IndieJúnior – 27 de abril a 6 de maio em Lisboa

Março 23, 2018 às 2:23 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://indielisboa.com/festival-indiejunior/

IndieJúnior, o festival de cinema infanto-juvenil que não quer heróis nem princesas

Janeiro 31, 2018 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 16 de janeiro de 2018.

Depois de uma “edição piloto”, o descendente mais novo do IndieLisboa regressa ao Porto entre 30 de Janeiro e 4 de Fevereiro. Alunos das escolas locais integrarão o júri da competição internacional.

ANDRÉ VIEIRA

O cinema para o público infanto-juvenil não vive apenas da oferta comercial. É essa a premissa do IndieJúnior Allianz, que arranca para a sua segunda edição, a decorrer no Porto entre 30 de Janeiro e 4 de Fevereiro, com a missão de continuar a ser uma alternativa aos canais habituais, assentes em formatos testados e que pouco ou nada fogem ao imaginário do super-herói ou da princesa que invariavelmente acaba por ter um final feliz.

Serve a abordagem do festival justamente para pôr esses modelos em perspectiva. Pensar o cinema e fomentar a curiosidade “artística e cultural” de um público mais novo é a razão de existir do IndieJúnior. É assim que Nuno Sena, um dos directores, caracteriza a secção que cresceu dentro do IndieLisboa e se “emancipou” até dar origem a um festival independente da casa que integrou (e que continua a integrar) nos últimos 14 anos.

“É importante que os filhos cresçam e saiam da casa dos pais. Foi o que aconteceu com o IndieJúnior, que saiu de Lisboa aos 14 anos para ir morar para o Porto”, disse esta terça-feira o director durante a apresentação do programa no Rivoli, um dos espaços que receberá o festival. Além do teatro municipal, a programação divide-se entre o Cinema Trindade e a Biblioteca Municipal Almeida Garrett. “É um projecto criado de raiz a pensar no Porto e nos interlocutores que existem na cidade”, sublinhou Nuno Sena.

Se na capital o IndieJúnior vive enquanto secção do IndieLisboa – que, à imagem do que acontece com outros festivais de cinema, como o Curtas Vila do Conde com o Curtinhas, ou o Monstra com a Monstrinha, dedica parte da sua programação ao público infanto-juvenil –, no Porto é um festival por si próprio. O único para uma audiência sub-18, nascido precisamente para colmatar uma lacuna detectada em Portugal. Em 2017, a sua primeira edição, “experimental”, superou “todas as expectativas”, com mais de cinco mil espectadores. Agora o projecto piloto chega ao “ano da confirmação” já com essa fasquia ultrapassada: “Entre o público das escolas do Grande Porto já há reservas de bilheteira que superam os números do ano passado”, disse Nuno Sena, assumindo que a ambição do IndieJúnior é entrar, a curto prazo, no circuito dos festivais internacionais infanto-juvenis.

Júri e programadores de palmo e meio

E tem essa comunidade escolar um lugar de destaque no festival. No âmbito da iniciativa Eu Programo um Festival de Cinema!, organizada em parceria com o Programa Paralelo do Teatro Municipal do Porto, parte dos filmes foi seleccionada por alunos de três escolas da cidade: Liceu Francês, Colégio Luso-Francês e Escola Profissional Bento de Jesus Caraça. Alguns destes alunos integrarão também um dos três júris do IndieJúnior; o oficial é composto por Joana Estrela, ilustradora, Manuela Lima, programadora, e Paulo D’Alva, realizador.

Entre curtas e longas, do documentário à ficção, com destaque para a animação, 50 filmes de duas dezenas de países diferentes integram a competição internacional desta edição. Quase todos são estreia em Portugal. Além do formato, a competição está seccionada por idades: maiores de três, seis, dez, 13 e 16 anos.

O primeiro filme

Paralelamente à competição, a Biblioteca Municipal Almeida Garrett receberá a exposição Expressar… Com o Cinema de Animação e serão realizadas algumas oficinas práticas e debates em torno da identidade de género e do bullying.

Da edição-piloto mantém-se a secção O Meu Primeiro Filme. Este ano são Ana Deus, Carlos Tê e Rui Reininho os convidados a apresentar os filmes com que o cinema entrou nas suas vidas, respectivamente Alice no País das MaravilhasOs Gloriosos Malucos das Máquinas Voadoras e Viagem ao Centro da Terra. As sessões serão apresentadas pelos intervenientes.

Também Nuno Sena se lembra do primeiro filme a que assistiu numa sala de cinema: A Branca de Neve e os Sete Anões, no Tivoli, em Lisboa. Teria cerca de seis anos e estariamos em 1976. Foi “de certeza” uma experiência que o marcou, diz: “Consegue ser um filme de terror e infantil ao mesmo tempo.” Recorda-se de ter saído da sala assustado, mas ao mesmo tempo intrigado. O original tem cenas que foram cortadas nas versões mais recentes, e é essa experiência que quer proporcionar ao público do Júnior, “o confronto com realidades” banidas do circuito comercial. “Este é um festival que quer abrir portas a um público mais juvenil, mas que também serve aos pais e avós”, conclui.

