Tropeçar – Espectáculo para a infância e para as famílias no CCB

Março 4, 2015 às 2:05 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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trope

Teatro do Vestido

12 e 13 Mar 2015 – 11:00 14 e 15 Mar 2015 – 11:30

Sala de Ensaio M/12

Preços Semana 3,2€ Fim de semana 5,35€

Este é um espectáculo para a infância e para as famílias que fala do ponto de vista das crianças sobre várias questões. É uma revisitação, porque somos sempre outros a cada novo momento, e quando fizemos o Tropeçar a primeira vez corria o ano de 2011. Tropeçar decorre de uma encomenda e da cumplicidade com o CCB/Fábrica das Artes, que nos desafiou a não evitarmos certos assuntos – como a morte, os lobos maus assassinados por caçadores, ou as patifarias cometidas pela calada com cara angelical. Tropeçar foi uma encomenda da Fábrica das Artes apresentado na Sala de Ensaio do CCB entre 4 e 9 de Junho de 2011, tendo seguido para itinerância em Portugal.

Texto e Direcção Joana Craveiro / Co-criação e espaço cénico Ainhoa Vidal, Gonçalo Alegria, Inês Rosado, João Paulo Serafim, Lara Portela, Raimundo Cosme, Rosinda Costa / Interpretação Inês Rosado, Lara Portela, Raimundo Cosme, Rosinda Costa / Movimento e Figurinos Ainhoa Vidal /Música Gonçalo Alegria (composição) Isabelle Coelho (composição e interpretação) / Fotografia e Vídeo João Paulo Serafim / Desenho de Luz João Cachulo / Produção Executiva Cláudia Teixeira Co-produção Teatro do Vestido e CCB/Fábrica das Artes

Companhia financiada pelo Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura / Direcção Geral das Artes

CONTACTOS FÁBRICA DAS ARTES Maria José Solla | Manuel Moreira | Tânia Guerreiro Todos os dias úteis das 11:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00. Telefones +351 213 612 899 e +351 213 612 898 ou do fax +351 213 612 859. fabricadasartes@ccb.pt

 

Ulisses de volta a casa partida – espectáculo – jogo no CCB para crianças 6 aos 13 anos e família

Janeiro 13, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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F1ULISSESDEVOLTABYNunoFigueira

Carla Galvão / Cláudia Andrade / Mafalda Saloio

21, 22, 23, 28, 29 e 30 Jan 2015 – 10:00 25 Jan 2015 – 11:30 1 Fev 2015 – 11:30

Espaço Fábrica das artes Dos 6 aos 13 anos e família Duração 50 minutos

Preços Semana 3,20€ Fim de semana 5,35€

Ulisses de volta à Casa Partida e um espectáculo sobre viagens, mitos e heróis. Sobre a urgência de partir e a necessidade de voltar. Concebido como um jogo, o espectáculo propõe-se abordar o imaginário poético da Odisseia através de um teatro físico e visual que procura a fusão do texto com narrativas do corpo.

Como se os Deuses gregos lançassem os dados, a historia de Ulisses e feita de avanços e de recuos e compreende perigos, estratégias e provas a superar.

Três actrizes, a partir dos seus corpos, serão mar, vento, marinheiros, sereias e ciclopes. Rumo a casa partida, Ulisses terá de dar provas ao mar, fazer acordos com os deuses, enfrentar tempestades, gigantes e outras terríveis criaturas marítimas.

Tudo para conseguir voltar a Ítaca.

Uma criação apresentada originalmente na Fábrica das Artes em Fevereiro e Março de 2014

Criação e Interpretação Carla Galvão, Cláudia Andrade, Mafalda Saloio

Participação Especial Carlos Vaz Marques, Fernando Mota, Tiago Jerónimo Pereira

Apoio Técnico Nuno Figueira Produção Stage One

Fotografia Nuno Figueira

Co-produção CCB ⁄ Fabrica das Artes

CONTACTOS FÁBRICA DAS ARTES Maria José Solla | Manuel Moreira | Tânia Guerreiro Todos os dias úteis das 11:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00. Telefones +351 213 612 899 e +351 213 612 898 ou do fax +351 213 612 859. fabricadasartes@ccb.pt

