Ações de sensibilização no âmbito do Programa SOMOS

Janeiro 24, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Programa Municipal de Educação para a Cidadania Democrática e Direitos Humanos – SOMOS, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, tem como objetivo geral o desenvolvimento de uma cultura universal de Direitos Humanos e de Cidadania Democrática em Lisboa, através da formação e sensibilização de munícipes e organizações da cidade.

O SOMOS permite a qualquer entidade solicitar gratuitamente ações de sensibilização em temas como: a Introdução aos Direitos Humanos, a Cidadania Democrática, o Bullying, a Discriminação Étnica, a Violência de Género, os Direitos da Criança, a Homofobia, entre outros.

As ações de sensibilização destinam-se a todas as pessoas que vivem e habitam a cidade de Lisboa, serão de curta duração (3,5 horas ou 7h), realizar-se-ão com grupos entre os 10 e os 20 participantes e serão facilitadas pelos Multiplicadores e pelas Multiplicadoras da Bolsa SOMOS.

Para consultar todos os temas disponíveis clicar aqui.
Para marcar uma ação clicar 
aqui.

Para mais informação poderão consultar o site www.programasomos.pt

 

 

QuebraOSilêncio — Denuncia o bullying homofóbico e transfóbico!

Janeiro 11, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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mais vídeos:

https://www.youtube.com/user/redexaequo/videos

 

Os comportamentos destas crianças não cabem no armário dos pais

Setembro 15, 2016 às 12:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do https://www.publico.pt/ de 6 de setembro de 2016.

DR

Margarida David Cardoso

Não encaixam no padrão comportamental de género que a sociedade padroniza e vê como normal. Rapazes que gostam de brincar com bonecas ou que querem ser bailarinos são apelidados de “maricas”. Associação quer lutar contra o preconceito.

Um jardim-de-infância pode ser, numa dimensão pequena, para gente pequena, uma representação da sociedade. O espaço de brincadeira divide-se, a cozinha para um lado, a bola para o outro – como lá fora, num mercado de trabalho e numa vida doméstica ainda segmentados.

“Eu sempre tive como verdade que era imperioso que os meus filhos se expressassem de forma livre”, fosse com bonecas ou com carros, “aos polícias” ou “às cabeleireiras”. Esta mãe falou ao PÚBLICO mas não quis ser identificada pelo nome, senão como uma mãe que faz parte da AMPLOS – Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual. Há cinco anos juntou-se à associação, num período em que passava “por uma série de inseguranças por causa do filho mais novo.” Tinha dois ou três anos, quando os pais perceberam que João (nome fictício) tinha “comportamentos não normativos”: esse palavrão para uma “criança que simplesmente gostava de coisas diferentes das coisas que os miúdos da idade dele gostam”, explica a mãe.

À medida que cresceu, diz a mãe, João apercebeu-se que havia quem se incomodasse com o modo dele ser. Coisa que João, uma criança de quatro anos, não percebia. Não entendia “os estereótipos de género em que a sociedade achava que ele deveria encaixar”. João era “combatido por ser quem era” na escola, na rua, sempre que não estava em casa. “Foi obrigado a crescer muito depressa”. Cresceu tanto que aos quatro anos a mãe ouviu-o dizer: “Eu fico cansado de ser eu”.

Não está em causa a orientação sexual, “apesar de ser a primeira coisa que as pessoas pensam”, conta esta mãe. “Se o filho é homossexual ou transsexual ou não, o que eu quero é que ele seja feliz e se sinta aceitado. Ele era uma criança.” Das oito crianças que a AMPLOS acompanha, com este tipo de comportamentos, apenas uma tem disforia de género, ou seja, foi diagnosticada como transexual, sublinha a presidente da associação.

Estão apenas em causa os comportamentos, “que são normais, porque normais são todos”, que não são o que a sociedade espera por parte de um rapaz ou de uma rapariga, explica a mãe de João. Uma realidade que fez com que, desde pequeno, João tenha sido alvo de piadas e de comentários discriminatórios não só dos colegas, mas também de educadores de infância e pais de amigos.

