O que os adolescentes consideram cool

Abril 23, 2017 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

texto do  http://blitz.sapo.pt/ de 8 de abril de 2017.

Zoran Ivanovich (Creative Commons)

Um estudo da Google indica onde se encontram as preferências dos adolescentes de hoje em dia

Todas as gerações são distintas. As preferências dos adolescentes de há meio século são, hoje, muito diferentes das preferências dos adolescentes de hoje. E assim vai variando, de década para década, de época para época. Traduzido por miúdos: o que ontem era “fixe” hoje é “uma seca”.

A Google elaborou, recentemente, um estudo que visa, precisamente, apontar onde se situam as preferências dos adolescentes de hoje em dia, a denominada Geração Z – a que nasceu em meados da década de 90, já com o uso da Internet disseminado por todo o mundo. No entanto, foram apenas considerados os jovens com idades compreendidas entre os 13 e os 17 anos.

Segundo o estudo, aquilo que é considerado “fixe” para a Geração Z é, também, uma representação dos seus valores, das expetativas que guardam para si próprios, dos seus amigos, e das marcas que mais apoiam. Neste grupo estão, por exemplo, o YouTube, a Netflix, a Nike e a própria Google.

E quais são, então as preferências musicais desta geração? Segundo o estudo, são mais variadas do que qualquer preconceito poderia ditar. Entre os artistas mais “votados” pelos inquiridos estão gigantes da pop atual, como Drake e Beyoncé, mas também bandas como os Coldplay, Fall Out Boy, ou Panic! At The Disco – e até os Beatles encontraram espaço nos corações, e ouvidos, da Geração Z.

A música ainda detém um papel importante na “fixeza”; para estes adolescentes, as celebridades mais importantes são, quase todas, músicos, destacando-se Selena Gomez, Chance the Rapper e Ariana Grande. O seu nível de popularidade mede-se, também, pelas suas ações: os mais “genuínos” e filantrópicos são considerados os “mais fixes”.

Por ter crescido rodeada de computadores e, mais importante ainda, pela Internet, não é de estranhar que esta geração mostre, também, um forte apego pela novidade tecnológica. De todos os inquiridos, 24% (14% rapazes, 10% raparigas) disseram que aquilo que é “mais fixe” são as novas tecnologias.

(Talvez) Por isso, são poucos os que afirmaram não possuir um smartphone: apenas 9,6% dos inquiridos, sendo que neste campo a Apple suplanta ligeiramente a Microsoft, com 42,3% a preferirem o Iphone aos Androids.

No que diz respeito às redes sociais, plataformas de partilha de imagens e vídeos, como o Snapchat e o Instagram, são rainhas. O Facebook ainda é utilizado, mas apenas para consumo diário – partilhar algo através desta rede já não é “fixe”.

E se, novamente, o preconceito ditar velhos adágios como “os jovens de hoje já não se interessam pela leitura”, saiba que nada se encontra mais longe da verdade: ler é uma atividade indispensável e “fixe”, lado a lado com os videojogos. Afinal de contas, estamos a falar de uma geração que não conheceu o mundo sem Internet – e que, por causa dela, se tornou na mais informada de sempre.

 

Aplicação da Google transforma imaginação infantil em verdadeiras histórias animadas 3D

Janeiro 24, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia da http://www.rtp.pt/noticias/ de 12 de janeiro de 2017.

google-dr

Nuno Patrício

A criatividade digital não pára de inovar, apelando principalmente às crianças, que rapidamente se adaptam e parecem saber lidar com as tecnologias melhor do que ninguém. A Google quer ajudar a construir esse mundo novo. Os mais novos são o ponto de partida.

Os criativos da Google, sabendo dessa habilidade juvenil, oferecem agora mais uma ferramenta aplicativa, gratuita para smartphones, tablets e Chromebooks na Google Play e na iOS App Store, de nome Toontastic 3D. Esta nova aplicação surge no seguimento da versão primária Toontastic, em que as crianças podem construir as suas próprias histórias nas plataformas móveis. Agora com a versão 3D, as histórias ganham ainda mais ritmo e um formato mais tridimensional, como por exemplo a história criada por Sophia, com sete anos. Com a app Toontastic 3D, as crianças podem desenhar, animar e contar as suas próprias aventuras, fazer notícias, criar vídeoclipes, relatórios escolares, enfim, quase tudo o que a imaginação infantil lhes sugere. Basta para isso moverem as personagens, digitalmente construídas, à volta do ecrã e contarem as suas histórias.

