53% dos bebés em Portugal nascem fora do casamento

Agosto 21, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 9 de agosto de 2018.

Margarida Cardoso

Portugal é dos países europeus onde a percentagem de bebés que nascem fora do casamento é mais alta, diz o Eurostat

Em Portugal, 53 em cada 100 bebés nascem fora do casamento. Os números do Eurostat, relativos a 2016, colocam o país entre os Estados-membros da União Europeia que têm a percentagem mais alta neste indicador.

A mudança no equilíbrio entre os bebés que têm pais casados e os que nascem foram do casamento já vinha a fazer sentir-se nos últimos anos. Há duas décadas, menos de 20% dos bebés nascia fora do casamento. Em 2016 esta percentagem sobe para os 53%, acima da média de 43% registada na União Europeia.

De acordo com o gabinete de estatísticas da UE, entre 2000 e 2016, a proporção de bebés filhos de pais que não são casados subiu 15% na UE, ao ritmo de um ponto percentual por ano, refletindo “uma mudança nos padrões de formação dos núcleos familiares”, o que significa nascimentos em relações não conjugais, uniões de facto e, também, o aumento do número de pais a viver sozinhos, destaca o Eurostat.

Em 2016, o número de bebés registados fora do casamento foi superior aos registos de filhos de casais unidos pelo vínculo do matrimónio em oito dos Estados-membros: França (60%), Bulgária e Eslovénia (59%), Estónia (56%), Suécia (55%), Dinamarca (54%), Portugal (53%) e Holanda (50%)

Com mais de 80% dos bebés a nascerem no casamento, estão a Grécia, Croácia e Chipre.

O Eurostat refere, ainda, que os nascimentos fora do casamento aumentaram em quase todos os países europeus em 2016. As exceções foram a Estónia, Itália, Letónia, Lituânia e Hungria.

 

Pedidos de asilo de menores não acompanhados cai para metade na UE em 2017

Maio 19, 2018 às 8:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 16 de maio de 2018.

Pelo contrário, recebeu mais pedidos em 2017 do que no ano anterior. Foram 40 os menores não acompanhados que requereram asilo no país.

Lusa

Um total de 31.395 menores não acompanhados pediram asilo na União Europeia (UE) em 2017, praticamente metade face ao ano anterior (63.245), segundo dados divulgados pelo Eurostat nesta quarta-feira.

Em Portugal, foram 40 os menores não acompanhados que pediram asilo no ano passado, uma subida face aos 25 de 2016, número que representa 6,8% do total da UE.

Dos 40 menores que pediram asilo em Portugal, 10 são oriundos da Eritreia, 10 da Guiné e outros 10 do Afeganistão.

No total da UE, 5.340 (17%) dos menores não acompanhados chegaram do Afeganistão, 3.110 (10%) da Eritreia e 2.580 (8%) da Gâmbia.

Os dados citados na notícia podem ser consultados na News Release da Eurostat:

Over 31 000 unaccompanied minors among  asylum seekers  registered  in  the EU  in  2017

 

 

Portugal é um dos oito países da UE com maior percentagem de filhos fora do casamento

Maio 2, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://expresso.sapo.pt/ de 17 de abril de 2018.

Portugal é um dos oito estados-membros da União Europeia (UE) onde mais de metade das crianças nascidas em 2016 (52,8%) são filhos fora do casamento, divulgou o Eurostat.

Segundo o gabinete de estatísticas da UE, a França é o país com maior percentagem de filhos fora do casamento (59,7%), seguido da Bulgária e Eslovénia (58,6% cada), da Estónia (56,1%), Suécia (54,9%), Dinamarca 54,0%), Portugal (52,8%) e Holanda (50,4%).

Face a 2000, em 2016 Portugal teve um dos maiores aumentos da percentagem de filhos nascidos fora do casamento: de 22,2% para 52,8%.

Do outro lado da tabela, a Grécia (9,4%), Croácia (18,9%), Chipre (19,1%), Polónia (25,0%), Lituânia (27,4%), Itália (28,0%), Roménia (31,3%) e Malta (31,8%) têm as menores taxas de filhos de pais não casados.

