6 em cada 10 bebés nasceram fora do casamento em 2018

Julho 25, 2019 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da Fundação Francisco Manuel dos Santos

  • Cada vez mais bebés são filhos de pais não casados: em 2018 foram 56% do total de nascimentos.
  • É na região do Algarve que nascem mais bebés fora do casamento e na região do Norte que nascem menos.
  • Mourão (94%), Gavião (92%), Alcoutim (91%), Pampilhosa da Serra (87%) e Lajes das Flores (86%) no topo.
  • Aguiar da Beira (23%), Corvo (25%), Arouca (32%), Baião (33%) e Marco de Canaveses (33%) no fundo da tabela.
  • A cidade de Lisboa (54%) está abaixo da média e a do Porto (56%) em linha com a média.

Mais informações no link:

http://nasceremportugal.ffms.pt/#cada-vez-menos

Entre as mulheres que foram mães, 5% arrependeram-se

Março 1, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de fevereiro de 2019.

Natália Faria

Estudo mostra ainda que 13% das mulheres não se sentem felizes no seu papel de mães. Crianças difíceis de educar, muitas vezes em contextos de monoparentalidade, podem ajudar a explicar este grau de insatisfação.

Já se sabia que nem todas as mulheres acalentam a vontade de ser mães. O que não se sabia é que, entre as que o foram, a percentagem de arrependidas chega aos 5%. E, no grupo das mulheres que se declaram “esgotadas” e “frustradas”, que representam cerca de 10% das 2428 mulheres inquiridas no estudo As mulheres em Portugal, hoje: quem são, o que pensam e como se sentem, a percentagem das que se arrependeram de terem tido filhos é ainda superior: 9%.

Às “mães arrependidas”, que declararam que não teriam tido os seus filhos se soubessem o que as esperava, somam-se aquelas que os autores do estudo classificam como mães “não realizadas”. São 13% as que afirmam que a maternidade não foi o que esperavam, não obstante garantirem que, apesar de não se sentirem felizes como mães, teriam voltado a ter os filhos.

A insatisfação de “arrependidas” e “não realizadas”, que alastra a 18% das mulheres com filhos, tem hipóteses explicativas apontadas no estudo: além de se sentirem pouco orientadas para a maternidade, enfrentaram sozinhas ou sem grande apoio o processo de educação e os cuidados aos filhos, quer por estes terem nascido de uma relação que entretanto fracassou quer por terem sido forçadas a criá-los no seio de uma família monoparental.

“Uma coisa é a idealização que as mulheres fazem da maternidade e outra são as condições que as mães têm à sua disposição, em termos monetários, dos equipamentos socioeducativos na sua zona de residência, a disponibilidade afectiva. Há variáveis que importaria perceber melhor”, destrinça Sara Falcão Casaca, investigadora do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), da Universidade de Lisboa, para quem “a percentagem expressiva de mulheres que considera que não foi fácil educar os filhos” pode dever-se “à percepção de que lhes faltaram condições objectivas para o investimento que gostariam de ter feito nos filhos e não propriamente a qualquer noção de arrependimento em relação às crianças”.

Efectivamente, 38% das mães assumiram que educar os filhos esteve longe de ser uma tarefa fácil, contra as 62% para quem a educação dos filhos decorreu tal como imaginavam ou que até foi mais fácil do que o previsto.

De resto, o facto de a maioria das mães se declarar feliz nesse papel, não retira validade à afirmação segundo a qual a maternidade não é garantia de felicidade. Isto porque, sublinham os autores do estudo, “a felicidade que essas mulheres experimentam com a maternidade está muito pouco relacionada com o grau de felicidade que sentem nos restantes aspectos da vida”.

Da amostra, resulta que 27% das mulheres entre os 18 e os 64 anos de idade não têm filhos mas têm intenção de ser mães (a percentagem sobe para os 34%, no subgrupo das mulheres em idade fértil). E até são optimistas em relação ao número de filhos que virão a ter: 83% querem ter mais do que um, acima das 52% das mulheres efectivamente somaram mais filhos ao primeiro.

Na categoria das mulheres que não são mães, somam-se às 27% que pretendem vir a sê-lo, 10% que gostariam de ter tido filhos mas já não os terão, por já não terem idade para isso, e as 9% de mulheres que nunca quiseram ter filhos. Resulta daqui que 46% das mulheres estudadas não são mães, contra as 53% que o são e as 1% que estavam grávidas na altura do inquérito.

