Queimar-se com sal e gelo: o novo e perigoso jogo da moda entre os adolescentes

Setembro 21, 2017 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia e imagens do http://observador.pt/ de 19 de setembro de 2017.

Um rapaz de 12 anos morreu depois de ter estado 20 minutos com sal e gelo nas costas

Depois do desafio da canela e do jogo da baleia azul, a moda de queimar a pele com sal e gelo está a preocupar as autoridades espanholas. Irritações, necrose e até a morte: os dermatologistas alertam.

Chegou dos Estados Unidos e está a espalhar-se por Espanha. O novo e perigoso jogo da moda entre crianças e adolescentes consiste em queimar a pele com uma combinação de sal e gelo. A Guarda Civil espanhola já alertou pais e sociedade em geral para os perigos daquilo a que chama “desafio viral”.

O dermatologista Pablo de la Cueva disse ao El Español que “a pele pode sofrer danos de diferentes graus, desde pequenas irritações que a deixam vermelha e inflamada até feridas estruturais e necrose”.

Três raparigas espanholas mostram as consequências do desafio

“Uma prática completamente desaconselhada”, alerta o médico. A combinação de sal e gelo aplica na pele temperaturas que podem chegar aos 20 graus negativos. O frio é tão intenso que pode acabar por rebentar as células. Além disso, o gelo atua como anestésico: muitas das vezes, os jovens só se dão conta das consequências depois de retirarem a combinação da pele.

Os jovens parecem orgulhosos das queimaduras

“As primeiras consequências implicam irritação, ardor e dor”, detalha Pablo de la Cueva. “Além disso, podem gerar-se infeções que só podem ser tratadas com antibióticos. Se a pele está com necrose, podem ficar com cicatrizes irreversíveis e problemas de pigmentação.”

A Guarda Civil espanhola, através do Twitter, partilhou uma imagem de um dos jovens que participou e limitou-se a dizer “apesar de ser algo muito idiota, há gente que o faz”. Um dos exemplos mais impressionantes é o caso de um rapaz norte-americano de 12 anos que pediu aos amigos que lhe pusessem sal e gelo nas costas, formando uma cruz. Aguentou 20 minutos. As feridas – que podem ser vistas na imagem principal deste artigo – foram fatais.

Depois do desafio de comer canela ou do jogo da baleia azul, chegou a moda do gelo e do sal.

 

 

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Menino de 11 anos leva mãe a tribunal

Julho 21, 2017 às 7:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jn.pt/ de 20 de julho de 2017.

Foto: André Gouveia/Global Imagens

Um juiz espanhol absolveu uma mãe levada a tribunal pelo filho de 11 anos. A criança processou a mãe por causa de um estalo, mas o magistrado ficou impressionado com a frieza do menor.

Segundo relata o jornal “El Mundo”, com base na sentença proferida a 30 de junho, a mãe disse ao filho para fazer o pequeno-almoço e este recusou-se e continuou a ouvir música no telemóvel, tendo depois atirado o dispositivo numa atitude que o juiz José Taín, do Julgado Penal Número 2 de La Coruña, considerou “rebelde e violenta”. Perante este comportamento, a mãe deu um estalo considerado forte ao filho na cara.

Numa outra situação, o menor tentou sair de casa, desobedecendo à mãe, que acabou por agarrá-lo pelo pescoço para evitar que saísse, causando-lhe um arranhão. Nas duas situações, a criança necessitou de assistência médica.

Na perspetiva do juiz, que absolveu a mãe, o estalo dado foi “justificado” dado a atitude de “síndrome de imperador” demonstrada pela criança, ressalvando que “os factos foram pontuais e com a provocação do menor”.

José Taín disse ter ficado “surpreendido com a frieza calculista do menor” revelada no seu depoimento e afirmou também “ter pena da sua total falta de empatia”.

“O seu comportamento não só mostra desprezo pela autoridade materna, como também pelo esforço e trabalho com que adquire bens”, referindo-se ao telemóvel topo de gama que atirou ao chão e que cujo preço “é igual aos salários que mais de 50% dos espanhóis têm para viver” – declarou o juiz. Assim, Taín considerou que “reagir com uma correção física moderada está justificado”.

Mais informações na notícia do El Mundo:

Un niño lleva a juicio a su madre por darle un bofetón y el juez la absuelve porque estaba “justificado”

 

 

 

Professor espanhol deu lição sobre bullying aos alunos… com nota de 50 euros

Maio 19, 2017 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://observador.pt/ de 10 de maio de 2017.

