Ensino à distância não é fazer videoconferências

Maio 8, 2020 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Educare de 16 de abril de 2020.

Porto Editora tem ferramentas e plataformas que ajudam alunos, professores, pais, encarregados de educação. A Escola Virtual, a maior comunidade educativa virtual do país, disponibiliza conteúdos e recursos digitais de acordo com os planos curriculares.

Cursos de formação contínua para professores numa academia virtual sobre temas relevantes no processo educativo, desde as tecnologias no 1.º Ciclo, à gestão flexível do currículo, à educação para a cidadania. Sugestões e planos específicos para o ensino à distância feitos pelos autores dos manuais escolares. Conteúdos educativos digitais elaborados de acordo com os planos curriculares dos ensinos Básico e Secundário. Maneiras de potenciar o ensino e explorar novos percursos. Vídeos, tutoriais, livros, exercícios. Uma equipa de apoio disponível para ajudar professores e restante comunidade sobre qualquer matéria, da mais básica à mais complexa. A Porto Editora tem um conjunto de ferramentas que facilitam o ensino à distância.

O caminho no mundo virtual e nos recursos educativos digitais não é de agora. Tem um passado. A Escola Virtual (EV) surgiu em 2005 como uma plataforma de estudo para os alunos do século XXI. Hoje é a maior comunidade educativa virtual do país que se diferencia por ter recursos educativos digitais catalogados de acordo com os currículos do Ensino Básico e Secundário e congregar tudo isso numa plataforma que disponibiliza um conjunto de ferramentas que permite o processo de ensino e aprendizagem em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer circunstância.

A EV tem conteúdos para praticamente todas as disciplinas do 1.º ao 12.º ano. Planos complementares ao que está nos manuais escolares. Vídeos. Exercícios para alunos. Turmas em rede. Um perfil pedagógico de cada estudante que o professor pode consultar para perceber dificuldades e melhorias. Com o encerramento das escolas a 16 de março, com alunos e professores em casa, a EV disponibilizou gratuitamente os seus conteúdos, e assim se manterá até ao final do ano letivo. De cerca de 250 mil subscritores há poucas semanas, hoje tem cerca de 800 mil.

Em 2008, a EV já trabalhava numa lógica de ensino colaborativo. A plataforma não é apenas um repositório de conteúdos, permite potenciar a relação entre professores e alunos, descobrir novas ferramentas, usar outras metodologias. E os algoritmos da inteligência artificial dizem como o aluno deve estudar, em que matérias está melhor e pior, onde insistir, o que aprofundar. Há um caminho feito que encaixa no que agora está a acontecer com a aplicação e generalização do regime do ensino à distância. “Não acordamos para isto agora. Na prática, tínhamos a solução para um problema que ainda não existia”, refere Rui Pacheco, diretor do Centro Multimédia da Porto Editora, em declarações ao EDUCARE.PT.

Se anteriormente, a plataforma era sobretudo usada como um complemento e suporte ao ensino presencial, utilizada pela comunidade educativa numa lógica mais expositiva, agora percebe-se todas as possibilidades do ensino relacional e da plataforma e-learning no ensino à distância. A EV não usa a videoconferência. “O ensino à distância não é videoconferência. A videoconferência é uma ferramenta de comunicação, não uma ferramenta de e-learning, que deve ser usada para tirar dúvidas e gerir contactos”. “Neste momento, a EV é a solução que os professores e alunos precisam”, garante Rui Pacheco. E a proteção de dados está garantida. Os termos de serviço foram concebidos em conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) e, entre outras coisas, exige-se o consentimento explícito e voluntário dos encarregados de educação dos filhos menores.

Personalizar matérias, editar conteúdos
A EV é uma das plataformas de e-learning com maior implementação nas escolas nacionais e que se vai adaptando aos desafios de cada ano letivo. Sempre atenta, sempre atual. Tem mais de 700 mil utilizadores e 40 mil turmas. Cria roteiros de ensino à distância para ajudar escolas e professores a implementar novas metodologias, tem vídeos tutoriais para alunos e encarregados de educação. E está disponível gratuitamente até ao final do ano letivo.

