Formação Documentação Pedagógica, tornar visível a aprendizagem – 24 e 25 de novembro em Alvaiázere

Novembro 15, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

https://www.facebook.com/events/322373895206975/

 

Formação Transitiva Música para a Infância – 24 novembro e 1 dezembro na Biblioteca Municipal de Beja José Saramago

Novembro 6, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Formação gratuita.
Inscrição em www.musicateatral.com/germinarte

A Arte de Brincar – Play Therapy com crianças – formação no ISPA – 15 a 17 novembro

Novembro 2, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Objectivos 

Sensibilizar para a importância da Play Therapy no trabalho com crianças
Desenvolver competências em algumas técnicas utilizadas em Play Therapy
Desenvolver competências na comunicação e relação com crianças problemáticas

Competências 

Capacidade de avaliar necessidades das crianças
Capacidade de planear finais
Capacidade de  usar/compreender agentes de mudança (aceitaçao, seguranca, confiança no processo, exploração da expressão simbólica)
Capacidade de manter regras e limites

Programa 

O que é Play Therapy

O brincar e os brinquedos
Avaliação das necessidades: plano e contrato
Regras e limites
Fases do processo terapêutico
Finais
Play Therapy  e Arte Terapia
Play Therapy e Maus Tratos

mais informações no link:

http://fa.ispa.pt/formacao/arte-de-brincar

Curso de Formação de Voluntários – Projeto Nacional de Educação pelos Pares – 5 novembro em Lisboa

Outubro 30, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações nos links:

https://www.ff.ul.pt/media/eventos/curso-formacao-voluntarios-projeto-nacional-educacao-pelos-pares/

http://www.fpccsida.org.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1509:2018-10-25-11-10-34&catid=1:noticias

Dislexia: falta de formação de professores compromete milhares de alunos

Outubro 26, 2018 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Santi Verde on Unsplash

Artigo de opinião de Helena Serra  publicado no Público de 10 de outubro de 2018.

Por que esperamos para apetrechar os agrupamentos em geral com meios bastantes para uma atuação eficiente e atempada com os alunos disléxicos?

Nos quotidianos escolares, em qualquer estabelecimento de ensino, os professores constatam que alguns alunos, dotados embora de capacidade intelectual, sentem dificuldades nas realizações escolares iniciais, nomeadamente fluência e compreensão leitora, retenção da informação, articulação de ideias, ordenação sequencial, dificuldades com conceitos espaciais, etc., afetando os resultados nas aprendizagens em geral. Poderão ter dislexia!

A prevalência é de 5% a 10% de alunos do sistema escolar, “o que equivale a várias dezenas de milhares de alunos” (Correia, 2008).

“As dificuldades de aprendizagem específicas dizem respeito à forma como um indivíduo processa a informação – a recebe, a integra, a retém e a exprime – tendo em conta as suas capacidades e o conjunto das suas realizações. Podem manifestar-se nas áreas da fala, da leitura, da escrita, da matemática e/ou da resolução de problemas, envolvendo défices que implicam problemas de memória, percetivos, motores, de linguagem, de pensamento e/ou metacognitivos; tais dificuldades não resultam de privações sensoriais, deficiência mental, problemas motores, défice de atenção, perturbações emocionais ou sociais, embora exista a possibilidade de estes ocorrerem em concomitância com elas, podem, ainda, alterar o modo como o indivíduo interage com o meio envolvente” (Correia, 2005).

Assim, estas Perturbações de Aprendizagem Específicas podem revelar-se como: i) défice na leitura; ii) défice na expressão escrita; iii) défice na matemática.

A sua génese neurológica é referida em múltiplos estudos publicados. Em geral, esses alunos apresentam áreas desenvolvimentais com baixa eficiência, inusuais noutros alunos. Constituem como que “alicerces” das aprendizagens simbólicas iniciais: i) a linguagem – consciência fonológica, compreensão e expressão linguística; ii) a psicomotricidade – interiorização do esquema corporal e da lateralidade (no seu corpo, no espaço envolvente e nos espaços gráficos), a orientação espacio-temporal (conseguir situar-se no espaço, na folha e num mapa ou compreender uma tabela de dupla entrada, ou aprender as horas, os dias da semana, os meses do ano ou relacionar acontecimentos ordenando-os no tempo); competências percetivas auditivas e visuais (atender a pormenores visuais e diferenças entre sons próximos, perceber as orientações visuo-espaciais dos grafemas e a correspondência grafema-fonema); a destreza e controle motor fino (o desenho das letras exige controle e destreza motora fina e respeito pela direcionalidade); dificuldades de atenção e de memória de trabalho. Atrasos significativos nestas habilidades levam a baixos resultados escolares generalizados, uma vez que, por sua vez, ler-compreender-escrever-raciocinar-escutar-reter são competências transversais.

A intervenção diferenciada, de qualidade, só poderá ter lugar com base na descrição do “perfil desenvolvimental e de realização académica do aluno”, através de estratégias e recursos específicos, a fim de se direcionar devidamente a intervenção. Torna-se de crucial importância fazer intervenção atempada, precoce (possível já na educação pré-escolar) sobre estas competências facilitadoras das aprendizagens escolares iniciais, baseadas em símbolos.

