“Olá, eu sou o judeu» Antissemitismo nas escolas

Julho 4, 2018 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site Swissinfo de 26 de junho de 2018.

Por Sibilla Bondolfi

Jovens judeus visitam classes da rede pública suíça para responder a perguntas sobre o judaísmo para evitar a desinformação que gera o anti-semitismo. Intitulado “Likrat”, esse projeto de diálogo é tão bem-sucedido que os países vizinhos, como Alemanha e Áustria, estão também adotando-o.

Hinwil, na região de Zurique Oberland: a maioria dos jovens daqui nunca viu um judeu, muito menos falou com um. Há muitos anos que não existe mais uma comunidade judaica nessa região rural.

Os jovens se dirigem para uma sala de aula onde as cadeiras foram organizadas em círculo. Duas moças, vestidas de maneira moderna, com longos cabelos castanhos, sentam-se no meio. Uma delas rapidamente retoca sua maquiagem.

Nesse momento, pode acontecer que um aluno exclame: “Mas onde está o judeu?” E Liora, uma das duas belas moças do projeto, responde: “Eu sou o judeu”.

Superando os preconceitos que precedem o anti-semitismo

Cenas como essa em um encontro do Likrat podem ser vistas no documentário de Britta Wauer, ganhadora do Prêmio Grimme, um dos grandes prêmios da televisão pública alemã (no link abaixo, em suíço-alemão, com legendas em francês):

O Likrat é um projeto de diálogo da Federação Suíça de Comunidades Judaicas (FSCI), realizado desde 2002 na Suíça de língua alemã e desde 2015 na Romandie (Suíça francófona). Em cada encontro, dois jovens judeus visitam uma escola e respondem perguntas sobre o judaísmo, em uma média de cem reuniões por ano em todo o país.

A ideia é quebrar os preconceitos antes que o anti-semitismo possa se firmar. “Há vinte anos, a comunidade judaica da Suíça confrontou-se com diferentes acontecimentos que tornaram os velhos preconceitos parcialmente aceitáveis ​​novamente na sociedade”, diz Jonathan Kreutner, secretário geral do FSCI, referindo-se ao nascimento do projeto.

Nenhum tema é tabu

Com sua colega, Liora responde a perguntas sobre sua vida como judia. Pode-se perguntar sobre qualquer coisa. “Sem tabus”, confirma Liora. E as perguntas afloram: “Seu pai tem cachos nas têmporas?”

“Em geral, as crianças e os jovens fazem perguntas sobre o dia a dia, roupas, amor ou necessidades alimentares”, observa Jonathan Kreutner. “Dependendo das circunstâncias, pode ser um pouco mais controverso, quando se trata dos clichês sobre a aparência típica dos judeus, por exemplo. Mas essas questões são perfeitamente normais, e não têm nada a ver com ódio.

Um modelo de sucesso – também para outros países

Na Suíça, o Likrat é um sucesso total, e o modelo já foi exportado para a Alemanha, a Áustria e a Moldávia. E de acordo com Jonathan Kreutner, outros países seguirão. “Um projeto de diálogo” feito na Suíça “se tornará global. Isso obviamente nos deixa contentes”.

Na Alemanha, em particular, o anti-semitismo e o assédio religioso nas escolas tomaram as manchetes nos últimos meses. O fato de os agressores serem frequentemente filhos de pais turcos ou árabes reviveu o debate sobre o anti-semitismo muçulmano e a política de migração.

Existe também na Suíça anti-semitismo de parte de crianças muçulmanas ou de origem imigrante?” Até agora, não sabemos muito dos jovens ou de seus pais”, diz Jonathan Kreutner. “Mas a maioria das crianças e jovens judeus já vivenciou provocações, até mesmo insultos por causa de sua religião, mesmo na Suíça”. E é aí que entra o projeto Likrat.

O projeto foi também estendido a adultos. Com o Likrat Public, os jovens ajudam empresas ou hotéis a entender melhor seus clientes judeus. Que esses workshops são necessários, não há dúvidas, graças a casos como o “erro” de um hotel em Graubünden que havia postado um lembrete para seus hóspedes judeus pedindo-lhes para tomar um banho antes e depois de usarem a piscina.

Você pode entrar em contato com a autora desta matéria @SibillaBondolfi no FacebookLink externo ou no TwitterLink externo.

 

Mutilação genital afetou mais de 6500 mulheres em Portugal

Fevereiro 6, 2017 às 5:08 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da http://www.rtp.pt/noticias/ de 6 de fevereiro de 2017.