Uma espécie de teatro de bonecas digital, mas com enormes mundos em 3D, dezenas de figuras personalizadas, ferramentas de desenho tridimensional e um “laboratório” de ideias com estórias-modelo criadas por outras crianças que ajudam a imaginar novas aventuras. A app Toontastic 3D, está desde esta quarta-feira, disponível gratuitamente para smartphones, tablets e Chromebooks na Google Play e na iOS App Store – uma ferramenta que para além de lúdica pode ser também educativa e que por certo dará largas à imaginação infantil.

 

 

Ministério Público do Brasil processa Google por anúncios com crianças no Youtube

Outubro 6, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

texto do http://observador.pt/ de 21 de setembro de 2016.

boris-roessler

Agência Lusa

O Ministério Público brasileiro anunciou na terça-feira uma ação judicial contra a empresa Google Brasil Internet Ltda. por irregularidades detetadas na publicidade infantil no seu canal de vídeo ‘online’ Youtube.

Num comunicado do Ministério Público Federal (MPF) em Minas Gerais, lê-se que o canal tem diversos vídeos protagonizados por crianças de até 12 anos de idade para publicidade.

“Quando atingem grande número de visualizações, os ‘youtubers’ mirins [pequenos] tornam-se pequenas celebridades. Em decorrência dessa exposição, acabam atraindo a atenção do mercado, que as faz atuar como promotoras de vendas, protagonizando anúncios comerciais de produtos dirigidos ao público infantil”, explicou o MPF.

A mesma entidade entende que o recurso a crianças para promover produtos vai contra a lei “por ser considerada potencialmente abusiva”.

O procurador Fernando de Almeida Martins explicou que as crianças são um público “altamente suscetível a qualquer tipo de apelo emotivo e subliminar” e “não têm maturidade suficiente para discernir entre fantasia e realidade ou para resistir a impulsos consumistas”.

Apesar de não existir uma lei específica sobre publicidade infantil no país, a ação baseia-se em dispositivos legais.

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) publicou a resolução número 163 “considerando abusiva toda a publicidade direcionada ao público infantil com a intenção de persuadi-lo ao consumo”, disse o procurador.

Contudo, segundo o MPF, como não há sanções, em caso de incumprimento, estas determinações são ignoradas.

“A ação pede que a Google seja obrigada a disponibilizar um aviso, na página inicial do canal Youtube ou em todos os vídeos postados nessa plataforma, de que é proibido veicular ‘merchandising’ [produtos promocionais] ou propaganda de produtos ou serviços protagonizados por crianças ou a elas destinados”, de acordo com o MPF.

Foi igualmente requerida a inclusão de uma ferramenta que permita aos usuários denunciar os vídeos com propaganda destinada aos mais novos como impróprios.

Na ação, o MPF pediu também que a Justiça determine que sejam incluídas na resolução número 163 sanções em caso de incumprimento.

Comunicado do Ministério Público Federal em Minas Gerais

 Publicidade infantil leva MPF/MG a ingressar com ação contra a Google

 

Google revela identidade de utilizador de e-mail com imagens explícitas de criança

Agosto 5, 2014 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Público de 4 de agosto de 2014.

Frederic J. BROWN AFP

Um homem foi detido em Houston, nos Estados Unidos, depois de o Google ter denunciado ao centro nacional de crianças desaparecidas e exploradas que no e-mail do indivíduo existiam imagens explícitas de uma criança. Num caso como este, o alerta do motor de busca às autoridades foi saudado, mas por outro lado coloca-se a questão do direito à privacidade online.

Segundo o canal de televisão KHOU, o homem detido por posse de pornografia infantil tem um passado de abusador sexual, condenado por agressão sexual a uma criança em 1994. Identificado como John Henry Skillern, 41 anos, o indivíduo teria três imagens na sua conta de e-mail de uma rapariga, o que levou o Google a alertar a polícia.

