Uma em cada 10 crianças no mundo trabalha

Junho 12, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 12 de junho de 2109.

Por Catarina Maldonado Vasconcelos

Uma em cada 10 crianças trabalha, mas, em Portugal, os casos que surgem são cada vez mais raros.

Em todo o mundo, há 152 milhões de crianças obrigadas a trabalhar. As estatísticas dizem que uma em cada 10 crianças trabalha, mas, em Portugal, os casos que surgem são cada vez mais raros, segundo a diretora da Unicef portuguesa.

“Não temos números consistentes, e sabemos que, a existir algum caso, pensamos que seja esporádico. São acontecimentos isolados, aqueles de que tivemos conhecimento”, revela a representante da organização que luta contra a realidade de mais de 150 milhões de infâncias roubadas.

Beatriz Imperatori, diretora executiva da Unicef, explica à TSF que a falta de conhecimento não é sinónimo de ausência de casos, uma vez que a pobreza e o trabalho infantil andam de mãos dadas.

“Gostaríamos de ter tudo o que são dados sobre as crianças em Portugal, uma fotografia mais exata daquilo que é a infância e do que é ser criança em Portugal para, então, saber quais são as fragilidades do sistema, onde é que elas estão, e como podemos melhorar”, apela a representante da organização, numa mensagem dirigida ao Governo.

O retrato é, no entanto, mais negro à escala mundial, principalmente em África e na América Latina, onde milhares de crianças nem sabem o que é brincar.

“O trabalho infantil pode ir desde a ajuda em casa até aos trabalhos agrícolas, o trabalho na indústria e até mesmo o trabalho escravo. Também não nos podemos esquecer das crianças-soldado, da exploração sexual e do tráfico de droga”, elenca Beatriz Imperatori.

O trabalho infantil vai dos cinco aos 17 anos, e é a indústria têxtil que mais recorre a crianças como mão-de-obra. Por isso, a Unicef lança um pedido, para que os consumidores sejam mais conscientes nas suas escolhas: “Os consumidores, com a força que têm – e todos nós, nas nossas opções diárias, podemos fazer as empresas e as marcas pensar -, devem perguntar-se de onde vêm e quem faz os produtos que lhes vêm parar às mãos.”

mais informações nos links:

https://www.ilo.org/lisbon/sala-de-imprensa/WCMS_709000/lang–pt/index.htm

https://www.ilo.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2019/lang–en/index.htm

Participação de Matilde Sirgado do IAC no programa “Bem-Vindos” RTP África, hoje pelas 16.58 h

Junho 12, 2019 às 4:25 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua, Tesoureira e Membro da Direção do Instituto de Apoio à Criança irá participar no programa “Bem-Vindos” RTP África, hoje pelas 16.58 h. No programa irá abordar o tema “Dia Mundial contra o Trabalho Infantil”.

Dia 12 de junho: Diga não ao trabalho infantil!

Junho 12, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações nos links:

https://www.ilo.org/lisbon/sala-de-imprensa/WCMS_709000/lang–pt/index.htm

https://www.ilo.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2019/lang–en/index.htm

Dia Mundial contra o Trabalho Infantil 12 de junho

Junho 12, 2018 às 6:11 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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mais informações nos links:

http://www.ilo.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/lang–en/index.htm

https://www.cplp.org/id-3075.aspx?Action=1&NewsId=5803&M=NewsV2&PID=8357

 

Pelo menos 152 milhões de crianças estão trabalhando no mundo

Junho 12, 2018 às 1:06 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 12 de junho de 2018.

No Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, OIT destaca que 73 milhões de menores fazem trabalhos muito perigosos; em Madagáscar, por exemplo, as crianças carregam blocos de tijolos na cabeça ou são exploradas como domésticas; ONU pede segurança para os jovens que já tem idade para trabalhar.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho, OIT, 152 milhões de crianças são vítimas do trabalho infantil no mundo, sendo que metade tem entre cinco e 11 anos de idade.

