Amamentar filhos no trabalho “faz sentido” numa perspectiva económica

Agosto 4, 2015 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Rádio Renascença de 1 de agosto de 2015.

Diego Azubel EPA

Mulheres que têm benefícios no local de trabalho valorizam os seus empregadores, defende director-geral da Organização Internacional do Trabalho.

O director-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, defende que “faz sentido económico” garantir que as mães disponham de tempo e espaço para amamentarem os filhos no emprego.

Em declarações à Rádio ONU, o responsável disse que assegurar a protecção adequada, tempo e espaço para a amamentação no trabalho “não só é a coisa certa a ser feita”, mas também “faz sentido económico”.

Para Guy Ryder, as mulheres que têm benefícios no local de trabalho valorizam os seus empregadores, o que, na sua opinião, conduz à “satisfação no emprego e lealdade”.

A mensagem do líder da OIT, agência da ONU, surge a propósito da Semana Mundial da Amamentação, que começou hoje, sob o tema “Amamentação e Trabalho”.

Segundo o director-geral da OIT, a amamentação no emprego é fundamental para o aumento das taxas de aleitamento materno.

Ryder lembrou que muitos países têm “relevantes legislações nacionais” sobre a criação de espaços para amamentação no local de trabalho ou próximo dele.

Contudo, ressalvou que a maioria dos cerca de 830 milhões de mulheres que trabalham no mundo não tem protecção adequada na maternidade, sendo que quase 80% dessas trabalhadoras estão na África e na Ásia.

Na sua mensagem, reproduzida no portal da Rádio ONU, o chefe da OIT salientou que as mulheres com trabalho precário enfrentam mais obstáculos para continuarem a amamentar os seus filhos, acrescentando que as mães que vivem em países mais pobres “recebem menos protecção e precisam de apoio e serviços em casa, no local de trabalho e na comunidade”.

Para Guy Ryder, é, por isso, “hora de mobilizar governos, empregadores e associações de trabalhadores para agirem de forma organizada nas áreas de saúde, nutrição e igualdade de género”, de modo a “permitirem que mulheres que trabalham amamentem”.

mais informações na notícia da Rádio ONU:

Semana Mundial da Amamentação destaca apoio a mulheres no trabalho

 

 

 

 

As mães que trabalham têm impacto positivo nos filhos

Julho 1, 2015 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.noticiasaominuto.com de 25 de junho de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Mums the Word! Cross-national Effects of Maternal Employment on Gender Inequalities at Work and at Home

 “A sociedade diz constantemente às mães trabalhadoras para se sentirem mal pelo facto de passarem menos tempo com os filhos para trazer um salário adicional”, sublinha o site Vox, antes de apresentar um novo estudo, realizado por investigadores da Harvard Business School, que promete aliviar a consciência de muitas mulheres.

Afinal, o facto de as mães trabalharem tem efeitos positivos nos filhos. Segundo as conclusões deste estudo, as filhas de mães trabalhadoras têm maiores probabilidades de ter emprego, de ocupar cargos de supervisão e de ter um salário mais alto, por oposição às filhas de mães domésticas. Também os filhos homens de mães com trabalho fora de casa são mais propensos a tomar conta de familiares e a tratar das tarefas domésticas.

Por outras palavras, como descreve o site Vox, ter uma mãe trabalhadora ajuda não só a reduzir os estereótipos associados ao género, como permite às crianças estar em contacto com um conjunto de capacidades de índole profissional.

Kathleen McGinn, professora na Harvard Business School e a principal investigadora no estudo, garante que a mensagem principal extraída das conclusões é esta: o facto de as mães trabalharem tem efeitos positivos a longo prazo nos filhos, porque ajuda a criança a perceber que há muitas oportunidades para ela.

O estudo recorreu, entre outras fontes de informação, a dados de 24 países recolhidos em 2002 e 2012

 

Jovens sentem que o ensino não os está a preparar para as oportunidades digitais

Fevereiro 13, 2015 às 9:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site http://tek.sapo.pt  de 27 de janeiro de 2015.

A notícia original da Accenture é a seguinte:

Young People Inspired to Seek Digital Jobs but Worry They Will Need New Skills to be Successful

As novas tecnologias estão a criar novos negócios e postos de trabalho. Os jovens veem esta perspetiva como algo positivo, mas muitos acreditam que não estão a evoluir o suficiente para as exigências do “amanhã”.

De todas as gerações, os chamados nativos digitais deveriam ser aqueles com maior confiança no futuro, proporcionado justamente pelas novas tecnologias. E os jovens até acreditam nesse futuro, mas há uma grande parte que não se vê incluído nele da melhor forma.

A Accenture apresentou um estudo onde conclui que 75% dos jovens entre os 12 e os 17 anos acredita que as tecnologias digitais vão proporcionar-lhes mais oportunidades de emprego. O estudo adianta ainda que 67% dos respondentes vai candidatar-se a estas novas oportunidades, sendo que 50% consideram mesmo que a economia digital ajudará a encontrar o “emprego de sonho”.

Mas o cenário muda rapidamente quando 65% dos inquiridos menores de idade afirmam que “o programa escolar atual não está a desenvolver ou a melhorar as suas competências digitais de forma correta”, escreve a consultora em comunicado.

Isto mostra uma preocupação em não conseguirem aproveitar oportunidades que já reconhecem existir.

