Keep It Real Online – Grooming

Julho 7, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

 

Unicef: crianças sob risco crescente na internet durante pandemia

Maio 4, 2020 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Notícia da ONU News de 15 de abril de 2020.

Análise técnica da agência pretende ajudar governos, empresas de tecnologia da informação, educadores e pais a protegerem os menores durante fase de isolamento social; mais de 1,5 bilhão de crianças e jovens estão fora da escola.

Milhões de crianças em todo o mundo estão enfrentando um risco dentro de casa por causa das medidas de quarentena contra a covid-19.

O alerta é do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, e seus parceiros. Com as escolas fechadas, um número recorde de alunos está passando mais tempo na frente de computadores.

Habilidades 

O diretor da Parceira Global para o Fim da Violência, Howard Taylor, disse que muitas famílias estão confiando na tecnologia e nas plataformas digitais para manter as crianças no ensino. Mas nem todas as crianças têm as habilidades para navegarem de forma segura pela internet.

Em todo o mundo, mais de 1,5 bilhão de crianças e jovens estão fora da escola. Muitos continuam participando das aulas pela internet, além de se sociabilizarem.  Mas o tempo alongado na internet também expõe as crianças a riscos de exploração sexual e abusos porque muitos predadores e criminosos estão usando a situação da pandemia para cometer delitos.

Nova realidade

Dentre os riscos ampliados pela nova realidade estão envios de imagens de teor sexual, contato com conteúdo violento e a intimidação on-line ou o bullying pela internet.

O Unicef formou uma aliança com outras agências da ONU como o Escritório sobre Drogas e Crime, Unodc, a União Internacional de Telecomunicações, UIT, OMS, Unesco e outros parceiros para alertar governos, pais e educadores para alertar sobre os riscos.

A diretora-executiva do Unicef, Henrietta Fore, pediu aos governos e às empresas que ajudem a manter as crianças seguras na internet aumentando as ferramentas de proteção.

Treinamento

Dentre as ações preliminares apresentadas pelo Unicef estão: governos devem aumentar os serviços de proteção e mantê-los acessíveis durante a pandemia. Além disso, deve ser oferecido treinamento para trabalhadores sociais, de educação e saúde sobre os impactos da pandemia  nas crianças. Os mecanismos de proteção devem ser ativados on-line e fora da internet para facilitar a denúncia de casos de abusos com linhas diretas de ajuda.

A indústria da tecnologia da informação e das plataformas de redes sociais devem assegurar medidas de salvaguardas especialmente para ferramentas de ensino a distância. Também é preciso garantir que as ferramentas estejam à disposição dos formadores para facilitar medidas de proteção e o acesso de crianças de lares de baixa renda ao ensino.

Aconselhamento

As escolas devem atualizar seus mecanismos e políticas de salvaguardas para adaptarem-se à nova realidade do ensino a partir de casa, promover o bom comportamento na rede e a continuidade do aconselhamento escolar.

Os pais devem garantir que os dispositivos e aparelhos usados pelas crianças tenham as últimas atualizações de software e programas de antivírus.

É necessário ainda manter um diálogo aberto com as crianças sobre com quem e como eles estão se comunicando pela internet.

É preciso ainda entrar em acordo com as crianças sobre regras de como, quando e onde a internet pode ser usada, observar sinais de estresse que podem resultar da navegação delas pela rede mundial de computadores.

Além disso, os pais precisam ter acesso às políticas escolares e de denúncias às autoridades competentes e linhas diretas de apoio caso necessário.

Press Release da Unicef:

Children at increased risk of harm online during global COVID-19 pandemic

Cibercrime e exploração sexual infantil online aumentam na Europa em plena pandemia de COVID-19

Abril 16, 2020 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia do TEK Sapo de 8 de abril de 2020.

A Europol analisou o impacto da COVID-19 na Europa e garante que o cibercrime tem sido a atividade criminosa “mais evidente e impressionante” pelas piores razões.

COVID-19 não tem “infetado” apenas os humanos e o mais recente relatório da Europol comprova isso mesmo. Em plena altura de pandemia tem aumentado não só o cibercrime, como também a divulgação de fake news e da exploração sexual de crianças através da Internet.

Apesar de não partilhar números gerais que permitam compreender melhor esse crescimento, a Europol garante que o impacto da pandemia no cibercrime tem sido “o mais evidente e impressionante em comparação com outras atividades criminosas”. A conclusão baseia-se nos dados divulgados pelos estados-membros e pelos parceiros do Serviço Europeu de Polícia.

O relatório comprova ainda que os criminosos desta área conseguiram adaptar-se rapidamente e aproveitar-se dos medos e ansiedades da população, com apostas em campanhas de phishing e ransomware. O objetivo é precisamente explorar as vulnerabilidades em torno desta crise e a Europol acredita que estas estratégias terão tendência para aumentar em número e em escala.

