Encontro Regional Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família de Escolas TEIP de Lisboa e Vale do Tejo

Junho 24, 2013 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, irá participar como oradora na mesa ” Os GAAF: O que são, de onde vêm e para onde vão?

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Alunos de 10 anos enchem gabinetes de psicólogos

Maio 17, 2013 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 7 de Maio de 2013.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, comenta a notícia.

Alunos de 10 anos enchem gabinetes de psicólogos

Mais professores agredidos e sem apoio nas escolas

Maio 17, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 14 de Maio de 2013.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança, comenta a notícia.

Mais professores agredidos e sem apoio nas escolas

II Encontro de Técnicos GAAF em Coruche

Maio 1, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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No dia 14 de maio de 2013, entre as 9h30 e as 17h00, terá lugar na Escola Secundária de Coruche o II Encontro de Técnicos GAAF  promovido pelo Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) do Agrupamento de Escolas de Coruche em parceria com o Instituto de Apoio à Criança (SOS – Criança/Mediação Escolar e Serviço Jurídico).

Este Encontro, que se destina a técnicos de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (e estruturas similares), assim como a técnicos de intervenção escolar e/ou social, abordará o “Papel da Mediação Escolar na Promoção do Diálogo Intercultural”.

Este encontro irá contar com a presença da Drª Melanie Tavares, Coordenadora da Mediação Escolar do Instituto de Apoio à Criança (na sessão de abertura) e da Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança com a comunicação “Há sempre um Direito…”.

Consulte o PROGRAMA detalhado e faça a sua INSCRIÇÃO.

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Ação de Sensibilização em Coimbra “Mediar, Medi(C)ar, Meditar… conflitos”

Fevereiro 19, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC – Fórum Construir Juntos vai promover mais uma ação de sensibilização que irá decorrer no dia 21 de fevereiro, em Coimbra, no Centro de Acolhimento Temporário do Loreto, com o tema “Mediar, Medi(C)ar, Meditar… conflitos”.

A dinamização desta ação será da responsabilidade da Dr.ª Paula Carriço, Médica Psiquiatra/Psicoterapeuta e do Dr. Alberto Almeida, Técnico de Serviço Social/Psicoterapeuta.

Esta ação pretende dotar os participantes de algumas técnicas que lhes permitam mediar conflitos na sua intervenção diária com crianças e jovens, destinando-se a técnicos, estagiários e professores dos Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) e das instituições parceiras da Rede Construir Juntos da zona centro.

Crise económica agrava desmotivação e abandono escolar

Setembro 3, 2012 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem do Porto Canal de 26 de Agosto de 2012.

A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora do IAC – Mediação Escolar, é entrevistada na reportagem.

PIVÔ
Há cada vez mais alunos com falta de concentração e dificuldades de aprendizagem. São problemas que resultam das dificuldades económico-sociais das famílias e que têm vindo a aumentar o número de casos sinalizados pelo Instituto de Apoio à Criança.

ORÁCULO
Dificuldades financeiras das famílias têm provocado aumento do número de alunos com problemas de aprendizagem e abandono escolar.

VIVOS.
– Melanie Tavares — psicóloga coordenadora do Instituto Apoio à Criança

Porto Canal – delegação Lisboa
Jornalista: Salomé Pinto
Imagem: Valter Lopes

Seminário Nacional de Educação Sexual 2012

Agosto 28, 2012 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais de 400 crianças pediram ajuda telefónica por situação de perigo ou maus tratos

Agosto 24, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 22 de Agosto de 2012.

Por Lusa

Mais de 400 crianças pediram este ano ajuda telefónica ao Instituto de Apoio à Criança (IAC), por se encontrarem em situação de perigo ou por existência de maus tratos físicos na família.

Este serviço do IAC, que tem como princípio básico ouvir e dar voz à criança e ao jovem, recebeu, desde o início do ano até agora, 2222 chamadas, 11% das quais relacionadas com crianças em situação de perigo e 9% por maus tratos físicos na família, divulgou esta quarta-feira o instituto.

O IAC destaca ainda as chamadas feitas por crianças que sentem necessidade de desabafar e de falar sobre si próprias (12%), assim como os apelos relacionados com negligência (9%).

A juntar aos dados da linha estão os casos sinalizados aos gabinetes de apoio ao aluno e à família, no ano lectivo 2011/2012.

De acordo com os dados do IAC, foram sinalizados 3610 alunos, o que representa oito por cento do total dos 40.062 alunos que integram os 30 agrupamentos de escolas analisados.

Segundo o relatório de actividades 2011/2012 da Rede de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), a maioria dos alunos (31%) pertence ao primeiro ciclo, seguindo-se o terceiro ciclo (28%) e o segundo ciclo (27%).

Os rapazes constituem a maioria (55%) dos alunos encaminhados, o que poderá estar relacionado com “algum determinismo biológico e alguma modelação social e cultural”, que os leva a exteriorizar mais facilmente a sua agressividade do que as raparigas.