“É positivo que os jovens se sintam motivados pelas novas oportunidades na área digital, mas o facto de acharem que não estão a ser devidamente formados neste sentido é preocupante. Sabemos que as ofertas de emprego vão ser diferentes no futuro (…). Precisamos de dar aos jovens a confiança necessária para poderem dar o seu contributo em organizações que querem tornar-se fundamentalmente digitais”, comenta o director responsável pela Accenture Digital em Portugal, Pedro Lopes.

O estudo da Accenture apresenta no entanto também a visão das restantes faixas etárias para as oportunidades da economia digital. Maior produtividade, maior criatividade e maior flexibilidade no local de trabalho são os três factores que as pessoas acreditam que vão melhorar significativamente com a ajuda das novas tecnologias.

Neste sentido, mais de metade dos inquiridos defendem que o Homem deve programar as máquinas para que estas sejam o mais eficazes e produtivas possível, o que libertará os humanos para tarefas ligadas à criatividade. O estudo foi realizado no Reino Unido no primeiro trimestre e tem por base 5.000 inquéritos feitos a pessoas com mais de 12 anos de idade.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

 

Jovens estão preocupados com sucesso escolar, futuro profissional, aparência e morte

Abril 2, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 26 de março de 2014.

daniel rocha

Lusa

Estudo dos Empresários pela Inclusão Social é apresentado esta quarta-feira, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e pretende debater os novos desafios do desenvolvimento e da educação das crianças

A principal preocupação dos jovens portugueses é o sucesso escolar, mas os alunos do 3.º ciclo também andam inquietos com o futuro profissional, a sua aparência e a morte, revela um estudo realizado a dois mil estudantes.

Promovido pela Associação EPIS – Empresários pela Inclusão Social, o estudo incidiu sobre as expectativas, preferências e capacidades de 1963 alunos com idades compreendidas entre os 12 e os 14 anos, que frequentam o 3.º ciclo.

Segundo o inquérito, realizado no final de 2013, a primeira preocupação dos jovens é o seu sucesso na escola (70%): tanto rapazes como raparigas têm esta preocupação, existindo apenas pequenas diferenças entre os que têm bons e os que têm maus resultados (69% e 73%, respectivamente).

Os jovens andam também preocupados com o futuro profissional (58%), a sua aparência (38%), a morte (32%) e com o facto de não terem amigos (19%), revela o inquérito realizado em 18 concelhos.

A mudança de escola e o desemprego (14%, em ambos) também fazem parte das situações que mais desassossegam os alunos portugueses.

Os resultados do estudo “parecem indicar que os jovens se preocupam de uma forma bastante homogénea quanto à sua vida futura, sejam rapazes ou raparigas, sejam melhores ou piores alunos”, adianta Diogo Simões, director-geral da EPIS, para concluir que “os jovens parecem sonhar de modo bastante semelhante a sua realização pessoal, que entendem passar pelo sucesso escolar e pela escolha de uma profissão”.

No entanto, as diferenças entre ser rapaz ou rapariga voltam a ser demonstradas neste estudo da EPIS que revela, por exemplo, que os rapazes preferem o desporto enquanto as raparigas gostam mais de música.

No geral, o desporto (50%) e a música (40%) são as duas áreas preferidas, mas há grandes disparidades percentuais: eles preferem o desporto (68%), a informática (37%) e a música (33%) enquanto elas gostam mais de música (47%), desporto (34%), artes visuais (23%) teatro (20%), saúde (32%) e educação (20%).

No que toca à ocupação dos tempos livres, a maioria dos rapazes volta a escolher o desporto e jogar computador como “hobbies” preferidos, enquanto as meninas preferem ouvir música ou simplesmente estar com os amigos.

Os números do inquérito indicam que três em cada quatro rapazes gostam de fazer desporto e jogar computador e 35% gosta de ouvir música (35%). Já entre as raparigas, metade diz que gosta de ouvir música, havendo um grupo mais pequeno que gosta de estar com amigos (36%) e ligar-se às redes sociais (33%).

Quando se questiona os jovens quanto às suas expectativas de futuro, são os bons alunos que parecem acreditar mais na na sua capacidade de poderem viver e trabalhar em Portugal.

Apesar de se mostrarem preocupados quanto ao seu futuro, um em cada três (37%) ainda não sabe que profissão gostaria de ter. Entre os que já se debruçaram sobre o assunto, destacam-se apenas duas profissões: desportista (9% das respostas) e médico (8%).

O diretor geral da EPIS acredita que é através de uma educação personalizada, com a ajuda da família e da escola, em que cada indivíduo é objecto de atenção especial e diferenciada, que se podem potenciar ao máximo as capacidades de todos os alunos.

O estudo da EPIS será hoje apresentado na 4ª Conferência EPIS — Escolas de Futuro, que vai decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, e pretende debater os novos desafios do desenvolvimento e da educação das crianças desde que nascem até aos 10 anos.

Com o tema “Crianças Globais? Potenciar capacidades num mundo global e local”, a conferência conta com a presença de Luísa Barros e Ana Rita Goes, da Universidade de Lisboa, Peter Matthews, da Universidade de Londres, Carlos Fernandes da Silva, da Universidade de Aveiro, Paulo Nossa, da Universidade de Coimbra, e do secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar.

 

Employment developments in childcare services for school-age children

Dezembro 22, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação, Estudos sobre a Criança, Relatório | Deixe um comentário
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Conferência Internacional Sobre Pobreza e Exclusão Social

Novembro 12, 2010 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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