Mortalidade infantil em Portugal abaixo da média da UE

Agosto 24, 2019 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Noticiasaominuto de 19 de julho de 2019.

O gabinete estatístico europeu destaca ainda que a taxa de crianças mortas antes de atingirem um ano de idade por cada mil nascimentos recuou face à de 4,4 por mil na UE e de 3,4 em Portugal, registada em 2007.

Comparando a 20 anos (com 1997), a mortalidade infantil caiu para mais de metade em Portugal (de 6,4 para 2,7 por cada mil nados-vivos) e quase para metade na UE (de 6,8 para 3,8).

Em 2017, as mais altas taxas de mortalidade infantil foi registada em Malta, Roménia (6,7 mortes por mil cada) e na Bulgária (6,4), tendo as mais baixas sido observadas em Chipre (1,3) e na Finlândia (2,0).

Portugal tinha, em 2017, a sexta menor taxa de mortalidade infantil.

Mais informações na notícia da Eurostat:

Infant mortality halved between 1997 and 2017

Na UE, quase 9 em 10 pessoas (16-24 anos) participaram em redes sociais (88%) – Em Portugal 95%

Julho 18, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://ec.europa.eu/eurostat/web/products-eurostat-news/-/EDN-20190629-1?inheritRedirect=true&redirect=%2Feurostat%2F&fbclid=IwAR0E2-2kOQe1pcOBangIYr8DTs9P5E8VuhQA1Pra4mDYvJeYLECN5yO7Jj8

12% dos jovens portugueses não estudam nem trabalham

Julho 11, 2019 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Eco Sapo de 27 de junho de 2019.

Portugal é o nono país da União Europeia com menos jovens “nem nem”. Há mais mulheres do que homens nesta situação, em Portugal.

Um em cada seis jovens da União Europeia (UE) não estudava nem trabalhava no ano passado, o correspondente a cerca de 15 milhões de pessoas, mas Portugal ficou abaixo desta média, sendo o nono país com menos “nem nem”.

Segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo gabinete de estatísticas da UE, o Eurostat, cerca de 16,5% dos jovens europeus entre os 20 e os 34 anos não estudava, trabalhava ou estava em estágio no ano passado. Em Portugal, esta percentagem foi mais baixa, com os “nem nem” a representarem 11,9% dos jovens portugueses em 2018.

Portugal ocupou, por isso, o nono lugar dos países com menos jovens nessa situação. Havia, ainda assim, mais mulheres portuguesas (12,8%) do que homens (10,9%) nessa condição.

Ao nível da UE, as percentagens mais baixas foram registadas na Suécia (8%), Holanda (8,4%), Luxemburgo (9,9%) e Malta (10,1%). Em sentido inverso, no ano passado, havia mais jovens “nem nem” em Itália (28,9%), Grécia (26,8%), Bulgária (20,9%) e na Roménia.

mais informações na notícia do Eurostat:

1 in 6 young people not in employment or education

53% dos bebés em Portugal nascem fora do casamento

Agosto 21, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 9 de agosto de 2018.

Margarida Cardoso

Portugal é dos países europeus onde a percentagem de bebés que nascem fora do casamento é mais alta, diz o Eurostat

Em Portugal, 53 em cada 100 bebés nascem fora do casamento. Os números do Eurostat, relativos a 2016, colocam o país entre os Estados-membros da União Europeia que têm a percentagem mais alta neste indicador.

A mudança no equilíbrio entre os bebés que têm pais casados e os que nascem foram do casamento já vinha a fazer sentir-se nos últimos anos. Há duas décadas, menos de 20% dos bebés nascia fora do casamento. Em 2016 esta percentagem sobe para os 53%, acima da média de 43% registada na União Europeia.

De acordo com o gabinete de estatísticas da UE, entre 2000 e 2016, a proporção de bebés filhos de pais que não são casados subiu 15% na UE, ao ritmo de um ponto percentual por ano, refletindo “uma mudança nos padrões de formação dos núcleos familiares”, o que significa nascimentos em relações não conjugais, uniões de facto e, também, o aumento do número de pais a viver sozinhos, destaca o Eurostat.