A maior subida percentual foi registada em Chipre (2,3% em 2000 para 19,1% em 2016), seguindo-se Malta (de 10,6% para 31,8%), Itália (de 9,7% para 28%), Espanha (17,7% para 45,9%), Grécia (4,0% para 9,4%) e Portugal (22,1% para 52,8%).

Os dados citados na notícia podem ser consultados no link:

http://ec.europa.eu/eurostat/web/products-eurostat-news/-/DDN-20180416-1?inheritRedirect=true&redirect=%2Feurostat%2F

Risco de pobreza entre crianças aumentou em Portugal

Novembro 17, 2016 às 7:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site https://eco.pt/ de 16 de novembro de 2016.

O documento citado na notícia é o seguinte:

One in four children at risk of poverty or social exclusion in the EU

Cristina Oliveira da Silva

A proporção de crianças em risco de pobreza ou exclusão social aumentou entre 2010 e 2015 em Portugal, ao contrário do que aconteceu na União Europeia.

De acordo com dados do Eurostat publicados esta quarta-feira, a taxa em Portugal aumentou de 28,7%, em 2010, para 29,6%, em 2015, embora o número de crianças em risco de pobreza ou exclusão social tenha caído naquele período, de 562 para 536 mil.

Já no conjunto da União Europeia, a taxa recuou de 27,5% para 26,9% da população até aos 17 anos. No ano passado, 25 milhões de crianças estavam nesta situação, o que significa que viviam num agregado que enfrentava pelo menos uma das seguintes condições: risco de pobreza já depois de transferências sociais, privação material severa ou muito baixa intensidade de trabalho.

O risco de pobreza ou exclusão afeta mais de um terço das crianças em seis estados-membros: Roménia (com a taxa mais elevada em 2015, de 46,8%), Bulgária, Grécia, Hungria, Espanha e Itália. Ao invés, Suécia e Finlândia registavam as taxas mais baixas (14% e 14,9%, respetivamente), indicam os dados publicados por ocasião do Dia Mundial da Criança, que se celebra a 20 de novembro.

Em cinco anos, a taxa aumentou em cerca de metade dos países da União Europeia: a maior subida ocorreu na Grécia (de 28,7% para 37,8%). A Letónia registou a maior descida (de 42,2% para 31,3%).

Mais educação, menor risco de pobreza ou exclusão

A proporção de crianças em risco de pobreza ou exclusão social na União Europeia desce à medida que aumenta o nível de habilitações dos pais, indica o Eurostat. Quase dois terços das crianças cujos pais têm um nível baixo de instrução estavam em risco de pobreza, um valor que baixa para 30,3% no caso de pais com ensino secundário e para 10,6% no caso de pais com ensino superior.

Portugal não foge à regra: 45,6% das crianças nesta situação tinha pais com níveis mais baixos de ensino; em 25,9% dos casos os pais tinham ensino secundário e em 7,2% ensino superior.

 

 

 

 

Um em cada seis jovens adultos portugueses não trabalhava nem estudava em 2015

Agosto 13, 2016 às 5:56 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://p3.publico.pt/ de 11 de agosto de 2016.

Ryan Tauss

Ryan Tauss/Unsplash

Os jovens entre os 20 e os 24 anos estão cada vez mais a usufruir do estatuto de trabalhador-estudante e estudante. Há cada vez menos jovens exclusivamente a trabalhar

Texto de Lusa

Um em cada seis jovens portugueses, com idades entre os 20 e os 24 anos, não estavam nem a trabalhar nem a estudar em 2015, segundo dados do Eurostat, que revelam que esta situação se agravou na última década.

