Ikea, Unicef e Save The Children já ajudaram 12 milhões de crianças

Janeiro 26, 2016 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia do http://lifestyle.publico.pt de 19 de janeiro de 2016.

DR

Por Life&Style

Ikea angariou 88 milhões de euros para a educação infantil desde a sua primeira campanha solidária, em 2003.

A cadeia sueca Ikea lança, há 13 anos, a campanha “Peluches para a Educação”, em parceria com a Unicef e a organização Save The Children. Por cada peluche vendido, doa um euro para financier programas de educação infantil – em 2015 angariaram 1,1 milhões de euros mas, no total, já conseguiram juntar 88 milhões de euros que possibilitaram o acesso à escola a mais de 12 milhões de crianças de 46 países, revela a empresa em comunicado à imprensa.

Em Portugal, a 13.ª campanha – que materializou em peluches os desenhos de dez crianças de todo o mundo – juntou 136 mil euros entre 1 de Novembro e 31 de Dezembro de 2015.

“A educação é o caminho mais sólido para sair da pobreza. Todas as crianças têm o direito à educação, mas sabemos que muitas ainda ficam para trás”, reconhece Per Heggenes, presidente executivo da Fundação Ikea, que agradece a colaboradores e clientes por se esforçarem “para que o direito à educação seja uma realidade para mais de 12 milhões de crianças”.

O dinheiro angariado pela Ikea já foi utilizado na Etiópia, onde a Unicef lançou um modelo escolar flexível ou na China, onde os fundos foram aplicados no desenvolvimento de centros para crianças desfavorecidas.

“Vamos dar continuidade aos progressos já alcançados para multiplicar o número de crianças que, de entre as mais vulneráveis e marginalizadas, passarão a ter a oportunidade de construir um futuro melhor para si e para as suas famílias através da educação”, agradece a responsável global da Unicef para a Educação, Josephine Bourne.

Actualmente está em curso o financiamento nas áreas de educação, cuidados e desenvolvimento na primeira infância, protecção infantil, adolescência e resposta humanitária na Europa, África Subsariana e Ásia.

 

UNESCO e UNICEF lançam relatório global sobre crianças privadas de escola

Fevereiro 8, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

global

 

Adolescents twice as likely to be out of school as primary school-age children say UIS and UNICEF

New report shows why ‘business as usual’ won’t lead to universal primary or secondary education

 

Around 63 million adolescents between the ages of 12 to 15 years are denied their right to an education according to a new joint report from the UNESCO Institute for Statistics and UNICEF, “Fixing the broken Promise of Education for All – Findings from the Global Initiative on Out-of-School Children“. The report and related data tool were sponsored by the Global Partnership for Education.

Globally, one in five adolescents is excluded from the classroom, compared to one in 11 primary school aged children. So, adolescents are twice as likely to be out of school as their younger counterparts. The report shows that, as children get older, the risk that they will never start school or will drop out increases.

In total, 121 million children and adolescents have never started school or dropped out despite the international community’s promise to achieve universal primary education by 2015. Data show that there has been almost no progress in reducing this number since 2007. Children living in conflict, child labourers and those facing discrimination based on ethnicity, gender and disability are the most marginalised. There is also a growing concern that previous gains in expanding access to education will erode without a major shift in policies and resources. If current trends continue, 25 million children – 15 million girls and 10 million boys — are likely to never set foot inside a classroom.

 

Saiba mais AQUI.

The girl effect: The clock is ticking – Vídeo

Setembro 30, 2014 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

The girl effect is about leveraging the unique potential of adolescent girls to end poverty for themselves, their families, their communities, their countries and the world… http://www.girleffect.org/

Homenagem a Nelson Mandela/Educação como um Direito Humano – Google Hangout hoje pelas 19.00 h

Dezembro 10, 2013 às 3:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

mandela

Texto da UNRIC

No Dia dos Direitos Humanos, junte-se a um Google Hangout – organizado pela UN Global Education First Initiative – que pretende homenagear Nelson Mandela e destacar a educação como um direito humano. O Google Hangout inicia-se às 19 horas (hora de Lisboa).

Saiba mais: http://goo.gl/VqnTlQ

Milhões de crianças como eu lutam todos os dias pelo direito de ir à escola

Outubro 4, 2013 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

malala

Texto retirado do Facebook da Amnistia Internacional Portugal no dia 17 de setembro de 2013.