Entre as que ainda pretendem vir a ser mães, 17% dizem-se dispostas a tê-los mesmo sem terem um parceiro estável, quando considerarem que “chegou a altura certa”.

Em casal, são mais 24 minutos de trabalho

A partilha das tarefas de cuidados aos filhos nos casais em que ambos trabalham revela desequilíbrios. São as mães que levam os filhos ao médico, vão às reuniões da escola, levantam-se de noite e que os transportam, alimentam e estudam com eles em 69% dos casos, enquanto os pais se ficam pelos 26%. Os restantes 6% destas tarefas são assegurados por familiares ou por ajuda remunerada.

Por outro lado, “com a chegada de filhos ou filhas, a colaboração do pai nas tarefas domésticas reduz-se, quer a mulher tenha trabalho pago quer não tenha. “A colaboração do companheiro no cuidado com as crianças costuma ficar a anos-luz do que a mulher tinha inicialmente imaginado”, notam os autores do estudo.

Tudo somado, com a chegada das crianças “as mulheres passam a necessitar de destinar às tarefas familiares (domésticas, compras para a casa e cuidados aos filhos) quase duas horas a mais por dia, em média. Já os homens aumentam o seu tempo de dedicação, sim, mas em apenas 42 minutos. “As mães tendem a absorver 78% das novas tarefas familiares que resultam do nascimento da criança enquanto os pais se limitam a assumir 22%”, precisa o estudo, para concluir: “Não é de espantar que a avaliação que muitas mulheres fazem do companheiro depois da chegada do primeiro filho ou da primeira filha seja inferior à que faziam antes de a criança nascer”.

De resto, o documento precisa que as mulheres que têm de conciliar vida de casal, filhos e trabalho pago trabalham 13 horas e 24 minutos por dia, enquanto as mulheres que, tendo também filhos e trabalho pago, não vivem em casal trabalham apenas 13 horas. “As mulheres que têm trabalho pago e filhos ou filhas ficam ainda mais sobrecarregadas se tiverem um parceiro do que se viverem sozinhas”, afirmam taxativamente. São 24 minutos de uma diferença que reforça aquilo que, segundo Sara Falcão Casaca, vinha sendo apontado em diversos estudos: “Os homens ganham tempo para si com o casamento e as mulheres perdem-no”.

Descarregar o estudo mencionado na notícia  As mulheres em Portugal, hoje: quem são, o que pensam e como se sentem

Crianças e Famílias num Portugal em Mudança – livro de Mário Cordeiro

Julho 26, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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Neste livro traça-se um perfil da situação de saúde e de bem-estar da criança em Portugal, focando especialmente o grupo etário dos 0-9 anos. Com base em diversos indicadores existentes, e na sua evolução, avaliam-se as necessidades de saúde e de bem-estar, bem como as causas de mortalidade, doença e o sucesso das estratégias preventivas, depois de definida a população infantil em termos demográficos e sociais.

Mais informações sobre o livro no link:

https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/1081/criancas-e-familias-num-portugal-em-mudanca

 

Conectados e Expostos – Redes Sociais em Portugal

Dezembro 21, 2017 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descarregar  o documento no link:

https://fronteirasxxi.pt/redessociais/?utm_source=facebook&utm_medium=cpc&utm_campaign=FFMS+-+Tr%C3%A1fego+Website

 

Subir na vida sem berço de ouro é mais difícil em Portugal

Outubro 6, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 7 de setembro de 2017.

Miguel Manso

Quanto maior é a escolaridade do pai, maior é o rendimento do filho, segundo um estudo sobre mobilidade social. Em Portugal, mais de 5% da variação nos rendimentos dos filhos é explicada pela escolaridade dos pais, contra os menos de 2% na União Europeia.

Natália Faria

Em Portugal é mais difícil subir na vida em comparação com a média dos países da União Europeia (UE). Apesar da evolução dos últimos anos, as principais determinantes na posição social de cada um ainda são o apelido familiar e a escolaridade e a profissão dos pais. O estudo “Mobilidade Social em Portugal”, divulgado ontem à noite pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), mostra até que ponto a mobilidade social entre pais e filhos é menor em Portugal do que no resto da Europa. Um exemplo? Entre os portugueses nascidos na década de 1940, os filhos de pais com ensino superior auferiam em média mais 12.400 euros do que os filhos de pais com apenas o ensino básico. Para os nascidos 30 anos mais tarde, as diferenças mantinham-se, embora reduzidas a 6700 euros anuais.