Em 2016, o número de bebés registados fora do casamento foi superior aos registos de filhos de casais unidos pelo vínculo do matrimónio em oito dos Estados-membros: França (60%), Bulgária e Eslovénia (59%), Estónia (56%), Suécia (55%), Dinamarca (54%), Portugal (53%) e Holanda (50%)

Com mais de 80% dos bebés a nascerem no casamento, estão a Grécia, Croácia e Chipre.

O Eurostat refere, ainda, que os nascimentos fora do casamento aumentaram em quase todos os países europeus em 2016. As exceções foram a Estónia, Itália, Letónia, Lituânia e Hungria.

 

Pedidos de asilo de menores não acompanhados cai para metade na UE em 2017

Maio 19, 2018 às 8:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de maio de 2018.

Pelo contrário, recebeu mais pedidos em 2017 do que no ano anterior. Foram 40 os menores não acompanhados que requereram asilo no país.

Lusa

Um total de 31.395 menores não acompanhados pediram asilo na União Europeia (UE) em 2017, praticamente metade face ao ano anterior (63.245), segundo dados divulgados pelo Eurostat nesta quarta-feira.

Em Portugal, foram 40 os menores não acompanhados que pediram asilo no ano passado, uma subida face aos 25 de 2016, número que representa 6,8% do total da UE.

Dos 40 menores que pediram asilo em Portugal, 10 são oriundos da Eritreia, 10 da Guiné e outros 10 do Afeganistão.

No total da UE, 5.340 (17%) dos menores não acompanhados chegaram do Afeganistão, 3.110 (10%) da Eritreia e 2.580 (8%) da Gâmbia.

Os dados citados na notícia podem ser consultados na News Release da Eurostat:

Over 31 000 unaccompanied minors among  asylum seekers  registered  in  the EU  in  2017

 

 

Portugal é um dos oito países da UE com maior percentagem de filhos fora do casamento

Maio 2, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://expresso.sapo.pt/ de 17 de abril de 2018.

Portugal é um dos oito estados-membros da União Europeia (UE) onde mais de metade das crianças nascidas em 2016 (52,8%) são filhos fora do casamento, divulgou o Eurostat.

Segundo o gabinete de estatísticas da UE, a França é o país com maior percentagem de filhos fora do casamento (59,7%), seguido da Bulgária e Eslovénia (58,6% cada), da Estónia (56,1%), Suécia (54,9%), Dinamarca 54,0%), Portugal (52,8%) e Holanda (50,4%).

Face a 2000, em 2016 Portugal teve um dos maiores aumentos da percentagem de filhos nascidos fora do casamento: de 22,2% para 52,8%.

Do outro lado da tabela, a Grécia (9,4%), Croácia (18,9%), Chipre (19,1%), Polónia (25,0%), Lituânia (27,4%), Itália (28,0%), Roménia (31,3%) e Malta (31,8%) têm as menores taxas de filhos de pais não casados.

A maior subida percentual foi registada em Chipre (2,3% em 2000 para 19,1% em 2016), seguindo-se Malta (de 10,6% para 31,8%), Itália (de 9,7% para 28%), Espanha (17,7% para 45,9%), Grécia (4,0% para 9,4%) e Portugal (22,1% para 52,8%).

Os dados citados na notícia podem ser consultados no link:

http://ec.europa.eu/eurostat/web/products-eurostat-news/-/DDN-20180416-1?inheritRedirect=true&redirect=%2Feurostat%2F

Risco de pobreza entre crianças aumentou em Portugal

Novembro 17, 2016 às 7:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site https://eco.pt/ de 16 de novembro de 2016.

O documento citado na notícia é o seguinte:

One in four children at risk of poverty or social exclusion in the EU

Cristina Oliveira da Silva

A proporção de crianças em risco de pobreza ou exclusão social aumentou entre 2010 e 2015 em Portugal, ao contrário do que aconteceu na União Europeia.

De acordo com dados do Eurostat publicados esta quarta-feira, a taxa em Portugal aumentou de 28,7%, em 2010, para 29,6%, em 2015, embora o número de crianças em risco de pobreza ou exclusão social tenha caído naquele período, de 562 para 536 mil.

