Hospitais e centros de saúde detetam 9 mil crianças em risco de maus tratos

Dezembro 11, 2018 às 11:30 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 11 de dezembro de 2018.

Maioria dos casos são negligência, mas também há muitos casos suspeitos de abuso sexual e maus tratos físicos.

Desde que foram criados, há cerca de dez anos, os Núcleos de Apoio a Crianças e Jovens em Risco dos hospitais e centros de saúde já detetaram cerca de 50 mil situações de risco de maus tratos.

O último relatório da Direção-Geral de Saúde sobre Saúde Infantil e Juvenil sublinha que no último ano com números disponíveis, 2016, existiam 268 núcleos deste tipo no país que detetaram, nesse ano, um número recorde de quase 9 mil casos de risco.

O documento fala num “aumento do número de crianças sinalizadas na rede”, numa subida que tem sido quase contínua: 3.551 em 2010 a 8.927 em 2016, mais 3% que em 2015.

Dos casos assinalados em 2016, cerca de 67% deveram-se a negligência, 20% a maus tratos psicológicos, 7% a maus tratos físicos e 6% a suspeitas de abuso sexual.

O presidente da Comissão Nacional da Saúde Materna, da Criança e do Adolescente admite que os números de situações de risco sinalizadas nos hospitais e centros de saúde a envolver crianças e adolescentes (até aos 18 anos) são preocupantes e obrigam a atuar junto das famílias e das escolas.

Gonçalo Cordeiro Ferreira admite, em declarações à TSF, que é preciso estudar melhor estes números, apesar de já darem uma ideia sobre a problema: “Se tivéssemos menos crianças e estas fossem melhor tratadas, seria um aspeto minimamente positivo da baixa natalidade; o problema é que temos menos crianças e o tratamento dado a essas mesmas crianças nem sempre é o melhor, quer por negligência e cuidados a menos ou em alguns casos por excessos de ansiedade parental que também não deixa as crianças crescerem bem”, conclui.

Mais informações no relatório:

Saúde Infantil e Juvenil – Portugal 2018

 

 

VI Encontro da Associação Ser Bebé “Saúde Mental e Desenvolvimento na 1ª Infância” 4 de novembro no Espaço Atmosfera M Porto

Setembro 18, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cartaz

Envio de propostas de comunicações livres e Posters (submissão até 1 de outubro de 2016)

programa-provisorioviencontro

Ser Bebé – Associação Portuguesa para a Saúde Mental da Primeira Infância

Morada: Rua Professor Fernando da Fonseca, 21-B 1600-617 LISBOA
(Praça Central de Telheiras, Lj 8B)

Telefone: 21 757 33 17

Email: serbebe.associacao@yahoo.com

Horário de atendimento:
Dias úteis das 14h 30m às 19h 30m

Espaço Atmosfera M Porto

Rua Júlio Dinis, nº 158/160 4050-318 Porto

Contactos:

T.: 220 004270 Email: atmosferam.porto@montepio.pt

 

Brincar no Hospital – Hospital D. Estefânia

Julho 11, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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As crianças que estão doentes têm problemas, sofrem, mas têm também necessidade de rir, de sonhar, improvisar, imaginar, esquecer o tempo e o espaço brincando e jogando e utilizando a sua criatividade! No Dia Internacional do Brincar/Jogar estivemos no Hospital D. Estefânia!

A ida ao hospital é vivida pela criança como uma experiência impressionante durante a qual vai aprender a conhecer o meio hospitalar: os lugares, os cheiros, os sabores, o ritmo de vida, as pessoas desconhecidas, os objetos desconhecidos, as máquinas,…
A atividade lúdica é fundamental para o desenvolvimento equilibrado da criança pois permite-lhe restaurar a sua segurança.

Adaptar o hospital às necessidades das crianças traduz a vontade dos adultos em encontrá-las no seu espaço. É importante desenvolver um espírito de brincar no seio da instituição hospitalar de forma global. Por espírito de brincar, entende-se que toda a equipa do hospital considere o brincar como uma necessidade vital da criança, uma fonte de prazer que favorece a expressão pessoal. Na instituição, é necessário que o brincar faça parte integrante da terapêutica e do ambiente geral. Abrir a porta do hospital à atividade lúdica permite que a criança compreenda quase instantaneamente, o esforço feito pelo serviço para a acolher. É como se fosse um sinal intermitente “Aqui as crianças são bem-vindas!”.

Brincar “aos médicos”, aos ”doentes”, com as bonecas, os ursos, os companheiros de quarto, com batas, máscaras, estetoscópios, seringas, etc., a criança brinca e representa a sua própria condição de criança hospitalizada. Por este meio ela encontra mecanismos para enfrentar os seus medos e angústias. Estimular tais brincadeiras é auxiliá-la na sua recuperação.

No Dia Internacional do Brincar/Jogar estivemos no Hospital D. Estefânia! Veja o nosso vídeo em baixo!

Leonor Santos

 

 

Programa da Sessão “Direitos da Criança Hospitalizada”

Novembro 27, 2012 às 4:19 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Atendendo à lotação da sala, agradecemos confirmação de presença através do telefone  21 380 7300 ou e-mail iac-humanizacao@iacrianca.pt  até dia 28 de Novembro

Porquê Brincar no Hospital?

Janeiro 27, 2012 às 6:00 am | Publicado em Actividade Lúdica | Deixe um comentário
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O Sector da Humanização do Instituto de Apoio à Criança, disponibiliza o artigo “Porquê Brincar no Hospital?” da autoria de Leonor Santos, psicóloga clínica, psicoterapeuta. Neste artigo, publicado no livro “Brinquedoteca – Uma Visão Internacional”, reflecte-se sobre as características próprias que a actividade lúdica tem em pediatria.

Consulte o artigo aqui.


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