De acordo com os dados do Eurostat sobre “Educação, emprego, ambos ou nenhum? O que estão os jovens a fazer na UE?“, divulgados nesta quinta-feira, a proporção de jovens que não estão nem a trabalhar nem a estudar (NEET) aumenta consideravelmente com a idade. Os dados estatísticos colocam o foco no grupo etário dos 20 aos 24 anos, indicando que, de entre os 31 países analisados (28 Estados-membros da União Europeia, mais Islândia, Noruega e Suíça), Portugal situava-se, em 2015, entre aqueles que tinham maior percentagem de jovens na situação de NEET (12.º lugar).

Além disso, o Eurostat aponta que Portugal foi um dos países em que a taxa de NEET cresceu na última década (2006 a 2015), enquanto noutros se verificou uma descida. Neste período, o número de jovens entre os 20 e os 24 anos em situação de NEET aumentou 4,9 pontos percentuais, em Portugal, passando de 12,6% para 17,5%. Esta mostrou ser uma tendência contra corrente, com a generalidade da UE, já que mais de metade dos países europeus tinha maior percentagem de jovens em NEET do que Portugal. Ou seja, em 2006, Portugal estava entre os 13 países com menos jovens nessa situação (18 Estados-membros tinham mais), mas, em 2015, a situação inverteu-se e Portugal passou a figurar entre 13 Estados-membros com mais jovens em NEET (18 países com menos).

No mesmo período, Portugal viu aumentar o número de pessoas entre os 20 e os 24 anos em situação de “exclusivamente a estudar” (de 33,7% para 42,3%), assim como “a estudar e a trabalhar” (de 4,8% para 8,5%). Já no que respeita à situação de “exclusivamente a trabalhar”, verificou-se uma queda acentuada entre esses jovens (de 49% para 31,7%). O que significa que, nos últimos dez anos, nesta faixa etária, passou a haver mais estudantes e trabalhadores-estudantes, mas também menos empregados e mais desocupados.

Os dados do Eurostat sobre “Educação, emprego, ambos ou nenhum? O que estão os jovens a fazer na UE?” foram divulgados na véspera do Dia Internacional da Juventude, e indicam que, no espaço europeu, quase cinco milhões de jovens entre os 20 e os 24 anos não estavam nem a estudar nem a trabalhar em 2015.

Números

12.º Entre os 31 países analisados, Portugal situava-se entre aqueles que tinham maior percentagem de jovens na situação de NEET (12.º lugar).

de 12,6% para 17,5% De 2006 para 2015, o número de jovens nesta situação NEET aumentou 4,9 pontos percentuais: de 12,6% para 17,5%.

 

 

Europa precisa de mais alunos a estudar até 2020

Maio 14, 2016 às 9:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do site Educare de 4 de maio de 2016.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

More and more persons aged 30 to 34 with tertiary educational attainment in the EU…

Quão longe estão os países europeus de atingirem as metas definidas para o número de diplomados do ensino superior e a taxa de abandono escolar precoce até 2020? O último relatório do Eurostat dá a resposta.

Andreia Lobo

Seis dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE) podem dar-se por satisfeitos por terem atingido, e em alguns casos superado, dois dos objetivos da Estratégia Europeia 2020 para a educação.

Dinamarca, Grécia, Letónia, Lituânia, Áustria e Suécia são os países que atingiram, em 2015, as duas metas europeias de até 2020 elevar para 40% o número de diplomados entre os 30 e os 34 anos e de reduzir para 10% a taxa de abandono escolar entre os 18 e os 24 anos.

Em Portugal, o número de diplomados do ensino superior entre os 30 e os 34 anos aumentou de 12,9% em 2002 para 31,9% em 2015, permanecendo aquém da meta de pelo menos 40% de diplomados até 2020, definida na Estratégia Europa 2020, segundo o instituto de estatística europeu Eurostat.

No que diz respeito ao segundo indicador, há menos jovens portugueses entre os 18 e os 24 anos a abandonarem a escola ou sem frequentarem outro tipo de ação de formação: de 38,5% em 2006, para 13,7% em 2015.