“Houve uma família que deixou de vir cá a casa, porque ele gostava de usar as jóias da mãe. Aos seis anos, a avó da melhor amiga dele proibiu a neta de brincar com o meu filho, porque dizia que ele era ‘absorvente’. Houve pessoas que deixaram de estar lá, porque eu não fechava o meu filho num armário.” Nunca impediu o filho de sair de casa, de levar a boneca para a escola nem nunca lhe pediu para se comportar de forma diferente.

Mas há pais que decidem tomar medidas para que em público os filhos assumam comportamentos considerados normais. Os progenitores – quem normalmente está mais perto das crianças – “são, muitas vezes, os primeiros a julgar”: “nas reuniões da AMPLOS ouvimos histórias de pessoas que diziam aos filhos para se portarem bem lá fora, que, quando chegassem a casa, já podiam brincar com as bonecas”, descreve esta mãe.

O julgamento da sociedade

“Estas pessoas vivem muito estas questões pelas apreciações que a sociedade faz”, afirma Sónia Lopes, psicóloga da Associação do Planeamento da Família (APF) que, paredes meias com a AMPLOS, partilha muitos dos casos que chegam à associação. “É necessário desconstruir esses valores, os preconceitos que têm e que, na maioria das vezes, não são maldosos.”

A maioria chega assustada, “todos os pais têm medo do preconceito aos seis anos de idade”, destaca a presidente da associação.

É nestas reuniões que os pais AMPLOS se encontram. “Ainda são poucos”, mas já há um grupo que se reúne na zona de Lisboa, no contexto do projecto Espelho Eu, lançado no início de Junho em parceria com o Instituto de Apoio à Criança (IAC). Um ambiente informal, onde os pais contam as suas experiências e aprendem com as dos outros. “É um sítio onde encontramos apoio”, refere Margarida Faria. “Ainda há muitos pais que se sentem perdidos, como eu estava há uns anos. Agora há mais informação, mas na altura não encontrei nada sobre a expressão de género na infância”, diz esta mãe.

Tentam desconstruir os preconceitos uns dos outros, para puderem fazer o mesmo lá fora, junto dos educadores e dos amigos. “O que mais nos assusta, enquanto pais, é o tempo não familiar. Como é que eu posso estar descansada ao deixar o meu filho num sítio onde sei que não o aceitam?”, questiona Margarida.

Foi para chegar “a quem não vive e não aceita esta diferença” que, como estas crianças, o projecto não se quis dentro de quatro paredes. “Espelho Eu” é também uma plataforma de informação no Facebook que pretende educar e informar sobre a expressão de género na infância. Pretendem acima de tudo “que a falta de informação deixe de ser uma desculpa para validar a discriminação”, explica.

Rapazes: “as primeiras vítimas”

Como os pais de João, outras sete famílias encontraram apoio na associação. São todos pais ou avós de rapazes, “não fosse a nossa sociedade tão machista, onde se questionam ainda mais os comportamentos de crianças do sexo masculino”, refere Margarida. São logo rotulados como “afeminados”, e é um saltinho até que os considerem “maricas”. “A homofobia tem por base esta ideia fixa dos comportamentos afeminados”, acredita a presidente da AMPLOS.

A discriminação começa cedo para todos os menores que a sociedade não vê como normais. “Na associação, quando falamos sobre a infância com pessoas que são efectivamente transexuais, a maioria conta que foi um ‘martírio’, o que é uma palavra muito forte para aqueles que deviam ser os anos mais felizes das nossas vidas”, conta.

A protecção da identidade da mãe com quem falamos não lhe é estranha. “Este é o grupo da AMPLOS no qual mais dificilmente os pais dão a cara”. Têm medo de expor “ainda mais” os filhos. “Não os quererem estigmatizar” e sabem que os comportamentos podem mudar com a idade.

João, porém, não esperou. Ainda no infantário quis dizer ao mundo que queria ser bailarino. A educadora não hesitou e disse que esse futuro era “para maricas”, conta a mãe.