Malala Yousafzai tinha 15 anos quando levou um tiro na cabeça, em 2012, por defender no seu blogue o direito das raparigas à educação no Paquistão. Sobreviveu e, com coragem e determinação, conseguiu que a sua voz fosse ouvida por todo o médio oriente e norte de África.

Malala recebe hoje o galardão de Embaixador de Consciência da Amnistia Internacional, juntamente com Harry Belafonte, cantor norte-americano e ativista de causas sociais e humanitárias. bit.ly/17GcqAs

Ao receber a distinção, Malala afirmou: “Estou realmente honrada por receber este galardão e gostava de aproveitar esta oportunidade para relembrar a todos que há muitos milhões de crianças como eu pelo mundo que lutam todos os dias pelo direito de ir à escola. Espero que ao trabalharmos juntos possamos concretizar o sonho da educação para todas as crianças, em todo o mundo”.

O Direito à Educação, a Liberdade e a Cidadania Crónica de Dulce Rocha na revista Visão

Julho 30, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Crónica quinzenal da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na revista Visão de 29 de Julho de 2013.

Lembro-me de um dia, há cerca de vinte anos, o meu filho me ter perguntado qual era afinal o Direito mais importante e lhe ter respondido que era o Direito à vida.

Não ficou muito satisfeito, talvez porque para ele era adquirido. Sem esse, nenhum dos outros pode ser cumprido, disse-lhe então. Mas se fosse hoje, talvez lhe tivesse respondido que todos os direitos fundamentais são importantes, e complementares, visto que é do cumprimento de todos eles que depende a felicidade das pessoas.

Claro que, numa hierarquia de direitos, de facto, o direito à vida é o mais relevante. Basta pensarmos que mesmo para nós, que crescemos numa Europa em paz, as questões levantadas pelos conflitos armados, em vez de nos tocarem de uma forma distante, são sentidas profundamente, como sucedeu quando mostrámos a nossa solidariedade com o povo de Timor, depois de vermos a violência da ocupação indonésia através das imagens que filmaram o massacre de Santa Cruz.

Mas o direito à integridade pessoal é também relevantíssimo e está intimamente ligado à dignidade da pessoa humana. Tenho muitas vezes falado aqui do sofrimento causado pela violação do direito à integridade física, designadamente de crimes de maus tratos e de abuso sexual, bem como dos crimes de violência doméstica e do tráfico de seres humanos.

Tudo isto para introduzir o Direito à Educação, que não tendo aparentemente, o mesmo valor dos que referi acima, é de tal forma importante, que os que não respeitam aqueles, o inviabilizam e utilizam a violência para impedi-lo.

O direito à educação é estruturante da democracia e é condição necessária da cidadania plena.

É por isso que no Ano Europeu da Cidadania faz todo o sentido celebrar Malala e a sua luta pelo Direito à Educação. No seu País, há regiões em que as meninas foram proibidas de ir à escola e ela empenhou-se desde os onze anos para mostrar a injustiça dessa proibição, através de um blog que criou para o efeito.

Quando a sua causa começou a ganhar sucessivamente mais adeptos e foi revogada a proibição, logo os adversários passaram a inimigos, e o combate transformou-se em guerra visando calar a sua voz. Sobreviveu a um pérfido ataque que quase lhe tirou a vida, mas a sua vontade inabalável continuará a ser um exemplo e uma inspiração para milhares de jovens em todo o mundo.

O seu apelo na ONU foi feito perante antigos líderes, cuja influência se exerce sobretudo a nível das ideias, visto que, embora sejam ouvidos e considerados, já não são Chefes de governo, nem presidem aos Estados.

A Educação é uma arma poderosa contra a injustiça e é por isso que os que defendem o obscurantismo são quase invariavelmente defensores de ditaduras e acham que os povos não merecem a educação e que não são dignos da democracia, embora inventem outras razões para negarem esse direito, designadamente que a não sabem utilizar da forma que eles acham a mais adequada.

É importante, porém, que tenhamos consciência de que até há bem pouco tempo, também na Europa às meninas e às raparigas estava interdita a Educação e que só recentemente elas tiveram acesso à educação superior em igualdade de circunstâncias com a que era ministrada aos rapazes. Em Portugal, muitas profissões eram vedadas às mulheres. Por exemplo, só no final da década de 70 puderam ser magistradas e eram raras as professoras no ensino universitário.

Malala desafiou esses poderosos que se arrogam o direito de decidir quais de entre os seres humanos podem beneficiar dos direitos. Mas estou convicta que foi baleada sobretudo porque utilizou outro instrumento poderoso que é maldito para os defensores do pensamento único. Malala ousou ser livre e servir-se da palavra para defender as suas ideias.

