Divulgação de Estudo sobre consultas de rotina das crianças – questionário online a pais/mães de crianças com 2-6 anos de idade

Maio 24, 2017 às 6:30 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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O Centro de Investigação e Intervenção Social do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa está a realizar um estudo sobre as consultas de rotina das crianças, que acontecem habitualmente nos Centros de Saúde/Unidades de Saúde Familiar (USF) ou em serviços de saúde privados (ex. pediatras particulares). Pretende conhecer a experiência dos cuidadores nessas consultas e sobretudo o seguimento dos conselhos que são dados nas mesmas.

Convidamos os pais ou mães de crianças com idades entre os 2 e os 6 anos, e que costumam ir com elas às consultas de rotina, a preencherem um breve questionário online (+/- 15 minutos). Caso tenha mais do que um filho com a idade indicada, considere o que for mais velho. Não existem respostas certas nem erradas, e a sua opinião pessoal e sincera é muito importante para nós.

A sua participação no estudo é livre e voluntária, podendo interrompê-la a qualquer momento, caso sinta vontade de o fazer. Os dados recolhidos são anónimos e confidenciais, e serão utilizados apenas para fins de investigação.

Ao completar todas (ou quase todas) as perguntas do questionário, habilita-se a ganhar um dos vouchers Sonae de 25 euros que serão sorteados.

Para aceder ao questionário, por favor clique AQUI 

(https://iscteiul.co1.qualtrics.com/SE/?SID=SV_5nArVjrfRRn0krb)

Porque necessitamos do maior número de participantes possível, pedimos-lhe ainda o favor de reencaminhar este email para a sua rede social.

Muito obrigada pela sua colaboração. Para mais informações sobre este estudo poderá contactar a investigadora Susana Mourão (email: Susana_Sofia_Mourao@iscte.pt).

 

 

Intervenção das CPCJ diminuem impacto dos maus-tratos nas crianças

Abril 20, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da RTP Notícias de 18 de abril de 2015.

Lusa

Um estudo sobre crianças que foram sinalizadas pelas comissões de proteção de menores revela que esta intervenção diminuiu o impacto negativo dos maus-tratos que sofreram em termos da saúde física e mental.

O estudo de doutoramento realizado na Universidade do Minho visou avaliar o estado de saúde física e psicológica de jovens que foram sinalizados na infância pelas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) e a quem foram aplicadas medidas de proteção.

Para isso, foram consultados processos arquivados em CPCJ de 380 crianças, com idades entre os cinco e os 12 anos, sinalizadas entre 1999 e 2006.

Destas crianças, foram localizadas 136, entre 2010 e 2011, já adolescentes e jovens adultos (com idades entre os 14 e 23 anos) que voluntariamente decidiram participar no estudo, que contou ainda com a colaboração de um grupo de jovens não sinalizados com características sociodemográficas idênticas.

A investigação analisou a adversidade na infância, psicopatologias, queixas físicas e comportamentos de risco entre os jovens a quem foram aplicadas diferentes medidas de proteção por parte das CPCJ, nomeadamente manter a criança junto da família ou institucionalizá-la.

“Avaliamos o seu estado de funcionamento alguns anos após terem sido sinalizados e o que encontrámos foi que não existiam diferenças estatísticas significativas em termos de saúde física e mental entre estes jovens que sofreram algum tipo de intervenção das CPCJ e outro grupo de jovens que nunca foram sinalizados”, disse à agência Lusa o autor do estudo, Ricardo Pinto.

O investigador adianta que estes resultados sugerem que “a intervenção da CPCJ foi eficaz em diminuir o impacto negativo da adversidade em termos de saúde física e mental”.

No entanto, verificaram-se diferentes associações entre alguns comportamentos de risco e as medidas de proteção aplicadas na infância.

Ao grupo de crianças que beneficiou de apoio junto dos pais foi associado o início precoce de relações sexuais, enquanto no grupo de crianças acolhidas em instituições foi associada a automutilação e a ideação ou tentativa de suicídio.

Já o grupo da comunidade (sem sinalização) foi associado ao abuso de álcool e relações sexuais sem preservativo.

“Embora, por um lado, estes resultados sugiram que a intervenção da CPCJ foi eficaz em diminuir o impacto negativo da adversidade em termos de saúde física e mental, estes resultados também sugerem a necessidade de mais meios humanos e mais formação dos profissionais que trabalham na área de proteção das crianças e jovens”, adiantou Ricardo Pinto.

