Lançamento do livro “Alerta Premika! Risco online detetado” em Ponta Delgada

Julho 15, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Livros, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Açores Magazine de 8 de julho de 2018.

 

 

IAC-Açores apresenta livro ‘Alerta Premika! Risco Online Detetado’

Julho 13, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Açores Magazine de 3 de junho de 2018.

mais informações sobre o livro no link:

http://alertapremika.blogspot.com/

 

 

“Hoje em dia assistimos a uma super-protecção excessiva dos pais em relação aos seus filhos”

Março 5, 2016 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista de Cinelândia Cogumbreiro ao Correio dos Açores no dia 19 de fevereiro de 2016.

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Escrito por Nélia Câmara

Cinelândia Cogumbreiro, aos 83 anos de vida, continua muito activa sempre em prol das crianças e dos menos favorecidos, mas a sua vida não foi ligada apenas a uma actividade. Desempenhou várias funções, tanto na política, na cultura e sociedade, em geral. O seu trabalho foi, e é reconhecido. Foi homenageada por várias instituições, publicações e órgãos de soberania. É uma mulher que não baixa os braços. Defende que temos de “preservar a Família, como instituição altamente especializada e preservar também valores e princípios fundamentais”. Tudo porque, como opina, “uma sociedade que cuida das crianças e respectivas famílias e dos idosos, é uma sociedade que assegura o futuro, proporcionando a todas as crianças uma vida de oportunidades, que lhes permite uma mais-valia social, cultural e económica”.

Esteve ligada à política e foi deputada à Assembleia Legislativa Regional dos Açores? Que episódios recorda desta passagem? Que momentos a marcaram?
É verdade. Quando me convidaram não decidi de imediato, embora me agradasse a ideia de vir a participar activamente no órgão máximo da Democracia, a Assembleia Legislativa Regional.
Depois de uma breve reflexão em família, resolvi aceitar o convite, sem hesitações. Era mais uma oportunidade que se me deparava para me dedicar também à causa pública justamente no momento áureo da autonomia.
Tive a sorte de conhecer e conviver muito de perto com pessoas de valores, princípios e saberes com quem muito aprendi e que jamais esquecerei, também a sua idoneidade política.
Foi uma época de talentos, brilhantes oradores, grandes difusores de causas públicas e verdadeiros construtores da Autonomia Democrática.
Foram muitos os momentos que me marcaram positivamente dos quais destaco a minha eleição para Representante da Região Autónoma dos Açores no Conselho Nacional da Educação pelas repercussões que teve na minha vida na altura e no futuro.

Foi homenageada com o “Prémio Mulher Activa 2004” atribuído pela revista Activa, com o “Prémio Prestígio 2007” atribuído pelo jornal Correio dos Açores e com o “Diploma de Reconhecimento Municipal” atribuído pelo Município de Ponta Delgada, em 2011, tendo, ainda, sido condecorada pelo Presidente da República com o grau de Comendadora da Ordem do Mérito, a 10 de Junho de 2011.

Que simbolismo na sua carreira e na sua vida pessoal têm estas atribuições?
É verdade que me foram atribuídas homenagens, que me colocam e me colocarão sempre num patamar de gratidão para com quem mas atribuiu. É uma dádiva e reconhecimento estimulante.
Vejo também nessas homenagens, um reforço de motivação e um grande desafio e responsabilidade para prosseguir com o meu contributo para as causas em que acredito.
Também julgo poderem ser um testemunho de incentivo para tantos que com enorme valor podem igualmente abraçar causas nobres e fazerem a diferença.

