Concurso Papel de Natal – faz um desenho ou escreve a tua história sobre um Natal sem desperdício

Janeiro 14, 2020 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A época natalícia pode já ter acabado, mas pensar como tornar esta quadra mais sustentável continua premente. Destinado a crianças entre os 6 e os 10 anos, o concurso Papel de Natal, baseado no filme de animação com o mesmo nome, desafia a fazer um retrato ou escrever uma história sobre um Natal sem desperdício. Para participar até 31 de janeiro de 2020.

mais informações no link:

https://www.m-almada.pt/xportal/xmain?xpid=cmav2&xpgid=agenda_detalhe&agenda_detalhe_qry=BOUI=645656937&agenda_titulo_qry=BOUI=645656937&fbclid=IwAR245UUknGMksiqDxi-5NMGTMZoMd-35ptUaiDWwgoQ-uxO7SZeQ1inFmf4

Jovens mostraram como pensam (e muito) no ambiente

Dezembro 24, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sul Informação de 17 de dezembro de 2019.

Pedro Lemos

Organização lamenta que poucos políticos tenham marcado presença.

«Estes jovens, muitas vezes vistos como pessoas apáticas e apenas interessadas nas redes sociais, demonstraram que, nas questões do ambiente, que não são de somenos, contrariam essa ideia de inércia». A frase resume o que foi o Encontro pelo Planeta que juntou, esta segunda-feira, 16 de Dezembro, 600 alunos na Universidade do Algarve (UAlg). No final, foram escolhidas as três melhores propostas que, agora, serão levadas à Assembleia da República. 

Desde propostas para reduzir o uso de microplásticos, para controlar as plantas invasoras, em Albufeira, até à implementação de um Eco-copo, na Escola Secundária Júlio Dantas (Lagos), as ideias fervilharam. O denominador comum foi a importância de salvaguardar o planeta e o ambiente.

Houve ideias com apresentações mais arrojadas (como o EcoGenius que teve direito a uma sátira) e outras mais centradas em medidas concretas. Quatro jovens da Secundária de Albufeira, por exemplo, propuseram utilizar óleo usado para fazer sabonetes.

E, no final, não se inibiram de deixar uma mensagem mais geral: «há tantos com fome! Temos de reduzir o desperdício alimentar. Já pensaram nas pessoas que passam fome?».

Ao longo do dia, houve, no total, 27 projetos levados ao palco do Grande Auditório do Campus de Gambelas. Três foram escolhidos como os melhores.

A escolha dos professores foi para o 11º E da Escola Básica e Secundária de Albufeira e o seu projeto “A importância da ação individual para a preservação do ambiente”.

Já os alunos elegeram “A Terra, minha, tua, vossa, nossa – vamos reagir – Diatomáceas, a solução do futuro?”, do 12º CTA da Secundária de Silves.

Por fim, os convidados e equipa organizadora votaram, como projeto vencedor, na ideia do 10ºG da Secundária Gil Eanes, de Lagos, de criar uma parede de musgo, capaz de fazer o mesmo papel ambiental de 275 árvores.

Agora, estes três projetos serão levados à Comissão Parlamentar de Educação, Ciência, Juventude e Desporto, na Assembleia da República.

«Foi um compromisso do Centro Ciência Viva (CCV) de Lagos, como entidade coordenadora do projeto Ecoscience. É uma forma de mostrarmos aos políticos como há jovens a pensar nas questões das alterações climáticas», considerou Luís Azevedo Rodrigues, diretor executivo do CCV de Lagos, ao Sul Informação. 

Ao mesmo tempo, também há o objetivo de levar as três ideias aos Municípios de Lagos, Silves e Albufeira para que aí sejam implementadas.

Apesar do balanço «muito positivo», Luís Azevedo Rodrigues não deixa de lamentar uma questão: a ausência dos políticos numa iniciativa para a qual foram convidados governantes, como o primeiro-ministro, ministros, autarcas e deputados. Joaquina Matos, deputada do PS e antiga professora, foi a única parlamentar a ir ao “Encontro pelo Planeta”.

