Conferência “Crianças, Género e Direitos Humanos” – Conferência Comemorativa do Dia Internacional da Criança – 1 de junho em Lisboa

Maio 27, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/events/752932084885247/

Congresso Internacional | Igualdade de Género: Velhos e Novos Desafios | 12 de maio 2017 em Braga

Abril 7, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Entrada Gratuita (Inscrição obrigatória)
ciidh@direito.uminho.pt

Inscrição obrigatória
Até dia 5 de maio de 2017

mais informações:

https://www.direito.uminho.pt/pt/Agenda/Paginas/Congresso-Internacional-Igualdade-de-G%C3%A9nero-Velhos-e-Novos-Desafios.aspx

https://www.facebook.com/events/358964007831475/

Já está disponível para download o InfoCEDI n.º 68 sobre Igualdade de Género

Março 24, 2017 às 1:15 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 68. Esta é uma compilação abrangente e actualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Igualdade de Género .

Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line. Pode aceder a esta publicação AQUI.

Porque é que os meninos não devem brincar com bonecas?

Março 14, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Paula Cosme Pinto publicado no http://expresso.sapo.pt/ de 1 de março de 2017.

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Lembro-me de há uns tempos o marido de uma amiga ter ficado altamente incomodado quando ela deixou o filho pintar a unhas com verniz. O miúdo, com pouco mais de cinco anos, achava um piadão às unhas coloridas da mãe e deleitou-se quando viu as suas transformadas num verdadeiro arco-íris. Como podem calcular, a única coisa de que o miúdo não gostou, nem sequer percebeu, foi a zanga. Conto este episódio porque já discorremos sobre ele em conjunto e porque é apenas um entre os muitos que acontecem entre pais e filhos, quando os primeiros têm dificuldade em deixar cair ideias pré-definidas no que toca ao que é apropriado a meninas e meninos. Afinal, qual é o mal de um miúdo querer pintar as unhas?

O mal está exclusivamente na cabeça dos adultos, que carregam consigo uma série de preconceitos, enraizados na nossa sociedade há séculos e que demoram a cair, mesmo quando estamos despertos para a necessidade urgente de o fazer. Continua a existir uma vontade e necessidade de se colocar rótulos naquilo que é esperado de cada género, desde criança, seja na forma como nos comportamos em sociedade e no seio familiar, nas atividades que gostamos de fazer, nas escolhas para o futuro. Em parte, isto também explica porque teimamos em dar carrinhos, bolas e miniaturas de materiais de construção aos garotos, enquanto que às garotas a escolha habitual – e igualmente pouco refletida – vai para cozinhas em miniatura, tiaras de princesa e bonecos ao género do bebé chorão.

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Muito se tem falado sobre a importância de estimularmos as meninas a fazerem outro tipo de atividades nas suas brincadeiras para além do universo cor-de-rosa, desde o desporto às ciências. Fazemo-lo convictos de que a alteração de certos padrões associados às expectativas que recaem sobre o sexo feminino desde tenra idade venham a contribuir para que elas se possam transformar em mulheres menos submissas, menos espartilhadas nas suas escolha e com a confiança suficiente para escolherem o que bem lhes apetecer para o seu futuro, mesmo que seja um trabalho ou atividade regra geral associado ao sexo masculino. Contudo, temo-nos esquecido constantemente de fazer o exercício contrário: promover a igualdade de género também entre os meninos e rapazes, dando-lhes espaço para serem e fazerem aquilo que mais gostarem. Para além dos tais rótulos do que supostamente é para menino ou para menina.

#ABoyCanToo, o projeto que todos devemos espreitar

Há uma fotógrafa canadiana que se dedica precisamente a tentar quebrar este estereótipos de género tão comuns na educação das crianças há mais de uma ano. Baseada nas diferentes personalidades dos seus três filhos, Kirsten McGoey começou em 2016 um movimento fotográfico associado à hashtag #ABoyCanToo, que se tornou num enorme sucesso. Em 2017, a primeira foto que publicou foi precisamente a de um menino a pintar as unhas e foi por isso que me lembrei de hoje o partilhar convosco.

As fotos de McGoey são feitas em estúdio, com meninos e pré-adolescente dos 4 aos 16 anos. Um género de elogio às suas escolhas, como fonte de inspiração para outras crianças que não se sentem à vontade para fazer coisas tão simples quanto patinagem artística, sapateado, cozinhar, brincar com bonecas, usar cabelo comprido e por aí fora. O resultado é um conjunto de retratos simbólicas que para muitos podem até ser desconfortáveis, mas cuja leitura aos olhos de uma criança não deveria ser mais do que normalidade.

