Estamos demasiado ligados aos telemóveis e à Internet?

Março 18, 2015 às 10:10 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do Observador de 10 de março de 2015.

Pulman capta a relação das pessoas com os seus telemóveis no dia-a-dia  Josh Pulman

Pulman capta a relação das pessoas com os seus telemóveis no dia-a-dia Josh Pulman

 

Os portugueses já passam mais tempo na internet do que a ver televisão e 48% tem acesso à rede. Uma série de fotografias questiona se o tempo dedicado ao telemóvel está a ultrapassar os limites.

Catarina Falcão

Quase metade dos portugueses acede diariamente à internet e 38% fazem-nos através dos telemóveis. Aceder à internet no telemóvel é uma realidade não só em Portugal, mas em todo o mundo. Uma mudança de hábitos que se generalizou e que o fotógrafo britânico Josh Pulman captou numa série de fotografias dedicadas à ligação que as pessoas mantêm hoje em dia com os telemóveis.

Viajando por várias cidades do mundo, como Nova Iorque e Londres, o fotógrafo registou uma série de imagens a que chamou Somewhere Else, ou “noutro sítio” em português, que pretendem mostrar as várias atitudes e emoções das pessoas para com os telemóveis e a importância que cada indivíduo parece atribuir ao facto de estar sempre ligado.

Em Portugal, segundo um estudo divulgado em fevereiro deste ano pelo Eurobarómetro, 48% das pessoas acedem à internet e apenas 10% diz não ter acesso à rede. Embora a média europeia de pessoas ligadas à internet seja mais alta – cerca de 63% dos europeus afirmam usar a internet -, os portugueses já passam mais tempo online do que a ver televisão, segundo um estudo da Nova Expressão, e 38% acede à rede através dos seus telemóveis.

Esta utilização dos telemóveis está, também, a ter repercussão nos hábitos de compras dos portugueses, já que mais de 70% das pessoas que acedem à internet afirmam fazer compras online. Os portugueses estão à frente da média europeia no que diz respeito à consulta das suas redes sociais: 76% dos portugueses afirmam que uma das razões para irem à internet é verificar as suas redes sociais, a média dos 28 países é de 60%.

fotogaleria

 

 

Cyber Security – Special Eurobarometer – fevereiro de 2015

Fevereiro 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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cyber

descarregar o relatório no link:

ver pág. 79-82 dados relacionados com as crianças e jovens

http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_423_en.pdf

Resultados para Portugal

http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_423_fact_pt_pt.pdf

 

 

European Youth : Participacion in Democratic Life – Estudo do Eurobarómetro

Junho 3, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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flash

Descarregar o estudo Aqui

Ficha sobre Portugal

Women in developing countries – Relatório Eurobarómetro + Resultados para Portugal

Março 8, 2013 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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flash

Descarregar o relatório Aqui

mulheres

Descarregar os resultados para Portugal Aqui

Apenas 13% dos portugueses fala correctamente pelo menos duas línguas

Julho 6, 2012 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 21 de Junho de 2012.

Os documentos mencionados na notícia são os seguintes:

 Eurobarómetro: 98 % dos inquiridos opinam que aprender línguas é bom para os filhos, mas testes realçam défice de competências             

Special Eurobarometer 386 Europeans and their Languages / Especial Eurobarómetro 386 «Os Europeus e as línguas»

Final Report of the European Survey on Language Competences 2012

O Eurobarómetro, divulgado esta quinta-feira, revela que os portugueses são os que apresentam das maiores taxas de probabilidade de não falar qualquer língua estrangeira (61%), só os húngaros e os italianos apresentam piores resultados, 65% e 62% respectivamente.
Portugal fica assim a 12% da média europeia e cai dez pontos percentuais face ao anterior relatório.
A sondagem, efectuada em 14 países da zona Euro, revela ainda que 98% dos pais acha importante que os seus filhos falem outras línguas, mas um estudo complementar da Comunidade Europeia (CE) diz que apenas 42% dos adolescentes são competentes a falar outra língua que não a materna.
Cerca de metade dos europeus (54%) tem capacidade para manter uma conversação em pelo menos uma língua adicional, um quarto (25%) consegue falar pelo menos duas línguas adicionais e apenas 10% sabe conversar em pelo menos três línguas.
Perante os resultados Androulla Vassiliou, comissária europeia responsável pela Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude, alerta que o domínio de outras línguas é crucial pois “expande os horizontes e abre portas, aumenta a empregabilidade e, no caso das empresas, pode criar mais oportunidades no mercado único”.
Luxemburgo, Letónia, Países Baixos, Malta, Eslovénia e Lituania foram os países que apresentaram melhores resultados, ao nível das competências linguísticas.
O inquérito salienta que existe um fosso entre as aspirações e a realidade no que toca às competências em línguas estrangeiras na prática: testes efectuados entre alunos adolescentes em 14 países europeus mostram que apenas 42% são competentes na sua primeira língua estrangeira e 25% na segunda. Um número significativo, 14%, no caso da primeira língua estrangeira, e 20%, na segunda, não atingem nem o nível de “utilizador de base”.
Para os dados do inquérito, realizado na Primavera de 2011, foram inquiridos cerca de 54 mil alunos de 14 países da União Europeia