«Apenas tivemos a presença do presidente da Câmara de Faro e de representantes dos Municípios de Lagos e Portimão. A nível ministerial, por exemplo, não veio ninguém. Na sessão de encerramento estiveram presentes a delegada regional de Cultura e o delegado regional de Educação, mas é algo que podemos melhorar», disse.

É que, na opinião do mentor deste “Encontro pelo Planeta”, «estes alunos mereciam muito mais».

«Normalmente ouvimos queixas de que os cidadãos têm pouca participação cívica. Este foi um projeto que envolveu 600 jovens com ideias concretas para problemas concretos», defendeu.

No discurso de encerramento, foi precisamente essa a mensagem que deixou. «Não deixem que vos considerem apáticos. Demonstrem a vossa cidadania cívica».

Fotos: Pedro Lemos | Sul Informação

Portuguesa vence festival de filmes na ONU com animação sobre o desperdício de água

Agosto 2, 2019 às 6:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia da ONU News de 15 de julho de 2019.

Marina Lobo foi premiada com a animação “Aquametragem” no Festival de Filmes ODSs em Ação; competição destaca ações de pessoas e organizações no mundo em prol das 17 metas globais.

A animação “Aquametragem” da portuguesa Marina Lobo, foi a vencedora do Festival de Filmes ODSs em Ação, na categoria “Protegendo o nosso planeta”.

A obra foi produzida com o objetivo de sensibilizar o mundo para uma mudança de comportamento no modo de consumo da água e para um uso eficiente que contribua para uma maior sustentabilidade hídrica.

Premiação

Marina recebeu o prêmio na sede da organização. Em entrevista exclusiva à ONU News, a animadora explicou que a nova geração inspirou a obra em curta-metragem, que foi produzida pela Agência de Energia e Ambiente de Lisboa.

“O processo de criação foi um bocadinho inspirado nos meus filhos.  No olhar para eles e sentir que eu quero muito que eles tenham acesso à água como eu tenho, que para nós é uma coisa quase que garantida e, corremos o risco que deixe de ser. Então achei que se eu tentasse contar uma história que passasse por aí, por sensibilizar as pessoas e os filhos delas. Se nós pais, e as gerações de agora, não cuidarem da água, os nossos filhos não vão ter esse acesso que nós temos.”

Uso eficiente da água

Além de animadora, Marina é também engenheira ambiental. Ela explicou que a ideia era fazer uma animação sobre o tema da água, para sensibilizar sobre o uso eficiente desse recurso, tanto para adultos quanto crianças.

“Então uma das preocupações da Lisboa E-Nova, que foi quem produziu a curta, era que a história também focasse muito nos 5 Rs, reduzir o consumo da água, reutilizar a água, reciclar a água, reduzir o desperdício, e recorrer a fontes alternativas de água.”

O objetivo nº 6 dos ODSs tem como meta alcançar o acesso universal e equitativo a água potável e segura para todos até 2030.

ODSs em Ação

A competição das Nações Unidas oferece aos cineastas amadores e profissionais em todo o mundo a oportunidade de enviar filmes de até 20 minutos.

O evento é coordenado pela Departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis, ODSs, e envolve curtas-metragens que destacam as ações de pessoas e organizações no mundo em prol das 17 metas globais.

O festival foi lançado do ano passado em conexão com o Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontece anualmente na sede da ONU.

 

Greve climática: “O espaço público passou a incluir os mais jovens que, não podendo votar, têm muito a dizer”

Maio 24, 2019 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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Entrevista do Público e da Rádio Renascença a Alice Gato e Gil Ubaldo no dia 23 de maio d3 2019.

Pedem justiça climática e a atenção dos governantes. Alice Gato e Gil Ubaldo, dois dos organizadores da Greve Climática Estudantil em Portugal, esperam ver os jovens nas ruas de 51 localidades já esta sexta-feira.