O facto de ser mulher acha que a impediu ou não de desempenhar outras funções na sociedade açoriana? Como pode a mulher numa sociedade conservadora como a nossa ter um papel activo, sem descurar as suas funções de mulher-mãe e esposa?
O fato de ser mulher, confesso que não me impediu de desempenhar as funções que me eram confiadas, sem descurar as funções de mulher-mãe, esposa e até de avó.
Como já atrás referi tive sempre uma vivência com ambos os géneros, acentuando-se mais quando frequentei o ensino secundário, onde funcionavam turmas mistas, continuando no exercício das minhas funções, aquando professora do Ensino Básico e ao longo da minha vida até aos dias de hoje.
E gostaria de acrescentar que a convivência que mantive com os meus colegas quer ao nível do ensino/aprendizagem, quer já no profissional, foram os melhores momentos da minha vida, traduzidos no respeito, na amizade, camaradagem no diálogo na troca permanente de impressões e até de estímulo e motivação. Havia uma aproximação saudável e rica. Partilhamos o desporto, a ginástica, o canto, a dança, os passeios, as visitas de estudo e momentos de trabalho em grupo.
Recuando um pouco no tempo, ainda no secundário, tive professores que me marcaram muito pela positiva, reservávamos os sábados de manhã por exemplo para estarmos juntos nas práticas desportivas e convivênciais.
Olhando o presente e contrastando o passado, fica-me a interrogação: Como é possível encontrar estudantes que pouco ou nada sabem dos seus professores e vice-versa?!
A vida faz-se, fazendo e o caminho fez-se caminhando, daí que aprendi desde criança, que as tarefas, quer em família, quer fora dela, têm que ser assumidas, independentemente da sociedade em que estamos inseridos. Daí não ter dificuldade em me inserir no seio dela, independentemente desta ser ou não conservadora. Não foi nem limitativa nem impeditivo para mim uma sociedade conservadora, independentemente do respeito que nutria por tudo e por todos.
Isto faz-me lembrar de mais um testemunho de vida. A minha mãe, por exemplo, para além das muitas profissões que exercia, pelas exigências da vida que ela própria escolheu, também desempenhava funções de parteira amadora o que a levava a muitas vezes correr a pé sozinha, com bons e maus tempos, a socorrer quem dela precisava naquele momento.
Estou cada vez mais convencida que as sociedades, sejam elas conservadoras ou não, somos nós que as construímos conforme as situações e as épocas!
Falando também por mim e por todas as mais que, como eu, exerceram as mesmas funções, tivemos que organizar a nossa vida em função do compromisso que assumimos mas sempre em sintonia com a família, com o marido que amamos e com os filhos que são a razão de ser da nossa vida dando-lhes em todos os momentos os afectos da família e em família, para a felicidade dos nossos filhos.
E isto é o maior contributo que podemos dar para que sejam os nossos filhos a terminar o que iniciamos com o nosso testemunho.
As sociedades têm impreterivelmente de acompanhar a evolução dos tempos, neste mundo globalizado.

Como sabemos, teve uma vida profissional e social muito preenchida. Como se consegue conciliar todos os papéis sem descurar nenhum?
A partir dos 20 anos passei a ter uma vida profissional e social muito intensa, mas sempre no contexto profissional, que se alongava até às 24h00, com explicações que dava no secundário, em grupo, ou individualmente, conforme as necessidades dos alunos.
Para responder a tudo isto, e como já referi anteriormente, essa conciliação passava pela reorganização interna das nossas vidas familiares, passando essencialmente pela participação de todos em todas as tarefas, sem nunca por em causa a hora das refeições em família, por constituir um momento educativo, cultural e social nas relações humanas estabelecidas entre nós.
É evidente que foi preciso juntar ao aglomerado familiar uma empregada a tempo inteiro e que foi sempre uma preciosa ajuda ao longo dos anos, a partir do nascimento dos meus filhos à sua integração escolar.
Na altura não tinha carro e mesmo depois de o ter, os percursos escola-casa; casa-desporto; casa-actividades artísticas, faziam-se a pé.
Isto permite-me dizer que nós pais, temos de dar mais oportunidade às crianças para elas terem uma vida mais saudável, mais activa e mais autónoma. Nós nascemos para sermos autónomos e para termos ao longo do percurso de desenvolvimento mais autonomia e mais independência.
Aprendi há muitos anos com o Dr. João dos Santos, o maior pedopsiquiatra português, que educar é um vai e vem entre dar proximidade para dar segurança e dar distanciamento para dar autonomia.
Hoje em dia assistimos a uma superprotecção excessiva dos pais em relação aos seus filhos e que em nada beneficia a sua necessidade de se adaptarem ao mundo e se autonomizarem.

