Reino Unido. Escola obrigou criança autista a usar colete refletor no recreio para estar sinalizada

Abril 10, 2019 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia e imagem do Observador de 9 de abril de 2019.

Charlie, de seis anos, teve de usar um colete refletor para ser distinguido no recreio por ter autismo. Mãe da criança fala em gesto “repugnante”. Escola garante que pais são informados de tudo.

Joanne Logan é mãe de cinco crianças, uma delas com autismo. Esta semana, a britânica chamou à atenção quando escreveu nas redes sociais uma publicação a denunciar o facto de a escola do seu filho Charlie, de seis anos, o obrigar a vestir um colete refletor para ser identificado no recreio. “Isto nunca deveria ter acontecido”, referiu a mãe numa publicação no Facebook.

Por considerar que se tratou de um gesto discriminatório, “repugnante” e que o sistema nas escolas deve mudar, Joanne decidiu tomar medidas legais contra a Escola Primária de Cherry Lane, em Londres, apontando que em nenhum momento foi informada sobre a decisão de vestir o filho com um colete refletor. Pelo contrário, a escola argumenta que todas as ações são realizadas sob a supervisão dos pais, com quem dizem trabalhar sempre em conjunto.

“Eu sabia que durante a pausa de almoço ele nem sempre tinha autorização para estar no recreio porque já foi acusado de magoar outras crianças. Eu sei que há um problema no qual a escola tem de trabalhar comigo, mas parece que eles acham que a melhor forma de lidar com isto é forçá-lo a utilizar um colete para que os professores saibam que é autista”, referiu Joanne Logan, citada pelo The Mirror.

Num vídeo que a britânica publicou no Facebook, Charlie surge a contar a sua história e a explicar o que costuma acontecer na escola. “Senti que era mau e errado e eu não queria utilizar [o colete], porque me estava a deixar de parte e mais ninguém o usava“, referiu a criança.

“Depois deste episódio aparecer nos jornais, decidi levar o caso ao meu advogado. Temos estado a lutar há muito tempo”, explicou a mãe de Charlie, acrescentando que que lançou uma campanha crowdfunding para conseguir financiar toda a ajuda legal necessária, mas também para ganhar o caso em nome de todas as famílias com crianças autistas.

“Apenas quero garantir que mais nenhuma criança autista precisa de ser colocada nesta situação”, referiu Joanne, que diz ainda conhecer vários casos semelhantes ao de Charlie. “Isto pode afetar a criança quando ela for mais velha. Eles percebem que são diferentes”, explicou.

 

 

 

Download do material pedagógico do projeto “Respeitar é Preciso!” – Educação para os Direitos Humanos

Junho 8, 2016 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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escola

descarregar os materiais no link:

http://oincrivelze.com.br/2016/04/download-do-material-pedagogico-do-projeto-respeitar-e-preciso/

texto do site http://oincrivelze.com.br/

Com o objetivo de construir uma cultura de Educação em Direitos Humanos nas escolas da Rede Municipal de Ensino da cidade de São Paulo, o projeto “Respeitar é Preciso!” foi criado em 2014 pela parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Educação e  o Instituto de Vladimir Herzog.

 O material pedagógico é formado por cinco livros que debatem as principais violações de direitos humanos ocorridas no ambiente escolar. Os temas escolhidos foram: democracia na escola, respeito e humilhação, sujeitos de direito, igualdade e discriminação.

O programa se baseia na construção de uma cultura de educação em direitos humanos, que trata do ensino de valores, que são necessariamente aprendidos nas experiências de vida, nas relações que ocorrem em todas as instituições e espaços sociais: na família, nos grupos religiosos, por meio daquilo que é valorizado pela mídia etc.

 

Tertúlia “A influencia dos media, do bullying e da discriminação na vida de jovens LGBTI

Novembro 18, 2015 às 10:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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lgbt

mais informações:

https://www.facebook.com/events/531302443686673/

 

Crianças livres de preconceitos: lembrem-se, pais, que ‘quem cala consente’

Novembro 3, 2015 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto da http://activa.sapo.pt/ de 25 de outubro de 2015.

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Os estudos mostram que é preciso falar com as crianças. não termos preconceitos não chega. O silêncio abre a porta à discriminação.