“Ele mantinha-as no interior do e-mail. Não posso ver essa informação, não posso ver essa fotografia, mas o Google pode”, disse à KHOU o detective David Nettles, da unidade de combate a crimes na Internet contra crianças.

Após o alerta do Google, a polícia fez buscas ao domicílio de Skillern, onde encontrou mais imagens suspeitas e mensagens escritas comprometedoras. O homem está detido, tendo-lhe sido determinada uma caução de 200 mil dólares (150 mil euros).

A empresa norte-americana recusou-se a comentar o caso, nomeadamente a responder à questão se a sua denúncia não terá quebrado o direito à privacidade do utilizador ao visionar o seu e-mail pessoal.

O motor de busca financia a Internet Watch Foundation e trabalha ainda com o centro nacional de crianças desaparecidas e exploradas nos Estados Unidos. O responsável pelos serviços jurídicos do Google, David Drummond, disse noutra ocasião que a empresa “criou tecnologia que alerta outras plataformas para conhecidas imagens de abuso sexual de crianças”. “Podemos rapidamente removê-las e alertar para a sua existência às autoridades”, explicou o responsável.

O Google passa por um sistema todas as contas de e-mail para colocar publicidade dentro do Gmail, actualmente com mais de 400 milhões de utilizadores em todo o mundo.

Em Abril, o Google reviu os termos e condições do serviço de e-mail e informou os utilizadores: “Os nossos sistemas automatizados analisam os vossos conteúdos [incluindo e-mails] para vos fornecer pessoalmente características relevantes de produtos, como resultados de busca e publicidade personalizados e detecção de spam e malware. Esta análise ocorre quando o conteúdo é enviado, recebido, e quando é armazenado”. Esta alteração surgiu após a empresa ter sido processada na Califórnia por o seu sistema de análise de e-mails ter sido utilizado para avançar com publicidade a universitários.

Apesar de ninguém contestar a protecção de crianças contra predadores sexuais, ficam as questões sobre a privacidade dos utilizadores do Gmail e em que outras circunstâncias o Google alerta as autoridades depois de detectar algo suspeito no e-mail dos seus clientes.

E se o Google se enganar e confundir uma imagem inocente de uma criança nua com uma de cariz sexual? Recentemente, o Instagram cometeu esse erro quando fechou a página de uma mulher que tinha publicado uma fotografia da filha pequena a mostrar a barriga.

O Google prefere manter-se em silêncio quanto a estas questões. Argumenta apenas que, ao ser parco nas explicações, protege a sua forma de apanhar os criminosos, impedindo que estes a conheçam.

 

 

 

 

Guia de privacidade para o Facebook e o Google

Janeiro 17, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Artigo do Público de 11 de Janeiro de 2014.

Dado Ruvic Reuters

João Pedro Pereira

Como navegar pelas configurações dos serviços de duas das mais populares empresas de Internet.

Empresas como o Google e o Facebook armazenam imensas quantidades de dados, e de conteúdos, dos utilizadores. Às vezes, esses conteúdos são usados de formas que levantam preocupações de privacidade, como, por exemplo, a <href=”http: noticia=”” tecnologia=”” http://www.publico.pt=”&#8221; facebook-acaba-com-publicidade-polemica-mas-continua-a-mostrar-informacao-dos-utilizadores-1619261?=””>inclusão dos “gostos” dos utilizadores do Facebook em anúncios.

Outros casos podem ser menos relevantes, mas são surpreendentes. Um deles: se alguém tirar mais do que uma fotografia a um grupo de pessoas num dado momento (por exemplo, num jantar) e as publicar no Google+, os algoritmos do Google automaticamente seleccionam a melhor imagem de cada uma das pessoas e combinam essas imagens numa única fotografia – uma fotografia de um momento que, em rigor, não existiu.

Não é possível escapar a esta utilização dos conteúdos e da informação sem deixar de usar os estes serviços. Por um lado, porque é em associar dados a publicidade que o negócio destas empresas assenta. Por outro, porque mesmo as autoridades têm dificuldades em fazer com que se cumpram as leis de privacidade e tratamento de dados. Por fim, porque muitas destas situações são desconhecidas dos utilizadores, que acabam por nem sequer entrar nas configurações que permitem limitar aquilo que o Facebook e o Google fazem.

