Bater nos filhos aumenta risco de doença na idade adulta

Abril 16, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 28 de março de 2019.

Efeitos do consumo de álcool e tabaco podem começar logo aos 17 anos

Setembro 18, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 29 de agosto de 2018.

Consumo de álcool e tabaco a partir dos 17 anos cria problemas precoces, como o bloqueio de artérias. Mas abrandar o consumo pode reverter a situação a tempo de problemas maiores.

Os adolescentes que começam cedo a beber álcool e a fumar podem ter problemas nas artérias logo a partir dos 17 anos, revela um estudo publicado no European Heart Journal. Entre 2004 e 2008, os investigadores acompanharam 1.266 jovens da área Bristol, no Reino Unido, procurando saber quantos cigarros tinham fumado e com que idade tinham começado a beber álcool.

Os resultados mostraram que aqueles que já tinham fumado mais de 100 cigarros ou que bebiam mais regularmente apresentavam uma maior rigidez das artérias — algo que aumenta o risco de ataque cardíaco ou derrame — do que aqueles que tinham fumado menos do que 20 cigarros ou que consumiam menos do que duas bebidas alcoólicas por dia. Estes problemas podem começar logo aos 17 anos e pioram nos casos dos jovens que acumulam os dois hábitos.

Apesar de tudo, é possível reverter estes efeitos, explicou um dos autores do relatório: “Se os adolescentes pararem de fumar e beber durante a adolescência, as artérias voltam ao normal — o que mostra que há oportunidade de preservar a saúde das artérias desde cedo”.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Early vascular damage from smoking and alcohol in teenage years: the ALSPAC study

 

Quando a menstruação chega antes dos 12, a saúde fica em risco

Fevereiro 21, 2018 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.dn.pt/ de 5 de fevereiro de 2018.

Joana Capucho

As raparigas que têm a primeira menstruação antes dos 12 anos têm mais riscos de desenvolver doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais na idade adulta, diz estudo

“Lembro-me perfeitamente de que o meu período veio num dia de agosto, quando eu tinha 9 anos, a dois meses de fazer 10.” Como a mãe ainda não tinha abordado o tema da menstruação, Susana, agora com 30 anos, não sabia o que estava a acontecer-lhe. “Recordo-me de ficar muito aflita ao ver aquele sangue.” Fartou-se de chorar, porque tinha combinado ir à praia com a tia e achava que já não ia poder ir. Não se lembra se acabou por ir ou não. “A minha mãe explicou-me o que era e foi de imediato comprar um livro para eu ler, adequado à minha idade, sobre o assunto.”

Maria M., de 14 anos, tinha ido dormir a casa de uma amiga quando teve a menstruação pela primeira vez. Tinha 10 anos. “Acordei de manhã com o pijama sujo”, recorda. Sabia que aquilo era a menstruação, mas “estava à espera de que viesse mais tarde”. Tal como Susana, era caso único na turma e, embora isso não tivesse obrigado a grandes mudanças, o corpo transformou-se. “Cresci imenso e o meu peito aumentou”, conta ao DN. Susana recorda-se de que isso também lhe causava algum “embaraço, principalmente no balneário, nas aulas de educação física, porque durante uns dois anos era a única que tinha peito”.

Esta não é a regra. A idade média da primeira menstruação – a menarca – situa-se por volta dos 12 anos. Contudo, por diversas razões, há casos em que aparece mais cedo, o que pode ter implicações no desenvolvimento físico, psicológico e na saúde global da mulher. Depois de vários estudos que a associavam à obesidade , a menarca precoce foi agora relacionada com um maior risco de doenças cardiovasculares e acidentes vasculares cerebrais.

De acordo com um estudo observacional do The George Institute for Global Health (da Universidade de Oxford), quando a primeira menstruação surge antes dos 12 anos, agravam-se os riscos de problemas cardiovasculares, tal como quando a mulher passa por um aborto espontâneo ou menopausa precoce. Margarida Dias, coordenadora de Medicina Familiar no Hospital CUF Descobertas, diz que é sabido que a menarca precoce “pode influenciar vários aspetos do desenvolvimento físico e psicológico harmonioso e, por isso, pode ter impacto significativo na saúde global da rapariga”.