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RTP

São mulheres oriundas principalmente das comunidades africanas e foram vítimas de mutilação genital feminina. Inês Leitão é a autora do documentário “Este é o meu corpo”, que no dia internacional de tolerância zero à mutilação genital feminina dá a conhecer a realidade destas mulheres.

Inês Leitão refere que se estima em 6576 o número de mulheres que sofreram esta prática ritual, sendo a maioria oriunda da Guiné-Bissau. A autora do documentário refere contudo que é também esta comunidade que agora mais denuncia a prática ancestral. O documentário “Este é o meu corpo”, que aborda a realidade de mulheres

 

Sonita – filme/documentário sobre uma adolescente afegã que luta pelos direitos das mulheres – 4 e 5 novembro no Centro Cultural Olga Cadaval

Outubro 21, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Vencedor do Grande Prémio do Júri 2016 Sundance Film Festival e Audience Award for World Cinema Documentary, Sonita é um filme/documentário sobre uma adolescente afegã determinada, que vive no Teerão e que sonha ser uma rapper famosa. No Irão, o governo não permite que as raparigas se destaquem na música (nem nas artes em geral). Segundo a tradição, o destino de uma jovem da sua idade seria tornar-se numa noiva adolescente para que a sua família recebesse o dote. Sonita munida de paixão e persistência, vai entretanto tornar-se numa activista. Investindo no seu sonho de se tornar rapper, ela vai lutar pelos direitos das mulheres tentando transformar os obstáculos em oportunidades.
Rokhsareh Ghaem Maghami, Irão, 2014, 90′
https://ff.hrw.org/film/sonita

https://www.facebook.com/events/1079183645534520/

 

Não podemos ajudar crianças sem ajudarmos os adultos que cuidam delas

Junho 1, 2016 às 10:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 29 de maio de 2016.

Agência Lusa

O documentário tem 90 minutos, é apoiado pela Unicef, e parte da ideia de que o desenvolvimento dos bebés não depende só do ADN, mas da interação com o ambiente e com aqueles que o rodeiam.

Um filme apoiado pela UNICEF apela aos líderes mundiais que invistam na primeira infância, “o melhor investimento que pode ser feito na humanidade”, e sugere que o segredo está em apoiar os adultos que cuidam delas.

“A janela mais eficiente que temos de criar uma sociedade criativa, igualitária, democrática e livre é na primeira infância”, disse à Lusa Estela Renner, a realizadora do filme “O Começo da Vida”, que será divulgado na quarta-feira, para assinalar o Dia da Criança.

Filmado na Argentina, Brasil, Canadá, China, França, Itália, Quénia e Estados Unidos, o documentário, de 90 minutos, parte da ideia de que os bebés se desenvolvem, não apenas a partir do seu ADN, mas da combinação entre a carga genética e as interações com aqueles que os rodeiam: a mãe, o pai, os avós, os irmãos, mas também a natureza ou as brincadeiras.

Com base em entrevistas a especialistas e famílias de diferentes estratos sociais em todos os países abrangidos, o filme da brasileira Estela Renner lembra que “um cérebro forte acontece a partir das ligações entre os neurónios e essas ligações só solidificam, só ficam permanentes se tiverem acontecido dentro de uma experiencia de qualidade, afetuosa e significativa”.

Como diz no filme o economista Flávio Cunha, da Universidade Rice, em Houston, EUA, “o afeto é a fita isolante das ligações entre os neurónios”.

Logo, defende a realizadora, o investimento deve ser feito “na qualidade das interações nos primeiros anos de vida”, nomeadamente através de apoios à parentalidade e na qualidade da formação dos cuidadores em creches e instituições.

“Se o pai ou a mãe está quatro horas no transporte público, o que acontece em muitos países em desenvolvimento, ele não tem mais energia para dar para o seu filho”, exemplifica.

E acrescenta: “Muitas famílias que eu entrevistei sabiam muito bem o que os seus filhos precisavam, mas eles não tinham o que comer. Eles sabem que brincar é importante, que ouvir os seus filhos é importante, mas como ter uma mente tranquila para poderem interagir com os filhos?”.

No filme, o Nobel da Economia James Heckman diz que “cuidar dos bebés é o melhor investimento que pode ser feito na humanidade” e cita um estudo que realizou nos EUA e que concluiu que cada dólar investido nos primeiros anos de vida resulta num retorno de sete a dez dólares para o Estado ao longo da vida, nomeadamente em poupanças em centros de detenção e recuperação.