Ana Maria Henriques e Eunice Lourenço (Renascença)

Alice Gato e Gil Ubaldo conheceram-se a propósito da Greve Climática Estudantil, que mobilizou protestos de perto de 20 mil jovens portugueses a 15 de Março. A estudante do 12.º ano no Liceu Camões e o aluno de Ciência Política e Relações Internacionais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa são dois dos organizadores das manifestações estudantis em Portugal. Esta sexta-feira, 24 de Maio, há novo desafio lançado aos jovens: sair à rua para mostrar que a luta pela justiça climática continua. São os convidados da Hora da Verdade, um programa de parceria entre o PÚBLICO e a Renascença, que pode ouvir hoje às 13h.

A 15 de Março, data da primeira greve climática estudantil, estima-se que entre 1,4 a 1,6 milhões de pessoas se tenham manifestado, em todo o mundo, para mostrar que é preciso tomar uma posição quanto às alterações climáticas. Foi apenas o início de uma luta ou a mobilização está mais difícil?
Alice Gato (A.G.) – O 15 de Março foi o início de uma luta e o 24 de Maio é para demonstrar que não nos vamos embora até essa luta ter alguma resposta. A mobilização depende muito também da conjunção política que está a acontecer à nossa volta.

Para esta sexta-feira está marcada nova greve. Esperam uma adesão semelhante?
Gil Ubaldo (G.U.): Nunca podemos saber bem o que esperar. Na última manifestação esperávamos menos de mil pessoas e tivemos quase 10 mil só em Lisboa. Esperamos bater os números de 15 de Março.
A.G. – E até temos mais localidades a manifestarem-se.

Quantas?
A.G. – Penso que são 51.

E como é que vocês se organizam a nível nacional?
A.G. – Há um grupo nacional com o qual as pessoas de todas de regiões têm contacto nas reuniões semanais: falamos com as pessoas das escolas, ficamos com o contacto delas e tentamos que o máximo número de pessoas que queira ajudar o consigam fazer.

Os mais jovens são muitas vezes acusados de algum desinteresse face à vida pública e ao futuro. Mas este movimento internacional, o #SchoolStrike4Climate, tem provado que vocês afinal estão preocupados com o futuro do planeta.
G.U. – Há uma grande dualidade entre pessoas que não querem saber e pessoas que realmente estão empenhadas em ter uma acção directa contra este caminho. Mas o que temos vindo a verificar é que, ao ocupar o espaço público, as pessoas têm ganho interesse. O espaço público passou a incluir os estudantes e os jovens que, mesmo não podendo votar, têm muito a dizer.

Já alguma vez sentiram que não estavam a ser levados a sério por serem demasiado jovens?
A.G. – Depende do público com quem estamos a falar. Muita gente diz que já estamos perdidos, há cépticos das alterações climáticas, como sabemos, mas, no fundo, as pessoas até têm um certo respeito. Quando procuram conhecer o nosso trabalho, acabam por admirar que nós tenhamos esta garra.
G.U. – Também há quem diga: “Uau, incrível, estes jovens têm garra.” Mas olham para isso de uma maneira quase paternalista e vêem-nos como os putos que estão na idade de serem rebeldes e agir contra o sistema.
A.G. – Ou então como os mandriões que não querem fazer nada…
G.U. – Para sermos rebeldes e agirmos contra o sistema, temos de começar na juventude. Temos reivindicações sérias e vamos sair à rua para mostrar isso até ao fim.

“Ninguém é demasiado pequeno para fazer a diferença.” Acreditam nas palavras de Greta Thunberg, que dão título ao livro que a sueca editou recentemente?
A.G. – Nós até temos crianças da primária a irem às nossas manifestações. E há um grande envolvimento dos professores e dos pais, com o Teachers for Future e o Parents for Future.

A greve também é vista só como uma desculpa para faltar às aulas. Sentem esse discurso?
G.U. – É um dos argumentos que nos atiram à cara diariamente.