E, enquanto na UE a percentagem de variação no rendimento dos filhos atribuível à escolaridade dos pais não vai além dos 1,9%, em Portugal o valor sobe para os 5,4%. Dito de outro modo, em Portugal quanto maior é a escolaridade do pai maior é o rendimento familiar do filho. Do mesmo modo, a percentagem de variação no rendimento dos filhos que é explicada pela profissão dos pais é de 9,4% em Portugal, muito acima dos 2.1% da UE.

A boa notícia é que o factor “berço” perdeu algum peso nas décadas mais recentes, sobretudo a partir de 1970, muito por causa da generalização do acesso à escola”, como adiantou ao PÚBLICO a investigadora Teresa Bago d’Uva, investigadora na Universidade de Erasmus em Roterdão, na Holanda, coordenadora deste estudo apresentado e debatido ontem à noite no programa Fronteiras XXI, na RTP3 e que teve como ponto de partida velhas suspeições que a FFMS transformou em perguntas: a educação é chave para subir na vida? Em que medida é que a ocupação dos pais explica a variação total no rendimento dos filhos? O apelido ainda conta para conseguir um bom emprego? Em relação a esta última, Teresa Bago d’Uva confirma que “o estatuto sócio-económico do pai, medido através da sua escolaridade e profissão”, pesam na posição social dos filhos, nomeadamente na geração mais recente analisada, a dos nascidos entre 1970 e 1985. “Entre estes, 57% atingem um nível de escolaridade semelhante ao do seu pai e 51% uma categoria profissional equivalente”, precisa.

Nas décadas anteriores, o determinismo social era maior. Até então, como lembra o economista Pedro Pita Barros, no prefácio do estudo, a mobilidade social (que pode ser descrita como a posição social e económica dos pais não determinar a posição social e económica dos filhos, numa medição assente em aspectos como a escolarização, ocupação profissional e rendimentos) era “tradicionalmente baixa”. Aumentou, “de forma marcada”, a partir de 1970. Foi a década da mudança de regime. E também, como insiste Teresa Bago d’Uva, da generalização do acesso à escola.

Para medirem o grau de mobilidade social não só de pais para filhos mas também para um mesmo indivíduo ou agregado familiar ao longo do tempo (e sabendo a partir de estudos da OCDE que ter um pai com ensino superior leva em média a um salário 20% superior ao dos que nasceram de pais apenas com o secundário), os investigadores focaram-se nas gerações de portugueses nascidas entre 1940 e 1985. No fim, aprofundaram conclusões que já eram conhecidas: é mais fácil subir na vida e descolar do contexto de origem no conjunto da UE do que em Portugal.

Entre os nascidos entre 1940 e 1949, o nível de escolaridade dos filhos está muito associado ao dos seus pais, ou seja, há pouca mobilidade. “A grande maioria dos filhos com pais do ensino básico não passou do mesmo nível de ensino e quase nenhuns atingiram o ensino superior. E, no outro extremo, apenas uma pequena minoria dos filhos com pais licenciados não passou do básico, sendo que 75% licenciaram-se também.

Se a situação dos filhos cujos pais que detinham um canudo universitário não se alterou substancialmente ao longo do tempo – isto é, mantiveram uma posição privilegiada -, a dos filhos com pais que não passaram do ensino básico melhorou substancialmente. Entre os nascidos na década de 40, 87% dos filhos também não passavam do básico. Já entre os que nasceram entre 1970 e 1985, esta percentagem baixou para os 57%. Apesar desta maior convergência, Portugal continuou aquém da média europeia: 45%.

É uma distância alcandorada sobretudo nos homens. Apenas 33% dos rapazes obtiveram qualificações académicas superiores às dos seus pais (43% na UE). Por outro lado, entre as mulheres portuguesas nascidas na mesma altura, 48% atingiram um nível escolar superior ao dos seus progenitores masculinos.

Voltando ao peso que tem nos rendimentos o facto de se ter nascido de um pai com formação universitária, o estudo esmiuça que, entre os nascidos na década de 40, os filhos de universitários ganham a mais em média 12.400 euros por ano, comparativamente com os filhos de pais que não passaram do básico. Para os nascidos após a década de 70, porém, a diferença aligeirou-se para quase metade: 6700 euros. É com base nesta descida que os autores do estudo concluem que “o privilégio trazido pela escolaridade dos pais em Portugal diminuiu ao longo do tempo”, para logo a seguir lembrarem que o cenário continua a não ser famoso, até porque se aplica “a fatias cada vez maiores da população”. E urge ainda perceber qual foi o impacto da crise, e das consequentes medidas de austeridade, nesta (falta de) mobilidade social.

