20% dos jovens já se magoou de propósito para “regular emoções difíceis e intensas”

Março 20, 2017 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://24.sapo.pt/ de 6 de março de 2017.

sapo24

Vinte por cento dos adolescentes já se envolveu em comportamentos autolesivos pelo menos uma vez na vida, concluiu um estudo realizado na Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra.

“Cerca de 20% dos adolescentes [inquiridos] reporta ter tido pelo menos uma vez na sua vida o envolvimento em comportamentos autolesivos”, como por exemplo cortar-se, queimar-se ou arranhar-se com o intuito de magoar o próprio corpo para “regular emoções difíceis e intensas”, disse à agência Lusa a investigadora Ana Xavier, que realizou o estudo ao longo de quatro anos, no âmbito do seu doutoramento.

O projeto desenvolvido no Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC) envolveu um inquérito a 2.863 adolescentes, com idades entre os 12 e os 19 anos, a frequentar o 3.º ciclo e o ensino secundário em várias escolas do distrito de Coimbra, refere a nota de imprensa da Universidade de Coimbra (UC).

A taxa de prevalência encontrada, esclareceu à Lusa a investigadora do CINEICC, é semelhante àquela que é reportada em estudos internacionais.

De acordo com o estudo, as raparigas reportam um “maior envolvimento” em comportamentos autolesivos, sendo também elas as que relatam “maiores níveis de sintomas depressivos” e tendem a “ser mais autocríticas e a relatar maiores problemas com o grupo de pares”.

Há também uma maior incidência de autolesões entre os 15 e 16 anos, faixa etária que “coincide com um maior desenvolvimento do pensamento abstrato e comparação social com os outros”, notou Ana Xavier.

Segundo a responsável pela investigação, os comportamentos autolesivos não sugerem “intencionalidade de suicídio”. No entanto, “este é um fator de risco”, sublinhou.

Os resultados “são importantes porque alertam para a importância de se fazerem intervenções e de se estar atento a este tipo de dificuldades” nos adolescentes.

Para a investigadora, seria fundamental a criação de programas de “prevenção e de intervenção para ajudar” os jovens a lidarem de “forma mais eficaz com experiências emocionais”, através de “processos de regulação emocional mais adaptativos”, como estratégias de autotranquilização e de autocompaixão.

O estudo demonstra ainda que há uma tendência dos adolescentes que são vitimizados pelos seus colegas a serem “mais autocríticos e, por sua vez, a experienciarem mais sintomas depressivos e a envolverem-se em comportamentos autolesivos”.

Em declarações à Lusa, Ana Xavier aponta também para o facto de os adolescentes que recordam “experiências de ameaça, de subordinação e desvalorização nas relações precoces com a sua família” tendem a experienciar “maiores níveis de sintomas de depressão” e a autolesarem-se.

“Estes adolescentes não recordam apenas as experiências negativas com a sua família. Relatam poucas experiências positivas de calor, de suporte de segurança”, constatou a investigadora.

O estudo da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

mais informações no link da UC.

http://noticias.uc.pt/universo-uc/estudo-da-uc-revela-que-20-dos-adolescentes-ja-se-envolveram-em-comportamentos-autolesivos/

 

 

Plataforma acompanha 20 jovens saídos de instituições

Maio 13, 2016 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 6 de maio de 2016.

Nuno Ferreira Santos

Ana Cristina Pereira

Estrutura funciona na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e conta com 30 voluntários.

Cerca de duas dezenas de jovens, saídos ou em vias de sair de lares de infância e juventude, estão a ir à Plataforma de Apoio a Jovens Ex-Acolhidos, projecto lançado no início deste ano por João Pedro Gaspar, investigador do Instituto de Psicologia Cognitiva da Universidade de Coimbra (UC).

João Pedro Gaspar trabalha em instituições de acolhimento para crianças e jovens em risco há mais de 15 anos. Em 2014 concluiu o doutoramento na UC sobre “os desafios da autonomização”. De forma informal, foi acompanhando alguns jovens que tinham de sair por terem atingido a maioridade. Desde Janeiro deste ano, fá-lo de forma formal, através desta plataforma, que funciona na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da UC. Não sozinho. O número de voluntários passou de dez, no arranque, para 30.

“Enquanto acolhidos, precisavam de colo, de carinho, de educação, de competências. Enquanto ex-acolhidos, têm essas e outras necessidades”, explicou ao PÚBLICO numa curta conversa telefónica. Precisam, desde logo, de tecto, de comida, de roupas, por vezes, de medicação. E têm de optar entre recomeçar sozinhos e regressar às famílias desestruturadas às quais um dia foram retirados por elas os colocarem de alguma forma em perigo.