Bárbara Bettencourt

Queremos que os nossos filhos cresçam capazes de formar as suas próprias opiniões sobre o mundo. Educar, diz-se, é conduzir para a autonomia. Mas até que sejam capazes de pensar por si cabe-nos incutir-lhes regras e valores. Obviamente os nossos valores. Inevitavelmente também os nossos preconceitos. Os cães são maus. Os meninos não andam no ballet. As meninas não brincam com carrinhos. Há milhares de preconceitos e formas de os passar às crianças. Será possível evitá-lo? Não, diz a psicóloga Ana Paula Trindade. “Passamos sempre os nossos preconceitos. Alguns de forma assumida outros de forma inconsciente. “Se a mãe tem medo de cães, vai ficar perturbada quando vir um animal, agarrar na mão do filho e mudar de passeio, mostrar-se ansiosa se ele quiser fazer festas.” Não podemos evitar ser modelos. “E o que dizer daquelas famílias que dizem mal de tudo o que as rodeia, que mostram vivências negativas das intenções alheias (do vizinho, do chefe, da sogra), daqueles pais que quando entram no carro emitem juízos mordazes contra a diferença (pela cor, pela forma de pensar, pela origem). Não se duvide que geraremos pessoas intolerantes, racistas, xenófobas”, garante o psicólogo espanhol Javier Urra no livro ‘Educar com Bom Senso’ (Esfera dos Livros).

“O que somos é o que iremos passar aos nossos filhos”, corrobora Ana Paula Trindade. E, mesmo não indo tão longe como a família de que fala Javier Urra, é verdade que por vezes não temos noção do peso daquilo que dizemos, sobre os nossos filhos, sobretudo quando são pequenos. Segundo os especialistas em Psicologia do Desenvolvimento, as crianças começam a aplicar estereótipos entre os três e os seis anos. Antes dos 10 não conseguem formar opiniões por si, são autênticas esponjas para quem o que os adultos dizem é lei.

Foi também o que concluíram dois estudos sobre o preconceito nas crianças feitos na Universidade de Toronto e publicados em 2012 no Personality and Social Psychology Bulletin.

Nas pesquisas, as crianças foram separadas em dois grupos e colocadas em salas diferentes. Eram instruídas pelos adultos de que os meninos da outra sala eram maus. De seguida os grupos trocavam de sala e ao entrarem encontravam doces que o outro grupo tinha deixado de presente. A ideia era perceber se a perceção das crianças acerca dos outros era mais influenciada pelo que os adultos diziam ou pela sua própria experiência. Nos resultados percebeu-se que só as crianças mais velhas conseguiam sobrepor a sua experiência – deram-me doces – à opinião dos adultos – eles são maus. Os mais novos continuaram a percecionar o outro grupo como sendo de meninos maus, tal como os adultos tinham dito. Os investigadores concluíram que nas crianças pequenas o que os pais dizem é muito determinante, pelo que para prevenir o preconceito é bom que os pais falem de forma explícita e positiva acerca de outras raças. Às mais velhas será importante dar oportunidades de estarem em ambientes multiculturais diversos – com meninos de raças, países e costumes diferentes – que lhes proporcionem experiências positivas e lhes permitam formar uma opinião por si.

Pais seguros têm menos preconceitos

À partida, quanto menos inseguros forem os pais, menos preconceitos passarão aos filhos, sugere a psicóloga Ana Paula Trindade. “Estes pais admitirão visões diferentes e não irão ridicularizar as coisas que os filhos valorizam, mesmo que sejam diferentes das que eles valorizam.” No filme ‘Billy Elliot’ conta-se a história de um rapazinho com gosto pelo ballet que tem de ultrapassar o preconceito do pai, para quem a dança é coisa de mulheres. Ana Paula Trindade conhece várias histórias deste tipo. “Tenho um caso de um rapaz que tinha assumido a homossexualidade com 19 anos. Veio ter comigo e trouxe a mãe, porque não sabia como lhe dizer. Eu falei com a mãe, que curiosamente aceitou bem, mas disse: ‘Eu quero que ele seja feliz, mas o que é que os outros vão dizer? Como é que eu digo à família?’ É um bom exemplo do peso social no preconceito.”

Obviamente não podemos fugir às nossas preferências. “Se somos ateus, não metemos os filhos na catequese. Mas se mostrarem interesse pela religião não temos que dizer que é uma treta. Podemos dizer que não acreditamos, mas há pessoas que acreditam: Dizemos o que pensamos e deixamos uma porta aberta para a criança poder formar uma opinião por ela própria”, sugere. Também há valores que fazemos questão de passar aos filhos. É importante distinguir valores de preferências e, em qualquer caso, “ter cuidado para não os ‘castrar’ demasiado. Por exemplo, há formas hábeis de condicionar as crianças a hábitos saudáveis sem lhes dar a sensação de que não têm escolha. Em vez de dizer ‘não podes comer bolachas!’, é mais eficaz dizer ‘queres pão com marmelada, queijo ou fiambre?’. Desta maneira damos várias opções que são aceitáveis para nós. Esta via é sempre melhor porque tudo o que é imposto tem tendência a ser contrariado”, lembra a psicóloga.

