Costurar cantigas e histórias da nossa memória -Taleguinho em Pombal

Outubro 22, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Cientista diz ter desvendado origem “genética” d’O Capuchinho Vermelho

Novembro 24, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de Novembro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

The Phylogeny of Little Red Riding Hood

Gustave Doré

Ana Gerschenfeld

Recorrendo às mesmas técnicas informáticas que a biologia moderna utiliza para construir a árvore genética dos seres vivos, foi possível traçar a evolução do emblemático conto para crianças.

Tal como as espécies animais e vegetais, os contos populares apresentam inúmeras variantes que foram surgindo em diversas alturas, em locais diferentes. E tal como com os seres vivos, a ancestralidade de um conto e a sua difusão ao longo das gerações podem ser estudados com as técnicas da genética das populações para, a partir das semelhanças e diferenças entre as várias versões, reconstituir a sua árvore genealógica.

Foi exactamente o que fez Jamie Tehrani, da Universidade de Durham (Reino Unido), com o “ADN” das diversas variantes conhecidas do conto O Capuchinho Vermelho. E resolveu assim, afirma, um debate de longa data sobre a origem deste conto. Os seus resultados foram publicados online, quarta-feira à noite, na revista de acesso livre PLoS ONE.

Desde a publicação pelos irmãos Grimm da sua compilação de contos da tradição oral europeia, há uns 200 anos, que os especialistas repararam que muitas dessas histórias infantis são parecidas entre si — e também parecidas com histórias do mundo inteiro, lê-se num comunicado da revista. Em particular, existem grandes semelhanças entre O Capuchinho Vermelho e uma série de contos africanos e do Sudeste asiático. Mas até aqui, determinar se esses contos têm ou não um “antepassado” comum tem sido difícil, porque, sendo de transmissão oral, eles escapam à análise literária. Mesmo a versão dos irmãos Grimm provém de uma versão mais antiga — a de Charles Perrault, no século XVII — e esta, por sua vez, deriva de uma tradição oral ainda mais antiga, com raízes em França, Áustria e Norte de Itália.

Existe um outro conto muito semelhante ao d’O Capuchinho Vermelho e muito popular na Europa e no Médio Oriente: O Lobo e os Sete Cabritinhos, no qual um lobo finge ser a mãe de uns cabritinhos para melhor os comer. E os especialistas — incluindo antropólogos e cientistas da cognição que estudam a difusão da cultura — têm debatido acerca de saber, em particular, se os contos de origem africana e asiática onde alguém é comido por um lobo serão variantes do conto do capuchinho ou do conto dos cabritinhos.

Para realizar a sua análise, Tehrani considerou 58 variantes destes dois contos, oriundos de 33 populações, focando-se em 72 parâmetros da trama: o protagonista (masculino ou feminino, filho único ou não); o vilão (lobo, ogre, tigre ou outro); os truques com que o vilão engana a(s) vítima(s); e o desfecho: a vítima é comida, foge ou é resgatada. E conclui que, embora O Lobo e os Sete Cabritinhos e O Capuchinho Vermelho tenham uma raiz ancestral comum, são hoje duas histórias distintas.

“É como se um biólogo tivesse mostrado que os humanos e os grandes símios possuem um antepassado comum mas evoluíram e tornaram-se espécies diferentes”, diz o cientista em comunicado da sua universidade, estimando que o conto dos cabritinhos terá surgido no século I da nossa era, enquanto o ramo d’O Capuchinho Vermelho só terá divergido do “tronco” da árvore mil anos depois.

Quanto aos contos africanos, parecem descender do conto dos cabritinhos. “Afinal de contas, as narrativas africanas descendem d’O Lobo e os Sete Cabritinhos. Mas ao longo do tempo, evoluíram e tornaram-se mais parecidas com O Capuchinho Vermelho [europeu] — que também descende provavelmente d’O Lobo e os Sete Cabritinhos”, explica. “Isto é um exemplo do processo dito de evolução convergente, em que espécies diferentes desenvolvem de forma independente traços semelhantes.” O facto de O Capuchinho Vermelho ter assim surgido duas vezes, em África e na Europa, segundo Tehrani, sugere que este conto apela fortemente à nossa imaginação.

Não é tudo: uma teoria que propõe que O Capuchinho Vermelho, tal como o conhecemos na Europa, terá tido origem na tradição oral chinesa também é posta em causa pelos resultados. “Existe uma teoria segundo a qual O Capuchinho Vermelho deriva de uma versão arcaica [chinesa] que se espalhou para oeste pela Rota da Seda”, explica ainda Tehrani. “A minha análise mostra que, na realidade, é a versão chinesa que deriva das tradições orais europeias, e não o contrário.” Mais precisamente, os chineses terão fundido os dois contos referidos com narrativas locais e criado uma história híbrida, A Avó Tigre.