Mais licenciados

A subida do número de jovens adultos com formação ao nível do ensino superior tem sido constante nos 28 países da União Europeia (EU), na faixa etária dos 30 aos 34 anos. Em 2002, 23,6% dos estudantes concluía o ensino superior, em 2015 eram 38,7%, uma percentagem já próxima da meta definida para a Europa de 40% de diplomados nestas idades.

Porém, a tendência é mais significativa para as mulheres do que para os homens. De 24,5% de diplomadas em 2002 para 43,4% em 2015, ou seja, acima do objetivo global da Estratégia Europa 2020. Enquanto para os homens, a subida foi de 22,6% para 34,0%, ainda abaixo da meta europeia.

A Estratégia Europa 2020 estipulou como meta a atingir até esse ano que todos os Estados-membros elevassem o número jovens a concluir o ensino superior para pelo menos 40%, entre os 30 e os 34 anos de idade.

Agora é possível saber quão longe ou perto estão as percentagens nacionais das metas europeias. Segundo o instituto de estatísticas da EU, em 2015 mais de metade da população com idades entre os 30 e os 34 anos concluía o ensino superior na Lituânia (57,6%), no Chipre (54,6%), Irlanda e Luxemburgo (ambos com 52,3%) e Suécia (50,2%).

As percentagens mais baixas da escala, encontram-se na Itália (25,3%), na Roménia (25,6%), Malta (27,8%) e Eslováquia (28,4%).

Os dados mostram ainda que doze Estados-membros já cumpriram ou excederam a sua meta nacional para 2020 neste indicador: Dinamarca, Estónia, Grécia, Chipre, Letónia, Lituânia, Hungria, Países Baixos, Áustria, Eslovénia, Finlândia e Suécia.

No que diz respeito às diferenças entre os géneros, do total de 38,7% de pessoas com idades entre 30 e 34 que em 2015 terminavam um curso superior na Europa, 43,4% são mulheres e 34% são homens. Uma percentagem significativamente mais elevada em todos os Estados-membros, com exceção da Alemanha onde as percentagens de diplomados são idênticas para os dois sexos.

Em Portugal dos 31,9% de diplomados em 2015, 40,1% são mulheres e 23,3% são homens. De notar que já em 2002, o número de mulheres que concluíam algum tipo de formação de nível universitário ou politécnico era superior ao dos homens, 16,7%, contra apenas 9,0% num universo total de 12,9% de diplomados.

Abandono escolar
O relatório publicado em 27 de abril pelo Eurostat mostra também que a taxa de abandono escolar precoce, definida como a não frequência do 3.º ciclo do ensino básico ou de outro tipo de ações de formação, nas idades entre 18 e os 24 anos, tem diminuído de forma constante na EU: de 17,0% em 2006 para 11,0% em 2015.

Entre os jovens, as mulheres são as que menos desistem dos estudos: 9,5% em 2015, comparadas com os 12,4% de abandono registado entre os homens. A Estratégia Europa 2020 dita a redução das taxas de abandono escolar precoce na UE para menos de 10% até 2020.

Em Portugal, a taxa de abandono escolar precoce caiu de 38,5%, em 2006, para 13,5% em 2015. Tal como acontece na maioria dos países europeus, as mulheres portuguesas permanecem mais tempo na escola que os homens. Em 2015, dos 13,5% de jovens que não estavam na escola, nem noutro tipo de formação, 16,4% eram homens e 11% mulheres.

Um olhar sobre os extremos da escala mostra que a Croácia tem a menor percentagem de abandono escolar (2,8%) e a Espanha a mais elevada (20%).

Comparando os anos de 2006 e de 2015, há atualmente menos jovens a abandonar precocemente a escola no conjunto dos 28 Estados-membros com exceção da República Checa, Roménia e Eslováquia, que registaram um aumento do abandono entre 1 e 2 pontos percentuais.

Em 2015, entre os países onde se registavam as menores percentagens de abandono escolar precoce contavam-se a Croácia (2,8%), Eslovénia (5,0%), Chipre e na Polónia (ambos com 5,3%) e na Lituânia (5,5%). As mais elevadas desistências foram observadas na Espanha (20,0%), em Malta (19,8%) e na Roménia (19,1%).