Uma das consequências mais evidentes, adianta a médica, “é uma estatura mais baixa quando adulta, pela alteração do crescimento do esqueleto, condição que pode implicar tratamento hormonal.” Outros aspetos importantes são “a maior incidência de obesidade infantil, que tenderá a persistir pela idade adulta, bem como risco aumentado de hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, acidente vascular cerebral, pela exposição precoce aos estrogénios”.

Existem também implicações na esfera psicológica. Quando a menstruação surge demasiado cedo, o corpo também se altera antes do que estava previsto e numa altura em que os colegas ainda não têm sinais sexuais secundários. Marcela Forjaz, especialista em ginecologia/obstetrícia, diz que “se fisicamente a rapariga se sente diferente dos amigos, psicologicamente não está no entanto preparada para “enturmar” com crianças mais velhas, e isso causa alguns desajustes”.

Segundo a ginecologista, “a idade em que aparece a primeira menstruação depende de vários fatores como a geografia, a luminosidade do país e da estação em curso, o estado de nutrição, a prática de desporto, a genética”. Por cá, a idade média é 12,88 anos, mas, lembra Margarida Dias, tem vindo a diminuir. Na Europa, no século XIX, situava-se nos 16/17 anos. De acordo com a médica, os casos de menarca antes dos 9 anos têm uma incidência de uma em cada cinco a dez mil raparigas.

Como não é uma situação frequente, Margarida Dias não sabe se os pais estão “suficientemente alertados para a globalidade das consequências da menarca precoce, sobretudo para a necessidade de avaliação médica da causa possível”. O que mais preocupa a família, frisa, são questões “relacionadas com a sexualidade e a prevenção da gravidez e com o mal-estar físico decorrente da experiência da menstruação”.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Women’s reproductive factors and incident cardiovascular disease in the UK Biobank

 

Seguir o peso corporal dos adolescentes deu um prémio

Dezembro 22, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do https://www.publico.pt/ de 11 de dezembro de 2017.

Flutuações de gordura corporal ao longo da adolescência influenciam o aparecimento de factores de risco de doença na idade adulta – um estudo português agora reconhecido com um prémio de 20 mil euros.

Raquel Dias da Silva

Uma equipa de investigadores do Instituto de Saúde Pública e da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto estudou a forma como as flutuações de gordura corporal ao longo da adolescência influenciam o aparecimento de factores de risco de doenças na idade adulta. Concluiu-se que, além da quantidade, também a duração do excesso de gordura tem impacto no aumento dos riscos associados à obesidade. E, esta segunda-feira, os autores do trabalho receberam um prémio de 20 mil euros, atribuído pela Sociedade de Ciências Médicas de Lisboa (SCML) e pela empresa farmacêutica Merck Sharp & Dohme (MSD).

Foram usados dados de 2253 participantes do projecto Epidemiological Health Investigation of Teenagers in Porto (Epiteen), um estudo longitudinal, iniciado em 2003, que pretendia compreender de que forma os hábitos e os comportamentos adquiridos na adolescência se reflectem na saúde do adulto (e que tem agora continuidade no Epiteen24). Os jovens, na altura a frequentar escolas no Porto, foram avaliados aos 13, 17, 21 e 24 anos de idade em vários parâmetros (peso, altura, pressão arterial e resultados de análises ao sangue).

“Pretendemos avaliar o efeito da duração e do grau de adiposidade, desde a adolescência até ao início da idade adulta, na pressão sanguínea e na resistência à insulina aos 24 anos”, afirmam os investigadores no artigo científico, publicado este ano na revista International Journal of Obesity. E que lhes valeu o Prémio SCML/MDS em Saúde Pública e Epidemiologia Clínica, entregue esta segunda-feira no Palácio da Bemposta em Lisboa. “O que distingue claramente este trabalho é o tempo de seguimento que nos permite perceber a evolução e não é fácil medir os mesmos indivíduos durante dez anos. Os heróis são os participantes que se têm mantido sempre disponíveis”, afirma ao PÚBLICO a especialista em saúde pública Elisabete Ramos, co-coordenadora da equipa.