Era uma vez… Ciência para quem gosta de histórias – Exposição Interactiva no Pavilhão no Conhecimento

Novembro 4, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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expo

A ciência está em todo o lado. Mas será que também a podemos encontrar no imaginário fantástico das histórias infantis? Nos castelos assombrados, na floresta labiríntica, na casa de chocolate de Hansel e Gretel, no espelho mágico da Bruxa Má ou num pé de feijão que cresce sem parar até tocar no nariz de um gigante?

Era uma vez… Ciência para quem gosta de histórias é uma exposição interactiva de ciência e tecnologia que explora fenómenos e conceitos das ciências naturais, como a Física, a Química, a Matemática, a Geologia e a Biologia, mas também das ciências sociais e de outras áreas do saber.

Será possível construir uma casa de palha que resista ao sopro do lobo? E uma máquina que desmascare as mentiras do Pinóquio? Porque tinha afinal o lobo uma boca tão grande? Conseguimos dar uma ajudinha à Hansel e ao Gretel para encontrar o caminho de volta para casa? Poderá o João ter uma pegada maior do que a do gigante? Teria a Branca de Neve um problema sério de despigmentação?

Perdermo-nos numa floresta é bem melhor do que nos perdermos no trânsito, especialmente se conseguirmos sentir o passar das quatro estações, os cheiros, as texturas das árvores. E ainda encontrar uma mão cheia de fábulas: um sapo que quer ser boi, uma cegonha prevenida para o mau feitio de uma raposa e uma tartaruga que não deixa que lhe dêem a volta.

Era uma vez… Ciência para quem gosta de histórias foi inteiramente produzida pelo Pavilhão do Conhecimento com a colaboração científica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, do Instituto de Telecomunicações (Instituto Superior Técnico), do Instituto de Sistemas e Robótica (IST), do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Universidade do Porto), do Porto Interactive Center (UP) e do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária.

É uma exposição alegre, divertida e irreverente, com um sentido de humor que agrada a crianças e adultos. Dirige-se a todos os níveis de ensino e está acessível a públicos com necessidades especiais. Pode ser visitada no Pavilhão do Conhecimento até Agosto de 2014.

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XII Palavras Andarilhas

Agosto 13, 2012 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As Palavras Andarilhas são uma festa da Palavra – lida, escutada, contada – que de dois em dois anos se faz em Beja – a cidade dos Contos. Este encontro é promovido desde 1999 pela Câmara Municipal de Beja através da Biblioteca Municipal de Beja José Saramago e pela Associação para a Defesa de Património da Região de Beja e assume-se hoje como um grande momento de aprendizagem colectiva, em torno da promoção da leitura, da narração oral e da literatura.

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Dia Mundial do Livro 2012 – Passatempo da DGLB “Avô, como era no teu tempo?”

Abril 23, 2012 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações 2012, e aproveitando a comemoração do Dia Mundial do Livro, a Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas propõe o passatempo “Avô, como era no teu tempo?”.

Este passatempo dirige-se a alunos entre os 9 e os 13 anos e pretende estimular o diálogo entre gerações, visando ao mesmo tempo a recolha de memórias dos mais velhos através do olhar dos jovens.

Cacharolete – Sessão de contadores de estórias dinamizada pelos Contabandistas

Março 24, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Sexta-feira é dia de Cacharolete

 

in infopédia: cacharolete [e] nome masculino
1. mistura de diversas bebidas alcoólicas vulgarmente designada cocktail
2. conjunto variado; mistura  (de origem obscura)

Gente das histórias

 

O cacharolete de Março será já nesta sexta, dia 25. Que é sem dúvida a última sexta de Março. Sendo a última sexta do mês, temos cacharolete, como em (quase) todas as últimas sextas de cada mês. Não há dúvidas quanto a isso.

Também não há dúvida de que a convidada deste mês é uma mulher daquelas! Conta. Canta. E é da casa.

E como se não bastasse, é bonita, a danada!

Esperamos por vocês nesta sexta, que é a última sexta do mês, logo, dia de cacharolete, sem dúvida, para ver e ouvir a Ana Sofia Paiva, que nos traz contos e cantos da tradição oral.

Falando em tradição oral, será que é nesta sexta que nos visita o António Fontinha?