Já no conjunto da União Europeia, a taxa recuou de 27,5% para 26,9% da população até aos 17 anos. No ano passado, 25 milhões de crianças estavam nesta situação, o que significa que viviam num agregado que enfrentava pelo menos uma das seguintes condições: risco de pobreza já depois de transferências sociais, privação material severa ou muito baixa intensidade de trabalho.

O risco de pobreza ou exclusão afeta mais de um terço das crianças em seis estados-membros: Roménia (com a taxa mais elevada em 2015, de 46,8%), Bulgária, Grécia, Hungria, Espanha e Itália. Ao invés, Suécia e Finlândia registavam as taxas mais baixas (14% e 14,9%, respetivamente), indicam os dados publicados por ocasião do Dia Mundial da Criança, que se celebra a 20 de novembro.

Em cinco anos, a taxa aumentou em cerca de metade dos países da União Europeia: a maior subida ocorreu na Grécia (de 28,7% para 37,8%). A Letónia registou a maior descida (de 42,2% para 31,3%).

Mais educação, menor risco de pobreza ou exclusão

A proporção de crianças em risco de pobreza ou exclusão social na União Europeia desce à medida que aumenta o nível de habilitações dos pais, indica o Eurostat. Quase dois terços das crianças cujos pais têm um nível baixo de instrução estavam em risco de pobreza, um valor que baixa para 30,3% no caso de pais com ensino secundário e para 10,6% no caso de pais com ensino superior.

Portugal não foge à regra: 45,6% das crianças nesta situação tinha pais com níveis mais baixos de ensino; em 25,9% dos casos os pais tinham ensino secundário e em 7,2% ensino superior.

 

 

 

 

Um em cada seis jovens adultos portugueses não trabalhava nem estudava em 2015

Agosto 13, 2016 às 5:56 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://p3.publico.pt/ de 11 de agosto de 2016.

Ryan Tauss

Ryan Tauss/Unsplash

Os jovens entre os 20 e os 24 anos estão cada vez mais a usufruir do estatuto de trabalhador-estudante e estudante. Há cada vez menos jovens exclusivamente a trabalhar

Texto de Lusa

Um em cada seis jovens portugueses, com idades entre os 20 e os 24 anos, não estavam nem a trabalhar nem a estudar em 2015, segundo dados do Eurostat, que revelam que esta situação se agravou na última década.

De acordo com os dados do Eurostat sobre “Educação, emprego, ambos ou nenhum? O que estão os jovens a fazer na UE?“, divulgados nesta quinta-feira, a proporção de jovens que não estão nem a trabalhar nem a estudar (NEET) aumenta consideravelmente com a idade. Os dados estatísticos colocam o foco no grupo etário dos 20 aos 24 anos, indicando que, de entre os 31 países analisados (28 Estados-membros da União Europeia, mais Islândia, Noruega e Suíça), Portugal situava-se, em 2015, entre aqueles que tinham maior percentagem de jovens na situação de NEET (12.º lugar).

Além disso, o Eurostat aponta que Portugal foi um dos países em que a taxa de NEET cresceu na última década (2006 a 2015), enquanto noutros se verificou uma descida. Neste período, o número de jovens entre os 20 e os 24 anos em situação de NEET aumentou 4,9 pontos percentuais, em Portugal, passando de 12,6% para 17,5%. Esta mostrou ser uma tendência contra corrente, com a generalidade da UE, já que mais de metade dos países europeus tinha maior percentagem de jovens em NEET do que Portugal. Ou seja, em 2006, Portugal estava entre os 13 países com menos jovens nessa situação (18 Estados-membros tinham mais), mas, em 2015, a situação inverteu-se e Portugal passou a figurar entre 13 Estados-membros com mais jovens em NEET (18 países com menos).

No mesmo período, Portugal viu aumentar o número de pessoas entre os 20 e os 24 anos em situação de “exclusivamente a estudar” (de 33,7% para 42,3%), assim como “a estudar e a trabalhar” (de 4,8% para 8,5%). Já no que respeita à situação de “exclusivamente a trabalhar”, verificou-se uma queda acentuada entre esses jovens (de 49% para 31,7%). O que significa que, nos últimos dez anos, nesta faixa etária, passou a haver mais estudantes e trabalhadores-estudantes, mas também menos empregados e mais desocupados.

