Estudo. Consumo de cafeína em chá ou café na gravidez pode ser uma atitude de risco para o seu bebé

Fevereiro 25, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 9 de janeiro de 2019.

Se está grávida e é uma consumidora assídua de cafeína então este artigo
De acordo com um novo estudo, levado a cabo por investigadores da University College Dublin, na Irlanda, as grávidas que consomem caféina, seja no café ou no chá (verde ou preto) apresentam um maior risco de ter bebés de baixo peso ou prematuros, compativamente às mulheres que se abstêm do estimulante durante a gravidez.
Em causa está o facto da cafeína restringir a circulação do sangue direcionado para a placenta, o que acaba por atrasar o crescimento do bebé.
Para o estudo, foram examinadas 941 mães e bebés. Destas, 48% tinham como principal fonte de cafeína o chá, enquanto 38% consumia café.
“Com base nas associações consistentes que observamos e porque muitas gravidezes não são planeadas, recomendamos mulheres que estão grávidas ou que desejam engravidar para pelo menos limitar o consumo de café e chá com cafeína”, disse Ling-Wei Chen, autor do estudo, citado pela Reuters.
De acordo com a investigação por cada 100 miligramas adicionais de cafeína diária durante o primeiro trimestre, o que equivale a cerca de metade de uma chávena de café, o bebé pode diminuir cerca de 700 gramas antes do nascimento, ter uma idade gestacional menor, ter menor comprimento no nascimento e dimuir a circunferência do crânio.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia recomendado que as mulheres consumissem menos de 300 miligramas de cafeína por dia durante a gravidez. Contudo, o estudo, publicado no The American Journal of Clinical Nutrition, mostra que esse valor é elevado.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Associations of maternal caffeine intake with birth outcomes: results from the Lifeways Cross Generation Cohort Study

“Queria ter um sítio onde pudesse velar o meu bebé”

Setembro 4, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do https://www.publico.pt/ de 23 de agosto de 2017.

Adriano Miranda

 

Em Junho, 11 corpos de fetos ou recém-nascidos não reclamados esperavam no Instituto de Medicina Legal. Alguns pais não querem ver o corpo e outros não são informados e não o reclamam. Outros queriam enterrar os filhos com menos de 24 semanas, mas a lei não os deixa.

No final de Junho deste ano, eram onze os cadáveres não reclamados de fetos ou recém-nascidos que estavam nas delegações de Lisboa, Porto e Coimbra do Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses (IMLCF). No final do ano passado eram cinco.

“Há pais que não querem mesmo ver o corpo do bebé, por opção”, diz Vítor Varela, presidente da Mesa do Colégio da Especialidade de Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica da Ordem dos Enfermeiros. E, nesse momento, o corpo do feto ou recém-nascido fica “por reclamar”. “Por outro lado, há alguns pais que não são informados e não reúnem a informação suficiente para poderem optar por ver o bebé antes de ir para a morgue”, acrescenta Vítor Varela.

“Há o lado legal das questões, mas depois há o lado emocional. E o nosso país é bastante deficiente no apoio que dá aos pais para viverem as questões de luto na perda gestacional. Até porque as pessoas têm crenças religiosas bastante díspares e isto não é sequer tido em consideração”, sublinha Sara Vale, presidente e co-fundadora da Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto.

Luto solitário

“Quando as mães perdem os bebés, muitas vezes ainda nem disseram a toda a gente que estavam grávidas e, por isso, quando elas dizem que perderam o feto é quase um luto solitário porque ninguém sabia. Não há muitas vezes o reconhecimento de que se perde algo, porque as pessoas nem estavam a par da gravidez”, explica Sara Vale.

Portugal optou por um caminho. Mas há outros. “Num país como a Inglaterra uma das grandes diferenças que se vê em relação a Portugal nestas questões da perda gestacional é a formação específica que alguns profissionais ingleses têm neste campo, o apoio psicológico dado aos pais e o respeito que há pela perda gestacional. Eles enquadram a perda gestacional como um parto, em que a mulher precisa de apoio no período das contracções e no fim, se desejar, pode ver o feto. Têm por exemplo berços frigoríficos em que o corpo está à disposição dos pais. E perguntam aos progenitores se querem ver o bebé, se querem dar o nome, se querem tocar”, afirma Sara Vale quando faz um retrato britânico em matéria da perda gestacional.