 

10 anos de Inclusão – evento organizado pela FPDA em parceria com a CML

Dezembro 10, 2014 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pais

Entrada gratuita mas sujeita a inscrição prévia através do e-mail conferencia@fpda.PT

https://www.facebook.com/pages/10-Anos-de-Inclus%C3%A3o/752764834807407

 

Tempestades – Espetáculo para Escolas

Outubro 16, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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tempestades

CNB ∙ TEMPESTADES ∙ 17 JUN – 26 OUT 2014 ∙ Teatro Camões

TEMPESTADES

Rui Lopes Graça coreografia ∙ Pedro Carneiro conceção musical ∙ J. Haydn música ∙ Mariana Sá Nogueira figurinos ∙ Nuno Meira desenho de luz

Orquestra de Câmara Portuguesa interpretação musical ∙

Interpretação de música gravada
Romeu Santos contrabaixo ∙ Miguel Costa clarinete ∙ Pedro Carneiro percussão ∙ Daniel Bolito violino
 
LOCAL e DATAS
Lisboa, Teatro Camões

2014

OUTUBRO
17, 18, 23, 24 e 25 às 21h
19 e 26 às 16h

BILHETES ∙ 5€ a 25€ ∙ COMPRAR

ESCOLAS
22 de outubro às 15h

Espetáculos para escolas
Escolas: 3€ / Professores*: 0€
*2 professores por turma

Classificação etária
M/6


“Pudesse eu não ter laços nem limites
Ó vida de mil faces transbordantes
Pra poder responder aos teus convites
Suspensos na surpresa dos instantes.”

Sophia de Mello Breyner Andresen
in Poesia, 1945
 

Rui Lopes Graça e Pedro Carneiro têm como tema de trabalho o movimento alemão “Sturm und Drang” (Tempestade e Ímpeto), nascido nas décadas de sessenta e setenta do séc. XVIII. Esta corrente protoromântica, que se estendeu a várias áreas artísticas, combateu a racionalidade do Iluminismo e as regras rígidas do Neoclassicismo francês ao mesmo tempo que inventava tempestades para si própria: as das explosões de irracionalidade e as das emoções selvagens. Enquanto regressava a Homero e a Shakespeare, não se subtraía porém a fazer a apologia da subjetividade e do carácter espontâneo da genialidade.

O tom dramático de “Os sofrimentos do jovem Werther”, de Goethe, 1774, tornou-se num exemplo seminal do sturmismo bem como numa das grandes obras literárias da Humanidade. O seu impacto social – o efeito Werther – teve, à época, repercussões inimagináveis e a sua publicação chegou a ser proibida em vários países, tal era o arrebatamento que todos queriam imitar. Algumas das sublimes sinfonias de Haydn foram compostas por um idêntico estado de alma. Quase sempre em tom menor e com súbitas mudanças de ritmo e dinâmicas, elas serão o fio condutor de uma viagem que, mais de duzentos anos depois, Rui Lopes Graça e Pedro Carneiro vão iniciar no outono, através das emoções que o movimento pode sentir.

ESTREIA MUNDIAL

Mais informações:
http://www.cnb.pt/gca/?id=1118

 

Seminário A Criança na Arte e no Espetáculo – Direito Versus Proteção

Maio 29, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cartaz

 

Espetáculo “Olhar de novo” + Seminário/Debate “Bullying – formas e perspetivas de atuação”

Março 14, 2014 às 11:45 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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olhar

Depois das apresentações para o ensino secundário, nos dias 12, 13 e 14, a Baal17 apresenta o espetáculo “Olhar de novo” para o público em geral, seguido do seminário/debate “Bullying – formas e perspetivas de atuação”.

O seminário, dirigido a pais, alunos, professores e todos os interessados em debater a temática, conta com a moderação da jornalista Ana Sousa Dias e a presença dos seguintes oradores:

Luís Fernandes, psicólogo. Autor do livro “Plano bullying – como apagar o bullying das escolas”

Tânia Paias, psicóloga. Diretora do site portalbullying.pt e autora de “Tenho medo de ir à escola”

Manuel Damas, sexólogo. CASA – Centro Avançado de Sexualidades e Afectos

José Antunes Fernandes. Gabinete Coordenador de Segurança Escolar, DGEstE.

