Faculdade de arquitetura da universidade de lisboa lança livro de arquitetura para crianças – 9 outubro

Outubro 5, 2017 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Pelas mãos da editora Livros Horizonte chega A Casa do Futuro, um livro único que tem como grande objetivo interagir com crianças e jovens, levando a temática da arquitetura, do urbanismo e do design a diversas idades e realidades. No livro, aproveitando o tema da arquitetura sustentável abordam-se os conceitos da arquitetura e do papel do arquiteto na construção da sociedade atual. A iniciativa deste livro nasceu no Gabinete FAJúnior, um projeto pedagógico de base científica e experimental da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

Margarida Louro, a autora, nasceu em Lisboa em 1970. Licenciou-se em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa (FA-UTL) em 1993, em que é docente desde 1997. É membro efetivo do Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design (CIAUD) desde julho de 2006. Atualmente é coordenadora do gabinete FAJúnior da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

A ilustradora, Camila Martinho nasceu em São Paulo em 1993. Licenciou-se em Design pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa (FA-ULisboa), em 2015. É finalista do Mestrado em Design de Comunicação da FA-ULisboa. Atualmente é bolseira de investigação no Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design (CIAUD).

A sessão de apresentação do livro acontece no próximo dia 9 de outubro, pelas 11h00 no Auditório Rainha Sonja da Noruega na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. A obra será apresentada pelo Professor Fernando Moreira da Silva.

http://www.livroshorizonte.pt/catalogo/a-casa-do-futuro/

A melhor escola do mundo? Vittra School, em Telefonplan (Suécia)

Janeiro 14, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 6 de janeiro de 2015.

Kim Wendt3

A Vittra School, em Telefonplan (Suécia), é muitas vezes apontada como uma das melhores escolas do mundo. As imagens ajudam a perceber porquê.

A Vittra School de Telefonplan foi desenhada pela dinamarquesa Rosan Bosch, a pedido da organização sueca Free School Vittra.

Queriam uma escola sem paredes, na lógica dos open-spaces cada vez mais na moda, colorida e com motivos abstratos na decoração do mobiliário.

Vittra segue um modelo em que não há turmas e os alunos aprendem em grupos de acordo com os princípios pedagógicos definidos. Ou seja, há diferentes níveis e tipos de aprendizagem.

Vistas as imagens, parece tudo menos uma escola, pelo menos das que conhecemos.

Galeria construída a partir das imagens disponibilizadas pelo site de Rosan Bosch (fotos de Kim Wendt).

 

Kim Wendt

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Mar vence Prémio Ler/Booktailors para Melhor Design de Obra Infantojuvenil

Março 11, 2013 às 2:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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MAR vence Prémio Ler/Booktailors para Melhor Design de Obra Infantojuvenil.

De assinalar que o calendário 2013 produzido para o IAC por André Letria é um dos bons exemplos de parceria que o Instituto de Apoio à Criança tem mantido com o autor e sua editora Pato Lógico.

Parabéns André Letria e Parabéns a toda a equipa da Pato Lógico!

 

Design da classe afeta em 25% o desempenho do aluno

Fevereiro 8, 2013 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site Porvir de 23 de Janeiro de 2013.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

A holistic, multi-level analysis identifying the impact of classroom design on pupils’ learning

por Patrícia Gomes

Enquanto escolas pelo mundo debatem a importância de redesenhar seus espaços, os professores, em sua rotina diária, fazem o quanto podem para darem uma aula do século 21 em um espaço do século 18. Uma pesquisa publicada no jornal Building and Environment vem somar urgência a esse debate ao confirmar, pela primeira vez, que a forma como a sala de aula é desenhada, de fato, impacta no desenvolvimento do aluno. E não é pouco: ao longo do ano letivo, o progresso do estudante pode ser 25% maior ou menor, a depender de seu espaço de aprendizagem.

O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Salford, em Manchester, e arquitetos do escritório Nightingale Associates, foi feito ao longo do ano letivo 2011-2012 (as aulas no hemisfério norte começam no segundo semestre) em 34 salas de aula britânicas. Ele foi dividido em duas linhas de pesquisa. A primeira coletou dados básicos de 751 alunos, como idade, série e desempenho em matemática, leitura e escrita. O segundo grupo avaliou cada sala de aula de um ponto de vista global, dando nota de 1 a 5 em 10 parâmetros: luz, som, temperatura, qualidade do ar, escolha, flexibilidade, conexão, complexidade, cor e textura.

Cada um desses parâmetros foi subdividido em alguns fatores. Luz, por exemplo, incluía tanto a quantidade de luz natural que entra na sala quanto a habilidade do professor em controlar o nível de iluminação; flexibilidade levou em consideração o quão bem determinada sala de aula conseguia acomodar as crianças sem amontoá-las, além de avaliar também se a mobília poderia ser rearranjada facilmente para atividades e abordagens pedagógicas diferentes. Já o quesito escolha tem a ver com a qualidade dos móveis na sala e a possibilidade que eles têm de oferecer mesas e cadeiras “interessantes” e ergométricas para os alunos. Complexidade e cor estão relacionadas com prover vários tipos de estímulos visuais aos estudantes na sala de aula.

“Há muito tempo se sabe que vários aspectos físicos impactam as pessoas, mas esta é a primeira vez que uma avaliação holística relaciona, com sucesso, o impacto geral às taxas de aprendizagem nas escolas.”

Depois de um ano de análises, os pesquisadores descobriram que seis dos parâmetros de design –cor, escolha, conexão, complexidade, conexão e luz – tiveram efeitos significantes nas notas que os alunos tiveram. Os resultados mostram também que 73% da variação no desempenho dos alunos pode ser explicada pela variação de algum dos parâmetros analisados no estudo. O professor Peter Barrett, principal autor do estudo, ressaltou à University of Salford o ineditismo dos resultados. “Há muito tempo se sabe que vários aspectos físicos impactam as pessoas, mas esta é a primeira vez que uma avaliação holística relaciona, com sucesso, o impacto geral às taxas de aprendizagem nas escolas. O impacto identificado é, de fato, maior do que imaginávamos.”

Caroline Paradise, do Nightingale Associates, se diz animada com os resultados. “Estamos empolgados com essas conclusões. Isso vai ajudar designers e educadores a endereçarem melhor seus investimentos em espaços de aprendizagem”. Com o sucesso do primeiro ano do estudo, os pesquisadores angariaram fundos para continuar as análises ao longo dos próximos 18 meses. Mais 20 escolas no Reino Unido serão incluídas no escopo.

Com informações da Fast Company e da University of Salford


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