A presidente da Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto acredita que a dor pode ser diminuída com pequenos gestos. “É claro que há certas práticas que não se conseguem transplantar de uma cultura para outra, mas acho que há bastante a aprender com a sensibilidade dos ingleses. Por exemplo, deve haver o cuidado de os pais estarem numa ala do hospital onde não estão outras mães, onde não se ouvem outros bebés a chorar”, defende Sara Vale.

Há casos em que o certificado de óbito e o funeral são necessários, noutros não. Segundo o director do Departamento de Obstetrícia, Ginecologia e Medicina da Reprodução do Hospital de Santa Maria, Carlos Calhaz Jorge, “na morte fetal espontânea com mais de 24 semanas de gestação é obrigatório certificado de óbito e o funeral. No caso da Interrupção Médica da Gravidez ou morte fetal espontânea com menos de 22 semanas nunca há certificado de óbito nem funeral”. Nos casos intermédios, a morte fetal espontânea entre as 22 e as 24 semanas, cabe ao casal optar por certificado de óbito e funeral ou não.

As regras estão escritas mas alguns progenitores levantam questões. “Nunca me disseram o que ia acontecer”, afirma Sílvia Melo, agora 36 anos. “Eu tive duas perdas gestacionais. Na primeira o feto tinha 20 semanas e na segunda tinha oito semanas. Disseram-me que o bebé ia para analisar no Centro de Genética Clínica do Porto. Mas nunca me disseram o que depois acontecia com o corpo”, explica.

“Queria ter um sítio onde pudesse velar o meu bebé”, diz Sílvia. “Eu queria muito. Eu pedi muito. E disseram-me que era a lei. Que não a podiam alterar”, conta. “Mas explicaram-me também que antes das 24 semanas eu não podia fazer funeral. Na altura afectou-me muito não ter o corpo do bebé. Não saber onde ele estava. Acho que teria sido bom para mim e para o meu luto ter feito funeral”, afirma Sílvia Melo.

Não há uma lista

“Não há” um número total e exacto de corpos — de crianças e adultos — não reclamados em Portugal, diz Carlos Almeida da Associação Nacional de Empresas Lutuosas (ANEL).

A única conta que está feita resulta em 67 corpos que, em Junho deste ano, esperavam nas delegações do Instituto de Medicina Legal em Lisboa, Porto e Coimbra. Os cadáveres não reclamados que estão nas morgues dos hospitais ficam à espera de serem incluídos na soma.

A morte chega e ninguém a reclama. Espera-se 30 dias por um telefonema. E ninguém reclamou o corpo que jaz na morgue. “O Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses tem de aguardar no mínimo um mês pela reclamação dos corpos”, esclarece Pedro Tavares, porta-voz do Ministério da Justiça, que tutela o IMLCF. Só pode reclamar o cadáver, segundo a lei em vigor, “o testamenteiro”, o “cônjuge sobrevivo”, a “pessoa que vivia com o falecido”, “qualquer herdeiro” e “qualquer familiar”.

No final do ano de 2016, 58 corpos não tinham sido reclamados nas delegações do IMLCF. A meio deste ano, já eram 67. E há mais cadáveres sem reclamação, mas não se sabe quantos. Entre os que ficam nos hospitais e os que vão para o IMLCF, não existe uma lista que cruze os dados dos corpos não reclamados. Por exemplo, no Centro Hospitalar do Algarve, até à data, há três cadáveres, todos do sexo masculino, de nacionalidades espanhola, soviética e alemã.

O último dia de 2016 contava com 58 corpos não reclamados com mais de um mês de espera. Em 2014, o Instituto de Medicina Legal tinha lidado com 54 corpos não reclamados. Os números não se alteram muito. Mas este ano a marca dos sessenta cadáveres com mais de um mês já foi ultrapassada no mês de Junho.

Não há uma lista com todos os corpos não reclamados a nível nacional. Uns esperam no Instituto de Medicina Legal, outros nos hospitais. Mas só o IMLCF faz a soma de cadáveres não reclamados nas cidades de Lisboa, Porto e Coimbra. A restante estatística não é conhecida.

“Concordo com a existência da lista caso seja criada para fins estatísticos, visto que ainda não há uma forma de saber quantos cadáveres existem nestas circunstâncias”, afirma Carlos Almeida da ANEL.

Trinta dias depois de ninguém reclamar o cadáver, a responsabilidade pelo corpo transita imediatamente para as autarquias. “Compete à câmara municipal do local onde se encontre o cadáver promover a inumação do cadáver não entregue”, explica a Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias ao PÚBLICO.

