com mais um extra cómico: um marcador Martim Moniz, assim entalado no livro (e não na porta do Castelo dos Mouros).

6. Eléctrico 28

Texto de Davide Cali, ilustrações de Magali Le Huche (Nuvem de Letras). 14,90€

Davide Cali é conhecido pelos seus livros cheios de ritmo e sentido de humor. Em 2018, o autor suíço deu-nos este bombom com as suas melhores qualidades, passado num cenário familiar: o lisboeta elétrico 28. Na história ilustrada pela francesa Magalie Le Huche, não há enchentes de turistas (nem carteiristas), antes
um enredo imaginativo em que o condutor do elétrico, Amadeo, gosta de fazer de Cupido e dar uma mãozinha aos apaixonados tímidos que apanha entre o Martim Moniz e Campo de Ourique. Uma história de amor sobre carris, com direito a manobras, travagens bruscas e pastel de nata.

7. As Palavras que Fugiram do Dicionário

Texto de Sandro William Junqueira, ilustrações de Richard Câmara (Caminho). 14,90€

Quantas palavras existem num dicionário? O escritor Sandro William Junqueira, que as conhece bem, conseguiu inventar mais 23, num livro imaginativo e com sentido de humor. Três exemplos: alfabelo (“a pessoa que organiza alfabeticamente a beleza, para que seja mais fácil encontrá-la no meio das coisas feias”), esquecedor (“aparelho que aquece as pessoas esquecidas”) e orelheiras (“manifestação física de uma pessoa que está muito exausta de ouvir”). É fazer uma nova edição revista do dicionário de língua portuguesa e começar a usá-las.

8. Supõe…

Texto de Alastair Reid, ilustrações de Joohee Yoon (Bruaá). 16€

Todas as páginas começam pela palavra “supõe” e têm em comum um enorme sentido de humor. Às vezes são suposições muito curtas – “supõe que ensinava o meu cão a ler” –, outras muito longas e escritas de um fôlego, como os miúdos quando estão a contar coisas, demasiado entusiasmados para usar sinais de pontuação: “Supõe que construía o meu foguetão e ia até à lua mas não gostava muito e voltava para casa sem dizer nada a ninguém e me ria sozinho quando as outras pessoas falavam sobre isso.” Alastair Reid não precisa de supor: escreveu de facto um livro divertido, cheio de ideias estapafúrdias, nenhuma delas óbvia.

Pela Estrada Fascinante” 1º Encontro Internacional de Literatura, Ilustração e Edição para a Infância do Município de Aveiro – 6 de julho

Junho 30, 2019 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.cm-aveiro.pt/visitantes/agenda-aveiro/evento/pela-estrada-fascinante

Vamos Descobrir a Biblioteca Nacional de Portugal – Lançamento livro de Luísa Ducla Soares e Mariana Rio, 27 março na BN

Março 27, 2019 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

http://www.bnportugal.gov.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1429%3Alancamento-vamos-descobrir-a-biblioteca-nacional-de-portugal-27-mar-18h00&catid=170%3A2019&Itemid=1440&lang=pt

Plasticus maritimus. Como explicar o problema do plástico às crianças

Dezembro 14, 2018 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 28 de novembro de 2018.

Ana Dias Ferreira

Tem direito a nome científico (inventado pela bióloga Ana Pêgo) e deu um livro da Planeta Tangerina. O problema do plástico nos oceanos está agora acessível a uma criança. Vamos formar ativistas?

É uma espécie exótica e invasora que se encontra em todos os mares e zonas costeiras do mundo. Pode apresentar-se sob uma grande variedade de formas e em todas as cores, incluindo a transparente ou mesmo “invisível”. Em geral, desloca-se fácil e rapidamente, em função dos ventos e correntes. Tem grande facilidade de se adaptar a todos os ecossistemas. Nome científico? Plasticus maritimus, uma designação inventada pela bióloga Ana Pêgo (e agora um livro), que nos últimos quatro anos tem feito questão de gastar o seu latim para falar do problema do plástico nos oceanos.