Hoy les dije a mis alumnos: "¿Quién quiere este billete?" Y todos lo querían. Después lo arrugué, lo tiré al suelo, lo pisé y "le dije" que era inútil, no valía nada y daba pena verlo. Les volví a preguntar si lo querían y todos decían que sí. Entonces les expliqué que ese billete era cada uno de ellos. Y que cuando les insultan, menosprecian o les tratan mal, JAMÁS pierden lo que de verdad valen, al igual que el billete sigue valiendo 50 euros, aunque lo pise y lo arrugue. La idea no es mía, pero les sorprendí con una reflexión tan simple como vital en su crecimiento. Que nunca permitan que nadie les haga sentirse menos que nadie. #DiaContraElAcosoEscolar #TodosSomosImportantes ❤💭 #Teacher #School #Gijon #Asturias

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Um professor de Gíjon utilizou uma nota de 50 euros para dar uma lição importante sobre bullying aos seus alunos. Em Espanha, um em cada dez alunos admitem ter sofrido bullying.

Um professor de Gíjon utilizou uma nota de 50 euros para ensinar uma lição importante sobre bullying aos seus alunos. Em Espanha, um em cada dez alunos admite ter sofrido pressões, abusos e críticas. A luta contra o bullying e o assédio moral é uma constante no programa político de ensino em Espanha. E são já várias as campanhas de sensibilização que alertam para o comportamento passivo e de observação – alguns dos comportamentos que mais facilmente possibilitam estes assédios e que, em Espanha, custam a vida a muitos jovens.

Foi nesse sentido que Carlos Llaca, um professor de 30 anos natural das Astúrias, deu esta lição aos seus alunos do 4.º ano na terça-feira, Dia Mundial de Combate ao Bullying. Para o efeito, utilizou uma coisa tão comum como uma nota de 50 euros, e partilhou a história no seu Instagram.

Hoje disse aos meus alunos: “Quem quer esta nota?” E todos a queriam. Depois, amarrotei-a, atirei-a ao chão, pisei-a e disse-lhe que era inútil, que não valia nada e que me dava pena vê-la. Voltei-lhes a perguntar se a queriam e todos diziam que sim. Então expliquei-lhes que esta nota era cada um deles. E que quando se insultam, menosprezam, e se tratam mal, JAMAIS perdem o valor que de verdade têm, tal como a nota de 50 euros,mesmo que a pise e a amarrote. A ideia não é minha, mas surpreendi-os com uma reflexão tão simples como vital no seu crescimento. Que nunca permitam que nada os faça sentir menos que nada.”

Mas não é a primeira vez que o professor espanhol faz algo do género. Em entrevista ao El Espanol, explica que “na sala de aula, por exemplo, temos um frasco em que os alunos colocam bilhetes sobre coisas positivas sobre os colegas ou coisas boas que aconteceram e no final da semana lemos todas (…) Desta forma podemos aprender a apreciar o que os outros fazem”.

A publicação já acumula mais de 1.200 likes no Instagram. A ideia foi retirada de um professor que, em 2016, usou duas maçãs para passar a mesma mensagem.

 

 

Farta da má educação dos alunos, professora escreve carta emocionante

Fevereiro 17, 2017 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.jn.pt/ de 26 de janeiro de 2017.

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Professora queixa-se dos alunos e dos pais em extensa carta Arquivo

“Estou farta da má educação de uma percentagem cada vez maior de alunos e do protecionismo dos pais”, escreveu uma professora espanhola, numa carta tornada pública na segunda-feira.

Eva María Romero Valderas é professora em Marchena, uma localidade de Sevilha, em Espanha. Num ato de desespero, e de alerta para os pais que têm filhos na escola, escreveu uma carta ao jornal “La Voz de Marchena“, que já se tornou viral.

Na carta, a professora destaca “a falta de educação” de uma franja cada vez maior dos alunos, que é acompanhada do “protecionismo dos pais”, que querem que os filhos alcancem os objetivos “sem esforço e sem sofrer”.

Mas, não são só os pais ou os alunos os alvos visados pela docente, que não poupa a administração das escolas, “que muda as leis que regem o trabalho dos professores sem fornecer o tipo de formação mais adequado”.

Num extenso documento, lembra também a falta compreensão que diz sentir por grande parte da sociedade espanhola. A professora refere que perde tempo em casa a corrigir exames e a preparar as aulas, que gasta dinheiro do próprio bolso para melhorar o seu desempenho e que, com regularidade, escuta a expressão: “Que bem vivem”.