 

 

IndieJúnior – Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil do Porto – 30 janeiro a 4 fevereiro

Dezembro 26, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Festival IndieJúnior – 20 de abril a 1 de maio

Abril 14, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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IndieJúnior 2015

Abril 19, 2015 às 2:41 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Meu Bom Inimigo

Maio 6, 2011 às 5:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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O meu bom Inimigo, para maiores de 9, que fala do que acontece em situações de bullying, quando os agressores são castigados mas as vítimas tomam o gosto ao poder.

Min Bedste Fjende

My Good Enemy

Oliver Ussing

Exibições: 7 Maio, 16:30, Cinema São Jorge, Sala 311 Maio, 14:00, Cinema São Jorge, Sala 1

Secções:IndieJúnior

Ficção, Dinamarca 2010, 90′, 35mm
Argumento: Based On A Novel By Thorstein Thomsen, Oliver Ussing, Søren Grinderslev Hansen
Fotografia: Charlotte Bruus Christensen
Som: Peter Albrechtsen
Montagem: Andri Steinn Gudmundsson
Com: Clara Bruun Sandbye, Kim Bodnia, Nikolaj Støvring Hansen, Rasmus Lind Rubin
Produtor: Elise Lund Larsen, Vibeke Vogel
Produção: Bullitt Film ApS

Cansado de ser humilhado pelos rufias da escola, Alf decide tomar medidas contra aqueles que o atormentam. Alia-se a um colega e, juntos, firmam um pacto secreto. Inspirados nas lutas de Niccolo, herói de um livro de banda desenhada Manga, os dois desafiam os mecanismos de poder da turma. E conseguem abanar a hierarquia e alterar as regras do jogo. Será assim?

Indie Júnior

Maio 6, 2011 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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De 5 a 15 de Maio, o IndieJúnior volta a trazer a Portugal os mais importantes filmes internacionais de vários géneros dedicados aos mais jovens. Integrada na programação do Festival Internacional de Cinema Independente IndieLisboa, esta secção vai estar no Cinema São Jorge, na Culturgest e no recém inaugurado Teatro do Bairro. Este ano, o IndieJúnior apresenta 16 animações, 15 ficções, 2 documentários e 2 vídeos de música, num total de 35 filmes.

Animações, documentários e ficções

Este ano, nas sessões do pré-escolar destaca-se a animação suíça De quem são as calças?, em que as personagens discutem sobre a maneira de vestir a roupa, e também a curta metragem alemã Breim Brumm Bumm, que conta o que pode acontecer à comida quando é rejeitada.

Quanto aos filmes destinados ao 1ºciclo, os destaques vão para o belga Fatimata no Canadá, que mostra a forma como os meninos africanos vêem o resto do mundo, e para a animação francesa Óculos de Garrafa, uma belíssima abordagem à fantasia do olhar infantil e à sua capacidade de transformar o mundo. Na programação dedicada ao 2º ciclo encontra-se o documentário Skateistant: Viver e Deslizar, filmado no Afeganistão, que nos mostra como várias crianças encontraram uma forma de fugir à guerra através da prática do skate. Nos filmes projectados para o 3º ciclo, realce para a ficção 13, em que uma adolescente é confrontada com a nova família do pai, mais precisamente, o namorado do pai, numa abordagem actual às novas formas de viver a parentalidade.

No programa de longas metragens há quatro ficções que vêm da Dinamarca, EUA, França e Islândia. Uma delas é O meu bom Inimigo, para maiores de 9, que fala do que acontece em situações de bullying, quando os agressores são castigados mas as vítimas tomam o gosto ao poder. Destaque especial para o filme francês As mãos no Ar, para maiores de 12, que mergulha na questão contemporânea da permanência de imigrantes na Europa, mostrando-nos um grupo de crianças que decide “raptar-se” em protesto contra a expulsão de outras crianças estrangeiras.

Foco no estúdio de animação francês Folimage

Este ano, a secção IndieJúnior inclui ainda um programa especial dedicado ao Folimage. Já com mais de 50 prémios no seu curriculum, este pequeno estúdio de animação, localizado na cidade francesa de Valence, tem resistido à predominância das produtoras japonesas e norte-americanas no mercado da animação, conseguindo manter a sua filosofia de trabalho, segundo a qual o cinema de autor é privilegiado à lógica comercial. Entre os filmes produzidos pelo Folimage que serão exibidos no IndieJúnior contam-se títulos como Amerlock, realizado por Jacques-Rémy Girerd (fundador do Folimage), O Monge e o Peixe, de Michaël Dudok de Wit, Demasiado Principezinho, de Zoia Trofimova, História Trágica com Final Feliz, da portuguesa Regina Pessoa e Com a Cabeça nas Estrelas, de Sylvain Vincendeau, entre outros.

Actividades para crianças

Paralelamente à exibição de filmes, o IndieJúnior disponibiliza também diversas iniciativas que visam a participação efectiva dos mais novos na dinâmica do festival. Os espectadores poderão conversar com realizadores dos títulos em exibição (que estarão no festival para apresentar as sessões) e participar nos workshops de criação cinematográfica, artística e científica, realizados com diversas entidades.


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