Sempre achei que as palavras têm uma força superior e é por isso que todos estes direitos, inclusive o direito à vida, estão tão associados ao direito à liberdade e em especial ao direito à liberdade de expressão, também eles estruturantes da democracia.

Lembro-me bem dos tempos da Ditadura em Portugal.

Na minha Faculdade, havia uns indivíduos a quem chamávamos de “gorilas” e que espancavam os estudantes que decidiam falar sobre a guerra nas Colónias e sobre o direito de todos os povos à auto-determinação. Era eu estudante do primeiro ano de Direito, tive um colega que também foi baleado porque ousou falar de liberdade e sobre a repressão. Não sobreviveu. Chamava-se José António Ribeiro Santos.

Quarenta anos passaram. Esta homenagem, recordando o seu combate, visa também salientar que a luta de Malala foi precedida de outras não muito diferentes pela liberdade. No nosso País, os homicídios de Humberto Delgado e do pintor Dias Coelho foram motivados pelo mesmo ódio à liberdade. Mas creio que os seus contributos mais valiosos para a cidadania foram justamente o de ajudar-nos a ter consciência de que as liberdades têm de conquistar-se todos os dias.

Os direitos das mulheres e das crianças

Janeiro 25, 2013 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

Artigo da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na Revista Cofre nº 8 Out. –Dez. 2012.

dulce

Malala Yousafzai, a menina que lutou contra taliban, luta agora contra a morte

Outubro 15, 2012 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Notícia do Público de 12 de Outubro de 2012.

Por Cláudia Sobral

Eram muitas as noites em que Malala Yousafzai sonhava com soldados, helicópteros ou os taliban, também muitas aquelas em que não conseguia dormir. Mas tudo ficou ainda pior no dia em que a sharia (lei islâmica) passou a ser lei no Vale de Swat – uma concessão do Governo paquistanês para o cessar-fogo com os combatentes na região, em 2009.

Na noite de 14 de Fevereiro o pai pegava no rádio uma última vez para ter a certeza que nada tinha mudado, num gesto meio ingénuo, quase ridículo. Na manhã seguinte terminava o prazo dado pelos taliban: mais nenhuma menina poderia ir à escola. Malala, que já era conhecida pela sua luta pelo direito das mulheres à educação, foi. Apesar do medo.

“No caminho para a escola eles podem matar-nos, atirar-nos com ácido para a cara, fazer o que entenderem”, dizia então ao New York Times, que a acompanhava para o documentário Class Dismissed. “Mas eles não podem parar-me, eu vou ter a minha educação.” Tinha 11 anos.

No diário que escrevia para o site da BBC Urdu ja nessa altura (que assinava com o nome Gul Makai), descrevia a vida na sua cidade, Mingora, controlada pelos taliban. Insurgia-se sobretudo pelo direito das mulheres à educação. Via outros activistas mortos e exibidos pelas ruas e praças de Mingora, e sabia que um dia poderia chegar a sua vez.

Quando na terça-feira regressava da escola, apareceram dois homens armados que a atingiram na cabeça e num ombro. Gravemente ferida, está em estado crítico num hospital militar em Rawalpindi, a recuperar de uma operação à cabeça. Os próximos dias serão cruciais, não se sabe se sobreviverá ou não.

A jovem activista paquistanesa de 14 anos era já um símbolo da resistência contra os taliban do Paquistão – venceu o National Peace Award for Youth, no Paquistão, e foi nomeada para o International Children’s Peace Prize, da Dutch Kids Rights Foundation. Mas nos últimos dias o país esteve como nunca de olhos postos nela.

As orações semanais desta sexta-feira foram dedicadas a Malala por todo o Paquistão, dois dias antes as escolas tinham estado fechadas. O Presidente Asif Ali Zadari condenou o ataque, quis que ela fosse tratada no Dubai. No Vale de Swat são organizados protestos.

Os taliban já garantiram que se sobreviver voltarão a atacar. “Apesar de ela ser nova e uma menina e de os taliban não acreditarem em ataques a mulheres, qualquer um que faça campanha contra o islão e a sharia deve ser morto, segundo a sharia”, explicava há dias o porta-voz do grupo no comunicado em que o ataque foi reivindicado. “Não é apenas permitido matar uma pessoa assim, mas obrigatório.”