O fim chega sem família

“Quando vier a Primavera/ Se eu já estiver morto/ As flores florirão da mesma maneira”, esperava Alberto Caeiro. O heterónimo de Fernando Pessoa não contava que Luís Silva, da Funerária de Santa Cruz do Bispo, se preocupasse com as flores que acompanham o funeral dos corpos não reclamados. No fim dos trinta dias de espera, o agente funerário é informado pelo IMLCF que está disponível um corpo não reclamado para enterrar.

“A funerária desloca-se ao IMLCF para levantar a guia de transporte, cópias dos documentos do falecido (se houver). Com esses registos a funerária desloca-se à conservatória do Registo Civil para realizar o assento de óbito. E marcamos o funeral no cemitério de Agramonte, no Porto”, descreve Luís Silva.

Chega o dia. “No dia da inumação a funerária passa pelo IMLCF do Porto para levantar o corpo não reclamado, transporta-o no carro funerário directamente para o cemitério para efectuar o enterro (sem família, só com a funerária e os coveiros)”, as etapas estão todas memorizadas por Luís.

Texto editado por Pedro Sales Dias

 

Há erros que duram para a vida, não beba durante a gravidez – Campanha de prevenção de consumo de bebidas alcoólicas durante a gravidez e período de amamentação

Novembro 6, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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gravidez

Informações sobre o consumo de álcool durante a gravidez:

http://www.sicad.pt/pt/Paginas/detalhe.aspx?itemId=75&lista=SICAD_NOVIDADES&bkUrl=/BK

Grávidas “proibidas” de beber álcool, mesmo em pequenas quantidades

Outubro 29, 2015 às 8:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 19 de outubro de 2015.

Reuters

Não há quantidade de álcool que seja segura em qualquer trimistre da gravidez. É esta a conclusão de um relatório publicado pela American Academy of Pediatrics.

Cerveja, vinho, licor ou bebidas brancas – todas representam riscos para o feto, mesmo que em pequenas quantidades, dizem os pediatras.

Estudos recentes indicavam que em doses reduzidas, o álcool poderia ser seguro quando ingerido durante a gravidez. No entanto, como explica Janet F. Williams, da Universidade do Texas, mais de 30 anos de investigação sugerem uma ligação entre o consumo de álcool e anomalias no desenvolvimento dos fetos.

Atrasos de desenvolvimento, problemas de aprendizagem ou dificuldades comportamentais podem ter na origem uma exposição ao álcool, diz Williams, pelo que as mulheres que estão ou pensam ficar grávidas devem limitar, por completo, a ingestão de bebidas alcoólicas.

Há erros que duram para a vida, não beba durante a gravidez – Campanha de prevenção de consumo de bebidas alcoólicas durante a gravidez e período de amamentação

Outubro 15, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Informações sobre o consumo de álcool durante a gravidez:

http://www.sicad.pt/pt/Paginas/detalhe.aspx?itemId=75&lista=SICAD_NOVIDADES&bkUrl=/BK

 

Ecografias 4D mostram efeitos do tabaco na gravidez

Abril 7, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 24 de março de 2015.

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Estudo inédito prova os efeitos do tabaco no sistema nervoso central dos fetos em formação

A investigação liderada pela investigadora Nadja Reissland, da Universidade de Durham, Inglaterra, usou ecografias 4D para monitorizar o comportamento dos bebés durante a gestação, permitindo aos cientistas perceber que os fetos das mães fumadoras tocavam na cara e mexiam a boca com maior frequência que os das mães não fumadoras. Tipicamente, os fetos reduzem estes movimentos à medida que se desenvolvem, o que significa que o resultado das ecografias pode indicar um atraso no desenvolvimento do sistema nervoso central.

Para a investigação, foram monitorizadas 20 mulheres grávidas, quatro das quais fumavam uma média de 14 cigarros por dia.

Os investigadores pretendem agora dar continuidade ao estudo com uma amostra de maior dimensão.

mais informações na notícia da Durham University

 

Bebés aprendem língua da mãe ainda no útero

Janeiro 11, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 3 de Janeiro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

A new dimension on fetal language learning

Romana Borja-Santos

Nas últimas dez semanas de gravidez os bebés aprendem alguns sons básicos da língua nativa e quando nascem entusiasmam-se mais com sons estrangeiros.

