Bater nos filhos aumenta risco de doença na idade adulta

Abril 16, 2019 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 28 de março de 2019.

Quando um dos irmãos é doente, o saudável esconde as emoções, diz estudo

Agosto 9, 2018 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 27 de julho de 2018.

Agência Reuters

Crianças saudáveis com irmãos doentes podem suprimir as suas necessidades, à medida que se adaptam à mudança da dinâmica familiar, pois esta passa a estar focada no cuidar da criança doente, diz uma metaanálise feita na Universidade de Lancaster no Reino Unido.

Embora pareça óbvio admitir que crianças saudáveis possam experimentar emoções fortes – da raiva ao medo, passando pelo stress –, a maior parte da investigação nesta área concentrou-se no que os pais afirmam sobre os seus filhos saudáveis. Estes tendem a pensar que os filhos estão a lidar bem com a situação de ter um irmão doente. Agora, esta nova metaanálise, que foi feita a partir de vários estudos em que foi perguntado às crianças (e não aos pais) como se sentiam por viver com um irmão doente, demonstra que os miúdos saudáveis também sofrem e nem sempre lidam bem com a situação.

“A novidade encontrada foi que, para os irmãos saudáveis satisfazerem as suas necessidades emocionais, adaptam o seu comportamento e identidade ao longo do tempo, de maneira a adequar-se às necessidades da família, que está concentrada no irmão doente”, resume o principal autor do estudo, Antoinette Deavin.

Portanto, o irmão saudável sente que “precisa de suprimir as suas necessidades emocionais”, precisa Deavin, por e-mail à Reuters. Isso pode fazer com que os pais olhem para ele e estejam convencidos que está tudo a correr bem e, por consequência, negligenciam-no, continua.

Alguns irmãos saudáveis dizem ter uma experiência positiva quando participam em actividades relacionadas com os irmãos doentes. Por exemplo, ajudar nas tarefas domésticas, preparar refeições, supervisionar ou ajudar o irmão doente. Mas quando os pais tentam proteger os saudáveis de saber coisas sobre a doença do irmão, as crianças sentem que não podem expressar os seus próprios problemas, preocupados em não sobrecarregar os pais.

Esta metaanálise não teve em conta os estudos já feitos sobre como é que a saúde mental destes jovens pode ser afectada. Esses revelam que, em alguns casos, as crianças podem sofrer de depressão ou ansiedade por sentirem que os pais dão um tratamento preferencial aos irmãos doentes. Outras vezes, a doença pode aproximar os irmãos. O que este estudo vem reafirmar é que, em caso de uma criança com uma doença crónica, é importante que não só os pais, mas também os outros filhos tenham um apoio psicológico.

 

 

O seu filho está doente e tem de faltar ao trabalho? Há um subsídio para si

Maio 18, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 13 de maio de 2016.

observador

O subsídio para assistência a filhos corresponde a 65% da remuneração de referência do progenitor e pode estender-se até 31 dias por ano.

O Contas Connosco é um espaço de informação que tem como objetivo melhorar a sua relação com o dinheiro. Agrega num único espaço várias temáticas relacionadas com a gestão do dinheiro, das finanças pessoais e direitos ou deveres de todos nós. Clarifica os temas que são confusos ou pouco claros e aconselha sempre que possível. Procura não só esclarecer as pessoas como ajudá-las a aumentar a sua qualidade de vida, através de informação útil e prática.

Sabia que tem direito a um apoio em dinheiro da Segurança Social durante os dias em que se ausenta do trabalho para cuidar de um filho doente ou acidentado? Chama-se subsídio para assistência a filho e é aplicável independentemente da idade e seja ele biológico, adotado ou do cônjuge.

No caso de o filho ter menos de 12 anos, o progenitor tem direito a faltar ao trabalho até 30 dias por ano, seguidos ou interpolados, ou durante todo o período de eventual hospitalização, recebendo o respetivo apoio financeiro durante esse período. Já se o filho tiver mais de 12 anos o número de dias cai para 15 por ano, no máximo. A estes dias acresce ainda mais um por cada filho além do primeiro.

A idade porém não conta quando se trata de uma doença crónica ou de uma deficiência. Nestes casos os progenitores têm sempre direito a 30 dias por ano. E em nenhuma situação o apoio da Segurança Social pode ser usado cumulativamente pela mãe e pelo pai.

Mas para poder receber este subsídio, o progenitor tem de preencher vários requisitos. Tem, desde logo, de ter descontos durante seis meses (seguidos ou interpolados) e em dia e o outro progenitor tem de estar a trabalhar.

Além disso, tem de ser trabalhador por conta de outrem, a contrato, ou ser beneficiário do Seguro Social Voluntário (trabalhadores de navios de empresas estrangeiras ou bolseiros de investigação), ou estar a receber uma pensão de invalidez relativa, de velhice ou de sobrevivência e a trabalhar e a fazer descontos para a Segurança Social.

Também os trabalhadores na pré-reforma com redução de horário, os desportistas profissionais e os trabalhadores bancários podem beneficiar deste subsídio, que não pode ser acumulado com rendimentos do trabalho, subsidio de desemprego, de doença e outras prestações sociais (à exceção do rendimento social de inserção e o complemento solidário para idosos).

O subsídio para assistência a filho corresponde a 65% da remuneração de referência do progenitor que o pede e que corresponde à média de todas as remunerações declaradas à Segurança Social pela entidade empregadora nos primeiros seis meses dos últimos oito meses, excluindo subsídios de férias e Natal. Para salvaguardar que os rendimentos muito baixos não recebam um apoio demasiado baixo, a Segurança Social estabeleceu um valor mínimo diário: 11,18 euros.

O apoio tem de ser pedido nos seis meses a contar do dia em que o progenitor deixa de trabalhar para prestar assistência ao filho, através da Segurança Social Direta, dos serviços de atendimento da Segurança Social ou por correio para o centro distrital da área de residência.

Pode consultar toda a informação necessária no Guia Prático – Subsídio para Assistência a Filho da Segurança Social.

 

 

 

Moda de não vacinar faz renascer doenças quase erradicadas

Junho 21, 2011 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 8 de Junho de 2011.

A moda de não vacinar crianças está a fazer a Europa recuar anos na luta contra doenças quase erradicadas e que hoje voltam a matar, como é o caso do sarampo. Portugal é, por enquanto, uma exceção.

Lusa – Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico

Contactada pela Lusa a propósito do Dia Mundial da Imunização, que se assinala na quinta-feira, a subdiretora-geral da Saúde, Graça Freitas, disse que são vários os países europeus onde a moda de não vacinar os filhos está a fazer voltar doenças quase erradicadas, como o sarampo.

Um alerta emitido pelo Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças revela que o declínio da vacinação, causado por grupos de pessoas anti vacinas, está na origem do aumento da incidência de antigas doenças infeciosas.

A Portugal ainda é exceção, com uma boa taxa de cobertura e sem casos registados.

Como ajudar crianças e adolescentes – Jornada de Formação

Maio 2, 2011 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Mais informações Aqui

1º Conferência Cuidar + “Bem-me-quer, Bem-me-cuida” Cuidados Pediátricos e Competências Parentais

Novembro 24, 2010 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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