Quando a pergunta é como é que se combate a estagnação social em Portugal, o que Teresa Bago d’Uva responde é que a solução continua a passar muito pela escola. “Julgamos ser importante a manutenção de um ensino público de qualidade que não esteja associado ao estatuto sócio-económico dos pais”, precisa a investigadora, apontando ainda a necessidade de políticas de combate à pobreza e exclusão social e a promoção da orientação escolar e profissional nas escolas para “colmatar possíveis diferenças no apoio que os pais são capazes de oferecer aos seus próprios filhos”.

 

mais informações no link:

https://fronteirasxxi.pt/mobilidadesocial/

 

Em 2014, a taxa de escolarização baixou dos 100% pela primeira vez em 20 anos

Julho 22, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 11 de julho de 2017.

No ano passado, 3% das crianças com idade para 1.º ciclo não estavam matriculadas. 8% da população não sabia ler nem escrever.

Lusa

Três por cento das crianças com idade para frequentar o primeiro ciclo não estavam matriculadas neste nível de ensino em 2014 e 2015, após 20 anos com uma taxa de 100%, segundo dados da Pordata divulgados esta terça-feira. Os dados do “Retrato de Portugal 2017” revelam que a taxa real de escolarização foi de 100% entre 1981 e 2013, tendo caído para os 97,9% em 2014 e para 97% em 2015. Em 1961, era de 80,4%.

Esta taxa reflecte a percentagem de alunos matriculados no ensino pré-escolar, básico ou secundário, em idade normal de frequência desse ciclo, face à população dos mesmos níveis etários.

Segundo os dados, a taxa real de escolarização era de 89% no segundo ciclo, em 2015 (7,5% em 1961 e 67,5% em 1988), e de 87% no terceiro ciclo (6,1% em 1961 e 44,7% em 1988). Os dados apontam ainda que, em 2016, 8% da população não sabiam ler nem escrever e 18% tinham o ensino superior.

Nesse ano, a taxa de abandono escolar precoce dos jovens dos 18 aos 24 anos situou-se nos 14%, um número muito distante dos 50% registados em 1992 e dos 40% em 2004, segundo a publicação divulgada no Dia Mundial da População. A directora da Pordata, Maria João Valente Rosa, adiantou à agência Lusa que a Educação é um dos 15 temas reflectidos no “Retrato de Portugal” que demonstram mudanças na sociedade.

“A sociedade portuguesa está em mudança, nalguns casos mesmo muito acelerada, e por isso mesmo precisamos de nos preparar para essas mudanças de maneira a poder retirar delas o melhor proveito”, disse a demógrafa.

Nessas mudanças descritas na publicação “existem várias tendências que nos obrigam a parar e a reflectir sobre o presente, o futuro e a trajectória que fizemos até à actualidade”, adiantou, apontando como exemplo “o número de contribuintes por pensão, que é cada vez menor”.

Há outros dados que “podem suscitar interessem, mesmo numa ótima de políticas públicas, com a ainda muito baixa escolaridade dos empregadores em Portugal ou o aumento recente dos trabalhadores por conta de outrem a receberem o salário mínimo”.

Também há “evoluções muito significativas, como a diminuição dos níveis da mortalidade infantil ou o aumento da esperança de vida”, apontou. “Hoje as crianças nascem com muito mais segurança do que nasciam no passado”, com 99% a nascerem em estabelecimentos de saúde, o que não acontecia em 1960 (18%)”, referiu.

A demógrafa realçou igualmente “o aumento da escolaridade, em especial das mulheres, que foi extremamente significativo”, mas ressalvou que ainda há “um grande caminho a percorrer” quando comparado com outros países da União Europeia. Os dados demonstram também, “apesar de muitos tentarem insinuar o contrário, que estudar compensa”, disse, exemplificando que, a partir de 2009, as taxas de desemprego mais baixas correspondem a quem tem um nível de escolaridade superior.

O livro mostra ainda que “Portugal se converteu claramente ao mundo digital” e que os portugueses estão “mais preocupados com o ambiente”, pelo modo como lidam como os resíduos.