Mais informações: 284 549 488 / 961 363 107

Como falar da morte a uma criança de oito anos?

Março 13, 2014 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do site Educare de 28 de Fevereiro de 2014.

caminhada

Sara R. Oliveira

A Caminhada dos Elefantes” é um espetáculo de Miguel Fragata e Inês Barahona que aborda um assunto delicado através de uma história e de pequenos objetos. Antes do palco, escutaram cerca de 600 crianças, dos seis aos 12 anos, e quiseram perceber como os adultos pensam que os mais pequenos pensam a morte.

“Neste espetáculo, não vamos falar da morte. Se fosse para falar da morte vocês não estavam aqui, ninguém vos tinha deixado vir. Porque ninguém quer falar sobre a morte.” É assim que começa o espetáculo “A Caminhada dos Elefantes” idealizado por Miguel Fragata e Inês Barahona, acompanhado de perto pela psicoterapeuta Madalena Paiva Gomes, e sustentado numa história verdadeira lida, por acaso, num jornal. A aventura do sul-africano Lawrence Anthony que dedicou a sua vida à salvação de elefantes, que salvou do abate uma manada considerada agressiva, fez clique. Lawrence morreria de ataque cardíaco, em 2012, a quilómetros de distância dos elefantes que sempre protegeu. Os animais iniciaram uma longa caminhada, de 12 horas, até casa de Lawrence. Ali permaneceram dois dias e duas noites sem comerem e emitindo barulhos com a barriga semelhantes a um longo choro que sai da alma. Como uma bela e inexplicável homenagem. O ator Miguel Fragata entra em cena e avisa que a morte e suas cambiantes são palavras proibidas no espetáculo em que usa pequenos objetos que manipula como se fossem brinquedos. O cenário assemelha-se a casulos, a iluminação não é muito intensa. A plateia tem carta branca para reagir sempre que escuta uma palavra que não pode ser dita e então é desafiada a substituí-la – e aí surgem partida, desaparecimento, bater as botas. O espetáculo é para miúdos e graúdos de forma a juntar duas gerações, pais e filhos, a dialogar sobre a existência e a perda. O que significa estar vivo e, de repente, já não estar. Não há respostas pré-feitas, fechadas. Não há uma mensagem explícita a transmitir. Há vários caminhos e possibilidades. Há espaço para falar da morte, mesmo sem a mencionar diretamente, como uma coisa natural.

No ano passado, entre junho e outubro, Miguel Fragata e Inês Barahona foram a várias escolas para ouvirem crianças do 1.º ciclo, com idades compreendidas entre os seis e os 12 anos. Chegaram cheios de pinças e muitos cuidados. Escutaram com atenção as indicações da psicoterapeuta sobre a melhor maneira de abordar o assunto e perceberam até onde podiam ir, quais os limites a não ultrapassar. Rapidamente perceberam que os mais pequenos tinham muito a dizer. “Percebemos que a relação das crianças com a morte era uma coisa muito simples, muito básica”, recorda Miguel Fragata ao EDUCARE.PT. Perceberiam, entretanto, que crianças de seis anos não têm perceção do que é a morte; que aos sete e oito anos, começam a perceber que as coisas não duram para sempre, que as pessoas também morrem; com 10 e 11 anos, já têm noção do assunto e têm medo da morte.

“O problema começa quando, de facto, vivem a experiência da morte de alguém próximo e se apercebem que a maneira como os adultos lidam com a morte é problemática. Que é uma situação desconfortável. E o tabu começa a instalar-se.” Miguel Fragata e Inês Barahona encontravam-se com os grupos de crianças em três ou quatro encontros. No primeiro, tentavam perceber como o tema seria recebido e de que forma poderia ser abordado.