Aproximadamente 73 milhões, são obrigadas a realizar trabalhos perigosos. O alerta está sendo feito neste 12 de junho, Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.

Carregando tijolos

Neste ano, a data foca em erradicar a prática, além de chamar a atenção para a necessidade de melhorar a segurança e a saúde dos jovens que já estão em idade de trabalhar

A OIT foi até à ilha de Madagáscar, na África, conferir de perto histórias das vítimas do trabalho infantil. Uma menina de 10 anos trabalha cinco dias por semana, das seis da manhã às cinco da tarde.

Ao lado da mãe e da irmã, Sylvie carrega na cabeça cerca de 200 blocos de tijolo por dia e ganha apenas 50 centavos de dólar por dia de trabalho.

Exploração doméstica

Já a história de Hortensia teve um final feliz: durante dois anos, foi explorada como doméstica por uma família, trabalhando das cinco da manhã às 10 da noite. Ela limpava, cozinhava, lavava roupas e era a última a dormir.

Hortensia contou à OIT que não recebia ajuda quando estava doente e ganhava um salário de US$ 7 por mês. Graças a um treinamento da agência da ONU, ela conseguiu escapar dessa situação e aprendeu sobre agricultura.

Direitos

Agora com 17 anos, a jovem planta vegetais e cria um porco, que ganhou ao terminar o treinamento com a OIT.

Segundo as Nações Unidas, quase metade das crianças vítimas, ou 72 milhões, estão na África. A Ásia e Pacífico conta com mais de 62 milhões de trabalhadores infantis e nas Américas, são 10,7 milhões.

No Dia Internacional, a organização lembra que esses menores de idade não vão para a escola, não têm tempo para brincar, não recebem nutrição adequada e estão perdendo a chance de serem simplesmente crianças.

 

Apresentação: Daniela Gross

 

 

Há quase 170 milhões de crianças a trabalhar em todo o mundo

Junho 14, 2017 às 6:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia da http://visao.sapo.pt/ de 12 de junho de 2017.

Cerca de 168 milhões de crianças trabalham no mundo, das quais mais de metade faz trabalhos perigosos colocando em risco as suas vidas, segundo dados das Nações Unidas e de organizações não-governamentais

As organizações divulgaram estes números no Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, e insistem na urgência de abolir os trabalhos dos menores, muitos em condições de escravidão.

A agricultura é o setor com o maior número de crianças que exercem trabalho infantil (98 milhões), seguindo-se o setor de serviços (54 milhões) e da indústria (12 milhões).

Este ano, o alerta do dia mundial incide no impacto dos conflitos e desastres naturais no trabalho infantil.

A ONG World Vision dá como exemplo o de uma criança síria refugiada no Líbano que vende tecidos na rua para ajudar a sua família.

Os refugiados sírios que vivem na Jordânia e no Líbano não estão legalmente autorizados a trabalhar, o que os obriga a fazerem tarefas por salários muito baixos, e os seus filhos renunciam à educação para procurar trabalhos para ajudar as suas famílias.

A ONG de defesa da infância Plan International destaca que dez milhões de crianças, 67% das quais meninas, trabalham no serviço doméstico em condições de escravidão, escondidas nas vivendas dos seus empregadores sem que estas atividades possam ser controladas.

A organização recorda que em muitos países da América Latina e de África o trabalho doméstico e infantil é aceitável a nível social e cultural, pelo que pede aos Governos e aos legisladores que incluam nas suas prioridades “o objetivo de limitar o trabalho doméstico e garantir o acesso à educação”.

A ONG Educo, que desenvolve projetos contra o trabalho infantil no Bangladesh, exige aos governos que cumpram com suas obrigações e compromissos estabelecidos antes de 2025, dentro dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

“A educação é a melhor solução para se lutar contra o trabalho infantil”, explica esta ONG, porque ajuda as crianças a romperem o círculo de pobreza em que vivem.