“Claro que vão tentar matá-la”, escreve o editor de política internacional da Slate. “Uma adolescente a falar no direito das mulheres à educação é a coisa mais assustadora no mundo para os taliban”, escreveu. “Ela não pertence a uma ONG estrangeira. Ela é muito mais perigosa do que isso: uma local, defensora do progresso da educação e do esclarecimento. Se pessoas como ela se multiplicarem os taliban não têm futuro.”

Pelo Paquistão já outras adolescentes disseram que não deixarão que o que aconteceu a Malala tenha sido em vão. Os dirigentes políticos fizeram o mesmo.

Um ícone

“Malala é o nosso orgulho. Tornou-se num ícone para o país”, disse o ministro do Interior, Rehman Malik. O primeiro-ministro, Raja Pervez Ashraf, foi visitá-la e pediu a todos os líderes paquistaneses que se juntassem a ele e o chefe das Forças Armadas, Ashfaq Parvez Kayani, afirmou que chegou a hora de “combater os que propagam esta mentalidade bárbara e os seus simpatizantes”.

Também Bushra Gohar, do Partido Nacional Awami, parte da frágil coligação governamental com o Partido do Povo do Paquistão (PPP) e no poder no Vale de Swat, já disse no Parlamento que “o tempo para acabar com o terrorismo chegou”.

Se este levará de facto à tomada de passos concretos na luta contra os taliban, que mantêm os alguns dos seus santuários no Norte, não se sabe ainda. Acontecerá o mesmo que em 2009, quando foi lançada uma grande ofensiva aos taliban depois de um vídeo de uma adolescente a ser espancada por um combatente? Para já não há movimentações militares no Vale de Swat, escreve o New York Times citando oficiais paquistaneses.O ataque contra a jovem activista, explicou num debate da Al-Jazira o presidente da Associação de Advogados Paquistaneses, Ahmad Malik, “prejudica a imagem do Paquistão tolerante que Malala representava”. Convidada no mesmo programa, Rubina Khalid, do PPP, disse que sentiu vergonha. “Não podíamos protegê-la e ela estava a lutar por aquilo por que devíamos ter sido nós a lutar. Devíamos ter sido nós na linha da frente, não ela.”

Malala dizia que queria estudar para ser médica. Mas esse era o seu sonho, como explicou numa das entrevistas para o documentário do New York Times. O pai queria que fizesse carreira na política. “Vejo um grande potencial nela. Ela pode criar uma sociedade em que um estudante de medicina possa facilmente tirar o seu doutoramento.”

 

Não se pode dissociar direito à alimentação do direito à educação

Junho 17, 2011 às 2:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , ,

Entrevista da Drª Dulce Rocha, Presidente Executiva do Instituto de Apoio à Criança, ao Diário de Notícias de 1 de Junho de 2011.

III Encontro Escola, Família e Comunidade

Junho 1, 2011 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , , , ,

Nos dias 3 e 4 de Junho, realiza-se no Cineteatro Municipal João Mota,em Sesimbra,o III Encontro Escola, Família e Comunidade, subordinado ao tema Criança e o Direito à Educação, promovido pela  Câmara Municipal de Sesimbra e o Conselho Municipal de Educação .

 O acesso à educação, o papel da família para o sucesso escolar e a escola pública no futuro são alguns dos temas do III Encontro Escola, Família e Comunidade, que conta com contributos de psicólogos, professores e representantes de várias entidades ligadas à educação, infância e juventude.  

No primeiro dia, o debate centra-se nos direitos das crianças e nos factores que geram abandono escolar e conta com a participação, por parte do Instituto de Apoio à Criança, da Dra. Dulce  Rocha, Presidente Executiva do IAC,  que fará uma comunicação sobre “Os Direitos da Criança: Acesso e Sucesso à Educação” e da Dra. Melanie Tavares, Coordenadora do Gabinete de Mediação Escolar do IAC e que fará uma comunicação sobre “Mediação Escolar – Pela Defesa e Promoção dos Direitos da Criança”.

No segundo, aborda diferentes perspectivas de combate à exclusão social, com apresentação de experiências de boas práticas desenvolvidas no concelho de Sesimbra, nomeadamente a apresentação do “Projecto de Apoio ao Aluno e à Família” da EBI da Quinta do Conde, coordenado pela Dra. Ana Cachapa e criado pelo Instituto de Apoio à Criança.

A confirmação da presença deve ser feita até 31 de Maio pelo telefone 21 228 82 42/44 (das 9 às 12.30 e das 14 às 17.30h) ou pelo e-mail educacao@cm-sesimbra.pt 

 PROGRAMA 

« Página anterior


Entries e comentários feeds.