No total, treze Estados-membros já cumpriram o seu objetivo nacional de 2020 para este indicador: Dinamarca (7,8%), Irlanda (6,9%), Grécia (7,9%), França (9,3%), Croácia (2,8%), Itália (14,7%), Chipre (5,3%), Letónia (9,9%), Lituânia (5,5%), Luxemburgo (9,3%), Áustria (7,3%), Eslovénia (5,0%) e Suécia (7,0%).

De notar que no indicador do abandono escolar precoce alguns países fixaram os objetivos nacionais ou acima ou abaixo da meta de 10%. É por esta razão que a Itália surge entre os cumpridores, apesar de estar acima de 10%, na medida em que a sua meta nacional para 2020 estava fixada em 16%.

Do mesmo modo, outros países entenderam fixar as suas metas nacionais abaixo dos 10%, em parte porque estavam mais próximos de alcançar a meta geral europeia. Exemplos de países com metas nacionais mais baixas que as definidas pela Estratégia Europa 2020: Irlanda (8,0%), Grécia (9,7%), França (9,5%), Croácia (4,0%), Lituânia (9,0%), Áustria (9,5%), Eslovénia (5,0%).

Em 2015, a taxa de abandono precoce do ensino e da formação foi menor para as mulheres (9,5%) do que para os homens (12,4%) em quase todos Estados-membros, exceção feita na Bulgária, República Checa, Eslováquia onde não se encontraram diferenças significativas na taxa de abandono escolar precoce tendo como critério o género.

 

 

Quantas crianças vivem na União Europeia?

Abril 24, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do Facebook da Representação da Comissão Europeia em Portugal de 22 de abril de 2015.

Sabes quantas crianças vivem na União Europeia?
A resposta a estas e outras questões na publicação «Ser jovem na Europa de hoje» do Eurostat que pode ser consultada aqui http://ec.europa.eu/…/products-press-releas…/-/1-16042015-AP

euro

Portugal deverá ser o país da UE com menor proporção de crianças em 2050

Abril 17, 2015 às 1:29 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 16 de Abril de 2015.

O documento citado na notícia é o seguinte:

What it means to be young in the European Union today  Facts and figures on youth and children in the EU   67/2015 – 16 April 2015

Getty Images

Agência LUSA

Portugal deverá ser, em 2050, o Estado-membro da União Europeia com menor proporção de crianças, que deverão representar somente 11,5% da população total dentro de 35 anos, segundo projeções demográficas divulgadas pelo Eurostat esta quinta-feira.

A publicação do gabinete oficial de estatísticas da União Europeia sobre “jovens e crianças na UE” revela que, em 2014, as crianças com menos de 15 anos representavam 14,6% da população portuguesa, valor ligeiramente abaixo da média europeia (15,6%), mas Portugal deverá registar até 2050 a segunda maior descida da percentagem de crianças na população total (-3,1 pontos percentuais), caindo para o valor mais baixo entre os 28 Estados-membros.

Atualmente, Portugal encontra-se na segunda metade da tabela, ao lado de Eslovénia e Lituânia, e à frente de Malta, Hungria, Áustria, Itália, Bulgária e Alemanha (que registou em 2014 a proporção mais baixa, com 13,1% de crianças enquanto parte da população total), mas a projeção de uma queda de 3,1 por cento ao longo dos próximos anos(apenas superada por aquela prevista para a Eslováquia, de -3,5%, dos 15,3 para os 11,8%) colocarão Portugal na cauda da lista.

Em termos gerais, a proporção de crianças na população total da UE deverá diminuir nos próximos anos, mas de forma muito mais ligeira que em Portugal, ao recuar dos 15,3% em 2014 para os 15,0% em 2050.

O país com uma maior proporção de jovens na sua população em 2014 era a Irlanda (22,0%), seguida de França (18,6%) e Reino Unido (17,6%).

 

 

 

Filhos de pais com baixa escolaridade tendem a manter o mesmo nível

Dezembro 13, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 11 de Dezembro de 2013.