E quem é que o faz? Os professores, os pais, os outros colegas?
A.G. – Mais pessoas que não têm nada para fazer e querem ter visibilidade só por criticar.
G.U. – Sim, é verdade, nós faltamos às aulas. A greve estimula muita gente a ter uma acção diária. Faltar às aulas é o menor do nosso problema. Não vale a pena estarmos a ir a uma aula, quando o nosso sistema de ensino não nos incentiva a agir por aquilo que nós acreditamos. É um confronto directo que tem de se fazer.

As faltas vão ser injustificadas.
G.U. – É greve.
A.G. – Há quem diga que não tem faltas para dar, mas só houve mais uma greve e essas pessoas andaram a faltar durante o ano inteiro. Faltem por uma causa maior. Usamos o termo greve de forma simbólica, é greve por extensão: o que é esta falta comparada com o nosso futuro? Relativamente a testes, os alunos devem pedir aos professores que não os marquem nesses dias e alertá-los para o facto de isto não ser só um problema nosso. Isto também os afecta.

Tiveram o apoio dos professores, na greve anterior e nesta?
A.G. – Depende de professor para professor. Falei disso em todas as minhas disciplinas, os meus colegas já não me podem ouvir falar mais sobre isto.

O ministro do Ambiente já disse que a declaração de emergência climática seria apenas um “gesto simbólico”, sem efeitos práticos. O que é que vocês têm para lhe responder?
A.G. – A verdade é que a emergência climática só foi declarada, recentemente, pelo Reino Unido e pela Irlanda. Em Portugal isso nunca aconteceu e não faz muito sentido dizer: “Eles já declararam emergência climática, mas não aconteceu nada.” Isto não é de um dia para o outro. Estamos a reconhecer que, de facto, vivemos perante uma emergência, que são precisas acções e soluções eficientes e drásticas para este problema.

E que acções drásticas devem ser essas?
G.U. – Termos 100% de energias renováveis até 2030 — e não até 2050 —, a proibição da exploração de energias fósseis em Portugal e o cancelamento de todas as concessões existentes, o encerramento das centrais termoeléctricas de Sines e do Pego, que ainda são movidas a carvão.
A.G. – E uma requalificação das pessoas que lá trabalham para empregos pró-clima, sustentáveis.
G.U. – A nossa luta é transversal e, enquanto lutamos pelo clima, não podemos deixar para trás a luta laboral. Além disso, reivindicamos o melhoramento eficaz da rede de transportes públicos, de modo a reduzir o uso do transporte particular.

Recentemente tiveram a declaração de apoio de 32 organizações da sociedade civil. Continuam a ser um movimento apartidário?
A.G.  Continuamos a ser apartidários. É óbvio que há partidos que se identificam mais com os nossos objectivos do que outros, mas não somos nós que os vamos excluir à partida. Quem não se identifica com o nosso movimento exclui-se a si próprio. Queremos que toda a gente perceba que isto é um problema que vai além de questões partidárias. É como a Greta diz: “Nós não conseguimos mudar o clima sem mudar o sistema.”

E já receberam propostas de apoios financeiros de alguma organização ou entidade?
A.G. – Que eu saiba, não. Onde é que elas estão?

Então como é que vocês se financiam?
G.U. – Por nós próprios.
A.G. – Compramos algumas coisas, pedimos aos nossos avós. Há organizações que já têm os seus materiais e nos emprestam. Pedimos uma carrinha aos Precários Inflexíveis e megafones ao Climáximo, por exemplo.
G.U. – O resto é muito orgânico.

Vídeo da entrevista no link:

https://rr.sapo.pt/video/206663/depois-da-greve-estudantil-ha-greve-geral-pelo-clima-a-27-de-setembro?jwsource=cl

Conferência Europeia “Educação para o Desenvolvimento Sustentável” 17-18 maio em Belas

Abril 19, 2019 às 6:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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mais informações:

https://omepportugal.wordpress.com/

Em Faro, há uma escola que oferece lanche a quem pedala

Fevereiro 14, 2019 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 18 de janeiro de 2019.