“O que descobrimos é que há um retorno de sete a 10% por ano, o que é um retorno muito grande, muito mais elevado do que a bolsa nos EUA”, diz o economista.

Também entrevistada no documentário, Leah Ambwaya, ativista pelo direito das crianças e presidente da fundação queniana Terry Children, defende que “um Governo que leve a sério o desenvolvimento das crianças ou o futuro das suas crianças é um Governo que investe na parentalidade, criando oportunidades para os pais que lhes permitam ter qualidade de vida com os filhos”.

O problema, diz Jack Shonkoff, diretor do Centro para a Criança em Desenvolvimento, da Universidade de Harvard, é que muitas vezes os políticos querem ajudar as crianças, mas não querem apoiar os adultos.

“Mas a ciência diz-nos que não podemos ajudar crianças sem ajudarmos os adultos que cuidam delas”, alerta.

Estela Renner vai mais longe: “Quando a gente diz que é preciso uma vila para cuidar de uma criança, precisamos de uma vila para cuidar do adulto que está a cuidar dessa criança”.

Para a realizadora, de 42 anos, essa responsabilidade não é só dos políticos e das instituições. É de todos.

“Dizer: eu faço um bom trabalho com os meus filhos, está suficiente. Não está. Tem de fazer um bom trabalho para todos os filhos. Somos todos responsáveis”, defende.

 mais informações:

http://www.unicef.pt/18/site_pr_unicef_lancamento_filme_o_comeco_da_vida_2016_05_25.pdf

 

 

Conferência Depois do Espanto – 20 e 21 de maio no CCB

Maio 14, 2016 às 5:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Manuel Moreira

mais informações:

https://www.ccb.pt/Default/pt/Programacao/ConferenciasCursosEOutros?A=534

La philosophie: un bienfait pour les enfants

Dezembro 25, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.philomag.com de 23 de julho de 2015.

Une étude britannique parue le 8 juillet 2015 évalue les bienfaits de la philosophie pour les enfants. Elle en démontre les effets positifs sur la réussite scolaire globale des élèves et plus particulièrement un lien avec des progrès significatifs en mathématique et en lecture.

« Que nul, étant jeune, ne tarde à philosopher » selon l’enseignement d’Épicure. L’idée semble admise aujourd’hui : la philosophie serait un bienfait pour les enfants. En témoignent le succès des ateliers et des goûters philo, des albums jeunesse et des petites conférences.

Lire aussi le dossier « Comment pensent les enfants »

Mais en réalité que sait-on de cette prétendue posture philosophique innée des plus jeunes et des bienfaits d’un tel enseignement ? Le documentaire Ce n’est qu’un début est allé voir de plus près, en 2010, tirant un bilan empirique de ces tentatives d’exercice précoce de la philosophie, auprès des classes de maternelles.

Une étude britannique, dont les résultats ont été publiés le 8 juillet 2015, s’est attelée, entre janvier et décembre 2013, à une démonstration scientifique, en imaginant un protocole pour évaluer les effets de la philosophie auprès des enfants d’école primaire.

Ce n’est pas une première. Près d’une dizaine d’études ont déjà été menées depuis les années 1990 en Grande Bretagne, montrant les apports de la philosophie pour enfants relativement aux capacités de raisonnement logique, d’esprit critique et de lecture. Cependant, chacune de ces études ont porté sur un échantillon réduit d’élèves et selon un protocole non systématique. C’est à cette limite qu’entend répondre l’étude initiée par l’Education Endowment Foundation, une association caritative indépendante pour la promotion de l’éducation auprès des jeunes déshérités, en lien avec l’université de Durham (Royaume-Uni). Menée auprès d’une cinquantaine d’écoles et de près de 3000 enfants.

Les conclusions majeures de cette expérience rapportent notamment que :

  • Les effets bénéfiques de la « philosophie pour enfants » en classe de primaire, sont manifestes. Les enfants ayant bénéficié de cet enseignement ont fait des progrès significatifs en mathématique et en lecture (présentant une avance de l’ordre de deux mois par rapport aux classes-témoin).
  • Les effets positifs les plus sensibles se font sentir auprès des enfants les plus défavorisés.
  • Selon les enseignants, le succès du programme tient à la régularité des séances.
  • Selon les enseignants et les élèves, enfin, les séances de philosophie ont eu un effet positif plus large, concernant la prise de parole, en terme de confiance en soi, de capacité d’écoute et d’estime de soi.