Nem todos os jovens que ali vão têm as mesmas necessidades, sublinha João Pedro Gaspar. Alguns carecem de apoio pontual ou burocrático. Pedem ajuda para requerer rendimento social de inserção, fazer um currículo, procurar trabalho, por exemplo. Outros precisam de um apoio continuado, que pode passar, por exemplo, por acompanhamento psicológico.

Há casos muito complexos. O professor dá o exemplo de um rapaz que saiu há pouco de um lar: “Não possuía cartão do cidadão, tinha medicação psiquiátrica imprescindível para comprar e não a tomava há mais de um mês por falta de dinheiro, dois processos judiciais em curso, um deles grave e urgente; estava sem habitação, emprego, autoconfiança, com défices de competências sociais e emocionais.”  Não lhe parece que casos como este devam ficar sem resposta. O apoio que lhe está a ser dado passa, por exemplo, pelo acesso a documentação e a medicação, mas também por acompanhamento médico, habitação e emprego.

 mais informações:

https://www.facebook.com/PlataformadeApoioJovensExacolhidos/

 

 

 

Quase 10% dos adolescentes do 8.º e 9.º anos têm sintomas de depressão

Abril 13, 2015 às 9:17 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 10 de abril de 2015.

Nelson Garrido

Graça Barbosa Ribeiro

Uma situação reversível com um programa de prevenção que está a ser testado nas escolas desde 2011.

Oito por cento dos adolescentes portugueses que frequentam o 8.º e o 9.º anos apresentam sintomatologia depressiva e 19% estão em risco de desenvolver a doença. Uma situação reversível com um programa de prevenção que está a ser testado nas escolas desde 2011 e que se revela mais eficaz quando envolve, também, os pais ou encarregados de educação dos jovens em risco, segundo indicam os resultados provisórios de uma investigação internacional ainda em curso.

“A investigação ainda não está concluída, mas já podemos afirmar, sem qualquer dúvida, que seria muito importante incluir nos currículos dos alunos este programa de prevenção, pelo menos através de projectos-piloto”, defendeu nesta sexta-feira Ana Paula Matos, investigadora da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e orientadora do projecto lançado em 2008, em que participam especialistas de instituições como a University of Emory (EUA), o Max Planck Institute (Alemanha) e a University of Iceland (Islândia).

Para o desenvolvimento da investigação, os técnicos acompanham desde 2011 cerca 3300 adolescentes com uma idade média de 14 anos de idade e a frequentarem os 8.º e 9.º anos de escolaridade. Um dos objectivos foi precisamente testar a eficácia do Programa de Prevenção da Depressão para Adolescentes (PPDA), já aplicado na Islândia. E, apesar de ainda não terem sido tratadas as entrevistas clínicas essenciais à consolidação de resultados, os primeiros dados apontam, já, para um aumento significativo do nível de resiliência dos jovens integraram a experiência.

No âmbito do projecto foram seleccionados 290 adolescentes considerados em risco de depressão, de acordo com os resultados de um questionário validado internacionalmente, o Children´s Depression Inventory, que avalia a sintomatologia depressiva. Aquele grupo foi dividido noutros dois: um de controlo, com 163 jovens, e outro sujeito à intervenção, formado por 137.

Durante 11 semanas, estes adolescentes, em pequenos grupos (de dez ou menos elementos), participaram em 14 sessões de 60 a 90 minutos, cada uma com objectivos definidos e orientada por psicólogos. “O objectivo, de uma forma geral, é dar aos jovens recursos para que possam lidar com os problemas e emoções próprios da idade antes de os episódios depressivos ocorrerem”, explicou Ana Paula Matos em declarações ao PÚBLICO.

Nas sessões, os próprios jovens são convidados a indicar problemas com os quais se tenham confrontado. As actividades podem passar por exercícios simples de análise do problema, colocação de hipóteses de solução, avaliação das vantagens e desvantagens de cada uma e opção pela melhor. O facto de isto ser feito em conjunto é considerado decisivo – “Os adolescentes aprendem imenso uns com os outros”, comenta Ana Paula Matos.