Apenas algumas horas depois de nascerem, os bebés podem ainda não falar mas já são capazes de distinguir muitos sons e são até mais sensíveis a idiomas estrangeiros. As conclusões fazem parte de um estudo prestes a ser publicado no jornal científico Acta Paediatrica.

A nova investigação permitiu perceber que os bebés começam a absorver noções básicas de linguagem ainda no útero, sobretudo a partir das 30 semanas de gestação, sendo que uma gravidez normal tem cerca de 40 semanas. Os mecanismos sensoriais que permitem que o bebé oiça são sobretudo desenvolvidos nestas últimas dez semanas, diz o estudo, e à nascença é possível testar um pouco o que ouviram.

“Os sons das vogais numa conversa são os mais altos e o feto foca-se neles ainda no útero”, explica num comunicado Patricia Kuhl, uma das autoras do estudo do Instituto da Aprendizagem e Ciências do Cérebro da Universidade de Washington, acrescentando que a mãe é a primeira pessoa a ter influência neste campo no cérebro do bebé.

Os investigadores acompanharam 80 bebés de ambos os sexos, 40 dos quais em Washington (Estados Unidos) e outros 40 em Estocolmo (Suécia), que tinham nascido há menos de 75 horas e que ainda se encontravam no berçário. Metade dos participantes ficou a ouvir 17 sons de vogais na sua língua nativa e a outra metade 17 na outra nacionalidade, explicou Patricia Kuhl.

Para medir a reacção dos bebés aos sons, os cientistas utilizaram uma chupeta com um sensor ligado a um computador. Quando os bebés sugavam a chucha era emitido o som de uma vogal. Quando paravam o som também acabava e quando voltavam a chuchar era emitido um novo som. E perceberam que os bebés sugavam a chucha mais vezes e durante mais tempo quando as vogais eram pronunciadas na língua estrangeira, o que, explica Kuhl, demonstra que os fetos apreenderam alguns sons no útero da mãe e ainda nas primeiras horas de vida já revelam mais curiosidade em relação a sonoridades novas.

Algumas outras investigações já davam conta da capacidade do bebé para aprender e começar a distinguir alguns sons nos primeiros meses de vida, mas não existiam muitas provas sobre o facto de a aprendizagem da língua nativa começar ainda no útero. “Este é o primeiro estudo que mostra que os fetos têm uma aprendizagem pré-natal sobre sons particulares da língua da mãe”, acrescenta Christine Moon, outra das autoras do estudo e professora de Psicologia na Pacific Lutheran University.

Malformações do feto podem ser evitadas

Janeiro 4, 2011 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Artigo do Jornal de Notícias de 19 de Dezembro de 2010.

O artigo “Renin–angiotensin system as a target to treat fetal lung hypoplasia” está disponivel na revista Early Human Development Volume 86, Supplement (November 2010) após efectuar o registo.

Titulo em português “O sistema renina-angiotensina como alvo terapêutico para a hipoplasia pulmonar fetal”

 

Nuno Cerqueira

Uma investigadora da Universidade do Minho descobriu um fármaco que pode ajudar ao tratamento da malformação do pulmão fetal e contribuir para a diminuição da elevada taxa de mortalidade associada.

“Procuramos identificar factores que regulem o normal desenvolvimento do pulmão durante a vida fetal”, começou por explicar a investigadora da Escola de Ciências da Saúde, da Universidade do Minho.

Cristina Nogueira-Silva, propôs um novo alvo terapêutico para doenças congénitas caracterizadas por “Hipoplasia Pulmonar Fetal, nomeadamente a “Hérnia Diafragmática Congénita”, uma anomalia responsável por uma taxa de mortalidade mundial que ronda os 40 a 50%.

“Estamos a falar de permitir que o pulmão fetal cresça um bocadinho mais durante a gravidez, para facilitar a estabilização destes recém nascidos no período pós-natal e que, em seguida, possam ser operados, passando a ter uma excelente qualidade de vida”, explica.

As experiências incidiram em ratos fêmeas grávidas às quais foi administrado um fármaco  não comercializado até ao momento.

“É uma substância química que até à data se pensava que não tinha relevância clínica. Existem no mercado uns fármacos para hipertensos, similares ao fármaco agora estudado, mas que antagonizam receptores de tipo 1. Este fármaco antagoniza receptores de tipo 2”, explicou ao JN Cristina Nogueira-Silva.

Esta investigação foi premiada com a medalha de ouro no II Internacional da Union of European Neonatal and Perinatal Societies, realizado na Turquia.


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