E os resultados confirmaram o esperado, de acordo com a investigadora. Quanto maior o índice de massa corporal, maior o risco de doenças cardiovasculares, por exemplo enfartes, e também de diabetes. Para além disso, além da quantidade, também a duração do excesso de gordura corporal é relevante. Concluiu-se, então, que os indivíduos que apresentam maior adiposidade durante a adolescência têm valores superiores de pressão arterial e de resistência à insulina na idade adulta, neste caso aos 24 anos. “Foi nosso objectivo mostrar como o que acontece durante a adolescência tem repercussões na idade adulta”, afirma Elisabete Ramos. “O problema não começa só quando começa a doença. É importante promover trajectórias de crescimento mais saudáveis.”

O artigo citado na notícia é o seguinte:

Duration and degree of adiposity: effect on cardiovascular risk factors at early adulthood

 

 

“Bullying” na infância tem consequências futuras

Julho 29, 2017 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.paisefilhos.pt/ de 12 de julho de 2017.

O “bullying” durante a infância poderá acarretar consequências duradouras negativas para a saúde, apurou um estudo da Universidade de Pittsburgh (EUA) que seguiu um grupo de mais de 300 homens desde o início da escola primária até aos 30 e poucos anos.

Considerando que o “bullying” leva a interações interpessoais stressantes, tanto para os perpetradores como para as vítimas, a equipa pôs como hipótese o facto de uns e outros correrem um maior risco de problemas de saúde relacionados com o stresse. Para testar a sua teoria, a equipa recrutou participantes do Estudo sobre a Juventude de Pittsburgh (“Pittsburgh Youth Study”) que incluía 500 rapazes que tinham frequentado as escolas públicas daquele estado norte-americano em 1987-8. Mais de metade dos rapazes eram negros e quase 60 por cento recebia apoios financeiros.

Os investigadores recolheram informação junto das crianças, pais e professores sobre comportamentos relacionados com “bullying” quando os rapazes tinham entre 10 e 12 anos, assim como efetuaram avaliações regulares sobre fatores de risco psicossociais, biológicos e comportamentais para o declínio da saúde.

A equipa conseguiu anos mais tarde recrutar mais de 300 participantes no estudo original, os quais foram analisados relativamente a níveis de stresse, historial médico, alimentação e exercício físico e estatuto socioeconómico, tendo a maioria também efetuado análises ao sangue, avaliações inflamatórias e medidas de altura e peso. Foi apurado que tanto os perpetradores como as vítimas de “bullying” na infância apresentavam fatores de risco para uma saúde física debilitada.

Mais especificamente, os rapazes autores de “bullying” tendiam a ser mais agressivos e a fumar na idade adulta, que são fatores de risco para as doenças cardiovasculares e oncológicas. Já as vítimas apresentavam uma propensão para terem mais dificuldades financeiras, menores rendimentos, experiências de vida mais stressantes e de sentirem que eram tratados de forma injusta, também fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

mais informações na notícia:

Childhood bullying linked to health risks in adulthood

 

 

TV em excesso leva a hipertensão infantil

Março 6, 2015 às 2:02 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do site  http://www.paisefilhos.pt  de 2 de março de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Incidence of high blood pressure in children — Effects of physical activity and sedentary behaviors: The IDEFICS study: High blood pressure, lifestyle and children

Ver televisão mais de duas horas por dia aumenta o risco de as crianças desenvolverem doenças cardiovasculares, com destaque para a hipertensão. Se a isso se somar baixos níveis de atividade física, cria-se a receita perfeita para patologias coronárias em mais de 50 por cento dos casos de menores entre os dois e os dez anos. Estas conclusões fazem parte de um estudo realizado em oito países europeus, que procurou avaliar a relação entre o tempo passado em frente e a saúde do sistema cardíaco pediátrico.

A equipa responsável pelo trabalho, publicado no “International Journal of Cardiology” encontra-se sedeada na Universidade de São Paulo e é liderada pelo catedrático Augusto Cesar de Moraes, que não hesita em apontar uma ligação direta entre “o número de novos casos de hipertensão infantil com o aumento dos comportamentos sedentários”, dos quais o tempo passado em frente ao ecrã é o mais comum.