Para criar uma “escola sustentável”, a Escola Secundária de Pinheiro e Rosa, em Faro, começou a oferecer um lanche a todos os que lá entrarem de bicicleta. A iniciativa envolve alunos, professores, técnicos, administrativos e até encarregados de educação.

Mariana Durães

Desde o início de 2019, quem pedala para a Escola Secundária de Pinheiro e Rosa (ESPR), em Faro, tem direito a um sumo de laranja natural e uma sandes. A medida estende-se, além dos alunos, a professores, técnicos, administrativos e a todos os que entrarem na escola de bicicleta — até a encarregados de educação que pedalem para uma reunião, por exemplo.

“Começámos a verificar que muitos alunos vinham para a escola de bicicleta e o nosso parque de bicicletas começava a ser reduzido. Em Dezembro [de 2018] aumentámos o parque e, em Janeiro, lançámos esta iniciativa do reforço alimentar”, explica André Lara, director adjunto da escola secundária. A iniciativa insere-se numa série de actividades que estão a ser promovidas para tornar a escola — que faz parte do projecto Eco-Escolas — uma instituição mais sustentável.

Para já, o lanche está disponível para a comunidade escolar da ESPR, mas André Lara revela que a ideia é alargar às escolas do segundo e terceiro ciclo do Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa e, assim que a questão do seguro escolar “estiver resolvida”, implementar mais iniciativas que “promovam o uso da bicicleta no dia-a-dia”. Actualmente, o seguro escolar não cobre deslocações em bicicleta, o que já levou a Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins (Abimota) a manifestar-se junto do Ministro da Educação.

Os lanches para os ciclistas da ESPR vão manter-se pelo menos até ao final do ano lectivo e poderão continuar, consoante o “impacto orçamental” que provoquem. “A ideia é encontrar parcerias com a comunidade”, afirma o director adjunto. “Estamos numa zona onde existem produtores de laranjas e vamos tentar fazer com que a própria escola seja financeiramente sustentável”, continua.

André Lara nota “um ligeiro aumento na utilização da bicicleta”, mas prefere esperar um pouco mais até confirmar o crescimento. Ainda assim, acredita que a medida já valeu a pena por ter provocado diálogo entre os alunos sobre “a importância de andar de bicicleta”.

 

 

 

Descobrindo as florestas : guia de aprendizagem (10 – 13 anos)

Janeiro 22, 2019 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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Descarregar o guia Descubriendo los Bosques : guia de aprendizaje

Descarregar o guia Descubriendo los Bosques : guía docente (10-13 años)

 

Building the Future: Children and the Sustainable Development Goals in Rich Countries : Report Card 14 – novo relatório da Unicef

Julho 5, 2017 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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descarregar o relatório e mais informações no link:

https://www.unicef-irc.org/article/1620/

informações em português no link:

http://www.unicef.pt/Report-Card-14-Construir-o-futuro/

 

Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de junho

Junho 5, 2017 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

recursos educativos no link do Eurocid

http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe?p_sub=7&p_cot_id=9709&p_est_id=18443

http://worldenvironmentday.global/

7 filmes infantis que abordam consciência e conservação ambiental

Dezembro 20, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://vivagreen.com.br de 5 de agosto de 2015.

vivagreen

Acho que essa lista é essencial para crianças, mas diz muito sobre adultos. Diz muito sobre o mundo em que vivemos e nossa intensiva campanha em destruí-lo. Narra com histórias lúdicas o obvio: sem natureza, como sobreviver? E temos em doses divertidas e sensíveis a ilustração de quão contraditório e cego pode ser o ser humano, destruindo vida em busca de uma “vida melhor”.

Então antes de adentrar em qualquer assunto, como sempre, aconselho que você reserve uma tarde, faça algo gostoso para comer e sente com seu filho para ver algum destes títulos. Mais importante que apresentar lições e conteúdo de qualidade para crianças, dar o exemplo tem sido o melhor dos métodos.