Este reforço é importante para “aumentar a eficácia na sinalização de vários tipos de adversidade, dada a elevada probabilidade ” de estas ocorrerem ao mesmo tempo.

O investigador defendeu ainda a importância de acompanhar a criança mesmo depois do arquivamento do processo na CPCJ.

“A criança foi sinalizada, esteve em risco, o processo foi arquivado, mas ela veio a sofrer de revitimização, como é que esta criança fica”, questiona.

Para o investigador, esta é uma matéria que “tem de ser mais discutida”.

“Acho que ainda há muito a fazer em matéria de crianças e jovens”, rematou.

 

Doutoramento em Estudos da Criança no Instituto de Educação da Universidade do Minho

Agosto 18, 2014 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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criança

DOUTORAMENTO EM ESTUDOS DA CRİANÇA
Universidade do Minho.

2ª Fase de candidatura, 25 de agosto a 10 de setembro.

Especialidades: Educação Dramática, Educação Especial, Educação Física, Lazer e Recreação, Educação Musical, Literatura para a Infância, Matemática Elementar, Metodologia e Supervisão em Educação de Infância, Psicologia do Desenvolvimento e Educação, Saúde Infantil, Sociologia da Infância.

http://www.ie.uminho.pt/
http://www.ie.uminho.pt/Default.aspx?tabid=7&pageid=167&lang=pt-PT

 

Estudo de Adaptação Parental à Perda de um Filho: pedido de colaboração

Junho 6, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Exmos(as) Senhores(as), O meu nome é Sara Albuquerque, sou Psicóloga Clínica e gostaria de vos apresentar o projeto de doutoramento que me encontro a desenvolver, juntamente com outros investigadores da Universidade de Coimbra e de Lisboa, acerca da adaptação parental à perda de um filho. Apesar de sabermos que a perda de um filho é reconhecidamente uma das mais severas, e difíceis formas de luto no contexto das relações humanas, não existem muitos estudos sobre esta temática que nos indiquem, de forma clara, os principais desafios e experiências, mas também os principais recursos, dos pais que passam por esta experiência. Neste sentido, vimos por este meio pedir a colaboração de homens e mulheres (com idade igual ou superior a 18 anos) que tenham perdido um filho. O questionário poderá ser acedido através do seguinte endereço: http://www.fpce.uc.pt/limesurvey/index.php/survey/index/sid/485592/lang/pt A sua participação neste estudo é fundamental. Só conhecendo de forma mais aprofundada estas experiências poderemos desenvolver um acompanhamento psicológico mais direcionado para as principais necessidades dos pais. Pedíamos ainda que, caso seja possível, divulgue este estudo pelos seus contactos. Não hesite em contactar se pudermos ser úteis de alguma outra forma. Agradecemos desde já a sua disponibilidade. Com os melhores cumprimentos, Sara Albuquerque saramagalhaes9@msn.com https://www.facebook.com/perdadeumfilho

 

2ª Fase de Candidaturas Mestrado e Doutoramento em Estudos da Criança no IE da Universidade do Minho

Setembro 1, 2013 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ofertta

Mestrado em Estudos da Criança
1″ Fase: 20 de maio a 21 de junho 2013
Seriação – 20 de julho
Inscrições – de 25 de julho a 07 de agosto

2″ Fase (vagas sobrantes da 1ª fase): 26 de agosto a 11 de setembro 2013 –  CANDIDATURA ON-LINE
Contactos: Telf.: (+ 351) 253 601 261 I E-mail: sec-mec-ac@ie.uminho.pt

Informação de Interesse

Os Mestrados académicos revelam para efeitos de progressão na carreira, nos termos do art° 54 do Decreto-lei nº 75/2010 de 23 de junho (Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básicos e Secundários).

Doutoramento em Estudos da Criança
1ª Fase: 20 de maio a 21 de junho 2013
Seriação – 20 de julho
Inscrições – de 25 de julho a 07 de agosto

CANDIDATURA ON-LINE
2ª Fase (vagas sobrantes da 1ª fase): 26 de agosto a 11 de setembro 2013
Contactos: Telf.: (+ 351) 253 601287 I E-mail: sec-dout@ie.uminho.pt

Informação de Interesse

O Doutoramento em Ciências da Educação e o Doutoramento em Estudos da Criança relevam para efeitos de progressão na carreira, nos termos do art° 54 do Decreto-Lei nº 75/2010, de 23 de junho (Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário).

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