Os dados indicam que foram identificadas 5742 situações – uma média de 1,6 por aluno sinalizado -, das quais 3304 relacionadas com problemáticas escolares, e 2438 com problemas de comportamento.

Mais de metade das situações (58%) relaciona-se com problemas escolares: desmotivação (14%), fraco aproveitamento escolar (14%), absentismo escolar (11%), dificuldades de aprendizagem (11%), retenções recorrentes (5%) e abandono escolar (3%).

Os problemas de comportamento abrangem 42% dos casos, dos quais 11% na sala de aula, 8% no pátio, 8% participações disciplinares, 6% agressividade, 5% violência verbal e 4% violência física.

O relatório analisou a “problemática individual”, a nível de “comportamentos desviantes, “exposições a situações de risco”, “problemas de saúde” e ainda 21 casos de gravidez na adolescência e 32 problemas de legalização.

As situações de risco são as mais prevalentes (1.993 num total de 3.448 problemáticas assinaladas), sendo as mais relevantes a negligência escolar e a negligência afectiva (ambas com 12%).

Relatório do IAC/Mediação Escolar – Rede de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) 2011-2012

Agosto 9, 2012 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o relatório Aqui

3.610 alunos sinalizados em 2011/2012

Agosto 8, 2012 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 7 de Agosto de 2012.

por Texto da Agência Lusa, publicado por Joana Capucho

Mais de 3.600 alunos de trinta agrupamentos foram sinalizados aos gabinetes de apoio ao aluno e à família no ano letivo 2011/2012 por apresentarem diversos problemas escolares e de comportamento, revela um relatório do Instituto de Apoio à Criança.

Segundo o relatório de atividades 2011/2012 da Rede de Gabinetes de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF), a que a Lusa teve hoje acesso, foram sinalizados 3.610 alunos, que representam oito por cento do total dos 40.062 alunos que integram os 30 agrupamentos de escolas analisados.

A maioria dos alunos (31%) pertence ao primeiro ciclo, seguindo-se o terceiro ciclo (28%) e o segundo ciclo (27%).

Esta situação poderá estar relacionada com a “forte aposta na prevenção primária” e com uma maior exposição das crianças a fatores de risco nesta fase de transição de ciclo, encontrando-se “mais desprotegidas e sujeitas a consideráveis níveis de stress escolar”, refere o documento.

Os autores do relatório referem que esta situação desencadeia uma “diminuição significativa do seu desempenho e do seu autoconceito escolar”, uma condição que pode ser agravada pelo facto de muitas famílias “não estarem suficientemente atentas para as reais dificuldades dos seus filhos”.

A maioria (55%) dos alunos encaminhados são rapazes, o que poderá estar relacionado com “algum determinismo biológico e alguma modelação social e cultural”, que os leva a exteriorizar mais facilmente a sua agressividade do que as raparigas.

Os dados indicam que foram identificadas 5.742 situações – uma média de 1,6 por aluno sinalizado -, das quais 3.304 relacionadas com problemáticas escolares e 2.438 com problemas de comportamento.

Mais de metade das situações (58%) relaciona-se com problemas escolares: desmotivação (14%), fraco aproveitamento escolar (14%), absentismo escolar (11%), dificuldades de aprendizagem (11%), retenções recorrentes (5%) e abandono escolar (3%).

Os problemas de comportamento abrangem 42% dos casos, dos quais 11% na sala de aula, 8% no pátio, 8% participações disciplinares, 6% agressividade, 5% violência verbal e 4% violência física.

“O abandono escolar apresenta-se como a problemática com menor incidência, o que poderá ser explicado pela constante intervenção junto das famílias e posterior articulação com os parceiros, nomeadamente com as comissões de proteção de crianças e jovens em perigo”, explica o documento.

O relatório analisou a “problemática individual”, a nível de “comportamentos desviantes, “exposições a situações de risco”, “problemas de saúde” e ainda 21 casos de gravidez na adolescência e 32 problemas de legalização.

As situações de risco são as mais prevalentes (1.993 num total de 3.448 problemáticas assinaladas), sendo as mais relevantes a negligência escolar e a negligência afetivas (ambas com 12%).

Os “comportamentos desviantes” representaram 734 situações, num total de 3.448, destacando-se o consumo de tabaco (5%), seguido do consumo de álcool (3%) e do bullying agressor (3%).

Os problemas de saúde representam 20% das situações (728), com as perturbações do foro psicológico a terem maior peso (10%).

Mais de metade destas situações (51%) teve “acompanhamento sistemático” e 49% “acompanhamento pontual”.

O relatório analisou também a situação das famílias, tendo verificado que “uma percentagem significativa”, sobretudo a mãe, está em situação de carência socioeconómica e desemprego.

“A ausência da figura paterna é manifestamente evidente e transversal a quase todas as famílias”.

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