Sabia que o peso com que nasce influencia a sua personalidade?

Agosto 16, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 29 de julho de 2015.

o estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Personality of adults who were born very preterm

DR

Adultos que nasceram com 1,5 quilogramas têm uma maior probabilidade de serem neuróticos e introvertidos, revela um estudo publicado no site BMJ e divulgado no Independent.

O estudo diz que os bebés que têm pouco peso ou os que nascem antes das 32 semanas de gestação correm o risco de ter “uma personalidade socialmente mais fechada”.

Os investigadores da Universidade de Warwick descobriram uma ligação entre o nascimento prematuro ou com muito pouco peso e interacções sociais mais tensas, ansiosas ou tímidas.

Essas pessoas também têm uma maior tendência para mostrarem “sinais de autismo”, dificuldades em conhecer pessoas novas ou tomar atitudes mais ousadas.

O estudo é feito com base na observação de 200 pessoas residente na Baviera, Alemanha, que têm agora 26 anos e que nasceram antes do tempo ou com pouco peso. Estas foram comparadas com outras 197 que nasceram no tempo previsto e com um peso normal.

Os adultos do primeiro grupo mostravam sinais que correspondem a uma personalidade neurótica, preocupavam-se facilmente, tinham dificuldades em socializar e não pensavam tanto nos outros, explica a investigação.

Os investigadores têm várias explicações para este fenómeno – problemas no desenvolvimento cerebral e, consequentemente, na infância.

Para ler o artigo publicado no Independent, clique aqui

 

Bullying entre irmãos aumenta riscos de saúde

Setembro 19, 2014 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Pais & Filhos de 9 de setembro de 2014.

o estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Sibling Bullying and Risk of Depression, Anxiety, and Self-Harm: A Prospective Cohort Study

pais & filhos

As crianças até aos 12 anos que são vítimas de “bullying” por parte de irmãos estão mais sujeitas a apresentarem problemas de saúde mental no início da idade adulta, defende um estudo britânico publicado na última edição da revista “Pediatrics”.

Os investigadores das universidades de Oxford, Warwick, Bristol e Londres estudaram 6900 casos de “bullying” na esfera familiar no início da adolescência e voltaram a analisar a saúde mental das vítimas aos 18 anos, comparando-a com uma amostra de jovens adultos sem historial de vitimização. E chegaram à conclusão de que aqueles apresentam o dobro das possibilidades de sofrerem de depressão, ansiedade e até episódios de auto-mutilação.

No artigo, os cientistas – que se dividem entre os campos da Política Social, Psicologia, Saúde Mental, investigação sobre suicídio e Neurologia – defendem a adoção precoce de medidas de deteção de “bullying” entre irmãos e de apoio às vítimas, de forma a precaver consequências futuras a nível mental.

 

 

 

 

Pesadelos traumáticos

Março 27, 2014 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 15 de Março de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Childhood Parasomnias and Psychotic Experiences at Age 12 Years in a United Kingdom Birth Cohort

clicar na imagem

pesadelos

Bullying na infância e na adolescência tem efeitos na vida adulta

Setembro 4, 2013 às 12:00 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Notícia do site crescer.sapo.pt de 19 de Agosto de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Impact of Bullying in Childhood on Adult Health, Wealth, Crime, and Social Outcomes

Novo estudo mostra que adultos expostos ao «bullying» durante a infância têm maior probabilidade de desenvolver distúrbios psicológicos.

Há muito que se reconheceu que o bullying numa idade jovem representa um problema para as escolas, para os pais e para os formuladores de políticas públicas. Embora as crianças passem mais tempo com os seus pares do que os pais, há relativamente poucos estudos publicados sobre a compreensão do impacto dessas interações na vida para além da escola.

Os resultados de um novo estudo, publicado na revista Psychological Science, da Associação para a Ciência Psicológica, destaca a medida em que o risco de problemas relacionados com a saúde, a pobreza e as relações sociais é agravado pela exposição ao bullying. O estudo leva em consideração muitos fatores que vão além de resultados relacionados com a saúde.

Dieter Wolke, da Universidade de Warwick, no Reino Unido, e William E. Copeland, do Centro Médico da Universidade de Duke, nos Estados Unidos da América, olharam para além do estudo das vítimas e investigaram o impacto sobre todos os afetados: as vítimas, os próprios agressores e aqueles que se enquadram em ambas as categorias, as chamadas «vítimas-bullies».

«Não podemos continuar a ignorar o bullying como sendo uma parte inofensiva, quase inevitável, do crescimento», diz Dieter Wolke. «Precisamos de mudar esta mentalidade e reconhecer o bullying como um problema sério tanto para o indivíduo como para o país, já que os efeitos são duradouros e significativos.»

As « vítimas-bullies» apresentam um maior risco de problemas de saúde na idade adulta, com uma probabilidade seis vezes mais elevada de serem diagnosticados com uma doença grave, de serem fumadores regulares ou de desenvolverem um distúrbio psicológico quando comparadas com adultos que nunca se viram envolvidos em episódios de bullying.

Os resultados mostram que as «vítimas-bullies» são talvez o grupo mais vulnerável de todos. Este grupo pode virar-se para o bullying depois de ser intimidado, uma vez que pode não ter a regulação emocional ou o apoio necessário para lidar com o bullying.

«No caso das “vítimas-bullies”, o estudo mostra como o bullying pode alastrar-se quando não é tratado», acrescenta o investigador. «Algumas intervenções já estão disponíveis nas escolas, mas são necessárias novas ferramentas para ajudar os profissionais de saúde a identificar, monitorizar e lidar com os maus efeitos do bullying. O desafio que enfrentamos agora é aplicarmos tempo e recursos a tais intervenções para tentar colocar um fim ao assédio moral.»

Maria João Pratt

 

 


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