Não sei, acho que nem ele mesmo sabe, mas lá estaremos para uma noite em grande, aberta para quem quiser contar, cantar, dizer poesia, contar casos e revelar segredos próprios e alheios!

O cacharolete acontece (quase) todas as últimas sextas de cada mês, não sei se já dissemos isso, a partir das 21h30 no Espaço SOU Movimento e Arte.

O SOU fica na Rua Maria, nº 73 (à Forno do Tijolo, Anjos).

 

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Fórum “Cantos e Contos em Família”

Março 11, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“A Rede das Bibliotecas de Pombal promove nos dias 18 e 19 de Março, na Biblioteca Municipal, um fórum intitulado “Cantos e contos em Família”, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, com o objectivo de sensibilizar as famílias para a importância da leitura.

Paralelamente ao Fórum, realizam-se várias oficinas de leitura com Paulo Condessa, Jorge Serafim, Thomas Bakk, Miguel Horta e Maurício Correa Leite, que necessitam de inscrição no próprio dia no secretariado do fórum.

Destaque também para as actividades com contadores de histórias que se realizam no sábado (19 de Março), às 10h30 e às 11h30, em diferentes locais da cidade, como no Mercado Municipal, com Thomas Bakk, no Jardim Municipal, com Mafalda Milhões ou no Largo do Cardal, com Jorge Serafim.”

 

Durante o Fórum “Cantos e contos em Família”, na Biblioteca Municipal, estará patente ao público uma exposição de ilustração de Javier Sáez Castán, autor de «Animalário Universal do Professor Revillod», intitulada “Encontros com Bichos – Mostra de memórias, ilustrações e objectos”.

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Palestra + Workshop – Contos que Curam

Janeiro 24, 2011 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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XI Palavras Andarilhas

Julho 30, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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As XI Palavras Andarilhas Promovidas pela Câmara Municipal de Beja e pela Associação de Defesa do Património, vão ter lugar na Biblioteca Municipal de Beja nos dias 16, 17 e 18 de Setembro de 2010. As XI Palavras Andarilhas irão contar com a presença de António Torrado, sócio fundador do Instituto de Apoio à Criança (IAC) e da Drª Natália Pais, membro da Direcção do Instituto de Apoio à Criança (IAC).

“De 16 a 18 de Setembro as Palavras Andarilhas regressam a Beja para a sua XI edição. Promovidas pela Câmara Municipal de Beja e pela Associação de Defesa do Património, as Palavras Andarilhas são uma referência no mundo da promoção da leitura e da narração oral. Durante 3 dias cerca de 300 andarilhos participam no encontro de Aprendizes do Contar, encontro de natureza formativa, composto de conferências e oficinas, que visa potenciar as práticas dos mediadores de leitura portugueses. Do Festival de Narração Oral, “Eu conto para que tu sonhes” – aberto ao público em geral – destacam-se dois novos nomes – Cristina Verbena e Pep Bruno – a juntar a outros que já nos deram a conhecer os seus contos – Nicolás Buena Ventura Vidal, Luís Carmelo, Thomás Back, Angelo Torres e Rodolfo de Castro. Também no festival poderemos assistir a uma primeira mostra de palavra falada com a participação especial de José Fanha, José Craveiro, Chullage e Alexis Pimienta. Novidade deste ano é também o Mercado das Artes da Palavra, dirigidas a pais e filhos, a público escolar, estendendo-se também aos pólos da Biblioteca em Salvada, Albernoa e Santa Vitória, onde as histórias pululam de boca em boca, de orelha em orelha, de narrador em narrador. Desta última edição destaca-se a homenagem aos 40 anos de carreira literária de António Torrado: Glória Bastos, Emília Traça, Natália Pais, João Mota, Rui Marques Veloso, Leonor Riscado, Isabel Minhós Martins serão alguns dos convidados que darão este Abraço a um dos maiores escritores da literatura para a infância em Portugal.” Mais informações Aqui

Congresso: A Voz dos Avós – migração e património cultural

Julho 26, 2010 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“O Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais da Universidade Aberta (CEMRI-UA), a Universidade dos Açores e a Universidade do Toronto organizam, nos próximos dias 26, 27 e 28 de Julho, o segundo congresso “A voz dos avós: migração e património cultural”. O encontro, que terá lugar nas instalações da Fundação Pro Dignitate em Lisboa, reunirá a presença de investigadores de instituições portuguesas e estrangeiras, e do programa consta a realização conferências e de painéis de discussão, bem como a apresentação de obras relacionadas com o tema em debate no congresso.” Mais informações Aqui



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