O que mais a preocupa em pleno século XXI?
O que mais me preocupa no Século XXI são as situações seguintes:
1. É o avanço das desigualdades sociais, económicas e culturais, o que contraria as nossas expectativas e a esperança em relação a uma mais generosa distribuição de riqueza. O que se tem verificado é justamente o contrário e de forma bem acelerada;
2. O modo como as organizações passaram a ser influenciadas pelas regras de mercado, transformando as pessoas em autênticas mercadorias, o que institui uma forma de relacionamento muito desumanizado, e que põe em causa os princípios civilizacionais porque se deve nortear a organização das sociedades.
3. Impressiona-me de sobremaneira a intervenção dos Estados mais desenvolvidos do ocidente, mais concretamente a Europa e os Estados Unidos, no Médio Oriente e Mediterrâneo, desencadeando novas formas de fundamentalismo religioso, por falta de respeito pelas culturas dessas regiões.
Essas intervenções fazem-se em zonas cujas matérias-primas são necessárias para o ocidente, o que muitas vezes promove o desrespeito pelas pessoas nas suas culturas, daí também o surgimento da violência contra movimentos migratórios, sobretudo a Europa, por não estar preparada para acolher com dignidade e a tempo as pessoas, permitindo ao mesmo tempo a manipulação, através das agências de negócios que prosperam pela exploração humana.
4. Como a escola de massas que surgiu para acolher todos os cidadãos se desumanizou tanto e de tal forma, para corresponder aos critérios de eficácia, como se fossem máquinas de produção em série.
O que vamos fazer para resolver essas situações, se o desenvolvimento económico e social depende cada vez mais duma escola com qualidade e dignidade humana?
Sabemos que o trabalho incorpora cada vez mais os saberes adquiridos nas escolas, mas também sabemos que a Educação Escolar não está a respeitar os homens e as mulheres, enquanto crianças, das quais depende o desenvolvimento humano futuro, e que são elas que poderão contribuir para fazer avançar o próprio desenvolvimento social e económico, para um Mundo melhor que sempre esperamos ver concretizado ao longo das nossas vidas!

Que memórias destaca de toda a sua vida, tendo em conta que teve uma ligação muito estreita com várias personalidades do nosso país, nomeadamente o casal Eanes?
São tantas as memórias que poderia destacar de toda a minha vida, justamente pela ligação estreita que mantive e que mantenho com destacadas personalidades que me adoptaram como amiga.
De facto o casal Eanes foi um deles pelo apoio que me deram aquando da criação do IAC-Açores, apoio esse que se transformou numa amizade profunda, com inicio na Assembleia Legislativa Regional, aquando de uma das suas visitas de Estado à Região. Travámos troca de impressões sobre o futuro que já preconizava, após a minha aposentação. Como viajava muito por causa da minha vida profissional, surgiram assim oportunidades para convivermos e solidificarmos a nossa profunda amizade.
Foi e é muito dignificante para mim relacionar-me com um casal com um presente e passado brilhantes. Tanto o General como Presidente da República como a Dra. Manuela Eanes, como Primeira-dama, ainda hoje se distinguem no contexto nacional e internacional também pelos seus valores pessoais, profissionais e familiares.
Exímios na aparência, no trato e na dedicação a causas várias, das quais destaco a defesa intransigente dos direitos das crianças e dos jovens, para uma maior dignidade humana.
Gostaria de mencionar mais três personagens que me foram e são queridas:
– A Dra. Ana Maria Bernard da Costa, minha professora, aquando me especializei em deficientes visuais em Lisboa, e que me acompanhava-me muito de perto com muito carinho e amizade, tendo eu vindo a descobrir mais tarde que tal aproximação tinha tido origem no facto de eu, durante a especialização em Lisboa, ter deixado atrás 3 filhos, dos quais um com 18 meses, facto que muito impressionou e sensibilizou a inesquecível amiga Ana Maria.
– Uma 3ª pessoa – colega e grande Prof. Sérgio Niza, fundador e responsável do “Movimento da Escola Moderna”, que muito tem contribuído para a melhoria do Ensino em Portugal, na formação dos professores, sendo um dos grandes e inspiradores pedagogos da actualidade.
Deixaria aqui a mensagem de Sérgio Niza, que ilustra bem aquilo em que acredito e que é fruto de partilha de ideias e das vivências que tivemos em conjunto a quando da minha passagem pelo MEM:
“A pedagogia ética e democracia” são a mesma coisa, conduz-nos a uma reflexão imprescindível sobre o processo educativo e necessariamente à afirmação da emergência de sabermos desenvolver metodologias inovadoras que permitam chegar a cada uma das crianças, em vez da ilusória ideia de chegar a todos da mesma forma.
Não poderia também deixar de mencionar o Juiz Conselheiro, Dr. Laborinho Lúcio, e o seu inigualável poder de retórica, que nos contagia e inspira. Pessoa por quem nutro grande consideração e amizade, e que, desde a criação do IAC-Açores, esteve sempre presente, com espírito solidário, amizade e humanismo, quer para connosco, quer para com as crianças, às quais tem oferecido uma parte significativa da sua vida, da sua obra e, estou certa, do seu enorme coração. Muitas outras distintas individualidades têm cruzado e marcado a minha vida, no entanto, não querendo correr o risco de ser injusta com nenhuma delas, aqui expresso o meu sentido reconhecimento a todas elas.