O que se segue é um curto guia para as definições de privacidade do Facebook e do Google.

Facebook

O primeiro sítio a visitar são as definições de privacidade da conta, acessíveis a partir da barra superior. Clique-se num pequeno ícone em forma de roda dentada no canto superior direito e, no menu que se abre, em “Definições de privacidade” (ou siga-se apenas o link neste parágrafo, desde que já se tenha entrado na conta).

Aqui é possível determinar quem vê as publicações (algo que pode ser mudado separadamente para cada publicação): toda a gente que tem uma conta no site, só os amigos, ninguém ou apenas grupos de amigos seleccionados.

Também é possível aceder a um registo integral da actividade (partilhas, “gostos”, etc)  e definir quem pode aceder a cada um dos itens, bem como limitar as pessoas que podem fazer contactos ou pedidos de amizade.

Nesta página, a opção “Bloquear”, na barra lateral esquerda, permite bloquear pessoas e aplicações. Um utilizador bloqueado deixa de poder ver as publicações na cronologia, fazer identificações em fotografias, convidar para eventos ou grupos, iniciar conversas  ou fazer pedidos de amizade.

Mais abaixo na mesma barra lateral esquerda, a opção “Anúncios” dá acesso a um link para uma página que permite desactivar algumas das publicidades personalizadas. Aqui, é possível fazer com que o Facebook deixe de mostrar anúncios com base em acções que os utilizadores fazem em sites externos (o Facebook pode monitorizar as actividades feitas em sites parceiros e usar essa informação para exibir publicidade). Clicar no botão “desistir”, porém, não significa que deixem de ser exibidos anúncios com base nas actividades do utilizador dentro da rede social: gostar de uma página continuará a ser usado para fins publicitários.

Uma outra página permite limitar os anúncios que são associados a actividades do utilizador. É preciso procurar na página a opção “Associar as minhas acções sociais a anúncios para” e escolher “ninguém”.

Google

Um bom sítio para começar a perceber o tipo de informação que o Google agrega é o painel de controlo. Aqui estão muitos dos serviços associados à conta do Google (do Gmail ao YouTube) e um resumo da actividade em cada um. É possível aceder às opções de configuração e privacidade de cada um dos serviços – uma tarefa que, dependendo da quantidade de serviços que se deseje configurar, pode ser trabalhosa.

Por exemplo, os utilizadores da rede social Google+ (e todos os utilizadores do Gmail têm uma conta no Google+, mesmo que não a usem) podem configurar nesta página várias opções de privacidade e optar por desactivar comportamentos automáticos – como o tratamento de fotografias.

Uma opção importante nesta página diz respeito a publicidade. Aqui, é possível fazer com que o Google deixe de apresentar o perfil do utilizador como uma recomendação de um produto ou serviço. Basta certificar-se que a opção no fundo da página não está assinalada e premir o botão “Guardar”.

Nem todas as opções de privacidade, porém, estão acessíveis a partir das páginas de configuração dos serviços. Algumas requerem mais trabalho. Os utilizadores da ferramenta de conversação instantânea do Gmail poderão querer que as conversas não fiquem guardadas (tal como os emails, o Google guarda e permite que todas as conversas no chat sejam pesquisáveis por qualquer dos interlocutores). Para evitar o armazenamento, é preciso em cada janela de conversa aceder ao menu “Mais”, no canto superior direito, e seleccionar “Passar a modo não registado”.

A eficácia de todas estas configurações depende do rigor com que a empresa as cumpra. Tudo o que se passa nestes serviços pode de alguma forma ser analisado, e usado, pelo Google e o Facebook. Recentemente, têm dificuldades em fazer com que se cumpram as leis de privacidade e tratamento de dados. Por fim, porque muitas destas situações são desconhecidas dos utilizadores, que acabam por nem sequer entrar nas configurações que permitem limitar aquilo que o Facebook e o Google fazem.

O que se segue é um curto guia para as definições de privacidade do Facebook e do Google.