Na atual legislação, decreto-lei n.º 54/2018, prevêem-se medidas capazes de proporcionar um envolvimento adequado a estes alunos, a ser promovido quer em sala de aula, quer em apoios individualizados. A intervenção educativa específica terá de ser sistemática (não esporádica); ser estruturada (atender às diferentes áreas fracas e emergentes do aluno); ser focalizada (partindo do nível de realização atual do aluno, prosseguir os níveis superiores); ser individualizada (atender ao aluno-pessoa); ser atempada (no início da escolaridade); com modelos e abordagens multissensoriais (que apelam ao recurso a vários sentidos). A intervenção pressupõe o trabalho de uma equipa multiprofissional e implica todos os contextos próximos. Em Portugal, a maioria dos alunos com perturbações de aprendizagem específicas fica sem apoios especializados, porque se entende que aos docentes em geral cabe fazer a identificação e a diferenciação pedagógica. Só que os professores não têm formação neste campo, não os sabem identificar nem o que ou o como fazer, e o melhor tempo para intervir vai-se esgotando. Estão sentados nas salas de aula portuguesas milhares de alunos com estas perturbações. Sabe-se que muitos deles ao abandonarem a Escola, talvez magoados ou marcados pela falta de compreensão e apoio, assumem mais adiante comportamentos disruptivos e antissociais. O preço, em termos individuais e coletivos, é, portanto, muito alto!

Nesta data, a Dislex alerta para a falta de respostas educativas de qualidade, quer na identificação e diagnóstico, quer na intervenção, e formula uma pergunta: por que esperamos para apetrechar os agrupamentos em geral com meios bastantes para uma atuação eficiente e atempada com os alunos disléxicos?

A autora escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

 

Formação em Direitos das Crianças: A Convenção sobre os Direitos da Criança em Prática – 19, 20, 26, 27 e 31 de Outubro em Lisboa

Setembro 24, 2018 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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NOVAS DATAS
Formação em Direitos das Crianças: A Convenção sobre os Direitos da Criança em Prática

Com esta formação pretende-se contribuir para práticas profissionais cada vez mais centradas nas crianças e nos seus direitos e para uma progressiva cultura que considere as crianças para além de seres objeto de proteção.

A formação terá lugar em Lisboa, nos dias 19, 20, 26, 27 e 31 de Outubro de 2018.

Mais informações https://www.cesis.org/pt/noticia/438/novas-datas-formacao-em-direitos-das-criancas-a-convencao-sobre-os-direitos-da-crianca-em-pratica/

Inscrição em https://goo.gl/forms/NwgFWNOp3A85Ulov2

Inscrições para a Escola de Mães – Ano Lectivo 2018/2018

Setembro 17, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Encontram-se abertas as inscrições para o próximo ano lectivo 2018/2019.

Poderá fazê-lo através do e-mail: escola@ajudademae.pt.

http://www.ajudademae.pt/

27ª Ação de Formação para Animadores “A Adolescência como uma Experiência Radical” 25 a 27 de Outubro em Caneças

Setembro 10, 2018 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC – Projecto Rua vai promover entre os dias 25 a 27 de Outubro de 2018 mais uma ação de formação para interventores sociais. Este evento irá decorrer na Quinta das Águas Férreas em Caneças, em regime residencial, com o apoio da Câmara Municipal de Odivelas.

mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-pr/noticias-projecto-rua/item/945-27-acao-de-formacao-para-animadores-a-adolescencia-como-uma-experiencia-radical

Formação Transitiva para a Infância – Edição de Outono de 2018 – 29 setembro e 6 outubro em Rio Maior

Setembro 8, 2018 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Uma iniciativa do Projeto GermInArte – TransFormação Artística para o Desenvolvimento Social e Humano a partir da Infância.
A Formação Transitiva é formada por três módulos de 3 horas cada, perfazendo um total de 9 horas.
Os formandos devem estar presentes nos três módulos de formação. Não é possível fazer inscrições apenas para um ou dois módulos.

LOCAL da FORMAÇÃO:
Biblioteca Municipal de Rio Maior.
Rua Dr. Fernando Sequeira Aguiar
2040-130 Rio Maior

DATAS da FORMAÇÃO:
29 Setembro: 10h00-13h00 (BebéPlimPlim)
29 Setembro: 14h30-17h30 (Colos de Música)
6 Outubro: 10h00-13h00 (SuperSonics)

DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO:
Uma semana antes do início da formação

Mais informações no link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeGIZ5m-ANlP6-6OZ90y24W9Bt5IE8XCEqfFWMbTIgtGPB5JQ/viewform

Webinar APAV | Mutilação Genital Feminina – 5 julho

Junho 28, 2018 às 4:10 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site da  Formação APAV

A Formação APAV irá promover o Webinar APAV |Mutilação Genital Feminina no dia 5 de Julho de 2018, das 15h30 às 16h30, dirigido a profissionais de diversas áreas de atuação. Um Webinar consiste num seminário realizado online, com recurso a vídeo, através do qual o/a formador/a comunica com os/as formandos/as e estes comunicam entre si, ou com o/a formador/a, através de um chat ou rede social.

O Webinar é de participação gratuita mediante inscrição e será dinamizado por Joana Menezes – Gestora da Rede de Apoio à Vítima Migrante e de Discriminação da APAV

Registe-se aqui!

Para mais informações contacte formacao@apav.pt

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