Que legado gostaria de deixar às futuras gerações?
Esta pergunta constitui um desafio, que me ajuda a refletir e me convoca a agir.
Tenho tido o privilégio ao longo da minha vida de ter passado por muitas experiencias e práticas que me levaram felizmente a testemunhar momentos de sucesso e a refletir e melhorar sempre aquilo que fazia e a forma como incentivava as pessoas que comigo trabalharam e trabalham a fazerem sempre mais e melhor.
Hoje, fruto de toda esta caminhada, e tendo tido o privilégio de comungar do saber de muitos ilustres pensadores, tento, com convicção, transmitir a todos os que me rodeiam, familiares, amigos, profissionais, aquilo em que acredito ser o caminho melhor na busca de um mundo mais humano.
E começava por citar Pitágoras, que dizia – “Eduquemos os jovens para que não tenhamos que punir os adultos”.
Isto leva-nos urgentemente à necessidade de priorizar um futuro com humanismo, responsabilidade, partilha, olhar e respeitar o outro, se queremos uma civilização onde possamos viver com dignidade e mestria, enquanto seres humanos.
Nunca deixar de partilhar com os outros o saber e a informação. É aqui que ganha sentido a vida.
A partilha de informação é uma dádiva que fazemos às gerações seguintes, é um enriquecimento para as práticas que desenvolvemos e para o conhecimento.
Isto é particularmente importante no processo educativo.
Trata-se de um processo de desenvolvimento global, que terá de ser também uma construção participada, encarando primeiramente a criança como principal agente de aprendizagem e de mudança.
Deve-se assegurar uma Educação que se caracterize pela defesa do desenvolvimento das competências individuais, da aprendizagem interactiva, da escola criativa e ativa, apostando na autonomia do aluno.
Hoje, necessário se torna transformar a Escola, em benefício de uma educação à medida de cada aluno, garantindo a equidade, a igualdade de oportunidades e a inclusão social.
Isto não pode ser mera retórica. É fundamental assumir com verdade esta mudança. Para tal o Ensino tem que ser reorganizado e pensado cada vez mais como uma atividade cooperada por todos os agentes educativos, com equipas que preparam os materiais e as aulas em conjunto.
A Escola deve formar crianças e jovens autónomos e empreendedores, porque são esses que hoje têm um lugar no mundo do emprego e que podem ser os verdadeiros motores do desenvolvimento.
No entanto, o nível de autonomia e de independência e de mobilidade das nossas crianças está a ser um problema muito sério nas culturas da Infância do nosso país.
As crianças por exemplo já não contactam com a natureza, já não saem à rua, desapareceu para muitas o tempo que restava para tal. Isto tudo está-lhes restringido.
A construção de uma cultura empreendedora, faz-se quando se dão possibilidades para que a criança possa brincar, experimentar e exprimir-se livremente.
Estamos a retirar-lhes o fundamental alicerce da liberdade que é o brincar.
Brincar é o corpo estar em confronto com o risco e com o imprevisível, com a aventura. As crianças precisam de tempo suficiente para brincar, tempo e espaço para experimentar os seus desejos. Estamos hoje a dar tudo às crianças já pronto; e não estamos a confrontá-las com nada!
Como entender uma organização da escola que releva para segundo plano este aspecto tão essencial do desenvolvimento das crianças?
O Recreio escolar é o último reduto que a criança tem, durante as longas horas que passa na Escola, para brincar livremente.
É essencial brincar para desenvolver a capacidade adaptativa, quer no ponto de vista biológico, quer do ponto de vista social.
Há também que apostar na formação artística como componente essencial da formação das nossas crianças, dando-lhe o merecido relevo nas aprendizagens escolares e não fazendo dela o parente pobre aos conteúdos escolares.
Crianças que vivem, experimentam, que aprendem a se expressar, a expressar as suas emoções, terão de certo, mais sucesso.
Todos estes aspectos fazem parte da vida das crianças e a Escola não pode ser um mundo à parte.
Todo o processo educativo se realiza de fora para dentro, trazendo a vida para a Escola e fazendo desta uma nova forma de vida.
O processo educativo, tal como a vida, deve ser um processo partilhado, cooperado e negociado, onde todos os intervenientes, pais, professores e crianças, têm voz activa.
Também a família não pode ser desvirtuada do seu papel fundamental.
Há que preservar a Família, como instituição altamente especializada e preservar também valores e princípios fundamentais.
Uma sociedade que cuida das crianças e respectivas famílias e dos idosos, é uma sociedade que assegura o futuro, proporcionando a todas as crianças uma vida de oportunidades, que lhes permite uma mais-valia social, cultural e económica.
E assim, estaremos certamente a salvaguardar os direitos das crianças e dos jovens.