Para além dos riscos que correm na infância e adolescência, estas crianças estão também na calha para sofrerem de “doença cardíaca isquémica” quando chegam à idade adulta. O mesmo responsável recorda que durante os dois anos que durou a pesquisa foi detetada uma “alta incidência” de hipertensão pediátrica – 110 casos em cada mil crianças. E conclui: “este números são preocupantes, dado que o sedentarismo que se tem na infância segue habitualmente durante o resto da vida”.

Não existem medidas específicas para diagnosticar a hipertensão infantil, mas os profissionais de saúde consideram que se está perante a doença se a criança apresentar números superiores a 95 por cento dos seus pares com a mesma idade, altura e género.

 

 

Os bons hábitos de criança podem melhorar até 35% a saúde cardiovascular dos adultos

Março 5, 2015 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.20minutos.es    de 15 de fevereiro de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Cumulative Effect of Psychosocial Factors in Youth on Ideal Cardiovascular Health in Adulthood: The Cardiovascular Risk in Young Finns Study

GTRES

  • También se asocian a un 14% más de IMC normal, un 12% más de no ser fumador y un 11% más de mantener niveles correctos de glucosa.
  • Más del 60% de los hábitos de vida se adquieren durante la infancia y por ello conviene incidir sobre hábitos preventivos desde las escuelas.

La salud del adulto se siembra, en gran medida, en la infancia. La presencia de factores psicosociales positivos durante la infancia y la juventud, de los 3 a los 18 años, aumenta el índice de salud cardiovascular en la edad adulta. Lo asegura un estudio realizado en Finlandia y que se publica en la revista Circulation.

Esta investigación concluye que los niños y adolescentes que tenían mayor presencia de estos factores favorables (entorno socioeconómico, el entorno emocional, los hábitos saludables de los padres, la ausencia de posibles acontecimientos estresantes, la capacidad de autorregulación del niño y su adaptación social) durante la infancia también tenían un 35% más de probabilidades de tener una buena salud cardiovascular en la edad adulta en comparación con los que presentaron menos factores favorables.

El estudio ha contado con un total de 1.089 participantes de edad comprendida entre los tres y los dieciocho años. Los investigadores registraron los niveles de ciertos indicadores de riesgo cardiovascular (índice de masa corporal, presión arterial y colesterol) y, mediante un exhaustivo test, la presencia de distintos factores psicosociales favorables. Veintisiete años más tarde, cuando los participantes se encontraban entre los 30 y los 45 años de edad, los investigadores evaluaron el estado de salud cardiovascular de todos ellos mediante distintos indicadores de riesgo (el índice de masa corporal, la practica de actividad física semanal, el tabaquismo, la dieta equilibrada y los niveles de presión arterial, de colesterol y de glucosa en sangre).

Tras el análisis de los resultados se ha observado que una mayor exposición a factores psicosociales positivos se asocia a un 14% más de probabilidades de mantener un índice de masa corporal (IMC) normal, a un 12% más de probabilidades de no ser fumador y a un 11% más de probabilidades de mantener unos niveles de glucosa correctos en la edad adulta. Además, de los factores psicosociales específicos, un entorno socioeconómico favorable y una mayor capacidad de autorregulación por parte del niño, son los factores que aportan un mayor beneficio a la salud cardiovascular en la edad adulta.

La Fundación Española del Corazón (FEC) recuerda que un 60% de los hábitos de vida se adquieren en la infancia y que el trabajo preventivo en edades tempranas es fundamental para lograr reducir el impacto y la gravedad de las enfermedades cardiovasculares. “Resulta vital hacer énfasis sobre la prevención cardiovascular desde las escuelas”, asegura Leandro Plaza, presidente de la FEC.

“Hay que priorizar la importancia de una alimentación cardiosaludable y de la práctica periódica de actividad física para abordar, desde la infancia, problemas de salud como la obesidad y el sedentarismo” explica el doctor. Y añade: “La adopción de hábitos saludables y los consejos sobre prevención deberían ser tan importantes como cualquier otra asignatura”.

El presidente de la Fundación Española del Corazón recuerda que “son muchos los niños y niñas que desayunan y comen en su centro escolar. Por ello, es el momento y el lugar perfecto para inculcar la importancia de una alimentación cardiosaludable, entre otros”. Por ello sugiere que, “estas comidas deberían estar revisadas por nutricionistas, capaces de planificar una dieta sana y equilibrada que inculque a los niños una alimentación correcta y saludable”.