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Hoje, o projeto alargou-se (e até aceita propostas de outros países), mas McGoey começou por fotografar os seus próprios filhos, fascinada pela diversidade de comportamentos e escolhas que cada um fazia individualmente. Tanto gostavam de jogar à bola e de brincar às lutas, como também gostavam de dançar, de usar peças cor-de-rosa e de fazer bolos (principalmente o filho do meio). O mais importante? Não era nenhuma destas coisas isso que os definia no seu todo. Não é o facto de gostarem de usar cor de rosa ou de brincarem com bonecas que os torna menos rapazes, nem tampouco menos masculinos. Não é isso que vai ditar o futuro da sua vida, incluindo as escolhas afectivas ou de orientação sexual. Escolhas que, quer queiramos quer não, serão individuais, sem direito a opinião alheia, incluindo a dos pais.

Aos olhos desta mãe tudo isto era e é cada vez mais claro: como crianças que são, devem ter espaço para explorar e descobrir os seus gostos individuais, e terem a liberdade para fazerem escolhas, sem os espartilhos criados pelos preconceitos dos adultos. Preconceitos que as crianças vão aprender rapidamente e adoptar para as suas vidas, tanto na sua autopercepção como na percepção do próximo. Se não queremos ter crianças preconceituosas, cabe-nos a nós dar-lhes o bom exemplo desde cedo e estarmos abertos para as clarificar quando as dúvidas surgirem. Mesmo que tal não aconteça em casa, acreditem, mais cedo ou mais tarde alguém lhes vai dizer que não é normal um menino brincar com bonecas ou pintar as unhas. Haja alguém que lhes explique que fazer esse comentário é que não é normal.

Espreitar este magnífico trabalho em conjunto pode ser um bom ponto de partida para mostrarem às crianças que vos rodeiam que o preconceito individual de cada uma nós depende… só de nós mesmos.

 

 

 

Save the Children indica Cuba como melhor país para ser menina na América Latina

Novembro 23, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Relatório | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.hypeness.com.br/

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Em outubro deste ano, a ONG Save The Children divulgou um relatório intitulado Hasta la Última Niña (“Até a última menina”, em espanhol) em que aponta os países que oferecem melhores oportunidades para o desenvolvimento das meninas. Enquanto a Suécia foi a primeira colocada no mundo segundo a instituição, seguida por Finlândia e Noruega, Cuba foi o país com melhor desempenho entre todos os localizados na América Latina e no Caribe.

No índice criado pela organização, Cuba ficou em 34º lugar geral em termos de oportunidades para meninas – o Brasil ficou com a 102ª posição. Entre os pontos levados em consideração para compor o ranking estão os índices de casamento infantil, gravidez na adolescência, mortalidade materna, mulheres na política e acesso à educação.

Na comparação com outros países, Cuba ficou na frente do Japão e apenas duas posições atrás dos Estados Unidos. Com a conquista, o país se torna um modelo para outros países em desenvolvimento em termos de igualdade e oportunidade para as mulheres.

De acordo com a agência EFE, a assessora de governabilidade para América Latina e o Caribe da Save the Children, Teresa Carpio, teria lembrado que a violência é a principal barreira para o desenvolvimento das meninas na América Latina. O problema afeta de maneira ainda pior as meninas descendentes de povos originários e negras.

O ranking analisou um total de 144 países. O Haiti foi o país com o pior desempenho entre os que estão localizados na região da América Latina e Caribe, enquanto a República Centro-africana, o Chade e o Níger ocupam as três últimas posições do ranking mundial. Para ver o relatório completo, clique aqui.

Texto da Save the Children no link:

https://www.savethechildren.es/publicaciones/hasta-la-ultima-nina

 

 

Portugal é um dos melhores países do mundo para se ser rapariga

Outubro 28, 2016 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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notícia do https://www.publico.pt/ de 11 de outubro de 2016.

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Portugal está entre os dez países do mundo em que as jovens mulheres têm mais oportunidades, de acordo com um ranking publicado esta terça-feira por uma organização não-governamental.

Segundo o índice elaborado pela ONG Save The Children, Portugal aparece no oitavo lugar a nível mundial, entre os países que mais oportunidades apresentam para as raparigas. As jovens portuguesas têm a possibilidade de terem um futuro melhor do que as suíças, italianas, espanholas ou alemãs.

O índice junta uma série de indicadores que tentam mostrar uma “imagem da situação das raparigas nos países de todo o mundo”.