Philosophie pour enfants, de quoi parle-t-on? La philosophie pour enfants a pour objectif d’aider les plus jeunes à poser plus facilement des questions, à raisonner, à construire des arguments et à collaborer avec les autres. Cette méthode a été développée notamment par le philosophe et pédagogue Matthew Lipman dans le New Jersey à partir des années 1970. Fondée sur la libre discussion à partir de la lecture de courts textes, la méthode a essaimé au Canada francophone, puis en Europe, jusqu’en France et au Royaume-Uni, où elle porte aujourd’hui ses fruits.

Philosophie pour enfants: la méthode

Documentário analisa porquê pais japoneses deixam os filhos pequenos irem por conta própria para a escola

Outubro 30, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.ipcdigital.com de 14 de setembro de 2015.

divulgação

 por Rachel Matos

TÓQUIO – (IPC Digital) – Muitos estrangeiros no Japão ficam chocados ao ver pequenos estudantes japoneses (de 6 anos em diante) andando nas ruas ou até mesmo pegando trens e ônibus para irem e voltarem de suas escolas, sem os pais ou adultos por perto.

Enquanto estas cenas seriam considerada preocupantes em muitos países do exterior, ela é perfeitamente típica no Japão.

Para tratar sobre isso, a TV australiana SBS2 compartilhou um mini-documentário chamado de “Japan’s independent kids” no You Tube, mostrando as diferenças entre a independência de uma criança japonesa e australiana (semelhante a de muitos outros países, como no Brasil). 

O vídeo tem aproximadamente 8 minutos e está disponível logo abaixo.

O pequeno documentário começa compartilhando o provérbio japonês “kawaii ko ni wa tabi wo saseyo” que significa algo do tipo “envie seu amado filho para uma jornada”. Este provérbio diz que as crianças devem aprender a assumir os desafios e dificuldades de uma fase inicial de vida. Elas devem ser conduzidas a se socializar de modo a ficar independente e saber cuidar de si, mesmo com pouca idade. Pois não será sempre que terão seus pais por perto.

Além de ensinar a independência, analistas explicam que a sociedade e a cultura do trabalho no Japão deveriam ser completamente reorganizados se os pais fossem responsáveis pelo transporte dos filhos para a escola todos os dias. A logística de hoje não suportaria a população nas ruas e trajetos nos horários de funcionamento escolar, seja em termos de compatibilidade entre horário de escola e trabalho dos pais, seja em termos de tráfego. 

Outro fator que favorece este modelo, segundo o documentário, é o fato do Japão ter um índice muito baixo de homicídio e a sociedade estar acostumada com isto, sendo tolerante e solidária às crianças nas ruas.

As crianças no Japão são ensinadas a acreditar que qualquer pessoa pode ajudá-las no caminho, se precisarem. Enquanto em outros países as crianças são ensinadas a temerem os desconhecidos, amedrontando-as.

Para os pais japoneses não se deve proteger as crianças naquilo que ela já é capaz de fazer. Com esta concepção e estas experiências proporcionadas pela cultura, as crianças japonesas tornam-se mais independentes, mais cedo, do que crianças de outros países. 

Sem dúvida é um choque cultural, mesmo para brasileiros, deixar as crianças pequenas saírem sozinhas (ou mesmo com alguns colegas) nas ruas. 

Como foi sua própria experiência de deixar seus filhos irem para a escola por conta própria tão cedo? E as crianças, como se saíram, o que acharam? Conte-nos sobre este conflito cultural vivido por vocês!

 

 

DocLisboa’15 – Serviço Educativo – actividades para crianças

Outubro 18, 2015 às 5:51 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://doclisboa.org/2015/pedagogicas/servico-educativo/

La Cour de Babel – Documentário sobre juventude e integração na Festa do Cinema Françês

Outubro 15, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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mais informações aqui

Sinopse

São irlandeses, sérvios, brasileiros, tunisinos, chineses ou senegaleses e acabam de chegar a França….Durante um ano, Julie Bertucelli filmou os intercâmbios, os conflitos e as alegrias deste grupo de alunos com idades entre os 11 e 15 anos, todos reunidos numa mesma sala de aula para aprender francês. Neste pequeno teatro do mundo exprime-se a inocência, a energia e as contradições destes adolescentes que, animados pela mesma vontade de mudar de vida, põem em causa muitas das ideias “feitas” sobre a juventude e a integração fazendo-nos acreditar no futuro….

