34 imagens que ilustram a relação entre gémeos

Outubro 17, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Quando choram, quando fazem travessuras e até quando dormem. Os irmãos gémeos parecem mesmo manter uma relação especial. E estas imagens ilustram esse carinho.

Gargalhadas (e birras) a dobrar. Duas vezes mais fraldas para comprar, mas acima de tudo uma dose de amor multiplicada por dois.

É este o cenário que os pais de gémeos pintam quando são questionados sobre a vida que levam desde o nascimento dos filhos. É mais duro, não escondem, mas acima de tudo mais emocionante. E essa dedicação também se reflete na relação entre irmãos.
O Huffington Post pediu aos seus leitores que enviassem fotografias dos seus filhos gémeos que ilustrassem o tão famoso vínculo entre estes irmãos.

Observador

Veja todas as imagens AQUI.

Agressividade nas crianças é genética

Fevereiro 7, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 24 de Janeiro de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

A longitudinal twin study of physical aggression during early childhood: evidence for a developmentally dynamic genome

Cientistas canadienses descobriram que a agressividade das crianças é genética e não depende apenas da edução e do ambiente.

A investigação da Universidade de Montreal envolveu 667 pares de gémeos monozigóticos (originados pelo mesmo embrião) e dizigóticos (de dois embriões diferentes), nascidos entre 1995 e 1998.

Foi pedido às mães que descrevessem o comportamento destas crianças em relação a morder, beliscar, dar pontapés e lutar aos 20, 32 e 50 meses de idade. Depois de analisarem os resultados, chegaram à conclusão que a tendência de uma criança para a agressão física resulta de uma predisposição genética e, ao contrário do que se pensava, não é causada por fatores ambientais, tais como ver desenhos animados violentos ou o exemplo dos pais.

“Muitas vezes os pais se sentem culpados. Mas eles deveriam olhar para a agressão física como uma fase normal do desenvolvimento”, afirmou o autor Eric Lacourse do estudo.

No entanto, alerta ainda o investigador, os pais têm um papel importante no desenvolvimento desta agressividade, pois a forma como lidarem com ele pode ajudar as crianças a saírem deste tipo comportamento ou a perpetuá-lo.

Os pais não devem nem ser muito brandos, nem muito duros com os filhos, sugere Lacourse. E defende que a melhor forma de lidar com a agressividade nas crianças é com punições próprias à idade, como por exemplo utilizando o “time-out”, em vez de gritar, bater, ou negar amor e carinho, ações que podem contribuir para potenciar comportamentos violentos.

Genes influenciam mais as notas do que pais ou professores revela estudo britânico

Dezembro 26, 2013 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da RTP Notícias de 12 de Dezembro de 2013.

Estudo mencionado na notícia:

Strong Genetic Influence on a UK Nationwide Test of Educational Achievement at the End of Compulsory Education at Age 16.

Notícia do King’s College London

Differences in students’ GCSE scores owe more to genetics than environment

Lusa

Os genes influenciam mais as notas dos estudantes do ensino secundário do que “os professores, as escolas ou a família”, segundo um estudo divulgado na quarta-feira pelo King`s College de Londres.

Os autores do estudo analisaram a importância da genética no êxito escolar e, para isso, utilizaram como amostra as notas de mais de 11.000 exames de alunos de 16 anos do ensino secundário.

Em disciplinas como inglês, matemática, ciência, física, biologia e química, os cientistas descobriram que os genes influenciam mais nas notas (em 58%), enquanto em matérias de humanidades, como arte e música, os genes contam 42%.

Apesar de destacar o peso dos genes no sucesso escolar, o estudo esclarece que o ambiente em que vive o aluno também é importante, pois influencia as notas em 36%, referindo também a importância das escolas.

“A pergunta a que estamos a tentar responder é: porque é que há diferenças entre os alunos nos exames do fim do secundário? Pensamos imediatamente: são as escolas. Mas se as escolas fossem o único fator, os alunos da mesma turma teriam todos as mesmas notas”, salientou Robert Plomin, autor do estudo.

Para resolver a questão, os autores do estudo analisaram as notas obtidas num exame para o Certificado Geral de Educação Secundária (GCSE, na sigla em inglês) por dois gémeos que partilhavam 100% dos seus genes e outros dois que partilhavam apenas metade dos genes. Os quatro gémeos cresciam num ambiente similar.


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