“Gosto de ensinar. Gosto de estar com os alunos, gosto deles e de os encorajar. Considero-me um motor social de mudança, uma força geradora. Não sou um burro de carga disposto a aguentar até arrebentar”, concluiu a docente.

 

 

Menores de Edad y Conectividad Móvil en España: Tablets y Smartphones

Janeiro 13, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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menores

descarregar o estudo no link:

http://www.diainternetsegura.es/descargar_estudio.php

 

Três meses de prisão por deixarem o filho faltar às aulas

Dezembro 29, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://expresso.sapo.pt/ de 21 de dezembro de 2016.

Esta é a história dos pais de um estudante espanhol que por permitirem que o seu educando faltasse às aulas reiteradamente foram agora condenados a uma pena suspensa de três meses de prisão.

Os pais de um aluno residentes em Chiclana de la Frontera, Cádiz, sul de Espanha, foram condenados a três meses de prisão por terem permitido que o filho faltasse às aulas de forma reiterada durante quatro anos letivos. O aluno, agora maior de idade, tinha seis anos quando entrou para a escola (no ano letivo de 2000/2001) e 14 quando o caso chegou às mãos do Ministério Público (no ano letivo de 2008-2009).

Conta o “El País” que o tribunal de Cádiz deu como provado que os progenitores não cumpriram os seus deveres ao permitirem que o filho faltasse repetidamente às aulas. O processo chegou a tribunal no mês em que o estudante ‘baldou-se’ a 117 horas de horas de aulas num só mês.

Mas os pais não terão de cumprir a pena, por enquanto, já que o juiz suspendeu-a por dois anos, desde que façam o que lhes é devido. Decidiu ainda o juiz tornar pública esta sentença, proferida no mês passado, para dissuadir idênticas práticas por outras famílias. “Esta é a décima quarta condenação de pais de estudantes de Chiclana por absentismo escolar e a ideia é acabar com esta situação”, pode ler-se no comunicado emitido pelo tribunal.

mais informações na notícia:

Tres meses de cárcel por dejar a su hijo faltar a clase reiteradamente

 

Mapa Histórico de Portugal e Espanha em 3000 anos – Vídeo

Fevereiro 21, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Os maiores “escravos” são as crianças? Em Espanha dizem que sim, culpa dos TPC

Novembro 9, 2015 às 7:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Observador de 28 de outubro de 2015.

Jasper Juinen Getty Images

Uma campanha em Espanha quer chamar a atenção para a quantidade de trabalhos escolares a que as crianças espanholas estão obrigadas. E alerta para as consequências do excesso de TPC.

Uma campanha intitulada “Pela racionalização dos trabalhos de casa no sistema educativo espanhol” está a alertar para o excesso de TPC a que estão sujeitos os jovens estudantes do país vizinho. A campanha foi produzida pela engenheira de telecomunicações Eva Bailén e lançada com o apoio da Change.org – “a maior plataforma mundial para a mudança” -. Eva Bailén explica ao jornal El País os objetivos:

Há quem não seja sensível a este assunto porque pensa que os pais estão a tentar proteger excessivamente os filhos (…). Não se dão conta que o problema é o contrário: os miúdos trabalham tanto desde pequenos que chegam à adolescência fartos dos trabalhos de casa e do sistema educativo espanhol.

Na campanha, que foi pensada para as redes sociais e que em Espanha se está a tornar viral, um conjunto de pessoas discutem com alguém que não conseguem ver sobre a sua vida e o seu horário de trabalho. Ficam a saber que a pessoa do outro lado trabalha diariamente “8 horas, mais 3h em casa“. Esta diz-lhes ainda que “até aos fins de semana tem trabalho”, que nem nas férias tem descanso e que precisa de pedir ajuda a familiares para poder cumprir as tarefas. Quando instados a adivinhar quem se encontra do outro lado sugerem várias respostas: talvez um empresário, um cargo intermédio de uma empresa, um escriturário, um médico ou cientista. Mas a surpresa é grande: quem aparece é afinal uma criança.

Em Portugal, o problema também existe, mas a um nível menor. Segundo a OCDE, em 2012 Portugal estava entre os 9 países em que as crianças menos trabalhos de casa tinham semanalmente – juntamente com países como a Finlândia, Coreia do Sul, República Checa, Eslováquia, Liechtenstein, Brasil, Tunísia e a Suécia. Já a Espanha estava no top 5 da lista, atrás da Rússia (que a lidera), Itália, Irlanda e Polónia. As crianças portuguesas passam perto de 4 horas por semana a fazer trabalhos de casa; as espanholas passam, em média, 6 horas e meia.