Maria João Rosa destacou a importância do Dia Mundial da População, uma iniciativa das Nações Unidas que se celebra desde 1987, para “pensar, discutir ou abrir caminhos sobre aquilo que somos, aquilo que fomos e para onde estamos a caminhar”. “A população não é um dado imutável no tempo, vai-se alterando, e por isso é tão importante conhecer essas dinâmicas da população para nos compreendermos melhor enquanto país”, rematou.

O documento citado na notícia é o seguinte:

Retrato de Portugal PORDATA, Edição 2017

 

 

 

Será a repetição de ano benéfica para os alunos? PDF gratuito da Fundação Francisco Manuel dos Santos

Dezembro 15, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/1751/sera-a-repeticao-de-ano-benefica-para-os-alunos

Evolução do risco de pobreza em crianças e jovens e idosos 2003-2014 em Portugal

Outubro 10, 2016 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://portugaldesigual.ffms.pt/desigualdade-e-pobreza-sao-o-mesmo?share-area=risco_pobreza#risco_pobreza

Tendo em conta que as crianças não têm rendimentos, se estão em situação de pobreza é porque a família também está. Os números mostram que um quarto das crianças estava em situação de pobreza (24,8%) em 2014, uma proporção que foi crescendo a partir de 2011 e contrariando a tendência de queda que tinha desde 2009. Em 2014, volta a descer pela primeira vez em quatro anos.

Ao longo desse tempo também aumentou a intensidade dessa pobreza. Se o olhar se centrar na forma como o risco de pobreza evoluiu entre os jovens, a conclusão não é muito diferente. É até aos 34 anos, e especialmente entre os 18 e os 24 anos, que a pobreza mais aumentou.

 

 

Desigualdade do Rendimento e Pobreza em Portugal – publicação digital

Outubro 5, 2016 às 6:00 am | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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https://www.ffms.pt/FileDownload/a98e63bd-0e40-436f-926c-68e800225fd2/desigualdade-do-rendimento-e-pobreza-em-Portugal

Desde 2009 até ao presente, a situação económica e social do nosso país alterou-se significativamente. Assim, considerou-se de absoluta importância acompanhar o fenómeno e prolongar o primeiro estudo da Fundação sobre Desigualdade, cuja análise terminava em 2009, conhecendo os efeitos das políticas de austeridade nas condições de vida das famílias. Com este objectivo, apresenta-se hoje uma nova análise sobre os reais impactos da crise económica: o estudo “Desigualdade do Rendimento e Pobreza em Portugal: Consequências Sociais do Programa de Ajustamento”, da autoria de Carlos Farinha Rodrigues e cujas principais conclusões se encontram em portugaldesigual.ffms.pt

 

Introdução ao Estudo Desigualdade do Rendimento e Pobreza em Portugal – publicação digital

Outubro 4, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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https://www.ffms.pt/publicacoes/grupo-estudos/1700/desigualdade-do-rendimento-e-pobreza-em-Portugal

Este estudo contribui para esclarecer as principais alterações ocorridas na distribuição do rendimento e nas condições de vida dos portugueses ao longo do período de vigência do programa de ajustamento, procurando responder às seguintes questões:

 

  • Quais as consequências da profunda crise económica que Portugal enfrentou/enfrenta nos rendimentos dos diferentes grupos da população? Verificou-se um empobrecimento da classe média ou uma redução generalizada dos rendimentos familiares?

 

  • Qual o impacto das políticas de austeridade sobre os rendimentos familiares nos diferentes escalões de rendimento? Os mais pobres foram efectivamente poupados às políticas mais agressivas de redução/ contenção dos rendimentos? As famílias com maiores rendimentos foram as mais penalizadas pelas políticas adoptadas?

 

  • Quais os efeitos, sobre os diferentes grupos sociais, das alterações introduzidas nas políticas sociais? A contracção das políticas sociais, tanto na sua abrangência como nos montantes atribuídos, alterou significativamente as condições de vida das famílias mais pobres?

 

  • Quais as consequências do agravamento do desemprego e das mudanças introduzidas na legislação laboral na distribuição dos salários? O que se alterou na desigualdade salarial?

 

  • Comparativamente a outros países da UE e, em particular, da Zona Euro, as políticas nacionais para contrariar os efeitos da crise económica foram mal ou bem-sucedidas? Quais foram os seus custos económicos e sociais?

Com este estudo pretende-se uma avaliação rigorosa, e tão aprofundada quanto a informação estatística disponível o permite, das consequências sociais de uma das mais profundas crises que Portugal atravessou nas últimas décadas; e uma análise, sempre que possível, das medidas implementadas pelas autoridades públicas para lhes fazer frente.

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