Facebook
O primeiro sítio a visitar são as definições de privacidade da conta, acessíveis a partir da barra superior. Clique-se num pequeno ícone em forma de roda dentada no canto superior direito e, no menu que se abre, em “Definições de privacidade” (ou siga-se apenas o link neste parágrafo, desde que já se tenha entrado na conta).

Aqui é possível determinar quem vê as publicações (algo que pode ser mudado separadamente para cada publicação): toda a gente que tem uma conta no site, só os amigos, ninguém ou apenas grupos de amigos seleccionados.

Também é possível aceder a um registo integral da actividade (partilhas, “gostos”, etc)  e definir quem pode aceder a cada um dos itens, bem como limitar as pessoas que podem fazer contactos ou pedidos de amizade.

Nesta página, a opção “Bloquear”, na barra lateral esquerda, permite bloquear pessoas e aplicações. Um utilizador bloqueado deixa de poder ver as publicações na cronologia, fazer identificações em fotografias, convidar para eventos ou grupos, iniciar conversas  ou fazer pedidos de amizade.

Mais abaixo na mesma barra lateral esquerda, a opção “Anúncios” dá acesso a um link para uma página que permite desactivar algumas das publicidades personalizadas. Aqui, é possível fazer com que o Facebook deixe de mostrar anúncios com base em acções que os utilizadores fazem em sites externos (o Facebook pode monitorizar as actividades feitas em sites parceiros e usar essa informação para exibir publicidade). Clicar no botão “desistir”, porém, não significa que deixem de ser exibidos anúncios com base nas actividades do utilizador dentro da rede social: gostar de uma página continuará a ser usado para fins publicitários.

Uma outra página permite limitar os anúncios que são associados a actividades do utilizador. É preciso procurar na página a opção “Associar as minhas acções sociais a anúncios para” e escolher “ninguém”.

Google
Um bom sítio para começar a perceber o tipo de informação que o Google agrega é o painel de controlo. Aqui estão muitos dos serviços associados à conta do Google (do Gmail ao YouTube) e um resumo da actividade em cada um.
É possível aceder às opções de configuração e privacidade de cada um dos serviços – uma tarefa que, dependendo da quantidade de serviços que se deseje configurar, pode ser trabalhosa.

Por exemplo, os utilizadores da rede social Google+ (e todos os utilizadores do Gmail têm uma conta no Google+, mesmo que não a usem) podem configurar nesta página várias opções de privacidade e optar por desactivar comportamentos automáticos – como o tratamento de fotografias.

Uma opção importante nesta página diz respeito a publicidade. Aqui, é possível fazer com que o Google deixe de apresentar o perfil do utilizador como uma recomendação de um produto ou serviço. Basta certificar-se que a opção no fundo da página não está assinalada e premir o botão “Guardar”.

Nem todas as opções de privacidade, porém, estão acessíveis a partir das páginas de configuração dos serviços. Algumas requerem mais trabalho. Os utilizadores da ferramenta de conversação instantânea do Gmail poderão querer que as conversas não fiquem guardadas (tal como os emails, o Google guarda e permite que todas as conversas no chat sejam pesquisáveis por qualquer dos interlocutores). Para evitar o armazenamento, é preciso em cada janela de conversa aceder ao menu “Mais”, no canto superior direito, e seleccionar “Passar a modo não registado”.

A eficácia de todas estas configurações depende do rigor com que a empresa as cumpra. Tudo o que se passa nestes serviços pode de alguma forma ser analisado, e usado, pelo Google e o Facebook. Recentemente, um estudo mostrou que é possível analisar mensagens que os utilizadores escreveram no Facebook, mas acabaram por decidir não publicar.

 

Google e CIS.PT lançam guia para segurança online!

Janeiro 6, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

bom

texto do site da Internet Segura de 23 de dezembro de 2013.

A Google e o Centro Internet Segura associam-se para promover o guia para segurança e proteção online «É Bom Saber» em versão portuguesa, com o objetivo de trabalhar para uma Internet mais segura. Esta iniciativa é mais uma das vertentes da parceria iniciada em 2012 no âmbito do website É bom Saber, em que a Google fornece dicas e orientações para que crianças e jovens naveguem na internet em segurança.