E mais horas de trabalhos de casa garantem mais rendimento escolar? Há países (como a Finlândia e a Coreia do Sul) onde a carga de trabalhos de casa dos jovens é grande e que estão regularmente entre os países melhor colocados no ranking PISA, da OCDE, um estudo mundial que avalia o aproveitamento escolar dos alunos nos vários Estados do globo. Mas isso não é regra.

Jesús Salido, o presidente da Confederação Espanhola das Associações de Pais e Mães dos Alunos (Ceapa) fala ainda das desigualdades que podem ser fomentadas devido ao excesso de trabalhos escolares fora de aula. “Os pais nem sempre têm capacidade ou tempo para ajudar os seus filhos e vêm-se obrigados a enviá-los para colégios privados ou a contratar um explicador. Quem tem dinheiro para o fazer acaba por ter vantagem”, afirma Jesús Salido ao jornal espanhol El Mundo.

 

 

 

 

La excelencia educativa también pasa por una lucha eficaz contra el acoso escolar

Agosto 21, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.eldiario.es de 4 de agosto de 2015.

el diario

Eduardo Azumendi

El programa finlandés Kiva contra el ‘bullying’ se aplica ya en el 90% de las escuelas de Finlandia, un país que es una referencia a nivel mundial por sus métodos y resultados educativos.

El objetivo es disminuir y prevenir el acoso escolar y garantizar un ambiente de aprendizaje tranquilo y seguro para todos.

El acoso escolar se ha convertido en una lacra, en uno de los problemas más serios e importantes a los que se enfrentan las escuelas en todo el mundo. Al bullying, tal y como se conoce a este fenómeno por su nombre en inglés, se ha sumado en los últimos años el ciberbullyin, que tiene las mismas características, pero q se hace a través de las nuevas tecnologías. Desde 2007, la iniciativa finlandesa Kiva, que en finlándes coloquial se usa para describir algo agradable y, al mismo tiempo, es el acrónimo de Kiusaamista Vastaan (contra el acoso escolar), ha triunfado en el país nórdico y ya se ha exportado a más de una decena de países. El objetivo de esta iniciativa desarrollada por la Universidad de Turku es disminuir y prevenir el acoso escolar y garantizar un ambiente de aprendizaje tranquilo y seguro para todos. Para los profesionales nórdicos, la excelencia educativa de su sistema escolar (reconocido habitualmente por los resultados de los exámenes PISA) pasa por una lucha eficaz para erradicar el acoso escolar. Y según los resultados, Kiva lo está consiguiendo.

En Filandia, ya se aplica en el 90% de las escuelas y contar, o no, con este proyecto ya es una condición que muchos profesores y alumnos tienen en cuenta a la hora de elegir un centro en el que trabajar o estudiar. En esencia, los estudiantes asisten en tres etapas de su vida escolar —a los siete, los 10 y 13 años de edad— a una veintena de clases en las que aprenden a reconocer el acoso y donde realizan ejercicios para mejorar la convivencia.

En cada centro que adopta Kiva hay un equipo de profesores que son los que actúan en caso de denunciarse un caso, pero son todos los docentes los que están atentos a posibles conflictos y los que avisan al equipo Kiva para que intervenga. En cada colegio hay un equipo Kiva, que se ponen a trabajar en cuanto tienen conocimiento de un caso de acoso escolar o ciberbullying en el centro. En primer lugar, actúan como filtro, para reconocer si se trata de un acoso sistemático o algo puntual. Después se reúnen con la víctima para dale apoyo, ayudarla y tranquilizarla. También hablan con los acosadores para que sean conscientes de sus acciones y las cambien.

Por lo general, el acosador es apercibido y cesa en su actitud. Pero también hay casos difíciles, que pueden llevar a los docentes a cambiar a la víctima de grupo. El equipo Kiva se compone de maestros que el propio director suele elegir teniendo en cuenta sus cualificaciones universitarias en temas relacionados con la violencia escolar o estudios de comportamiento de grupos, entre otras disciplinas. El trabajo de los docentes es a su vez seguido por los investigadores de la Universidad de Turku, que mediante encuestas periódicas observa la implementación y el resultado del programa.

A diferencia de otros modelos que se centran exclusivamente en la víctima y el acosador, Kiva hace hincapié en el grupo, donde están el resto de personas que no acosan. Solo observan, son los testigos. “No hay que cambiar la actitud de la víctima, para que sea más extrovertida o menos tímida, sino influir en los testigos. Si se consigue que no participen en el acoso, eso hace cambiar la actitud del acosador. El objetivo es concienciar de lo importante de las acciones del grupo y empatizar, defender y apoyar a la víctima”, recalcan los especialistas.