No caso da exploração sexual infantil na Internet, o Serviço Europeu de Polícia fala num “aumento de tentativas de adultos entrarem em contacto com crianças através das redes sociais em alguns países”. No caso de Espanha, por exemplo, verificou-se um aumento de 100 queixas nesta área entre fevereiro e março deste ano.

Outra das principais conclusões do relatório está relacionada com o facto de as organizações criminosas procurarem explorar esta crise de saúde pública para promover interesses geopolíticos. Mas isso também acontece com os próprios estados, garante o relatório.

Em comunicado, a diretora-executiva da Europol afirma que “esta pandemia tem demonstrado o melhor, mas também o pior da humanidade”. “Os cibercriminosos têm aproveitado esta situação excecional para aumentar ainda mais mais as suas atividades de cibercrime”, explica Catherine De Bolle.

O que tem feito a Europa para fazer face ao cibercrime?

Desde o início desta pandemia que a Europol tem feito alguns esforços para combater o cibercrime. Em meados de março, o Serviço Europeu de Polícia juntou-se a uma parceria da Comissão Europeia e de Bruxelas com outras organizações para garantir a segurança digital dos cidadãos em relação às ciberameaças que se aproveitam do pânico em torno da COVID-19.

Mais recentemente, a organização europeia divulgou resultados de uma operação que envolveu 90 países em todo mundo entre 3 e 10 de março. Numa altura em que nem a própria Organização Mundial da Saúde tem passado imune às tentativas de ataque, ao todo foram eliminados 2.500 links, entre sites, redes sociais, mercados online e anúncios.

Os números não enganam e há, de facto, cada vez mais ciberataques relacionados com o coronavírus. Na semana passada, por exemplo, a Check Point Research afirma que está a detetar 2.600 ciberataques em média por dia, tendo mesmo registado um pico de 5.000 no dia 28 de março. Ainda assim, o volume geral mensal de ciberataques decresceu 17%

Mais de 200 pessoas detidas por crimes relacionados com exploração de crianças

Novembro 18, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia do Público de 18 de novembro de 2019.

Polícia Judiciária investiga, anualmente, mais de dois mil casos relacionados com alguma forma de exploração sexual sobre menores.

Lusa

A Polícia Judiciária (PJ) deteve entre 1 de Janeiro e 31 de Outubro 207 pessoas na sequência de investigações relacionadas com a exploração de crianças e jovens para fins sexuais. Os dados da PJ surgem quando se assinala o Dia Europeu sobre a Protecção de Crianças contra a Exploração Sexual, efeméride criada em 2015 por decisão do Conselho de Ministros do Conselho da Europa.

De acordo com os dados agora divulgados, até 31 de Outubro, a PJ foi chamada a investigar 2206 situações inseridas na tipologia de crimes de abuso sexual de crianças, abuso sexual de dependentes, aliciamento de menores para fins sexuais, actos sexuais com adolescentes, lenocínio de menores, pornografia de menores, recurso à prostituição de menores e violação, contra crianças e jovens. “Recorrendo ao critério de avaliação da relação entre vítima e agressor sexual prévia à situação crime, verifica-se a prevalência da relação de proximidade, entre vítima e agressor, prévia à situação abusiva”, é referido. Esta proximidade assume a natureza familiar, educacional, assistencial ou geográfica (vizinhança, por exemplo) e corresponde a cerca de 65% dos casos investigados.

Os dados da PJ apontam também para um aumento de crimes sexuais contra crianças e jovens, de cerca de 40 casos, no espaço digital.

Os agressores sexuais identificados são maioritariamente do sexo masculino, com uma incidência de cerca de 97%, enquanto a maioria das vítimas registada desde o início do ano (90%) são do sexo feminino.

Entre 2016 e 2018 foram atribuídos anualmente à PJ para investigação mais de dois mil casos por ano.

Na nota, a PJ destaca que tem colaborado a nível europeu com a Europol, salientando que têm vindo a ser desenvolvidas e implementadas iniciativas que visam a protecção de crianças e jovens contra os abusos sexuais de crianças e a pornografia de menores.

A data que se assinala esta segunda-feira é subordinada ao tema “Empoderar as crianças para acabar com a violência sexual” e coincide com o 30.º aniversário da Convenção dos Direitos das Crianças.

Mais informações na notícia da Polícia Judiciária:

Dia Europeu sobre a Proteção de Crianças contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual

Parentalidade na Era Digital : Orientação parental para a proteção online de crianças contra a exploração sexual e o abuso sexual

Fevereiro 22, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

Descarregar a publicação no link:

https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/parentalidadedigital_1.pdf?fbclid=IwAR2elZKqAvWbRfboMwGnyVsxm2R7pr2-AQgIvZknLTNLlx0IvUZEjcEfNgM

 

Europol alerta para nível inimaginável da exploração sexual infantil na internet

Outubro 12, 2018 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Notícia do Expresso de 18 de setembro de 2018.

Diretora executiva da organização, Catherine De Bolle, afirmou que os casos de delitos cibernéticos são “cada vez complexos e sofisticados”

Europol alertou nesta terça-feira para o aumento e a criação de novas técnicas de cibercrime e qualificou de “inquietante” o elevado número de delitos, em “níveis inimagináveis”, de exploração sexual infantil que existem na internet.