O material disponível nesta publicação pode ser utilizado por pais e professores, como um guia de fácil implementação para a educação sobre segurança na Internet. De forma simples e intuitiva, aborda temas chave da proteção online como palavras-passe, roubo de identidade e esquemas fraudulentos, a importância de bloquear o ecrã e/ou dispositivos e utilizar redes seguras e dá ainda a conhecer as ferramentas de segurança e privacidade da Google.

O Centro Internet Segura procederá à distribuição de 20.000 exemplares desta publicação, através da sua rede de parceiros e das ações de sensibilização que dinamiza por todo o país em escolas, bibliotecas, centros de inclusão digital e outras instituições. Fazer chegar esta informação a toda a população, mas particularmente a jovens que, por motivos de exclusão digital das famílias, não tem acesso aos conhecimentos sobre navegação segura na Internet, é um dos seus principais objetivos.

Através de parcerias com empresas líderes de mercado como a Google, o Centro Internet Segura pretende continuar o seu trabalho de prevenção e capacitação de crianças, jovens e adultos para o uso das tecnologias da informação e da comunicação de forma segura e em seu benefício.

Para informação complementar consultar o guia “É bom Saber” em www.google.pt/goodtoknow.

 

Google e Microsoft bloqueiam imagens de pornografia infantil

Novembro 21, 2013 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia do Diário de Notícias de 19 de Novembro de 2013.

A notícia contém declarações da  Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

Clicar na imagem

dngoogle

Google e Microsoft chegam a acordo para bloquear imagens de abusos infantis

Novembro 20, 2013 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia do Público de 18 de Novembro de 2013.

Jochen Luebke AFP

Duas empresas são responsáveis por 95% do tráfego. Medida tinha sido pedida por David Cameron, mas especialistas dizem que muitos dos conteúdos são escondidos de outras formas.

As duas maiores empresas responsáveis por motores de busca na Internet, a Google e a Microsoft, chegaram a um acordo sobre um conjunto de medidas que vão permitir tornar mais difícil o acesso a imagens de pornografia infantil online.

São cerca de 100 mil os termos que as duas empresas conseguiram identificar como estando relacionados com este tipo de material através de algoritmos criados. A partir de agora, avança a BBC, sempre que o utilizador fizer uma pesquisa por essas palavras não conseguirá obter nenhum resultado e ainda receberá um alerta de que a pesquisa de imagens relacionadas com abusos sexuais infantis é ilegal.

O motor de busca da Google e o da Microsoft, o Bing, são responsáveis por 95% do tráfego de pesquisa na Internet, pelo que a medida conjunta cobrirá a maior parte das imagens ilegais disponíveis.

Ao Daily Mail, o presidente da Google, Eric Schmidt, disse ainda que o impacto da medida será ainda maior quando “brevemente” implementarem a medida em 150 línguas diferentes. Por agora as novas regras só estão a funcionar  em inglês e em apenas 13 mil dos termos identificados é que já aparece o alerta sobre o comportamento ilegal e alguns contactos específicos onde o utilizador pode procurar ajuda sobre a sua conduta.

Apesar de defenderem este tipo de medidas, muitos dos especialistas na protecção de crianças não acreditam que tenham o alcance pretendido, explica a BBC, justificando que muitas das imagens em questão estão escondidas de outra forma e são partilhadas sem o recurso a estes servidores.

De todas as formas, o primeiro-ministro inglês, que tinha impulsionado e apelado a medidas urgentes neste sentido, já veio congratular-se com o passo, mas assegurou que ou é mesmo implementado e eficaz ou vai avançar para legislação nesse sentido.

Aliás, no final de Julho, David Cameron já tinha dito que queria que as empresas ligadas à Internet bloqueassem o acesso a imagens que mostrem abusos sexuais de crianças ou pornografia infantil. Já na altura tinha dito que, se tal não fosse feito voluntariamente, faria uma legislação sobre o tema.

“Depravadas e repugnantes” foram as palavras escolhidas por Cameron para descrever os resultados das pesquisas permitidas pelas empresas. Logo em Julho, a Google garantiu que, sempre que se depara com imagens relacionadas com pedofilia, as remove assim que possível.