El programa contra el acoso fue impulsado por el Gobierno finlandés tras un par de episodios muy violentos: dos tiroteos en dos escuelas en 2007 y 2008.

Prevalencia

Lorea Sarrionandia, psicóloga de profesión y experta en el tratamiento del acoso escolar, recalca que hay que saber diferenciar entre enfados, problemas y peleas. “Es frecuente que los estudiantes tengan problemas entre ellos, pero eso no es bullying. Para estar ante un caso de bullying se tiene que repetir a lo largo de semanas y meses insultos y humillaciones. Es decir, que se repitan los malos tratos psicológicos, físicos y verbales”. Sarrionaindia, quien ha participado en los cursos de verano de la Universidad del País Vasco en una ponencia sobre cómo detectar el bullying, recordó que en 2005 se hizo un estudio de cuál era la prevalencia del bullying en Euskadi. La tasa de victimización en Primaria fue de un 5,8%. De secundaria un 3,8%. “Normalmente pensamos que las tasas más altas de bullying se dan en la adolescencia o en el instituto. Pero los datos demuestran que la probabilidad más alta se da en 5º y 6º de primaria, cuando los niños tienen entre 10 y 13 años”.

El sexo también tiene importancia en estos conflictos. “Las peores actitudes son de los chicos. En las chicas, sin embargo, es más común que se hable mal de los demás”. Los comportamientos más frecuentes son los verbales. “Las agresiones graves se dan en muy pocas ocasiones, las más frecuentes son las leves”.

Sobre los profesores: El 38,5% de los alumnos de primaria y el 24% de los de secundaria creen que los profesores sí que castigan los malos comportamientos. Pero el 8,5% de primaria y el 29,1% de secundaria creen que los profesores tienen una actitud pasiva y que no hacen nada ante un caso de acosso.

KiVa Antibullying Program

http://www.kivaprogram.net/

Uma pulseira inteligente para não perder as crianças na praia em Castellón (Valência)

Agosto 2, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do El Pais de 20 de julho de 2015.

Marti Domenech

Una pulsera inteligente para no perder niños en la playa

Castellón usa brazaletes con chips para localizar a menores extraviados

“¡Atención! Se ha perdido un niño, tiene seis años y lleva un bañador de Mickey”, alertaban los altavoces hace unas semanas en una playa de Castellón para solicitar la colaboración de los bañistas en la búsqueda de un chiquillo extraviado. El reclamo se escuchó media decena de veces. La última, más de un cuarto de hora después, para anunciar que había sido encontrado y dar las gracias por la ayuda. Los bañistas aplaudieron. Pero el Ayuntamiento de esta ciudad mediterránea ha decidido cambiar la megafonía por el chip. Se trata de un servicio pionero que facilita el reencuentro en menos tiempo. El sistema consiste en unas pulseras inteligentes que llevan un chip donde se graban los datos de contacto de los familiares del niño perdido. No hay ningún dato visible para respetar el derecho a la protección de datos.

La concejal encargada de las playas, Patricia Puerta, asegura que son las primeras de este tipo distribuidas en las costas españolas. Existen otros sistemas como las pulseras con código QR o con un número de registro asociado a un contacto que sólo está a disposición de los efectivos de seguridad.

Inés Casanova, técnico del Patronato de Turismo local, asegura que ya se han puesto sesenta pulseras. Sólo hay que ir a un punto concreto de una de las playas de Castellón y pedirla. Seis niños que se extraviaron la llevaban puesta. Pero son los menos. “De los que se han perdido hasta ahora casi ninguno la llevaba”, explica Simón Casinos, el jefe de los socorristas.

De media, se “desorientan” —o los padres se despistan— entre dos y tres menores al día, sobre todo entre seis y diez años. Eso sí, al día siguiente los padres vienen a enseñarle que su hijo ya la lleva puesta, asegura Casanova.

Gratuitas

“Mi sobrino me la vio y se la quiso poner, le dijo a su madre: ‘No es para hacer bonito, es por si me pierdo”, cuenta Mónica Grecu. Su sobrino tiene seis años y es uno de los usuarios de estos artilugios que se ven en Castellón.

Las pulseras, gratuitas, disponen de la tecnología NFC (por sus siglas en inglés Near Field Communication), un sistema instalado en la mayoría de dispositivos móviles para la transmisión de datos y que posibilita, entre otras cosas, el pago a través del teléfono. Castellón lo ha implantado en sus playas como proyecto piloto.

 

 

 

 

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