A inovação, em relação ao projecto da Islândia, constou da criação de um terceiro grupo de 36 adolescentes (que faziam parte dos 137 sujeitos à intervenção). Neste caso, também os pais e encarregados de educação foram chamados a participar na experiência. Para estes, a equipa da UC concebeu um programa específico, uma espécie de “curso de formação parental”, com vista ao treino de competências consideradas importantes na protecção do adolescente.

O programa destinado aos adultos integra conteúdos semelhantes ao dos jovens (como a compreensão da relação entre pensamentos, emoções e comportamentos; o treino de aptidões de comunicação ou a prática de resolução de problemas e de conflitos). Mas também conteúdos inovadores, no que respeita à investigação, sublinha Ana Paula Matos. De entre estes, destaca o treino de competências de validação emocional e da compaixão na relação consigo próprios e com os filhos.

“São muito valorizadas as competências dos pais para reconhecer, compreender e aceitar as emoções, próprias e dos outros, e também para serem compassivos, abertos ao sofrimento dos filhos, capazes de os escutar e de serem pacientes e cooperantes na procura de soluções”, indica a investigadora.

Os resultados mais promissores verificaram-se precisamente neste grupo. Os especialistas concluíram que, imediatamente após a intervenção, tanto os pais como os jovens apresentam valores médios mais baixos de sintomatologia depressiva, em relação ao ponto inicial – um ganho que se mantinha após seis meses de seguimento. E foi também naquele grupo que a percentagem de adolescentes resilientes (e que deixaram de fazer parte do grupo de risco) aumentou de forma mais significativa, atingindo os 83%. No caso dos alunos cujos pais não participam no projecto a percentagem de jovens resilientes era, após a intervenção, de 69%; e no grupo de controlo de 61%.

Estes e outros resultados da investigação serão analisados no congresso internacional que na próxima semana decorre em Coimbra. Apesar de este ser dirigido a especialistas, Ana Paula Matos diz esperar que as conclusões tenham impacto na comunidade e, em concreto, ao nível do Ministério da Educação e das autarquias locais para as quais foram recentemente transferidas competências neste domínio.

A investigadora faz notar  que a depressão “não só é uma das doenças mais prevalentes nas crianças e adolescentes” como tem “efeitos devastadores, comprometendo o funcionamento emocional, académico e relacional” dos jovens. “Estudos internacionais indicam que cerca de metade dos primeiros episódios de depressão acontecem entre os 15 e os 21 anos e que esta precocidade está associada à sua evolução crónica – seria muito importante que as escolas fossem dotadas de recursos humanos para desenvolver projectos de prevenção e que estes fossem incluídos nos currículos”, defende a investigadora.

Os jovens com sintomatologia depressiva detectada durante a investigação (8% dos 3300) foram encaminhados para os serviços de saúde.

 

 

Os jovens andam tristes

Abril 10, 2015 às 5:04 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 10 de abril de 2015.

Shutterstock

Um estudo realizado pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (UC) mostra que uma percentagem significativa de adolescentes está em risco de desenvolver depressão (19%) ou já apresenta sintomas (8%). A pesquisa envolveu uma amostra comunitária de adolescentes que frequentam o 9.º ano de escolaridade, com uma idade média de 14 anos e analisou vários contextos negativos da vida dos jovens – emoções negativas (medo, tristeza, timidez, agressão, entre outras), má relação com os colegas na escola, com os amigos ou com a família, experiências de abuso e negligência e fraco desempenho escolar.

Estes factores deixam, evidentemente, os adolescentes mais vulneráveis à depressão, mas não foram os únicos a serem estudados pelos investigadores. O papel dos pais também é central, defendem as equipas que levaram a cabo a investigação, principalmente a existência de sintomatologia depressiva nas mães ou de conflitos e menos suporte da parte dos progenitores. 

A equipa de Coimbra integrou um grupo internacional, formado ainda pela Universidade de Emory (EUA), pelo Instituto Max Planck (Alemanha) e pela Universidade da Islândia. Uma amostra de adolescentes em risco foi ainda estudada tendo em conta a eficácia de um Programa de Prevenção da Depressão para Adolescentes, uma plataforma internacional criada para o efeito. Quando os pais participam no programa, nota Ana Paula Matos, investigadora da UC, “os valores de sintomatologia depressiva dos filhos descem significativamente após a intervenção, sendo estes jovens os que também apresentam os valores médios mais baixos de sintomatologia depressiva após 6 meses de seguimento”. 

ricardo.nabais@sol.pt

 

 

 

 

Congresso Internacional Tráfico de Seres Humanos nos Paises da Europa do Sul – com a participação de Matilde Sirgado do IAC