“O meu objetivo é chegar ao máximo de pessoas. Essa tem sido a minha arma de combate: informar”, diz a bióloga marinha de 47 anos. Munições não lhe faltam: em 2014 reconstruiu o esqueleto de uma baleia de 10 metros só com objetos de plástico branco encontrados na praia, na instalação “Balaena plasticus”, este ano reposta no Centro Cultural de Belém. Em 2015 criou a página Plasticus maritimus para partilhar fotografias do lixo que começou a colecionar e que deu origem a várias exposições. Desenvolve regularmente oficinas e ateliers sobre o ambiente para crianças e famílias, em instituições como a Gulbenkian e o Oceanário. Passa a vida a “escrever para todo o lado”, seja sobre as largadas de balões promovidas pelas câmaras municipais ou os pacotes de sumo com palhinhas distribuídos nas escolas. Agora escreveu também um livro, em parceria com Isabel Minhós Martins, da editora infanto-juvenil Planeta Tangerina, e com ilustrações de Bernardo P. Carvalho. Um guia de campo, como os biólogos fazem quando querem identificar determinadas plantas e animais, para falar desta “espécie invasora” que representa já 80% do lixo que existe nos oceanos e que ameaça sobrepor-se aos peixes em 2050. Objetivo: sensibilizar para um uso mais sensato dos plásticos (metade usados apenas uma vez), formar ativistas, levar à mudança. “Acho que se as pessoas forem informadas sobre o impacto dos nossos hábitos diários, se souberem que as largadas de balões e os cotonetes que atiram para a sanita vão parar ao mar, vão querer fazer alguma coisa. Não podemos continuar à espera que os outros resolvam os assuntos. Temos de ser ativos.”

Dando o exemplo do sabonete em lugar do gel de banho, Ana Pêgo defende que “não é preciso fazer uma mudança radical para começar a ‘desplastificar’”, basta começar por chegar ao supermercado e “não querer as bolachas que são vendidas dentro de dois pacotes”, ou fugir das embalagens de uso único. Esse é também todo o espírito (e mérito) do livro: dar sugestões concretas, descomplicar o que é complicado e tornar um dos maiores problemas e desafios do nosso planeta acessível a uma criança de oito anos.

É por isso que Plasticus maritimus – uma espécie invasora começa por mostrar, antes de mais, qual é a importância de salvar os oceanos, principais reguladores do clima e que produzem mais de 50% do oxigénio que respiramos. Ou que explica afinal o que é o plástico, com direito a uma “pequena aula de físico-química” que mostra como se fabrica e por que é um material tão especial e duradouro, podendo ficar dezenas, às vezes centenas de anos no meio ambiente. É por isso também que depois dos números assustadores — “todos os anos, cerca de oito milhões de toneladas de plástico acabam nos oceanos, o que equivale a serem despejados no mar, a cada hora que passa, cerca de mil toneladas de plástico, um camião cheio por minuto” — se mostram alternativas e bons exemplos que já estão a ser seguidos noutros países, como a lei aprovada em França para banir a louça descartável de plástico até 2020. Ou que se dão ainda sugestões de hábitos a implementar no dia-a-dia, com direito a umas quantas notas de como lidar com a atitude dos outros se nos acharem extraterrestres por recusarmos coisas que não são essenciais, identificarmos bizarrias que não deviam existir (como laranjas descascadas vendidas em placas de esferovite e envolvidas em celofane) ou mandarmos arranjar os objetos que se estragam em vez de ir a correr comprar outros.

Estes hábitos são contra-corrente no mundo da novidade e do “usa-e-deita-fora”,  mas “o livro acaba por sair em plena explosão do plástico”, diz Ana, que em tempos se sentiu sozinha a alertar para uma questão a que ninguém parecia ligar. A sua instalação da baleia branca era o elefante na sala, mas em janeiro deste ano o elefante chegou a Bruxelas, com a apresentação da primeira grande Estratégia Europeia sobre Plásticos por parte da Comissão Europeia. “Este já não é um problema que está lá longe, na ilha do Pacífico feita de plástico, que tem 17 vezes o tamanho de Portugal e que continua a aumentar. É um problema que está aqui na Europa, aqui em Cascais, na nossa costa. Há animais que aparecem mortos e que comeram plástico.” Estão nas notícias, nas imagens (chocantes) postas a circular, começam a estar na agenda política.

Para Ana Pêgo, são os governos e os municípios que podem educar os cidadãos, mas também os cidadãos que podem exigir mais dos seus governos, através das suas escolhas. Mais do que no ecoponto amarelo, acredita numa série de “erres” antes do reciclar (repensar, recusar, reduzir, reparar e reutilizar), e acredita sobretudo no conceito de economia circular: “A reciclagem ainda tem um longo caminho pela frente e gasta recursos, além de que o plástico não é reciclável até ao infinito, ou não é facilmente reciclável de todo”, defende. “Acho que o futuro é a economia circular, que promove a reutilização de recursos e a reparação de materiais”. Citando o livro: “a ideia é que uma matéria-prima, quando é extraída da natureza, circule dentro deste circuito por muito, muito tempo… dando tempo à natureza de se regenerar.”