O estudo da Eurostat mencionado na notícia é o seguinte:

Educational attainment: persistence or movement through the generations?

SIC

Portugal apresenta dos piores resultados a nível da União Europeia (UE) no que respeita à transmissão intergeracional de pais com baixo nível de escolaridade para os filhos, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE – que compara o nível  de educação em pessoas entre os 25 e os 59 anos em 2011 com o dos seus pais  – em Portugal, a grande maioria dos inquiridos (68%) não conseguiu ir além  do baixo nível de escolaridade dos pais.

Apenas 19% dos portugueses filhos de pais com baixa escolaridade chegaram  a um nível médio e 13% a um alto nível de escolaridade.

A média europeia é de 34% de filhos a manterem a baixa escolaridade  dos pais, 48% a chegarem a um nível médio e 18% a um alto nível de escolaridade.

Partindo de pais com escolaridade média, 20% dos portugueses ficaram  por um nível baixo, 39% atingiram o médio e 41% conseguiram chegar ao alto  nível de escolaridade (UE 8%, 59% e 33%, respetivamente).

Com pais que concluíram um nível alto de ensino, apenas 8% dos portugueses  ficaram num nível baixo, 23% com médio e 70% atingiram o alto (UE 3%, 33%  e 63%).

O Eurostat salienta ainda que os números mostram, na UE, uma persistência  do nível de ensino entre gerações, mas destaca um movimento para subir a  um nível médio nos filhos de pais com baixa escolaridade.

 

 

 

Um em cada quatro portugueses está em risco de pobreza

Dezembro 9, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Rádio Renascença de 5 de Dezembro de 2013.

Os dados da Eurostat mencionados na notícia são os seguintes:

In 2012, a quarter of the population was at risk of poverty or social exclusion  Eurostat News Release 184/2013 – 5 December 2013

Rádio Renascença

São 2,7 milhões cidadãos, segundo os dados do Eurostat. Já o número de europeus ameaçados de pobreza ou exclusão social voltou a subir, atingindo os 124,5 milhões de pessoas.

Um quarto da população portuguesa encontrava-se em risco de pobreza ou de exclusão social em 2012, situando-se este valor, de 25,3% da população total, em linha com a média da União Europeia, de 24,8%, segundo o Eurostat.

Os dados divulgados pelo gabinete oficial de estatísticas da Europa revelam que o número de cidadãos europeus ameaçados de pobreza ou exclusão social voltou a subir, atingindo os 124,5 milhões de pessoas, o equivalente a 24,8% da população total da União, mais meio ponto percentual (24,3%),

Relativamente a Portugal, registou-se uma subida de quase um ponto percentual entre 2011 e 2012, com o número de pessoas a enfrentarem risco de pobreza ou exclusão social a subir de 24,4% para 25,3% da população, o equivalente a 2,7 milhões de pessoas (ainda assim abaixo dos 26,0% de 2008, altura em que o valor de Portugal era quase dois pontos e meio superior ao da média da União, de 23,7%).

Na elaboração destas estatísticas, o Eurostat tem em conta três formas de exclusão, incluindo na categoria de pessoas em risco de pobreza ou de exclusão social uma pessoa que se confronte com pelo menos uma delas: pessoas em risco de pobreza, pessoas em situação de privação material grave e pessoas que vivam em agregados familiares com muito fraca intensidade de trabalho.

Em Portugal, o valor mais elevado encontra-se na categoria de pessoas em risco de pobreza (17,9%, acima dos 17% da média comunitária), ou seja, aquelas que vivem num agregado familiar que disponha de um rendimento anual líquido inferior a 60% do rendimento mediano (por adulto equivalente) no país, após pagamentos de contribuições sociais.

Em termos gerais, as maiores proporções de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social registavam-se na Bulgária (49%), Roménia (42%), Letónia (37%) e Grécia (35%), e as mais baixas na Holanda e República Checa (ambas com 15%) e Finlândia (17%).

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