Tem também um curso gratuito em contexto de ensino-aprendizagem para que os professores fiquem munidos das competências necessárias para explorar recursos educativos digitais e funcionalidades de acompanhamento e monitorização das aprendizagens à distância, disponibilizadas pela EV. Há ferramentas de edição de conteúdos que permitem personalizar matérias de acordo com as necessidades específicas dos alunos.

Os professores podem explorar recursos educativos digitais, prolongar os momentos de aprendizagem no tempo e no espaço, criar recursos de avaliação com um banco de questões flexível e adaptado a diversos e diferentes contextos, bem como integrar ferramentas de comunicação e aprendizagem colaborativa. O acesso ao curso é válido a partir do momento da inscrição e durante 10 semanas. Para educadores de infância, professores dos ensinos Básico e Secundário de qualquer grupo de recrutamento.

O acesso gratuito à EV estende-se aos professores portugueses no estrangeiro, de todas as áreas, espalhados pelo mundo. “Independentemente dos livros que utilizarem, as centenas de professores que estão a trabalhar em vários países da Europa, nos Estados Unidos da América e Canadá, Venezuela, África do Sul, Namíbia e Austrália estão já a beneficiar deste acesso, podendo assim implementar e conduzir as aulas em regime de ensino à distância”.

Orientações para os diferentes intervenientes nos tratamentos de dados pessoais efetuados na utilização de tecnologias de suporte ao ensino à distância – CNPD

Abril 14, 2020 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Click to access Orientacoes_tecnologias_de_suporte_ao_ensino_a_distancia.pdf

Curso Avançado de Ciberbullying – 20 a 27 de março em regime E-learning

Março 2, 2019 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações no link:

https://www.institutocriap.com/formacao/curso-avancado-em-cyberbulling-e-learning/?fbclid=IwAR2DR4gkAg_ySgmSp24GekDlx5WKzFGIRnyFAlL1ti946X17b0SQrlX5JNQ

Curso Avançado em Ciberbulling – Curso E-Learning do Instituto CRIAP em setembro

Agosto 6, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Limite de Inscrição 31 AGO, 2018

mais informações no link:

https://www.institutocriap.com/formacao/curso-avancado-em-cyberbulling-e-learning/

 

Curso e-learning “Bullying”, 8 junho a 30 junho

Maio 31, 2018 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Inscrição até 4 de junho

mais informações no link:

http://formacaoapav.pt/index.php/cursos-em-destaque/352-curso-bullying-8-de-junho-a-30-de-junho-de-2018

 

Ação de Formação TAV – Técnico/a de Apoio à Vítima – 14 de março a 19 de abril em Lisboa

Fevereiro 22, 2017 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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amcv

 

Técnico de Apoio à Vítima

“«Técnico de apoio à vítima» a pessoa devidamente habilitada que, no âmbito das suas funções, presta assistência directa às vítimas;” (Lei 112/09 de 16 de Setembro)

“1 — Constituem requisitos obrigatórios para a habilitação como técnico de apoio à vítima:

  1. a) A habilitação académica de nível superior na área das ciências sociais e humanas ou a posse de habilitação académica de nível superior noutra área, desde que, nesta situa-ção e, cumulativamente, o interessado detenha experiência profissional relevante no domínio da violência doméstica, requisito este cuja observância é verificada pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG);
  2. b) A frequência, com aproveitamento, de 90 horas de formação para técnicos de apoio à vítima.

(…)

4 — As pessoas que, à data da entrada em vigor do presente despacho, sejam detentoras de habilitação de nível secundário e exerçam, comprovadamente, a função de técnico de apoio à vítima ficam dispensadas do cumprimento do requisito da posse de habilitação de nível superior previsto na alínea a) do n.º 1.”

(in Despacho nº 6810-A/2010)

Objetivos:

Qualificar profissionais que atuam no domínio da Violência Doméstica e de Género e ou da prevenção da vitimação ou revitimação desta – Técnicos/as de Apoio à Vítima (artº2º da Lei nº112/2009 de 16 de setembro).