Não basta apenas falar “Preservar o meio ambiente é importante, queridx, por favor, veja esse filme”, é necessário inserir o hábito da conservação e restauração do meio ambiente em nossa rotina. Como garantir um futuro melhor para nossos filhos? Mostrando na prática que a mudança é possível. Sim, podemos transformar nossas práticas em algo positivo.

Temos aqui lindas imagens, com animais, árvores, aventuras e a maior lição de todas: precisamos valorizar a vida, e não só a nossa.

E muito me espanta que num país que possuí a maior área da Floresta Amazônica, tribos intocadas e uma diversidade de fauna e flora de colocar continentes no chão, se produza tão pouco conteúdo infantil abordando tais temas. Alô indústria! Vamos falar de coisa boa, vamos falar de meio ambiente!

Então segue mais uma lista da nossa coluna semanal #conteúdodequalidade. Boa diversão

  1. O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida

Acho que vi esse filme no mínimo umas 100 vezes no último 1 ano. Helena é completamente doida por esse filme e houve épocas que ela via o filme ad infinitum e nós vivíamos cantando a música. Era Let It Growwwww 24 por dia – sim, é muito parecido com a do Frozen e chiclete com o mesmo potencial.

Mas para nós é o melhor filme infantil para discutir destruição, conservação e restauro do meio ambiente, e ainda tem pitadas geniais de como a indústria se beneficia e distorce nosso senso do que é correto. O filme é baseado no livro do Dr. Seuss, que foi um cartonista e desenhista americano responsável por personagens como O Gato de Cartola, Grinch e Lorax. Procurem livros dele, é fantástico!

No filme temos Ted, um menino com ótimas intenções: conseguir um beijo da garota que gosta, mas ela é uma ativista [yey!] e completamente apaixonada pela história das Trúfulas, árvores que foram extintas antes dos jovens personagens nascerem. Então acompanhamos a busca de Ted pela última Trúfula e o retorno ao passado de Thneedville, a cidade feita de plástico onde as árvores são mantidas com pilhas.

Retornamos na história do filho rejeitado que busca a aprovação da mãe. Um dia ele resolve partir em busca de um futuro melhor – leia-se: impressionar a família – e descobre uma linda floresta de Trúfulas; no primeiro momento ele fica maravilhado, mas já vai logo tirando o machado e cortando uma das lindas árvores para fazer um “lindo” e super prático tecido. Nessa chega Lorax, o Guardião da Floresta, que entra de forma triunfal para colocar nosso Umavez-ildo no lugar. Só que a ambição humana é implacável e isso fica muito evidente durante o filme, que tem músicas fantásticas, uma animação linda e um dos melhores roteiros que já vi.

O estúdio que criou O Lorax para os cinemas, Illumination Entertainment, é o mesmo do Meu Malvado Favorito, então corre e vai lá ver.

  1. Nausicaä do Vale do Vento

Esse filme é uma das obras primas de Hayao Miyazaki, diretor e roteirista japonês responsável pelo Studio Ghibli, lugar onde nascem os filmes mais lindos do mundo. Se você nunca ouviu falar em nenhum desses dois nomes, corra procurar sobre e veja todos os filmes com seus filhos.

Dias de Fogo é um evento conhecido por ter destruído o ecossistema da Terra e a civilização humana. Os que restaram do grande evento de esforçam em conseguir sobreviver, já que o clima e as condições são áridas e a população teve que recorrer a tecnologia para se manter, isolados em pequenos impérios.

Nausicaä é uma princesa de um pequeno império no Vale do Vento, que além de tentar conter as investidas de outros reinos, também estuda uma floresta chamada Mar da Corrupção, cheia de plantas, fungos e insetos gigantes, onde o ar é tóxico e tem devastado todo o planeta com seus danos. Ao contrário do restante da população, Nausicaä se sente fascinada pela floresta e acredita que ela possuí belezas, mesmo depois dos danos terem causado a morte de quase toda a sua família.

É uma história linda sobre o quão nocivo podem ser os danos causados pelos seres humanos na natureza, mas que nem tudo está perdido. E foi a primeira produção do Hayao Miyazaki, já que enquanto a Disney lançava sua Branca de Neve, os japoneses do outro lado do mundo mostravam que meninas podiam ser cientistas e voar!