Novas ferramentas em desenvolvimento
Em Junho, a Google avançou também ao Telegraph que um dos motivos para por vezes ser demorado remover as imagens que envolvem crianças é a ausência de um sistema unificado que abranja, por exemplo, Yahoo!, Microsoft, Twitter e Facebook. Por isso, a gigante tecnológica começou a trabalhar num novo programa que permitirá de forma célere a troca de informações sobre pedofilia entre sites, Governos e organizações não-governamentais.

Aproximadamente 3,75 milhões de euros foi quanto a empresa decidiu destinar aos grupos National Center for Missing and Exploited Children e Internet Watch Foundation, como a outras organizações nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália e na América Latina. E cerca de 1,5 milhões de euros vão para a Child Protection Technology Fund, fundo criado com o objectivo de financiar o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas que auxiliem o combate à pornografia infantil.
 

Google bloqueia mais de 100 mil pesquisas de pornografia infantil na internet

Novembro 18, 2013 às 10:54 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do i de 18 de novembro de 2013.

Por Agência Lusa

A Google desenvolveu ainda uma tecnologia que permite marcar vídeos ilegais do mesmo tipo para que todas as cópias possam ser retiradas da internet

O patrão da Google, Eric Schmidt, anunciou hoje, num artigo publicado no diário britânico Daily Mail, que a empresa desenvolveu uma nova tecnologia que permite bloquear mais de 100 mil tipos de pesquisa de pornografia infantil na internet.

As restrições serão aplicadas primeiramente aos países de língua inglesa, mas vão estender-se em seis meses ao resto do mundo e a outros 158 idiomas.

De acordo com Schmidt, a Google mobilizou nos últimos três meses mais de 200 funcionários para o desenvolvimento de uma nova tecnologia que dificulta o acesso a imagens de pornografia infantil na internet.

“Mesmo que nenhum algoritmo seja perfeito – e a Google não consegue impedir os pedófilos de adicionarem novas imagens na internet -, as mudanças alcançadas permitem limpar os resultados de mais de 100 mil pesquisas potencialmente ligadas a abusos sexuais de crianças”, apontou o responsável.

Eric Schmidt indicou também que alertas surgem em resultados de mais de 13 mil pesquisas, salientando que abusos sexuais de menores são ilegais e apresentando formas de se obter ajuda.

A Google desenvolveu ainda uma tecnologia que permite marcar vídeos ilegais do mesmo tipo para que todas as cópias possam ser retiradas da internet, acrescentou.

O anúncio surge antes da cimeira sobre segurança da internet, que terá hoje lugar nos escritórios do primeiro-ministro britânico, David Cameron, em Downing Street e que reunirá a Google, a Microsoft e outras empresas ligadas à internet.

Em julho, Cameron pediu mais eficácia aos motores de busca para impedir o acesso dos internautas a imagens ilegais.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

Quando crianças desafiam o Google Maps

Julho 18, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

Notícia da Revista Galileu de 4 de Julho de 2013.

Um grupo de jovens com idades entre 10 e 14 anos chamados de Dakabuko (que significa ‘audacioso’ ou ‘corajoso’) resolveu agir quando percebeu que o Google Maps havia deixado de fora o lugar onde eles moram – uma das favelas da cidade de Kolkata, na Índia. A região aparece em branco na pesquisa, como se não houvesse nada na área. Em um documentário, uma das integrantes conta que sua mãe perguntou ‘tem certeza que não estamos no mapa? O mundo todo está registrado’. E ela responde, com convicção absoluta ‘não, não estamos lá’.

Então os Dakabuko resolveram pesquisar a região por conta para construir um mapa. De acordo com Amlan Ganguly, assistente social que os acompanha, ter sua região registrada e mapeada faz parte dos direitos de qualquer cidadão. Eles não apenas fizeram a planta do local como também numeraram as casas, para que os moradores pudessem indicar seus endereços com mais facilidade.

O objetivo final do projeto é que, com o mapa, eles possam monitorar áreas onde habitantes ainda não tiveram acesso à vacina contra pólio. E graças ao trabalho dessas crianças, que chamam a comunidade para os postos de saúde, o número de vacinações na região aumentou 80%. Com a ajuda de um projeto da Universidade de Columbia eles até ganharam telefones para registrar a frequência das vacinações de cada habitante.

Confira o documentário emocionante:

 

 

 

 

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.