No seu guia de campo, e como um verdadeiro especialista à procura de uma determinada espécie no seu habitat natural, ensina a preparar uma saída para limpar as praias do Plasticus maritimus: o equipamento a levar, os cuidados a ter, os melhores locais e épocas. Para além de bióloga marinha, Ana Pêgo assume-se como beachcomber, isto é, alguém que não se limita a recolher lixo mas que coleciona e se interessa pela origem e a história dos objetos que encontra. Já apanhou 133 palhinhas na mesma praia e 253 tampas de garrafas em 20 minutos, num passeio no Cabo Raso, e tem coleções de pentes, peças de Lego, rodas, isqueiros, escovas de dentes ou embalagens de soro (todas mostradas no livro). A paixão pelo mar veio-lhe dos tempos de criança e de morar a 200 metros da Praia das Avencas, “o quintal mais incrível que alguém podia ter”. Adora baleias e esta é, resume, a sua forma de as salvar.

 

 

Exposição Colectiva de Ilustração Infantil, inaugurada no dia 26 de maio, em Loures

Maio 23, 2018 às 3:18 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Na Sala Multiusos do Pavilhão do Parque Adão Barata, em Loures, entre 26 de maio e 30 de junho, estará patente mais uma exposição da Coletiva de Ilustração Infantil, que conta com a participação de vários ilustradores.

Onze ilustradores, de vários locais do país, convidados pela Câmara Municipal de Loures, dão-nos a conhecer o seu trabalho, com uma viagem pelo universo das estórias infantis por eles desenhadas.

Ana Sofia Ambrósio, Dinis Mota, Estela Baptista Costa, Helena Veloso, Isabel Sousa, Joana Souto Mateus, João Concha, Margarida Rodrigues, Patrícia Alves, Paulo Galindro e Tânia Clímaco são os artistas convidados desta mostra de ilustração, cuja entrada é gratuita.

Para mais informações contate através dos telefones 211 150 662/211 150 663 ou pelo endereço eletrónico dc_galerias@cm-loures.pt.

A exposição estará aberta de terça-feira a sábado, entre os períodos 10h00/13h00 e 14h00/18h00, encerrando aos domingos, segundas-feiras e feriados.

Saiba mais AQUI.

BIISA – 1.ª Bienal de Ilustração Solidária Ajudaris – 24 Oficinas de ilustração em Amarante

Agosto 4, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrições até dia 31 de Agosto

mais informações no link:

http://biisa.weebly.com/

 

Projecto transforma desenhos de crianças em ilustrações incríveis

Dezembro 29, 2016 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://cultura.chiadonews.com/

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Chama-se “Monsters Project” e pretende estimular cada vez mais a imaginação das crianças, revelandos os dotes artísticos de cada uma delas.

O projecto recebe desenhos de vários pequenos artistas e tenta manter-se o mais fiel possível às suas criações. Depois disso, profissionais adaptam os montros a ilustrações fantásticas, que dão vida aos desenhos mais mirabolantes.

Conheça algumas das melhores adaptações:

http://cultura.chiadonews.com/2016/11/projecto-transforma-desenhos-de.html

http://themonsterproject.org/

 

 

IX Encontro Concelhio de Bibliotecas Escolares de Leiria : Agarrar o olhar: o papel da ilustração na literatura

Novembro 25, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://eventos.ccems.pt/encontrobeleiria/#1

 

 

20 ilustraciones fantásticas para fomentar la lectura

Agosto 17, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do blog http://soybibliotecario.blogspot.pt/ de 19 de abril de 2016.

Imágenes que pretenden animar a las personas a leer. ¡Hagamos que este 23 de abril (Día del libro) no sea una excusa para leer! Los libros están todo el año y esconden historias, misterios, tesoros, amores… ¡Preparados para empezar la aventura!

anna forlati

alberto ruggieri

desconocido

loujaina al assil

visualizar o todas as ilustrações no link:

http://soybibliotecario.blogspot.pt/2016/04/ilustraciones-fomentar-lectura.html

 

Workshop Para Pentear as Ideias – 30 de abril na Biblioteca Municipal das Caldas da Rainha

Abril 28, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No Sábado pelas 16h00, esperamos pela participação das crianças no workshop Para Pentear as Ideias dinamizado pela ilustradora Catarina Gomes, na sala infantil.
 Destinatários: crianças a partir dos seis anos
Agradecemos que façam marcação na Biblioteca Municipal pelo tel. 262 841 728 ou por e-mail: biblioteca.municipal@cm-caldas-rainha.pt

Esperamos por vós!

 

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