Alunos com gaguez podem ser dispensados dos exames orais

Novembro 24, 2019 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de novembro de 2019.

XI Jornadas sobre Gaguez “Entender a Gaguez” 21 de Outubro de 2017 Coimbra – Instituto Universitário Justiça e Paz

Outubro 18, 2017 às 11:15 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.gaguez-apg.com/index.php/apg/118-xi-jornadas-sobre-gaguez

I Jornadas de Perturbações da Fluência, Gaguez e Taquifémia – Um evento de solidariedade social

Dezembro 6, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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jornadas

programa e inscrições:

http://www.epap.com.pt/jornadas-disfluencia/index.html

Piadas sobre a gaguez são “bullying inconsciente”

Outubro 22, 2014 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do P3 do Público de 21 de outubro de 2014.

Jessica Rinaldi Reuters

A gaguez pode ser tratada de várias formas e quanto mais precoce for o diagnóstico e a intervenção, melhores são as perspectivas do tratamento

Texto de Lusa

A gaguez continua a ser vista em Portugal como piada e, em muitos casos, chega mesmo a ser “bullying inconsciente” contra crianças e jovens, que não encontram nas escolas terapeutas suficientes para responder a esta perturbação da fala.

O diagnóstico foi feito à agência Lusa pela Associação Portuguesa de Gagos (APG) na véspera do Dia Internacional de Consciencialização para a Gaguez, que se assinala no dia 22 de Outubro. “Em Portugal ainda há muito a utilização da gaguez para a piada, para o riso fácil, às vezes sem consciência do impacto que isso tem na pessoa que gagueja”, disse à agência Lusa, o sociólogo Daniel Neves da Costa, da APG.

 Estigma social nos adultos e uma espécie de “bullying inconsciente” sobre as crianças e jovens em idade escolar contam-se entre os principais impactos da gaguez, que se estima atinja cerca de 100 mil portugueses. Existem “formas de bullying e opressão das crianças e jovens que gagejam de uma forma muito inconsciente”, sublinhou, adiantando que o número de terapeutas da fala nas escolas é insuficiente.

 “Nestes últimos anos com todos os cortes e restrições no ensino especial têm surgido dificuldades acrescidas”, no acesso aos terapeutas da fala, disse o sociólogo. A cobertura do Serviço Nacional de Saúde (SNS) não existe em todo o país, o que leva muitos pais a recorreram à associação, criada em 2005, para aconselhamento sobre terapeutas e terapias.

 A gaguez pode ser tratada de várias formas e, segundo Daniel Neves da Costa, quanto mais precoce for o diagnóstico e a intervenção, melhores são as perspectivas do tratamento. O problema é que quando os pais recorrem aos médicos de família existe uma tendência de os aconselhar a deixarem passar algum tempo na expectativa que a gaguez desapareça. “Isso é um dos problemas que a APG está a tentar resolver junto da comunidade médica”, disse.

 Terapia da fala, instrumentos electrónicos e medicação podem ajudar a um discurso mais fluente, mas a APG lembra que não existem “curas milagrosas” para a gaguez. Debater todas estas terapêuticas para disponibilizar melhor informação às famílias é o que se pretende com mais uma edição das jornadas sobre a gaguez, a promover no sábado.

 A gaguez, que atinge cerca 1% da população mundial, é uma perturbação da fluência da fala caracterizada por repetições, prolongamento de letras ou sílabas, pausas inesperadas e bloqueios. As causas da gaguez podem ser genéticas (60% das pessoas com gaguez têm um familiar gago), neurológicas (os gagos usam áreas neuronais distintas) e psicossociais (condições do desenvolvimento linguístico na infância). Em cada cinco pessoas que sofrem de gaguez, quatro são homens e apenas uma é mulher e na maioria das crianças, a gaguez surge entre os 2 os 5 anos.

 Marilyn Monroe, Bruce Willis ou Anthony Quinn (actores), Winston Churchil ou Joe Biden (políticos), Charles Darwin ou Isaac Newton (cientistas) são algumas celebridades com gaguez. Também em Portugal existem vários exemplos, sendo os mais conhecidos os da escritora Maria João Seixas, do músico Mário Lajinha ou do radialista da TSF Mário Dias, que quando se senta ao microfone vê a gaguez desaparecer como por milagre. Para Daniel Neves da Costa, a explicação é simples e encontra-se na neurologia: “Os circuitos neuronais que o ser humano usa para produzir fala expontânea são diferentes daqueles que usa quando está a cantar, a ler ou a dizer um texto memorizado e a gaguez ocorre principalpemnte nos momentos de fala expontânea”.

 

 

 

 

Crianças com gaguez podem ser alvo de bullying

Outubro 22, 2014 às 10:55 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Açoriano Oriental de 13 de outubro de 2014.

clicar na imagem

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Apresentação do livro “O gato comeu-te a língua?” – 22 de fevereiro

Fevereiro 19, 2014 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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gato

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Apresentação do livro Ernesto, o menino com gaguez pela autora, Mónica Gaiolas no dia 15 de Fevereiro

Fevereiro 13, 2014 às 3:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Este sábado convidamos todas as famílias a virem até à nossa Biblioteca Municipal Palácio Dos Coruchéus para assistirem à apresentação do livro Ernesto, o menino com gaguez pela autora, Mónica Gaiolas (Ed. Coisas de Ler). Atividade gratuita. Marquem já os vossos lugares para o tel. 21 817 20 49.

Curso de Intervenção Terapêutica na Gaguez

Março 15, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Workshop – Gaguez em Contexto Escolar

Fevereiro 16, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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