A organização Comércio Justo chamou a atenção para a utilização de menores “em situações de trabalho forçado e de exploração” nos setores da alimentação e têxtil, destacando a necessidade de se conhecerem as condições de fabrico dos produtos para evitar a “violação dos direitos das crianças”.

 mais informações:

World Day against Child Labour 2017 “In conflicts and disasters, protect children from child labour”

 

 

Dia Mundial contra o Trabalho Infantil 12 de junho

Junho 12, 2016 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações e recursos da ILO:

End child labour in supply chains – It’s everyone’s business!

brochura da ILO em português http://www.ilo.org/ipecinfo/product/download.do?type=document&id=28216

texto da CPLP:

Dia Internacional Contra o Trabalho Infantil 2016 – CPLP

CNASTI

http://www.cnasti.pt/cnasti/

 

 

 

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil – 12 de Junho de 2015

Junho 12, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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dia

mais informações:

http://www.ilo.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/lang–en/index.htm

Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil 12 de Junho de 2014

Junho 12, 2014 às 9:06 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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oit

 

mais informações:

 

http://www.ilo.org/public/portugue/region/eurpro/lisbon/html/portugal_12_junho_14_pt.htm

http://www.act.gov.pt/%28pt-PT%29/Itens/Noticias/Paginas/12dejunho-DiaMundialcontraoTrabalhoInfantil.aspx

Ending child labour in domestic work and protecting young workers from abusive working conditions – Novo Relatório da ILO

Junho 12, 2013 às 3:08 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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Descarregar o relatório Aqui

Notícia da International Labour Organization (ILO) de 12 de Junho de 2013.

GENEVA (ILO News) – An estimated 10.5 million children worldwide – most of them under age – are working as domestic workers in people’s homes, in hazardous and sometimes slavery-like conditions, says the ILO.

Six and a half million of these child labourers are aged between five and 14 years-old. More than 71 per cent are girls.

According to the latest figures in a new ILO report, Ending Child labour in domestic work, they work in the homes of a third party or employer, carrying out tasks such as cleaning, ironing, cooking, gardening, collecting water, looking after other children and caring for the elderly.

Vulnerable to physical, psychological and sexual violence and abusive working conditions, they are often isolated from their families, hidden from the public eye and become highly dependent on their employers. Many might end up being commercially sexually exploited.

“The situation of many child domestic workers not only constitutes a serious violation of child rights, but remains an obstacle to the achievement of many national and international development objectives,” said Constance Thomas, Director of the ILO’s International Programme on the Elimination of Child Labour (IPEC).

The report, launched to mark World Day Against Child Labour, calls for concerted and joint action at national and international levels to eliminate child labour in domestic work.

“We need a robust legal framework to clearly identify, prevent and eliminate child labour in domestic work, and to provide decent working conditions to adolescents when they can legally work,” Thomas stressed.

It is estimated that an additional 5 million children, who are above the minimum legal age of work in their countries, are involved in paid or unpaid domestic work globally.

Hidden from view

Child domestic work is not recognized as a form of child labour in many countries because of the blurred relationship with the employing family, the report says. The child is “working, but is not considered as a worker and although the child lives in a family setting, she or he is not treated like a family member.”

This familial and legal “care vacuum” disguises an “exploitative arrangement”, often characterized by long working hours, lack of personal freedom and sometimes hazardous working conditions. The hidden nature of their situation makes them difficult to protect.

The report calls for improved data collection and statistical tools so that the true extent of the problem can be ascertained. It also presses for governments to ratify and implement ILO Convention 138, concerning the minimum age for admission to employment and ILO Convention 182, on the worst forms of child labour.

However, it stresses that domestic work is an important source of employment, especially for millions of women. This has been recognized in the landmark ILO Convention 189 concerning decent work for domestic workers which, the report says, should also be promoted as part of the strategy to eliminate child labour in domestic work.

“Domestic workers of all ages are increasingly performing a vital task in many economies. We need to ensure a new respect for their rights and to empower domestic workers and their representative organisations. An essential aspect of this new approach involves tackling child labour.” said Thomas.

For more information please contact the Department of Communication and Public Information at communication@ilo.org or newsroom@ilo.org or +4122/799-7912.

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