“Exclusão que não escolhe idades”

E se o trabalho com estes pais já começou, a associação acredita que há “ainda um grande caminho a percorrer” juntamente com os educadores e os professores. A AMPLOS pede, há vários anos, um relacionamento próximo entre as escolas e a educação para as questões de género “que deviam ser tratadas mesmo no pré-escolar”. Relacionamento que a APF promoveu durante vários anos, incluindo quando deu formação às escolas para o ensino de educação sexual. Mas Sónia Lopes, a psicóloga da associação, reconhece que “nas escolas, a discriminação existe porque ainda não se pensa no assunto”.

Após a entrada em vigor deste ensino de forma autónoma, a APF tem vindo a desenvolver projectos alternativos “sempre próximos das escolas” com recurso a outras linhas de financiamento. No início do mês passado, entregaram na Câmara de Lisboa a candidatura “Escolas Amigas da Igualdade”, um projecto que visa actuar sobre a estrutura das escolas lisboetas: “Já não se trata de acções isoladas. É necessário mudar a própria estrutura, com mudanças nos estatutos e adopção de linguagem mais inclusiva”, refere Sónia Lopes.

É por isso que Margarida Faria não poupa elogios ao “importante esforço de relacionamento” entre Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade e o Ministério da Educação. Estão a trabalhar em conjunto na elaboração do Plano de Educação para a Cidadania, cujas directrizes serão conhecidas no decorrer deste mês. A AMPLOS conta que este documento inclua questões sobre a identidade de género na infância, como prometido pela secretaria de Catarina Marcelino, no início de Julho, depois de uma reunião com esta associação.

A presidente da AMPLOS acredita que este é “um primeiro passo importante” para que se reconheça que “as crianças com comportamentos não normativos e as crianças transexuais existem, assim como a discriminação contra elas nos estabelecimentos de ensino”. “Há que perceber que a exclusão que não escolhe idades”, sublinha.

Propostas como a possibilidade das crianças mudarem o nome nos seus registos escolares para “aquele com que se identificam”, antecipam aquilo que a AMPLOS e a APF esperam: uma revisão da lei de identidade de género que inclua a questão da infância, buscando inspiração nas propostas que estão ser estudadas em país como a Argentina e o Chile.

“As escolas acham que, porque são oficiais, têm que chamar o nome que está nos papéis e não aquele com que a criança se identifica e que virá provavelmente a ter mais tarde. Não é por maldade, mas não vêem muitas vezes este sofrimento”, lamenta a psicóloga da APF.

“A associação espanhola Crysallis, em três anos, recebeu 400 famílias de menores transexuais. Não acreditamos que esta situação esteja muito longe da portuguesa”, afirmou Margarida Faria, reforçando a necessidade de debate público sobre este tema para que estes pais e estas crianças saibam que não estão sós e que podem encontrar ajuda.

Texto editado por Pedro Sales Dias

 

Tertúlia “A influencia dos media, do bullying e da discriminação na vida de jovens LGBTI

Novembro 18, 2015 às 10:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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lgbt

mais informações:

https://www.facebook.com/events/531302443686673/

 

Bullying: Linha de apoio fechou há mais de três anos mas ainda é necessária

Maio 22, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site Jornalismo Porto Net de 15 de Maio de 2012.

Por Liliana Pinho

A Linha de Apoio a Alunos e Famílias – Bullying, um projeto da Associação Nacional de Professores, faria quatro anos este ano, mas só funcionou por seis meses. Três anos e meio depois de cessar o serviço, esta continua a ser necessária.

Em maio de 2008 nasce a Linha de Apoio a Pais e Vítimas de Bullying (808 968 888), sob a alçada de Ana Paula Granjo, da Associação Nacional de Professores (ANP). Recebiam chamadas recorrentes de professores que não sabiam lidar com este tipo de situações e não sabiam como ajudar. A funcionar duas horas por dia (das 18h00 às 20h00), todos os dias, recebeu cerca de seis chamadas em apenas um mês, de jovens com idades entre os 11 e os 21 anos. Só funcionou durante seis meses, não por falta de chamadas mas pelo surgimento de outras linhas de apoio e formas de ajuda às crianças e jovens.