Explicar às crianças o que é a raça e a cor da pele é bom ou mau para elas?

Há quem pense que é mau. Afinal, falar seria chamar a atenção para uma diferença quando o que se pretende é que as crianças cresçam com o sentido de igualdade. “Durante décadas, presumimos que as crianças só veem a raça quando a sociedade chama a sua atenção. Esta ideia era partilhada por grande parte da comunidade científica”, contam Ashley Merryman e Po Bronson no livro ‘Choque na Educação – Como os nossos erros estão a afetar os nossos filhos’ (Lua de Papel). Os autores defendem que falar abertamente é essencial, pela simples razão de que as crianças discriminam por natureza, faz parte do seu desenvolvimento. Categorizam tudo, desde a comida aos brinquedos, passando pelas pessoas e a sua cor. E contam como um estudo da Universidade do Colorado mostrou que aos seis meses os bebés já diferenciam rostos familiares de estranhos: “A raça propriamente dita não tem qualquer significado étnico mas os cérebros registam as diferenças de cor da pele e tentam perceber o seu significado”, explica Merryman. Aos três anos mostraram às crianças fotografias de outros meninos perguntando de quais queriam ser amigos e 86% escolheu crianças da sua raça. Aos cinco deram-lhes baralhos de cartas com desenhos de pessoas e pediram para as dividirem em dois montes. 68% usou a raça para dividir as cartas sem ter recebido qualquer instrução nesse sentido. Isto acontece com crianças que têm pais que não querem que os filhos sejam racistas. Se os próprios pais forem racistas será obviamente pior. Ana Paula Trindade conta um caso emblemático: “Na clínica, uma das nossas pediatras era de raça negra. A receção tinha ordens para dizer que a pediatra era de cor, porque havia pais que quando a viam diziam ‘não quero uma pediatra negra para os meus filhos’. E era uma excelente pediatra. O que é que estes pais estão a ensinar aos filhos?”

Pôr o preto no branco

Só que falar sobre as raças com os filhos pode revelar-se mais difícil do que parece. Num estudo da Universidade do Texas, em 2006, ficou patente a dificuldade, mesmo quando os pais não são racistas. A pesquisa recrutou 100 famílias caucasianas com um filho entre 5 e 7 anos e tentou perceber se ver vídeos infantis com histórias multiculturais tinha um efeito positivo nas crianças. A um terço dos casais foi dito para verem os vídeos com os filhos. Outro terço devia ver os vídeos e conversar com os filhos sobre as raças, o último terço não via vídeos, só falava sobre o assunto. As crianças que só tinham visto os vídeos não mostraram modificações na atitude racial. Nos casais que conseguiram falar abertamente sobre a amizade racial (só seis em 100!) a atitude das crianças mostrou ser menos preconceituosa. O surpreendente foi a maioria dos pais ter confessado que não tinha sido capaz, ou não queria, falar sobre raças com os filhos. Os que tentaram usavam frases vagas, como “somos todos iguais”… Quando testados, os seus filhos mostraram ter preconceitos e alguns até a convicção de que os pais eram racistas, apesar de não ser verdade.

Merryman está convicta de que é importante falar com as crianças sobre as raças, porque além de discriminarem tudo elas estabelecem preferências baseadas nas semelhanças. Colocá-las em ambientes multiculturais, como escolas multirraciais, não chega. Os estudos mostram que o preconceito não diminui nestas escolas. Pelo contrário, são as próprias crianças a estabelecer um mecanismo de segregação. Falar desde cedo parece ser a forma mais eficaz de evitar o preconceito, desde que seja de forma bem explícita. Evite frases vagas. Merryman conta: “Uma amiga minha dizia vezes sem conta ao filho de 5 anos, ‘lembra-te, somos todos iguais!’. E pensava que estava a passar a mensagem, mas ao fim de sete meses o filho perguntou: ‘Mamã, o que quer dizer igual?’.”

