Jovens europeus assumem relações sexuais desprotegidas

Setembro 26, 2011 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 26 de Setembro de 2011.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Clueless or Clued Up: Your Right to be informed about contraception

Um estudo internacional, divulgado hoje, mostra que quase metade dos jovens europeus já teve relações sexuais desprotegidas com novos parceiros.

Quase 42 por cento dos jovens europeus, com idades entre os 14 e os 24 anos, não usam qualquer tipo de contraceptivo com novos parceiros.

Em Portugal, os últimos dados indicam que um terço dos jovens tem relações sexuais desprotegidas. De uma forma global, entre 2009 e 2011 esta tendência agravou-se.

O estudo internacional “Informado ou a leste” realizado pela Bayer Heaklth Care questionou seis mil jovens de 29 países de todo o mundo e concluiu que o Reino Unido e a França são os países europeus que registaram a maior subida no número de jovens que não usa qualquer tipo de contraceptivo.

Onze por cento dos jovens justificam o comportamento por estarem alcoolizados ou por esquecimento.

O facto de o parceiro não gostar de usar métodos contraceptivos é referido por 14 por cento. Dez por cento acreditam que ter relações durante o período menstrual da mulher é uma forma eficaz de contracepção.

Um comportamento que se reflecte na saúde. Uma em cada 20 adolescentes tem uma doença sexualmente transmissível e em idades cada vez mais baixas.

No estudo internacional, quase quatro em cada dez jovens confirmam não ter educação sexual nas escolas. No entanto 45 por cento das raparigas e 46 por cento dos rapazes dizem estar muito bem informados.

(o site do Dia Mundial da Contracepção, que hoje se assinala)

Rute Fonseca

 

Diariamente 12 adolescentes são mães

Outubro 14, 2010 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 26 de Setembro de 2010.

Por Bárbara Wong

São oriundas de famílias carenciadas, abandonaram a escola cedo e têm falta de objectivos profissionais. Para muitas raparigas entre os 12 e os 19 anos, a gravidez surge como “um projecto de vida, na ausência de outros”, revela Teresa Bombas, da Sociedade Portuguesa da Contracepção. Diariamente, 12 adolescentes são mães e “a maior parte tem informação sobre contraceptivos”, acrescenta. O mesmo acontece com as mulheres portuguesas – mais de 85 por cento usam contraceptivos, contudo, uma em cada três já teve uma gravidez indesejada. Hoje é o Dia Mundial da Contracepção.

Não se sabe ao certo quantas adolescentes engravidam, mas sabe-se quantas decidem interromper a gravidez (IVG) recorrendo aos serviços de saúde e quantas decidem ser mães. “Mais de dez por cento das IVG ocorrem em adolescentes até aos 19 anos e quase cinco por cento dos nascimentos são de jovens mães”, diz Duarte Vilar, director executivo da Associação para o Planeamento da Família (APF). Em 2009, 4347 raparigas decidiram levar a gravidez até ao final. Um valor que tem vindo a diminuir, nos últimos anos.

Os contraceptivos orais são o método mais usado pelas portuguesas, mas é também “o que falha mais”, alerta Teresa Bombas. com Lusa


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