Os dados do Eurostat sobre “Educação, emprego, ambos ou nenhum? O que estão os jovens a fazer na UE?” foram divulgados na véspera do Dia Internacional da Juventude, e indicam que, no espaço europeu, quase cinco milhões de jovens entre os 20 e os 24 anos não estavam nem a estudar nem a trabalhar em 2015.

Números

12.º Entre os 31 países analisados, Portugal situava-se entre aqueles que tinham maior percentagem de jovens na situação de NEET (12.º lugar).

de 12,6% para 17,5% De 2006 para 2015, o número de jovens nesta situação NEET aumentou 4,9 pontos percentuais: de 12,6% para 17,5%.

 

 

Europa precisa de mais alunos a estudar até 2020

Maio 14, 2016 às 9:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare de 4 de maio de 2016.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

More and more persons aged 30 to 34 with tertiary educational attainment in the EU…

Quão longe estão os países europeus de atingirem as metas definidas para o número de diplomados do ensino superior e a taxa de abandono escolar precoce até 2020? O último relatório do Eurostat dá a resposta.

Andreia Lobo

Seis dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE) podem dar-se por satisfeitos por terem atingido, e em alguns casos superado, dois dos objetivos da Estratégia Europeia 2020 para a educação.

Dinamarca, Grécia, Letónia, Lituânia, Áustria e Suécia são os países que atingiram, em 2015, as duas metas europeias de até 2020 elevar para 40% o número de diplomados entre os 30 e os 34 anos e de reduzir para 10% a taxa de abandono escolar entre os 18 e os 24 anos.

Em Portugal, o número de diplomados do ensino superior entre os 30 e os 34 anos aumentou de 12,9% em 2002 para 31,9% em 2015, permanecendo aquém da meta de pelo menos 40% de diplomados até 2020, definida na Estratégia Europa 2020, segundo o instituto de estatística europeu Eurostat.

No que diz respeito ao segundo indicador, há menos jovens portugueses entre os 18 e os 24 anos a abandonarem a escola ou sem frequentarem outro tipo de ação de formação: de 38,5% em 2006, para 13,7% em 2015.

Mais licenciados

A subida do número de jovens adultos com formação ao nível do ensino superior tem sido constante nos 28 países da União Europeia (EU), na faixa etária dos 30 aos 34 anos. Em 2002, 23,6% dos estudantes concluía o ensino superior, em 2015 eram 38,7%, uma percentagem já próxima da meta definida para a Europa de 40% de diplomados nestas idades.

Porém, a tendência é mais significativa para as mulheres do que para os homens. De 24,5% de diplomadas em 2002 para 43,4% em 2015, ou seja, acima do objetivo global da Estratégia Europa 2020. Enquanto para os homens, a subida foi de 22,6% para 34,0%, ainda abaixo da meta europeia.

A Estratégia Europa 2020 estipulou como meta a atingir até esse ano que todos os Estados-membros elevassem o número jovens a concluir o ensino superior para pelo menos 40%, entre os 30 e os 34 anos de idade.

Agora é possível saber quão longe ou perto estão as percentagens nacionais das metas europeias. Segundo o instituto de estatísticas da EU, em 2015 mais de metade da população com idades entre os 30 e os 34 anos concluía o ensino superior na Lituânia (57,6%), no Chipre (54,6%), Irlanda e Luxemburgo (ambos com 52,3%) e Suécia (50,2%).

As percentagens mais baixas da escala, encontram-se na Itália (25,3%), na Roménia (25,6%), Malta (27,8%) e Eslováquia (28,4%).

Os dados mostram ainda que doze Estados-membros já cumpriram ou excederam a sua meta nacional para 2020 neste indicador: Dinamarca, Estónia, Grécia, Chipre, Letónia, Lituânia, Hungria, Países Baixos, Áustria, Eslovénia, Finlândia e Suécia.

No que diz respeito às diferenças entre os géneros, do total de 38,7% de pessoas com idades entre 30 e 34 que em 2015 terminavam um curso superior na Europa, 43,4% são mulheres e 34% são homens. Uma percentagem significativamente mais elevada em todos os Estados-membros, com exceção da Alemanha onde as percentagens de diplomados são idênticas para os dois sexos.