“Os cibercriminosos estão a adotar novas técnicas criativas para atacar as suas vítimas a um ritmo sem precedentes. Este relatório tem apenas um objetivo em mente: evitar que criem vítimas”, aponta o documento da polícia europeia, sedeada em Haia, nos Países Baixos. Segundo a informação agora divulgada, os criminosos que utilizam este tipo de programas, designados ‘malware’, estão a privilegiar “os bancos, onde existem maiores ganhos potenciais”, em relação a ataques aleatórios a empresas.

Os riscos de ser vítima deste tipo de programas maliciosos “aumentam” à medida que os utilizadores recorrem à banca na internet para realizar tanto a gestão da sua conta, como para fazer pagamentos. Por outro lado, a Europol advertiu ainda que a exploração sexual infantil na internet “continua a ser o aspeto mais inquietante” do crime cibernético, com “volumes de material inimagináveis” até há alguns anos.

A diretora executiva da organização, Catherine De Bolle, concluiu que os casos de delitos cibernéticos são “cada vez complexos e sofisticados” e que a aplicação da lei “exige “capacidades adicionais e recursos de investigação e forenses”.

Mais informações no relatório:

INTERNET ORGANISED CRIME THREAT ASSESSMENT (IOCTA) 2018

Unicef quer envolver adolescentes no uso seguro da Net

Junho 11, 2016 às 5:35 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

Notícia do Público de 7 de junho de 2016.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Perils and Possibilities: Growing up online

Reuters Mihai Barbu

Ana Cristina Pereira

Oito em cada dez pensam que há risco de exploração ou abuso sexual online.

E se tivéssemos adolescentes e não só adultos a tentar impingir regras de segurança na Internet? A Unicef, Fundo das Nações Unidas para a Infância, está a desafiar adolescentes de todo o mundo a dizerem o que acham que deve ser feito e a usarem as redes sociais para sensibilizar os amigos.

A situação inspira preocupação, a avaliar pelos resultados de um inquérito a que responderam dez mil jovens de 18 anos de 25 países — Perigos e Possibilidades: crescer online. Oito em cada dez estão convencidos de que um adolescente está em risco de ser sexualmente abusado ou explorado online. E metade até pensa que alguns dos seus amigos têm comportamentos arriscados.

“A rápida expansão da tecnologia digital e o crescente acesso à Internet  transformaram a vida das pessoas mais novas”, escreve Cornelius Willians, director adjunto para a Protecção Infantil da Unicef, no texto introdutório. Um em cada três utilizadores da Internet é uma criança. “À medida que se torna mais acessível, a violência contra as crianças assume uma nova dimensão com danos profundos e consequências na vida”, diz ainda. “Os resultados do inquérito mostram a dimensão real do risco.”

Conforme o inquérito, os adolescente ouvidos confiam na sua própria capacidade de se manterem em segurança. Quase 90% afirmam saber como evitar perigos online e 36% acreditam que conseguem perceber quando as pessoas estão a mentir sobre a identidade online.

O género tem peso nas percepções de risco: 67% das raparigas ficariam seriamente preocupadas se recebessem comentários ou solicitações de cariz sexual na Internet, o mesmo afirmam 47% dos rapazes.

Se sentissem uma ameaça online, os adolescentes confiariam mais nos amigos do que nos pais ou nos professores. Mesmo assim, quase metade acha que saberia como ajudar um amigo em risco.

Escreve Willians: “A Unicef pretende amplificar a voz dos adolescentes a fim de ajudá-los a protegerem-se contra a violência, a exploração e os abusos online, e contribuir para que as crianças possam aproveitar as vantagens e os benefícios que a Internet e os telemóveis oferecem.”

Para envolver os adolescentes, fazer deles mensageiros, está a divulgar a hashtag #ReplyforAll (#ResponderporTodos). Desafia os adolescentes a levantarem-se contra a violência online, a apoiarem-se uns aos outros, usando as redes sociais para partilhar informação sobre as melhores formas de protecção.

A Unicef pede aos pais para falarem com os filhos sobre segurança na Internet, para se certificarem de que as suas crianças compreendem os riscos e sabem o que fazer em caso de perigo. Apela aos professores para estarem atentos às ferramentas e plataformas usadas pelos alunos. E aos Governos nacionais para ouvirem as crianças e jovens e para incorporarem o seu pensamento nas políticas, estratégias e programas criados para prevenir e combater o abuso sexual através da Internet.

Esta é “uma questão que diz respeito a todos nós”, refere Willians. “Quando os jovens, os governos, as famílias, o sector das novas tecnologias e as comunidades trabalham em conjunto, aumentam as probabilidades de encontrar formas mais eficazes de responder ao abuso e à exploração sexual online.

mais informações:

Click to access site_pr_unicef-abuso_sexual_online_2016_06_07.pdf

 

 

 


Entries e comentários feeds.