LISBOA › QUINTA 02 OUTUBRO › 21h00 CINEMA SÃO JORGE – Sala 1
LISBOA › SEGUNDA 06 OUTUBRO › 10h30 CINEMA SÃO JORGE – Sala 3 (sessão escolar)
LISBOA › QUARTA 08 OUTUBRO › 21h30 INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL
LISBOA › SEXTA 10 OUTUBRO › 10h30 CINEMA SÃO JORGE – Sala 3 (sessão escolar)
LISBOA › DOMINGO 12 OUTUBRO › 17h00 CINEMA SÃO JORGE – Sala 1
LISBOA › QUARTA 15 OUTUBRO › 21h30 INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL
COIMBRA › TERÇA 07 OUTUBRO › 23H00 TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
COIMBRA › QUARTA 08 OUTUBRO › 10h30 TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE (sessão escolar)
Porto › QUINTA 16 OUTUBRO › 18h30 CASA DAS ARTES
Portimão › SEXTA 10 OUTUBRO › 10h00 Teatro Municipal de Portimão (sessão escolar)
Faro › QUARTA 22 OUTUBRO › 22h00 Teatro Municipal de Faro
GUIMARÃES › SEGUNDA 03 NOVEMBRO › 21h45 Centro Cultural Vila Flor
ALMADA › QUARTA 12 NOVEMBRO › 21h30 Auditório Fernando Lopes Graça
ALMADA › DOMINGO 16 NOVEMBRO › 16h00 Auditório Fernando Lopes Graça
setúbal › SEXTA 14 NOVEMBRO › 21h30 Cinema Charlot – Auditório Municipal
BRAGA › QUINTA 30 OUTUBRO › 21h30 Theatro Circo, Sala Principal

 

Operação STOP – O que anda bem e o que anda mal na escola? Documentário

Janeiro 16, 2014 às 10:27 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site da Fundação Calouste Gulbenkian

Projetos Especiais

Operação STOP

O que anda bem e o que anda mal na escola?

Um projeto em que os alunos participam em todas as etapas de realização de um documentário que reflete sobre a realidade escolar. Duas visões opostas sobre a mesma realidade.

A imagem ganha um peso cada vez maior nos conteúdos de comunicação da sociedade contemporânea. Saber ler a imagem – conhecendo os seus mecanismos de produção, manipulação e construção de sentido – deve ocupar um lugar importante nas estratégias de aprendizagem, à semelhança do que acontece com a palavra e a língua.

O projeto Operação STOP juntou grupos de professores e alunos do ensino secundário em torno de uma oficina de vídeo para refletir sobre a realidade escolar e construir, a partir dela, pequenos documentários com mensagens contraditórias. Desta forma, a identificação dos fatores que condicionam a realidade escolar – instalações, equipamentos, relação professores/alunos, projetos extracurriculares, envolvimento dos encarregados de educação, parcerias com outros agentes locais, etc – tanto os que se constituem como fatores de inibição da inovação como os que, pelo contrário, podem ser considerados como incentivos à modernização e ao desenvolvimento, servem de base para a construção de visões opostas sobre essa mesma realidade: A minha escola NÃO / A minha escola SIM.

Ao envolver os alunos em todas as etapas da produção do documentário – guião, storyboard, escolha e preparação de cenários, condução de entrevistas, textos, filmagem e edição -, o projeto utiliza o processo de realização dos vídeo documentários como estratégia de aprendizagem.

O projeto foi desenvolvido em parceria com as Câmaras Municipais de Mondim de Basto, Óbidos, Paredes e Vila Nova da Barquinha e com as escolas Agrupamento Vertical de Escolas de Mondim de Basto, Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos, Escola Secundária de Vilela e Agrupamento de Escolas de Vila Nova da Barquinha.

Os oito vídeo documentários que foram produzidos nas escolas serão exibidos nas comunidades envolvidas durante o mês de janeiro. E no dia 5 de março serão apresentados no auditório 3, da Fundação Calouste Gulbenkian. Nesta sessão contaremos com a presença de alguns dos alunos e professores participantes.

10 janeiro, às 21h30
CENTRO CULTURAL DE VILA NOVA DA BARQUINHA
Vila Nova da Barquinha

15 janeiro, 21h00
CASA DA CULTURA DE PAREDES
Paredes

16 janeiro, 21h00
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE MONDIM DE BASTO
Mondim de Basto 

Data a confirmar
Óbidos

Todas as sessões têm a duração de 45 minutos, seguidas de debate.  

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