 

 

‘Não São Apenas Números’: jogo educativo sobre migração e asilo na União Europeia

Setembro 22, 2015 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Não São Apenas Números’ é um jogo de ferramentas sobre migração e asilo na União Europeia concebido para ajudar os professores e outros educadores a envolver os jovens em discussões informadas sobre este assunto. É adequado para jovens com idades compreendidas entre 12 e 18 anos.
A importância social e política das questões relacionadas com migração e asilo tem crescido constantemente nas duas últimas décadas, nas quais o mundo testemunhou um aumento do movimento dos migrantes, requerentes de asilo e refugiados por todo o mundo. Ao mesmo tempo, continuam a surgir problemas de discriminação, xenofobia e racismo, causando muitas vezes tensões nas comunidades.
À medida que as sociedades europeias se tornam mais multiculturais, precisamos de sensibilizar quanto aos principais motivos pelos quais as pessoas escolhem ou são obrigadas a deixar os seus países. Esta compreensão pode ajudar a promover o respeito pela diversidade e encorajar a coesão social. Em particular, é necessário divulgar mais informação aos jovens, que são os decisores políticos de amanhã, mas cujas opiniões sobre migração e asilo nem sempre se baseiam em informações factuais e equilibradas.
Por este motivo, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) associaram-se para desenvolverem e divulgarem este novo jogo de ferramentas de ensino que visa encorajar o debate aberto e informado sobre estas questões importantes e complexas.
Este jogo de ferramentas proporciona aos jovens a oportunidade de perceberem que por trás de cada estatística anónima relacionada com a migração e o asilo existe um rosto humano e uma história pessoal.

Faça download da publicação em português AQUI.

Estes materiais estão disponíveis noutras línguas AQUI.

Todos Diferentes, Todos Especiais – Vídeo das Histórias do Lucas

Maio 25, 2015 às 10:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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2ªf. a 6ªf, às 8h00 e às 17h00, a série televisiva Histórias do Lucas a emitir pela RTP 2, inserida no programa Zig Zag.

Esta série de animação é fruto de uma parceria entre o Instituto de Apoio à Criança, a Fundação Lapa do Lobo, a GO TO e a RTP 2.

Concurso internacional de fotografia | Movimento Contra o Discurso do Ódio

Agosto 14, 2014 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Data: 30-06-2014 a 01-09-2014

Promotor: IPDJ, I.P.

Descrição

Gostas de fotografia e estás interessado em temas sociais como o ódio e a discriminização?

Estás convidado a participar, enviando a tua fotografia, ilustrando a questão da diversidade religiosa e da tolerância. O vencedor receberá um vale presente de 300 € e será convidado a participar numa das actividades do Conselho da Europa.

Se tens entre 13 e 30 anos de idade, podes enviar a tua foto entre 30 de junho e 1 de setembro 2014 (o concurso encerra à meia-noite).

| Tema do Concurso |

A religião sempre constituiu parte inseparável da história humana. Por mais que una as pessoas, infelizmente, também pode ser um instrumento de ódio e discriminação.

O principal objectivo deste concurso é mostrar a importância da tolerância religiosa, bem como consideração e respeito pela diversidade das religiões. Estás convidado a abordar este tema e expressar os teus pontos de vista sobre ele através das tuas ideias criativas na forma de uma fotografia.

| Quem pode concorrer e como concorrer |

Todos os que estejam numa das duas categorias / faixas etárias: dos 13 aos 17 anos e dos 18 aos 30 anos de idade e que tenham uma ideia criativa de uma foto para o nosso concurso! Tem em atenção que cada concorrente só pode submeter uma única foto.

Ajudará se escreveres um parágrafo (máximo de 420 caracteres (3 Tweets!)) sobre a tua imagem explicando a ideia que pretendes transmitir e as tuas opiniões pessoais sobre o assunto (por exemplo, podes querer explicar o significado e o contexto da foto ou podes sentir que tens algo a dizer sobre a imagem).

De preferência em Inglês ou Francês, mas se quiseres usar a tua língua materna também pode ser.

mais informações aqui

 

Summer School: Children’s Rights to Non-Discrimination, Braga, Portugal

Março 27, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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braga

Student Summer Workshop on Children’s Rights to Non-Discrimination

July 14-27, 2014
Institute of Education
University of Minho, Braga (Portugal)

√ Goal

The Student Summer Workshop on children’s rights to non-discrimination aims to promote debate regarding the children’s rights to non-discrimination, through an interdisciplinary approach. By this it will extend its activities and include and apply work with children in different social and cultural contexts.

√ Themes

–       Children’s rights to non-discrimination

–       Theories of Discrimination;

–       Types and areas of children’s discrimination

–       Institutions and procedures for claiming against children’s discrimination

–       Interdisciplinary methodologies to work on children’s rights to non-discrimination

mais informações aqui

Alunos discriminados por terem VIH/sida

Dezembro 6, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Correio da Manhã de 4 de Dezembro de 2013.

sida

 

Seminário Europeu “Lidar com o Discurso de Ódio Online e Offline”

Dezembro 5, 2013 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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odio

As inscrições decorrem até 6 de dezembro em: http://www.odionao.com.pt/campanha-em-acao.aspx

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