“A nossa intenção foi mais a de divulgar este fenómenos”, afirma Ana Paula. “Não deixámos, no entanto, de dar apoio. O apoio deixou de existir enquanto linha telefónica, mas existe sempre o telefone da associação, para onde as pessoas ainda continuam a ligar e, sempre que preciso, fazemos uma intervenção”, conta.

O bullying não é, de todo, uma situação nova e revela-se quase inevitável. “Vamos ter sempre crianças que vão tentar humilhar outras e crianças mais tímidas, que se deixam intimidar pelos mais crescidos ou mais fortes, faz parte das relações de convivência”, explica Ana Paula. Assim, este fenómeno gera grande preocupação entre pais e professores, já que uma situação sem acompanhamento pode não ter um desfecho feliz. O relatório da UNICEF Innocenti Card 7 (United Nations Children’s Fund, 2007) afirma que o bullying é um problema mundial que afeta, mensalmente, cerca de um terço das crianças.

Os primeiros estudos realizados em Portugal, em 1996, no 1º. e 2º. ciclo do ensino básico, apontaram para uma incidência de 21% no fenómeno. Já em 2009, um estudo da Universidade do Minho diz que 13,5% dos jovens do 3.º ciclo e secundário são vítimas de bullying, enquanto uma em cada duas vítimas não faz queixa. “Uma das características do bullying é o facto de as vítimas permanecerem em silêncio, ao contrário das outras vítimas de violência”, explica Ana Paula.

Gozar, humilhar, ofender ou insultar são só algumas das formas de agressão verbal registadas

Durante o período em que esteve ativa, diz o relatório, 80% das crianças e jovens que recorreram à linha de apoio eram do sexo masculino e maioritariamente para fazerem queixa de situações com mais do que um agressor: três, quatro e até mais do que seis empatam no primeiro lugar.

Do primeiro ano ao ensino superior, as situações reportadas foram transversais à idade, à geografia e ao tipo de ensino, tendo sido maioritariamente de origem verbal, desde “gozar”, a “humilhar”, “ofender” ou “insultar”. As agressões físicas foram maioritariamente empurrões e ferimentos. Do recreio às salas de aula ou aos corredores, todos os espaços pareceram passíveis de serem utilizados para agressões, sendo que nenhuma situação aconteceu fora do recinto escolar.

Em todas as situações, as agressões foram continuadas e aconteceram mais do que uma vez, tendo provocado nas vítimas frequentes sintomas psicológicos como tristeza, apatia, perda de apetite ou perturbações de sono, isolamento social, baixa do rendimento escolar e recusa em ir para a escola. No Porto foram dois os casos registados. A roupa, a orientação sexual, a postura retraída ou a aparência física são apenas algumas das razões que motivam os agressores.

Bullying homofóbico também é frequente

O bullying homofóbico é também cada vez mais notório. Mas nem só os gays, lésbicas ou bissexuais sofrem este tipo de ataques. Este flagelo afeta qualquer jovem que quebre estereótipos de género, mesmo que seja heterossexual.

A Rede Ex-aequo, uma associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes com idades compreendidas entre os 16 e os 30 anos, disponibiliza, na sua página, um formulário onde se pode denunciar casos de bullying, de modo a obter números deste fenómeno nas escolas portuguesas. Posteriormente, elaboram relatórios bianuais que enviam para o ministério da Educação. O mais recente, de 2009 a 2010, recolheu cerca de 100 testemunhos.

“Entrei numa enorme depressão porque alguém se lembrou de escrever na porta de uma casa de banho “Lésbicas do ******”, com o nome de duas colegas minhas que namoravam, o meu, e o de uma amiga minha só porque estávamos sempre juntas”, diz Joana (nome fictício), de 17 anos.