Os indicadores medidos pela Save The Children são o “casamento infantil”, “gravidez na adolescência”, “mortalidade maternal”, “mulheres no Parlamento” e “conclusão do ensino secundário”. Cada país recebe pontos cumulativos consoante a falta de progresso em cada área – o que faz com que pontuações mais altas correspondam a piores situações para as mulheres.

A pontuação atribuída a Portugal depende quase em exclusivo da pouca representatividade das mulheres no Parlamento. Nas últimas eleições legislativas foram eleitas 76 deputadas, que preenchem um terço do hemiciclo. Este indicador é aquele em que a generalidade dos países mais falha. A sua inclusão é justificada pela premissa de que “uma proporção mais elevada de deputadas no Parlamento corresponde a maior atenção dada a questões que afectam os direitos das raparigas”.

A Suécia é o país que mais oportunidades garante às raparigas, seguido da Finlândia, Noruega e Holanda, enquanto o pior é o Níger, atrás do Chade e da República Centro-Africana.

Apesar de ser notória uma relação entre o desenvolvimento económico e as oportunidades dadas às jovens mulheres, há algumas surpresas. Os EUA, por exemplo, aparecem abaixo do top-30, ao nível de países como o Cazaquistão ou a Argélia. A posição das mulheres é fragilizada por causa da grande prevalência de mães adolescentes e do elevado nível de mortes durante a gravidez. Segundo o relatório, morreram 14 mulheres norte-americanas por cada cem mil nascimentos em 2015.

Por outro lado, países menos desenvolvidos, como o Ruanda, Cuba e Bolívia, apresentam os maiores índices de paridade nos parlamentos nacionais.

O Brasil apresenta dados preocupantes, ocupando o 102.º lugar do ranking, muito por causa dos elevados índices de adolescentes grávidas e casamentos de crianças.

“Não é uma inevitabilidade que os países de baixos rendimentos produzam desigualdade de género”, conclui Lisa Wise, uma das autoras do relatório.

 

Curso de Formação Especializada em Igualdade de Género

Setembro 30, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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candidaturas até 7 de Outubro.

mais informações no link:

http://www.iscsp.ulisboa.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2109&catid=157&Itemid=395

Boas Práticas no Combate aos Estereótipos de Género na Educação

Fevereiro 9, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto do site do CIG de 26 de janeiro de 2015.

Preparada por ocasião da Conferência sobre Educação, realizada em Helsínquia, em outubro de 2014, a compilação de boas práticas na promoção de uma educação livre de estereótipos de género foi agora revista e ampliada pelo Conselho da Europa. Esta compilação de boas práticas está disponível no sítio Igualdade de Género do Conselho da Europa, em língua inglesa e em língua francesa.

“Achieving gender equality is central to the protection of human rights, the functioning of democracy, respect for the rule of law and economic growth and competitiveness” CoE Gender Equality Strategy 2014-2017

“La réalisation de l’égalité entre les sexes est essentielle pour assurer la protection des droits de l’homme , le fonctionnement de la démocratie, le respect de l’Etat de droit ainsi que la croissance et ls durabilité économiques” Stratégie du CdeE pour l’égalité entre les femmes et les hommes 2014-2017

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Oficina de Formação em Educação, Género e Cidadania

Janeiro 2, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.cig.gov.pt  de 22 de dezembro de 2014.

A Universidade da Beira Interior (UBI) vai realizar as duas ações de formação, para docentes dos ensino básico e secundário, previstas para este ano letivo, no âmbito do «V Plano Nacional para a Igualdade de Género Cidadania e Não Discriminação», dando-se assim cumprimento às medidas 15 e 17 deste Plano.

Oficina de formação «EDUCAÇÃO, GÉNERO E CIDADANIA»

1ª ação:
24 de janeiro a 27 de março de 2015
Duração: 30h (15 horas presenciais e 15 horas não presenciais)

2ª ação:
28 de fevereiro a 8 de maio de 2015
Duração: 30h (15 horas presenciais e 15 horas não presenciais)

Estas ações têm como objetivo apoiar docentes dos ensinos básico e secundário a implementar práticas educativas integradoras da dimensão de género e promotoras de uma efetiva igualdade entre mulheres e homens, através da aplicação dos Guiões de Educação Género e Cidadania.

Veja mais »

Inscreva-se e preencha o formulário online. Inscrições até 10 de janeiro (1ª ação) e 14 de fevereiro (2ª ação)

Violência de Género na Escola – Infografia

Dezembro 10, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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UNESCO_SRGBV_INFOGRAPHIC_FINAL_V2

mais informações:

http://www.ungei.org/infobycountry/index_5903.html

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