Educação especial a rebentar pelas costuras

Outubro 2, 2015 às 10:30 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 28 de setembro de 2015.

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Necessidades Educativas Especiais – Guias de Apoio

Setembro 5, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto e imagem do blog http://revisitaraeducacao.blogspot.pt  de 12 de agosto de 2015.

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Sete guias de apoio para quem se interessa pela escola inclusiva particularmente para os que trabalham no terreno com algumas destas problemáticas, particularmente em contexto de sala de aula.

Esperemos que este materiais seja um bom contributo na procura de respostas à diversidade de necessidades educativas de todos os alunos, incluindo os que se enquadram ao abrigo do Decreto-Lei 3/2008, de modo a potenciar as condições que favoreçam os processos educativos de integração e equidade na escola do ensino regular.

Poderá ainda ser um verdadeiro contributo para ajudar na identificação de obstáculos que existem no próprio sistema educativo no sentido da aprendizagem e participação de todos em condições favoráveis.

DESCARGAR:

Guías de apoyo 1- Auditiva

Guías de apoyo 2 – Visual

Guías de apoyo 3 – Motora

Guías de apoyo 4- Atención y concentración

Guías de apoyo 5- Retraso del desarrollo y discapacidad intelectual

Guías de apoyo 6 – Autismo 

Guías de apoyo 7 – Intelectual y aprendizaje 

In Material Didático

 

 

Pós-Graduação em Educação Especial – Domínio Cognitivo e Motor

Agosto 21, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.fmh.ulisboa.pt/pt/formacao-continua/educacao-especial-dominio-cognitivo-e-motor

Crianças com necessidades especiais em 37,5% das salas

Julho 9, 2015 às 3:51 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 9 de julho de 2015.

 

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Mestrado em EDUCAÇÃO ESPECIAL – Área de Especialização em Dificuldades de Aprendizagem Específicas e Intervenção Precoce – prova de acesso

Junho 19, 2015 às 9:34 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mestrado em EDUCAÇÃO ESPECIAL Área de Especialização em Dificuldades de Aprendizagem Específicas* e Intervenção Precoce. *(A designação desta área de especialização foi alterada para “NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS NO DOMÍNIO COGNITIVO E MOTOR”) É condição de acesso ao Mestrado a aprovação em uma prova de acesso, de carácter eliminatório.

A prova de acesso ao Mestrado relativa à 1ªFase de Candidaturas realiza-se no dia 11 de julho de 2015, no Complexo Pedagógico I (CP I), salas 301 e 303. Mais informação: http://bit.ly/YD5IMc

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Convenção Multidisciplinar de Educação – Perspetivas sobre a Educação Especial

Abril 15, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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gondomar

mais informações:

http://www.cme-gondomar.pt/

Ciclo de Conferências em Educação Especial – Março a Junho 2015

Março 12, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ciclo

mais informações no link:

http://www.cercioeiras.pt/ciclo-conferencias

Especialização em Educação Especial, Domínio de Intervenção Precoce na Infância

Dezembro 22, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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deus

 

Inscrições: Até Janeiro de 2015

mais informações:

http://www.joaodedeus.pt/curso/index.asp?id_cnt=74

 

O Movimento Expressivo em Educação Especial – Recursos Lúdico-Terapêuticos – Palestra

Julho 9, 2014 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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movimento

mais informações aqui

Professores portugueses querem mais formação em educação especial

Junho 30, 2014 às 10:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 25 de junho de 2014.

Reuters

A educação especial é a área de ensino na qual  os professores portugueses mais sentem falta de formação, com 26,5% dos  inquiridos num estudo da OCDE a revelar um “elevado nível” de necessidade  de desenvolver competências nesta matéria. 

 No inquérito TALIS 2013 (Teaching and Learning International Survey)  da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), hoje  divulgado, a organização internacional, que inquiriu professores do 3º ciclo de mais de 30 países para este relatório, revela que o número de docentes  portugueses que sentem falhas na formação em educação especial e que admitem  precisar de desenvolver mais competências é superior à média do conjunto  dos países inquiridos, que se fixa nos 22,3%. 

Recentemente, uma recomendação do Conselho Nacional de Educação relativa  a políticas públicas de educação especial denunciou a falta de qualidade  da formação de professores de educação especial, um ponto de vista partilhado  pelo grupo de trabalho criado pelo Governo para rever a legislação da educação  especial e que apresentou as conclusões do seu trabalho a 11 de junho. 

O inquérito da OCDE vem agora sublinhar que mais de um quarto dos professores  portugueses admite ter fragilidades de formação nesta área. 

Gestão e administração escolar (14,1%) e ensinar em contextos multiculturais  e multilingues (16,8%) são as outras duas áreas mais referidas pelos professores  como aquelas em que gostariam de adquirir mais competências, e também nestes  casos Portugal fica acima da média do conjunto de países inquiridos. 

O TALIS 2013 revela ainda que apenas 35,5% dos professores portugueses  afirmou ter tido acesso a um programa de formação inicial formal no seu  primeiro ano a lecionar, abaixo da média de 48,6% da OCDE.  

Quanto à formação contínua, 88,5% dos docentes portugueses indicou ter  desenvolvido atividades nesse sentido nos últimos 12 meses. 

A figura de professor-mentor tem pouca expressividade entre a classe  docente em Portugal: apenas 4,3% dos professores têm um colega como mentor,  contra uma média da OCDE de 12,8%. 

No que diz respeito aos efeitos da avaliação na atividade dos professores,  38,5% admitem que o retorno que recebem relativamente ao seu trabalho aumentou  o número de horas de formação que frequentam (45,8% média da OCDE) e quase  metade dos inquiridos em Portugal (48,9%) referiu que ser avaliado melhorou  a sua prática profissional (62% média da OCDE). 

Lusa

 

 

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