 

 

Estudo Crianças felizes serão adultos saudáveis

Janeiro 27, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do site http://www.noticiasaominuto.com  de 13 de janeiro de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Cumulative Effect of Psychosocial Factors in Youth on Ideal Cardiovascular Health in Adulthood: The Cardiovascular Risk in Young Finns Study

DR

Um estudo realizado na Universidade de Helsínquia revela que as crianças que têm uma infância feliz serão adultos saudáveis, revela um estudo da Universidade de Helsínquia, citado no Medical News Today.

Crianças felizes, adultos saudáveis. Este bem que poderia ser o slogan de alguma campanha, mas na verdade é a conclusão de um estudo da Universidade de Helsínquia.

Segundo o Medical News Today, as crianças com experiências psicossociais favoráveis, ou seja, com uma infância feliz, têm tendência a tornarem-se adultos com corações mais saudáveis.

Este estudo finlandês indica que as crianças que vivem em ambientes familiares mais estáveis, tanto a nível emocional como financeiro, tendem a comer alimentos mais saudáveis, algo que no futuro se traduzirá em mais saúde. Além disso, as crianças com infâncias mais felizes e ‘casas menos descomplicadas’ aprendem a controlar desde cedo a agressividade e impulsividade, o que faz com que na idade adulta tenham menos problemas a nível cardiovascular.

O estudo em causa inclui 3.577 crianças com idades entre os três e os 18 anos. Primeiramente, foi medida a situação socioeconómica, a estabilidade social, os comportamentos de saúde e os momentos de stresse dos pais. Depois, e passados 27 anos, foram analisados os mesmos fatores em 1.089 crianças – agora adultos.

Uma das conclusões indica que os menores mais felizes têm 14% de hipóteses de terem o peso normal na idade adulta, 12% de não serem fumadores e 11% de terem, no futuro, níveis de glucose mais saudáveis do que as crianças que tiveram infâncias menos felizes ou em famílias disfuncionais.

Laura Pulkki-Raback, uma das mentoras do projeto, alerta para o facto de as atitudes dos pais conseguirem moldar a personalidade e a saúde dos filhos, dando exemplos de pais com problemas de álcool ou drogas, que tendem a dar menos atenção aos filhos que, por seu turno, podem adotar hábitos menos saudáveis.

 

 

 

Filhos de mães obesas sofrem maior risco de morte prematura

Setembro 10, 2013 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Tribuna da Madeira de 23 de Agosto de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Maternal obesity during pregnancy and premature mortality from cardiovascular event in adult offspring: follow-up of 1 323 275 person years

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estudo

Preferência pelos doces definida na vida fetal

Agosto 21, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 1 de Agosto de 2013.

Estudo citado na notícia:

A maternal junk food diet alters the response of the mesolimbic reward system to naloxone in offspring post-weaning

Media Alert da Society for the Study of Ingestive Behavior (SSIB

Os bebés que sofrem subnutrição durante a gravidez tornam-se indivíduos com tendência a comer mais açúcar e gordura e menos frutas e vegetais, aumentando o risco de sofrerem de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e aterosclerose.

A conclusão foi apresentada na Reunião Anual da Sociedade para o Estudo do Comportamento de Ingestão (SSIB), nos Estados Unidos.

Segundo os investigadores, os recém-nascidos reagem ao sabor doce demonstrando expressões de prazer, tais como mexer a língua ou chupar o dedo. No estudo, crias de ratos descendentes de fêmeas que experimentaram subnutrição (e, portanto, tiveram um crescimento intra-uterino restrito) receberam uma gota de solução de sacarose (açúcar) ou água no seu primeiro dia de vida. Quando comparados aos controlos, os recém-nascidos cujas mães haviam sofrido com a falta de nutrientes demonstram uma resposta mais intensa e prolongada ao açúcar.

Desta forma, é natural que ao longo da vida procurem mais estes sabores e, consequentemente, tenham maior risco de doenças consequentes de uma má alimentação.

Os cientistas destacaram ainda o facto de a “programação” dos hábitos alimentares ser criada ainda dentro da barriga.

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