Destinatárias/os:

Profissionais que prestam apoio técnico directo às vítimas/sobreviventes de violência doméstica / violência nas relações de intimidade das seguintes áreas: educação, saúde e saúde mental, psicossocial, desenvolvimento comunitário, jurídica.

Programa/Conteúdos:

Metodologias de Formação:

Apresentação dos conteúdos; Brainstorming; Discussão de grupo; Análise de casos; Role Playing; Focus Group; Questionários e exercícios online.

Datas:

14 de Março a 19 de Abril de 2017

Sessões e-Learning: 14 de Março a 19 de Abril

Requisitos e-Learning: computador, internet, colunas.

Sessões presenciais: 14 de Março (14h – 17h); 21 e 28 Março, 04 de Abril (10h – 17h);

18 e 19 Abril (10h – 18h)

Local: Lisboa (local a confirmar)

Módulo Duração
e-Learning Presencial
I – Perspetiva História da Violência na Família 4h 2h
II – Vitimologia: Conceitos Gerais 6h
III – Violência Doméstica: Conhecer a situação e refletir sobre ela 17h 1h
IV – Violência Doméstica: Orientações para a Intervenção Psicossocial 11h 11h
V – A Lei e o Combate à Violência Doméstica 12h 6h
VI – Práticas Orientadas 6h 14h
Total
 56h  34h

 

 Inscrições:

Valor da Inscrição: 425,00 €*

* Desconto de 50% para associadas/os que tenham as quotas em dia ou se inscrevam até 60 dias antes da data de início da formação.

Pagamento: 50% do valor no momento da inscrição e os restantes 50% até ao dia 13 de Março.

Formas de Pagamento:

 Transferência Bancária (NIB – 0035 0557 00026804230 35)

 Cheque à ordem de AMCV – Associação de Mulheres Contra a Violência

 

(Enviar comprovativo com a inscrição por e-mail ou para a morada: R. João Villaret, 9 – 1000-182 Lisboa)

Data Limite de Inscrição: 08 Março

Inscrições limitadas a 15 participantes

Número Mínimo: 8 participantes

Certificação:

Para obtenção do certificado é necessário:

  1. 90% da frequência das sessões presenciais – 1 manhã ou tarde;
  2. Completar 2 questionários de avaliação com aproveitamento (e-Learning);
  3. Completar pelo menos 4 dos 5 exercícios propostos (e-Learning).

 

Informações Complementares:

mailto:formacao@amcv.org.pt/ 21 380 21 60

 

http://www.amcv.org.pt/pt

 

CURSO À DISTÂNCIA – Introdução ao Pensamento de João dos Santos – Curso promovido pela Universidade Federal do Ceará

Julho 12, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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 Curso à Distância, “Introdução ao Pensamento de João dos Santos: Estudo sobre a Pedagogia Terapêutica”, ofertado pela Linha de Pesquisa História da Educação Comparada do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Ceará. O Curso será desenvolvido na modalidade à distância, via internet, por meio do ambiente virtual de aprendizagem (Plataforma Moodle/UFC), com a duração de 160h/a, no período de 22 de agosto a 19 de dezembro de 2016.

As Inscrições no curso estarão abertas online no período de 18 a 29 de julho de 2016.

mais informações:

https://joaodossantos.net/

App portuguesa estimula crianças autistas

Abril 14, 2015 às 10:25 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do site http://marketeer.pt  de 14 de abril de 2015

A Enforcing Kids, plataforma de informação sobre autismo criada por dois alunos da Universidade de Lisboa, conta a partir de agora com uma aplicação móvel de apoio à terapia de crianças com síndrome do autismo.

A app, que está disponível de forma gratuita na plataforma Android, foi pensada para ser usada por crianças acompanhadas por adultos responsáveis pela terapia. Inclui jogos, que podem ser configurados pelos terapeutas e pais, que “seguem a lógica das sequências e, portanto, exploram as dificuldades que estas crianças têm ao formulá-las, ao mesmo tempo que permite explorar outras áreas, como a matemática”, lê-se na Google Play. A aplicação está disponível em quatro idiomas: português, castelhano, francês e inglês.