No segundo encontro, fazia-se um trabalho de encenação de um funeral de um passarinho verdadeiro que tinha morrido, distribuíam-se tarefas entre os mais pequenos que tinham de escolher os panos ou escrever palavras de despedida. Falava-se de rituais de muitos sítios, de muitas culturas. Invariavelmente, as crianças que recentemente tinham passado pela experiência de morte de alguém próximo ou de um animal de estimação e que, por alguma razão, não tenham tido oportunidade de se despedirem, choravam. Depois do funeral, passavam para um momento de homenagem, de celebração da vida de quem tinha partido. Num terceiro encontro, os mais pequenos eram convidados a assistir ao que era o espetáculo naquele dia e a darem as suas opiniões que muito contribuíram para o “esquema” final. “Falávamos sobre o que funcionava e o que não funcionava”. Vestiam o fato de críticos de teatro. E tudo ajudou na conceção de “A Caminhada dos Elefantes”.

A alma pode ser vermelha, branca ou transparente
Neste percurso, Miguel Fragata e Inês Barahona ouviram muitas histórias, várias teorias. Miguel recorda algumas. Então se ninguém morre, a casa de banho estará sempre cheia e fica sem espaço, ouviu de um miúdo. O mesmo que disse que os corpos quando morrem apodrecem, como os frangos que são guardados no frigorífico durante dias e dias. E se quem morre vai para o céu, como é que o corpo sai debaixo da terra, onde é enterrado? Com asas, foi uma das possibilidades. Ou vai só a alma e o corpo fica na terra. E a alma pode ser vermelha, branca ou transparente. Nos encontros com os mais pequenos, foi ainda criada uma mala de ferramentas para lidar com a morte e fazer o luto. As crianças sugeriram o conteúdo: lenços de papel para limpar as lágrimas; comprar animais de estimação e dar o mesmo nome da pessoa desaparecida; cozinhar o prato preferido de quem partiu, colocá-lo à mesa e jantar.

Os adultos também entraram nesta caminhada. Como explicar a morte a uma criança de oito anos? Foi esta a pergunta que fizeram a adultos de várias formações, áreas e credos. “Queríamos perceber como os adultos pensam que as crianças pensam a morte”, revela o ator. Os adultos utilizam imagens da natureza, dos ciclos, que a terra precisa de ser renovar, para explicar a morte. Outros usam metáforas que a morte é um sono profundo ou uma viagem muito longa. Outros recorrem à imagem que a pessoa que partiu se transformou numa estrelinha que brilha no céu.

“A Caminhada dos Elefantes” está a fazer a sua própria caminhada. Estreou em novembro do ano passado na Moita e já passou por vários teatros em Lisboa, Sobral, Sesimbra, Estarreja, Almada, Santarém, Montijo. Em março, fará uma digressão pelo Norte. Braga, Guimarães, Viseu, Ovar, são alguns dos locais que estão na lista. Em maio, Miguel Fragata, ator e que tem trabalhado como co-criador de peças de teatro e dança, e Inês Barahona, mestre em Estética e Filosofia e que está habituada a lidar com o público escolar e familiar – no ano passado, encenou “A Verdadeira História da Ciência” na Gulbenkian – estarão mais a sul.

https://www.facebook.com/acaminhada.doselefantes

Ensaio Solidário (14/01) do espectáculo”POBRE MILIONÁRIO” receita reverte para o Centro Doutor João dos Santos – Casa da Praia

Janeiro 10, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pobre

No próximo dia 15, estreiam no Auditório dos Oceanos do Casino de Lisboa, o espectáculo “POBRE MILIONÁRIO“.

Num espirito de solidariedade e responsabilidade social, as verbas resultantes da venda de bilhetes do ensaio geral, no dia 14 de Janeiro, às 21,30 horas, reverterá para a nossa Instituição. O preço do ensaio solidário é de 5 Euros.

Assim, convidamo-lo(a) a colaborar, comparecendo e divulgado a iniciativa.

Com os melhores cumprimentos.

A Direcção

Centro Doutor João dos Santos – Casa da Praia
Travessa da Praia, 6    1300-470 LISBOA
Telefone – 21 362 25 82
Fax – 21 362 38 80
E-mail – casadapraia@mail,telepac.pt
Site – www.casadapraia.org.pt

 

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