Youth attitudes on drugs : Analytical report

Julho 17, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o documento Aqui

Jovens portugueses são dos europeus que mais defendem a liberalização de drogas

Julho 16, 2011 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Relatório | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 11 de Junho de 2011.

Por Andrea Cunha Freitas

Com a Eslovénia, a Irlanda e a França, os portugueses surgem no pequeno grupo de países mais favorável à legalização das drogas como forma de resolver os vários problemas associados, indicam os dados do Eurobarómetro sobre consumo de drogas divulgado hoje. Um em cada cinco dos inquiridos acredita que a legalização seria benéfica.

Os 502 jovens portugueses (entre 15 e 24 anos) inquiridos em Maio deste ano sobre consumo de drogas estão em quase todos os parâmetros próximos da média europeia. Mesmo no aparente consenso à volta da proibição da heroína, cocaína e ecstasy (com 90 pot cento a apoiar esta medida), os portugueses alinham na tendência geral.

Porém, Portugal foge da média se falarmos apenas em regulamentar o consumo de drogas. No caso do ecstasy só são ultrapassados pelos holandeses na defesa da regulação e para a cannabis o mesmo segundo lugar é conseguido quando defendem que deveria ser disponibilizada sem restrições. No caso da heroína e da cocaína, apesar da elevada percentagem que afirma que este consumo deve continuar proibido (média europeia é 96 e 94 por cento, respectivamente), os portugueses (logo a seguir aos holandeses) têm os números mais elevados (sete por cento no caso da heroína e oito por cento no caso da cocaína) na defesa, uma vez mais, da regulação que consegue uma média de (três e cinco por cento).

O inquérito Eurobarómetro que analisou o consumo de drogas dos europeus com idades entre os 15 e 24 anos revela ainda que quase cinco por cento dos inquiridos admitiram já ter consumido drogas sintéticas. Em Portugal, o resultado foi de 5,8 por cento e há um alinhamento com a tendência geral na resposta sobre as “fontes de abastecimento” destas substâncias que apontam para os amigos (54 por cento), os contactos nas festas ou discotecas (37 por cento), as lojas especiaizadas (33 por cento) ou a internet( sete por cento).

Estas substâncias são o tema de um relatório divulgado ontem pela Comissão Europeia que faz o aviso: “as novas substâncias psicoactivas têm vindo a tornar-se acessíveis na Europa a um ritmo sem precedentes”. São anunciadas como “novas e perigosas drogas” que incluem substâncias à base de plantas, derivados sintéticos de drogas tradicionais e as chamadas “designer drugs” e, de ano para ano, há cada vez mais notificações. Segundo o relatório da Comissão Europeia, em 2010 foram identificadas 41 novas substâncias psicoactivas, com efeitos semelhantes aos do ecstasy ou cocaína, que são vendidas legalmente no mercado.

Desde 2005, conta-se o registo de 115 novas drogas, sendo que em 2010 foi atingido um recorde de 41 novas drogas face às 24 identificadas no ano anterior. Consciente de que não possui instrumentos legais capazes de travar este impressionante ritmo (registado sobretudo nos últimos cinco anos), a Comissão Europeia garantiu que no próximo Outono vai apresentar um pacote de novas regras para combater a comercialização destas drogas.

“O sistema actual para detectar as novas drogas não consegue dar resposta ao forte aumento destas substâncias no mercado. É por isso que as normas têm de ser reforçadas, de modo a garantir que os jovens não caem na armadilha de consumir drogas perigosas. Temos de assegurar que o nosso enquadramento legislativo de luta contra estas substâncias é sólido e eficaz, declara Viviane Reding, Comissária da UE para a Justiça.

Um controlo mais rigoroso das substâncias com um diagnóstico sobre os riscos para a saúde (com análises à toxicidade das drogas), a introdução de novas sanções e penas que caiam sobre os que comercializam estes produtos, criação de leis que impeçam a sua venda (semelhantes às que se aplicam a produtos alimentares) e, sobretudo, um sistema que permita uma resposta mais rápida do que a actual, são algumas das linhas orientadoras para a mudança neste campo na União Europeia.


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