Novembro 18, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, irá estar presente no congresso no dia 28 de novembro com a comunicação “Proteção das vítimas de tráfico humano através de uma abordagem baseada nos direitos humanos” pelas 14.00 h.

mais informações no link:

http://conferencethb.wordpress.com/

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Estudo de Adaptação Parental à Perda de um Filho: pedido de colaboração

Outubro 20, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Interdependência diádica após a morte de um filho: Influência de fatores individuais e interpessoais no ajustamento individual e conjugal

PROJETO DE INVESTIGAÇÃO

No presente estudo estamos a recrutar homens e mulheres (com idade igual ou superior a 18 anos) que tenham perdido um filho

No contexto deste trabalho, será também possível e importante a recolha de informação sobre ambos os membros do casal, de forma emparelhada. Se ambos os membros do casal estiverem dispostos a participar devem, para o efeito, criar uma identificação para o casal, que permita o posterior emparelhamento da informação. Ou seja, se um dos elementos usar, por exemplo, o código “AJS9”, o outro deverá usar também este mesmo código. Por favor, utilize um código com pelo menos 3 letras e um número. A identificação do casal deverá ser inserida no campo “código de casal”.

Todo o estudo decorrerá segundo os princípios éticos internacionais aplicados à investigação em Psicologia, particularmente no que se refere à confidencialidade da informação recolhida.

 Quais são os objetivos deste estudo?

Este estudo procura conhecer os principais desafios e experiências, mas também os principais recursos, dos pais que perderam um filho.

 Como pode participar?

A sua participação no estudo consiste no preenchimento de um conjunto de questões simples, de resposta rápida, anónimas e confidenciais sobre si e a sua experiência de luto. Nos questionários que compõem a bateria de avaliação não existem respostas certas nem erradas. O importante é que responda a todas as questões com calma e sinceridade.

O preenchimento do presente questionário poderá constituir uma experiência difícil para os participantes, na medida em que poderão ser ativadas emoções e memórias dolorosas. Pode também constituir um momento de crescimento pessoal, pois promove a reflexão sobre a sua experiência e o modo como tem lidado com a sua perda.

 Instruções de utilização: Pode, em qualquer momento e por qualquer motivo, desistir de colaborar neste projeto (encerrando, para isso, a janela). Se começar a preencher o questionário e decidir retomá-lo numa outra altura, poderá clicar em “continuar mais tarde”.

 Confidencialidade

Todos os dados recolhidos são estritamente confidenciais. Em nenhuma circunstância serão divulgados dados pessoais ou as respostas aos questionários. O anonimato será sempre garantido. Os dados recolhidos serão utilizados apenas para fins de investigação, tendo apenas valor coletivo. 

 

A informação recolhida no estudo beneficiará, no futuro, pessoas com uma experiência semelhante à sua.

Só conhecendo de forma mais aprofundada a sua experiência poderemos desenvolver um acompanhamento psicológico mais direcionado para as suas principais necessidades.

 

Este estudo está a ser desenvolvido no âmbito da Linha de Investigação “Relações, Desenvolvimento & Saúde” da Faculdade de Psicologia e de Ciências das Educação da Universidade de Coimbra (FPCE-UC) e do Programa Inter-Universitário de Doutoramento em Psicologia Clínica – Psicologia da Família e Intervenção Familiar [Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa (FP-UL) e FPCE-UC], sob a orientação do Prof. Doutor Marco Daniel de Almeida Pereira (FPCE-UC) e da Prof. Doutora Isabel de Santa Bárbara Narciso Davide (FP-UL). O projeto é apoiado por uma bolsa de Doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) (SFRH/BD/86223/2012).

Demorará aproximadamente, 30 minutos a responder a este questionário.

através do endereço: http://www.fpce.uc.pt/limesurvey/index.php/survey/index/sid/485592/lang/PT

 

Muito obrigada pela sua colaboração!

 Assim que forem concluídos os estudos individuais será publicado um resumo dos resultados no seguinte website: http://www.fpce.uc.pt/saude/

Se tem questões adicionais acerca desta investigação, por favor, contacte a investigadora responsável:

Mestre Sara Albuquerque

Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra

Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa

Telefone: 239 851450 / Fax: 239 851465
Email: saramagalhaes9@msn.com

https://www.facebook.com/perdadeumfilho

 

 

 

2.º Encontro sobre Jogos & Mobile Learning

Abril 29, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Estudo Adaptação Parental à Perda de um Filho

Setembro 27, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Estudo Adaptação Parental à Perda de um Filho está a ser desenvolvido pela Linha de Investigação Relações, Desenvolvimento & Saúde, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.