Em Portugal dos 31,9% de diplomados em 2015, 40,1% são mulheres e 23,3% são homens. De notar que já em 2002, o número de mulheres que concluíam algum tipo de formação de nível universitário ou politécnico era superior ao dos homens, 16,7%, contra apenas 9,0% num universo total de 12,9% de diplomados.

Abandono escolar
O relatório publicado em 27 de abril pelo Eurostat mostra também que a taxa de abandono escolar precoce, definida como a não frequência do 3.º ciclo do ensino básico ou de outro tipo de ações de formação, nas idades entre 18 e os 24 anos, tem diminuído de forma constante na EU: de 17,0% em 2006 para 11,0% em 2015.

Entre os jovens, as mulheres são as que menos desistem dos estudos: 9,5% em 2015, comparadas com os 12,4% de abandono registado entre os homens. A Estratégia Europa 2020 dita a redução das taxas de abandono escolar precoce na UE para menos de 10% até 2020.

Em Portugal, a taxa de abandono escolar precoce caiu de 38,5%, em 2006, para 13,5% em 2015. Tal como acontece na maioria dos países europeus, as mulheres portuguesas permanecem mais tempo na escola que os homens. Em 2015, dos 13,5% de jovens que não estavam na escola, nem noutro tipo de formação, 16,4% eram homens e 11% mulheres.

Um olhar sobre os extremos da escala mostra que a Croácia tem a menor percentagem de abandono escolar (2,8%) e a Espanha a mais elevada (20%).

Comparando os anos de 2006 e de 2015, há atualmente menos jovens a abandonar precocemente a escola no conjunto dos 28 Estados-membros com exceção da República Checa, Roménia e Eslováquia, que registaram um aumento do abandono entre 1 e 2 pontos percentuais.

Em 2015, entre os países onde se registavam as menores percentagens de abandono escolar precoce contavam-se a Croácia (2,8%), Eslovénia (5,0%), Chipre e na Polónia (ambos com 5,3%) e na Lituânia (5,5%). As mais elevadas desistências foram observadas na Espanha (20,0%), em Malta (19,8%) e na Roménia (19,1%).

No total, treze Estados-membros já cumpriram o seu objetivo nacional de 2020 para este indicador: Dinamarca (7,8%), Irlanda (6,9%), Grécia (7,9%), França (9,3%), Croácia (2,8%), Itália (14,7%), Chipre (5,3%), Letónia (9,9%), Lituânia (5,5%), Luxemburgo (9,3%), Áustria (7,3%), Eslovénia (5,0%) e Suécia (7,0%).

De notar que no indicador do abandono escolar precoce alguns países fixaram os objetivos nacionais ou acima ou abaixo da meta de 10%. É por esta razão que a Itália surge entre os cumpridores, apesar de estar acima de 10%, na medida em que a sua meta nacional para 2020 estava fixada em 16%.

Do mesmo modo, outros países entenderam fixar as suas metas nacionais abaixo dos 10%, em parte porque estavam mais próximos de alcançar a meta geral europeia. Exemplos de países com metas nacionais mais baixas que as definidas pela Estratégia Europa 2020: Irlanda (8,0%), Grécia (9,7%), França (9,5%), Croácia (4,0%), Lituânia (9,0%), Áustria (9,5%), Eslovénia (5,0%).

Em 2015, a taxa de abandono precoce do ensino e da formação foi menor para as mulheres (9,5%) do que para os homens (12,4%) em quase todos Estados-membros, exceção feita na Bulgária, República Checa, Eslováquia onde não se encontraram diferenças significativas na taxa de abandono escolar precoce tendo como critério o género.

 

 

Quantas crianças vivem na União Europeia?

Abril 24, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do Facebook da Representação da Comissão Europeia em Portugal de 22 de abril de 2015.

Sabes quantas crianças vivem na União Europeia?
A resposta a estas e outras questões na publicação «Ser jovem na Europa de hoje» do Eurostat que pode ser consultada aqui http://ec.europa.eu/…/products-press-releas…/-/1-16042015-AP

euro

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