O projecto Enforcing Kids surgiu há cerca de um ano pelas mãos de Cátia Raminhos e Jorge Santos, alunos da Universidade de Lisboa dos mestrados de Engenharia Informática e de Metodologias e Tecnologias em E-Learning. Trata-se de uma plataforma que tem como objectivo partilhar dúvidas, esclarecimentos, opiniões e experiências sobre o autismo. Neste momento, tem adesão em mais de 50 países em todo o mundo. Este projecto é apoiado pelo Departamento de Investigação LaSIGE da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Lançamento da Plataforma de E-learning do programa Media Smart – 3 de julho

Junho 27, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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learning

Agradecemos a confirmação de presença até ao dia 01 de julho para o endereço mediasmart@apan.pt ao cuidado de

Susana Paiva (tel. 21.796 67 31).

Reportagem Vídeo do Euronews sobre Educação de crianças com cancro no IPO do Porto

Setembro 6, 2013 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Reportagem Vídeo do Euronews do dia 27 de Agosto de 2013.

Ver o vídeo da reportagem:

In sickness and in class : Portugal Skype School

euronews

These days many educational projects are adapting their methods for sick children. If a child has to live in a sterile environment for example, how can they keep up with their education? Well, it takes effort but it can be done.

Portugal: Skype school

At the Portuguese Institute of Oncology in Oporto they treat children with cancer. But they also make great efforts to ensure that their patients don’t fall behind with their school work.

Sometimes it is possible to teach children in groups in something like a classroom. But at other times, the children need to be isolated from others, and remain in a sterile environment, so before going to see them, the teacher has to change clothes, disinfect hands, and put a cap and a mask on. Also, all the equipment used, including paper and laptops, have to be sterilised or disinfected.

While Nadine was living in isolation, she did lessons via Skype. From middle school onwards children here are connected to their schools via the internet. They can watch a regular class or have private lessons with their teachers. Nadine doesn’t feel that having virtual lessons is a disadvantage.

Chile: hospital lessons

Jenny Salas has been a hospital teacher for 9 years now. She works for a pioneering NGO which has helped educate 60.000 hospitalised children so far. She explained: “What we have to do is reconsider the work we do in the classroom, partly to compensate for them being here. We try to make the time we are with them, whatever it is, the best, and the most normal as possible for them.”

The NGO was set up in 1998 by the mother of a woman who died in a car crash, but who had spent time in hospital as a child. During that time, her mother, Sylvia Riquelme, the president of the Carolina Labra Riquelme Foundation, was solely responsible for her education. She remembers teaching one child with cerebral palsy: “One girl had amazing achievements. The only thing she wanted was to study, to be trained, she learned to read, to say a few words, and most importantly, got onto a training course, something that neither she nor her mother had ever dreamed of.”

The foundation is now lobbying for a law enshrining the right of all children to be educated while in hospital.

UK: mission to explain

Explaining complicated medical concepts to adults can be difficult – and even more so to children. So in 2009 two doctors came up with a series of cartoon superheros called The Medikidz, who are on a mission to help young people understand their conditions.

Kate Hersov, Medikidz co-founder explained: “We used superheros, The MediKidz, a gang of five superheroes from planet Mediland, a planet shaped like the human body, out in space. And we use these five characters as a vehicle to engage children so we can educate them. So what we try and do is allow a child to understand, if they’re told they have type 1 diabetes, what is the pancreas, how does it work.”

Since their launch, they have produced 60 different titles, and distributed 2.5 million comic books in 30 languages across 50 countries. All the text is written by doctors, and reviewed by leading consultants and the Medikidz Youth Advisory Board.

They have produced 60 different titles, including books on asthma, diabetes, epilepsy, HIV and leukaemia. The books not only help children understand their own conditions, but also help them deal with medical conditions affecting friends and family.

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