Descrição

Uma equipa de investigadores da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCE-UC) e da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa (FP-UL) encontra-se a realizar um estudo que pretende conhecer as experiências e os percursos dos casais que perderam um filho.
A participação no estudo consiste no preenchimento de um conjunto de questões simples, de resposta rápida, anónimas e confidenciais. Os dados serão utilizados somente para fins de investigação e os resultados têm unicamente valor coletivo.
A sua participação neste estudo é muito importante! Só conhecendo de forma mais aprofundada estas experiências poderemos desenvolver um acompanhamento psicológico mais direcionado para as principais necessidades dos pais.

Para aceder ao questionário basta clicar no link:
http://www2.fpce.uc.pt/limesurvey/index.php/survey/index/sid/485592/lang/pt

Contacto: saramagalhaes9@msn.com

Caso tenham interesse em colaborar neste projeto, poderão divulgar a nossa página do facebook (https://www.facebook.com/perdadeumfilho), e o nosso estudo pelos vossos contactos e encaminhar potenciais interessados em participar. É ainda importante referir não há limite de idade para o filho que faleceu (poderá ser criança, adolescente, adulto, etc.) nem limite de tempo após a perda (na primeira fase do estudo).

Brincar com os filhos em idade pré-escolar reduz distúrbios de comportamento

Abril 24, 2013 às 8:03 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do i de 16 de Abril de 2013.

Por Agência Lusa

Um estudo da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra comprovou que brincar 10 minutos diários com os filhos em idade pré-escolar, de forma cooperativa, contribui para reduzir distúrbios de comportamento nas crianças.

O projeto, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e pelo programa FEDER-COMPETE, explica que estas brincadeiras, se feitas em exclusivo, contribuem para a redução da hiperatividade, défice de atenção, oposição (a criança opõe-se a qualquer ordem do adulto) e desafio e agressividade.

A ideia do estudo era testar, em Portugal, diz a Universidade de Coimbra, “o impacto e eficácia do programa americano ‘Anos Incríveis’ (http://www.incredibleyears.com), em figuras parentais de crianças dos três aos seis anos de idade, com problemas de comportamento diagnosticados e envolveu 125 mães e pais e outros cuidadores (avós), de Coimbra e do Porto, indicados por pediatras, psicólogos e jardins-de-infância”.

“Os primeiros resultados do estudo, que incluiu 14 semanas de trabalho intensivo com cada um dos grupos de pais, revelaram que o programa é eficaz em Portugal, tendo-se registado a redução de sintomatologias de hiperatividade, défice de atenção e oposição e desafio, agressividade e impulsividade, assim como um aumento das competências parentais”, diz também a Universidade de Coimbra.

O programa “Anos Incríveis”, desenvolvido há várias décadas nos Estados Unidos e aplicado em vários países do mundo – no Reino Unido, na grande maioria dos países nórdicos e até na China, na Palestina e na Nova Zelândia -não tem “fórmulas mágicas para uma família feliz, mas ajuda muito”.

“É um guia que oferece aos pais um conjunto alargado de competências para cuidar melhor das crianças com características que se podem tornar desadaptativas”, diz Maria Filomena Gaspar, uma das coordenadoras do estudo iniciado em 2010, na sequência de outros estudos desenvolvidos entre 2003 e 2009, que abrangeu a tradução e adaptação do programa americano à realidade portuguesa e aplicações voluntárias na comunidade, incluindo a grupos em vulnerabilidade social.

Os pais, apostando na técnica do jornalismo pirâmide invertida, ao invés de darem ordem e imporem castigos às crianças que se portam mal, optam por estratégias positivas: “Colocam óculos cor-de-rosa e assumem-se como ‘detetives do bom comportamento’, treinando competências como elogiar os filhos, brincar alguns minutos com eles, recompensar a criança, estabelecer regras e limites com calma e mesmo ignorar alguns dos comportamentos negativos porque uma birra não faz mal a ninguém”, explica ainda a especialista em Psicologia da Educação.

A Universidade de Coimbra diz também que seis a 15% das crianças apresentem sintomas clínicos de perturbações de comportamento, mas em contexto de risco social a percentagem aumenta, podendo atingir os 35%.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

 

Encontro sobre Jogos e Mobile Learning

Julho 25, 2012 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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