 

 

 

Opinião das crianças é negligenciada pela sociedade

Junho 2, 2015 às 8:15 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Açoriano Oriental de 1 de junho de 2015.

clicar na imagem

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IAC-Açores dá a palavra aos mais novos (vídeo)

Novembro 26, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Açoriano Oriental de 20 de Novembro de 2013.

visualizar o vídeo aqui

Ana Carvalho Melo

O Instituto de Apoio à Criança – Açores promove esta quarta-feira o projeto “Dar Voz à Criança” que assinala o 24º aniversário da assinatura da Convenção Sobre os Direitos da Criança.

Com o projeto “Dar Voz à Criança” o IAC-Açores pretende salientar um dos direitos fundamentais da criança, o “direito à palavra”, que muitas vezes relegado para segundo plano mas que constitui um pilar fundamental do respeito pela individualidade e cidadania das crianças.

Desta forma ao longo desta quarta-feira estão a ser recolhidos os testemunhos (escritos ou desenhados) das crianças que forem no Jardim do Colégio, em Ponta Delgada, sendo que posteriormente o IAC-Açores pretende editar uma publicação que faça a compilação dos mesmos, no sentido de levar a voz destas crianças ao conhecimento de toda a comunidade.

No Jardim do Colégio decorrem ainda outras atividades alusivas aos Direitos da Criança e animação variada.

O projeto “Dar Voz à Criança” foi inspirado nos “Cadernos 2013 – Das Palavras aos Atos”, uma iniciativa promovida a nível Europeu, pela rede ESAN, da qual o IAC-Açores faz parte, tendo resultado na compilação de uma publicação nacional que recolheu testemunhos de crianças de todo o país.

Acção de Formação nos Açores sobre “A Intervenção pela positiva em situação de risco”

Junho 7, 2011 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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A convite do IAC – Açores (que financia a totalidade da acção), o Projecto Rua, em parceria com a 5P’s, vai realizar uma acção de formação subordinada à temática “A Intervenção pela positiva em situação de risco”, de 11 a 13 de Julho, em Ponta Delgada.

 Esta acção, que se destina a temáticas de diferentes instituições locais, terá por base os seguintes objectivos:

. Partilhar metodologias e estratégias de intervenção do IAC – Projecto Rua;

. Promover o recurso à Ludicidade como ferramenta pedagógica;

. Estimular a partilha de conhecimentos e experiências entre os participantes;

. Promover a aquisição de conhecimentos teórico-práticos no âmbito da intervenção com as famílias;

 . Reflectir sobre os indicadores que garantem a qualidade da intervenção social;

. Conhecer e experienciar técnicas aplicáveis na intervenção com famílias, visando a promoção do desenvolvimento e autonomia das criança e jovens;

. Promover o desenvolvimento de competências de comunicação e de intervenção com as famílias.

Seminário promovido pelo IAC-Açores ” A Juventude do Século XXI – Uma janela para o mundo dos afectos”

Março 23, 2011 às 3:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Nos dias 24 e 25 de Março decorre em Ponte Delgada o seminário promovido pelo IAC – Açores “A Juventude do Século XXI – Uma janela para o mundo dos afectos”.

Este seminário conta com a participação da Dra Mélanie Tavares no painel dedicado aos “Caminhos de Inclusão”, onde falará sobre a Mediação Escolar, no contexto do IAC Nacional e com a participação da Dra. Matilde Sirgado que, no âmbito do painel sobre as Práticas de Intervenção, fará uma prelecção sobre a Juventude na Europa de hoje: Federação Europeia de Crianças de Rua.

Na sessão de abertura, a Dra Dulce Rocha fará uma comunicação em representação da Dra. Manuela Eanes



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