Segundo o estudo “Bullying Homofóbico nas Escolas em Portugal” (2010), que levaram a cabo em parceria com o ISCTE-IUL, 42% da juventude lésbica, gay ou bissexual afirma ter sido vítima de bullying homofóbico, enquanto 85% dos jovens diz já ter ouvido comentários homofóbicos na sua escola. Apesar da legislação existente, menos de um sexto (15%) das situações culmina com algum tipo de repreensão à pessoa agressora.

Mesmo com o fim da linha de apoio, é através destas iniciativas que é possível traçar um perfil da realidade portuguesa (mesmo que num período algo experimental e de amostra). A ANP, por sua vez, não deixou de combater este flagelo. “A associação agora é mais pró-ativa, trabalha muito ao nível da formação dos professores e na implementação de projetos nas escolas”, para ajudar a prevenir conflitos, indisciplina e violência. Até porque, como remata Ana Paula Granjo, “uma criança, quando é vitima de bullying sozinha, dificilmente consegue ultrapassar a situação sozinha”.

 

Conferência O bullying enquanto manifestação de homofobia

Maio 16, 2012 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

Combater o Bullying Homofóbico nas Escolas

Abril 3, 2012 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
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Descarregar o folheto completo Aqui

Projeto Inclusão

O Projeto Inclusão, à semelhança do Projeto Educação, é um projeto da rede ex aequo – associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros (LGBT) e simpatizantes, e apoiado financeiramente pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) via Programa EEA Grants, entre 2009 e 2011. Este projeto surgiu da preocupação face ao que tem sido indicado em estudos científicos e observado no nosso trabalho de terreno: dentro da população jovem, a juventude lésbica, gay, bissexual e transgénera tem taxas particularmente elevadas de risco de depressão, baixa autoestima, abuso de substâncias, auto-mutilação, ideação e tentativa de suicídio, em grande medida devido à discriminação e ao preconceito com que é confrontada no quotidiano. Nomeadamente, nas nossas escolas.

Esta iniciativa pretende fazer frente à pouca informação e discriminação ainda vigentes no campo da Educação em Portugal em relação a estes temas, e que resultam na transmissão de informação incorreta, preconceituosa e estereotipada, assim como num ambiente negativo para o dia a dia dos jovens LGBT.

Entre outros objetivos, o Projeto Inclusão realizou uma campanha de cartazes contra o bullying homofóbico que arrancou em 2010 nas escolas do 3º Ciclo do Ensino Básico, Ensino Secundário e Ensino Universitário em Portugal.

À semelhança da campanha de cartazes contra o bullying homofóbico, foi também lançada uma campanha de sensibilização através da PostalFree, com 100 mil postais distribuídos pelos circuitos de ensino, cinema e lazer.

O Projeto Inclusão previu ainda o planeamento e realização de formações para profissionais que trabalhem com jovens. Sabe mais aqui.

 

I Fórum de Educação para os Direitos Humanos e Diálogo Intercultural

Dezembro 3, 2010 às 6:00 am | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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“O Conselho Nacional de Juventude e a Campanha Pobreza Zero estão a organizar o I Fórum de Educação para os Direitos Humanos e Diálogo Intercultural, contando com o apoio do Conselho da Europa e da aliança internacional CIVICUS. Este Fórum integra-se no âmbito das comemorações do Ano Internacional da Juventude e do Ano Europeu de combate à Pobreza e Exclusão Social.

De 10 a 12 de Dezembro, o I Fórum em EDHDI dividir-se-á entre painéis, grupos de trabalho, programa social e cultural e terá um formato residencial. Julgamos que esta iniciativa contribuirá inegavelmente para a afirmação e o desenvolvimento da Educação para os Direitos Humanos e o Diálogo Intercultural em Portugal, colocando em rede actores/as e projectos e delineando linhas de acção concretas para a EDHDI.

Este Fórum assumir-se-á ainda como um dos pontos altos da campanha “Eu dou a Cara” contra a Pobreza, pelo cumprimentos dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, pelos Direitos Humanos (www.eudouacara.org), lançada a 17 de Outubro pelo CNJ e pela Campanha Pobreza Zero e contando já com o envolvimento de centenas de cidadãos/ãs e organizações.”

Mais informações Aqui


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