  1. WALL-E

Eu choro com esse filme, eis a realidade. É a animação que vi mais vezes sem ser coagida pela minha filha.

É uma animação da Pixar [amamos eles] e foi dirigido pelo mesmo diretor de Procurando Nemo, que também aconselhamos ver.

A história se passa num futuro distante onde a Terra está destruída e soterrada em lixo. Tudo isso aconteceu por nosso cultura consumista, que engoliu, processou e vomitou até que o planeta estivesse sem recursos naturais e com tranqueiras empilhadas sobre tudo; e claro que isso aconteceu com a ajuda de uma megacorporação, a Buy-n-Large , que também foi a responsável pela retirada da população humana da Terra até ela se “restabelecer”. Nossa sociedade começou a viver em naves no espaço, sedentários, se alimentando de porcarias, até que se viram impossibilitados de caminhar. É chocante ver em uma animação nossa sociedade espelhada de forma tão honesta. Realmente chega a causar angústia, pois parece [ou será] que esse é o nosso futuro.

Nós começamos a acompanhar a rotina de WALL-E, um robô coletor de lixo que vive na Terra, sozinho, sendo fofo. Até que um dia chega a EVA, outro robô, mas nesse caso ela foi enviada para buscar vida na Terra… e calha que WALL-E tem surpresas. E assim começa a aventura, com nosso robô fofo correndo atrás da super high tech.

É minha produção preferida da Pixar, não só por colocar todas as métaforas de forma genial, mas porque eles conseguiram criar um personagem que não fala nada além do próprio nome e “EVA” e mesmo assim é expressivo e carismático. WALL-E é o aluno nerd do fim da classe que você quer abraçar – e de quebra ele ajuda a salvar a humanidade.

  1. Minúsculos [Minuscule – La vallée des fourmis perdues]

Essa linda e bem escrita produção francesa não fala diretamente sobre o impacto humano no meio ambiente, mas conta a história de uma guerra entre formigas com riqueza bélica, tática e de humor quando uma cesta de piquenique é abandonada.

Um casal saí correndo quando a mulher entra em trabalho de parto e deixa toda a comida do piquenique no local, gerando a trama dessa animação que dura poucos minutos, não tem nenhum diálogo, mas deixa nosso coração cheio de ensinamentos de trabalho em equipe, generosidade e como decisões humanas podem impactar na vida de outros seres, mesmo sendo “apenas” formigas.

Nossa Joaninha-macho que toma partido na guerra é acolhida de forma muito divertida pelo grupo e se vê engolida por forças mais potentes que seus curtos braços. É um daqueles filmes para se assistir junto com a família e além de se deliciar com uma arte realmente bem produzida, ver uma versão dos filmes com formigas muito bem feita e didática quando discutida.

  1. O Mundo dos Pequeninos

Esse filme é do diretor Hiromasa Yonebayashi, que fez uma linda adaptação do livro The Borrowers, da escritora Mary Norton, que publicou a história dessas pequenas pessoas em 1952.

O filme conta a história de Arrietty e sua família, pequenos seres que parecem pessoas normais, mas com 10cm de altura, e que vivem no assoalho de uma casa em Tóquio.  Com a chegada de Sho, um garoto doente, uma amizade um tanto inusitada nasce entre eles. Durante toda a história a sensação é que os Barrows são seres da natureza, talvez uma releitura das “fadas”, mas que se viram forçados a habitar pequenos lugares a medida que a civilização domesticava animais e se espalhavam em locais intocados. Mas infelizmente eles não estão seguros nem dentro da própria casa, já que quando um dos adultos descobrem que a casa pode estar sendo habitado pelos “pequenos intrusos” começa uma guerra em busca de extinguir Arrietty e sua família.

É um filme muito lindo, com uma histórica tocante e com uma narrativa que foge da fórmula americana. Deixa ainda mais a sensação de que os intrusos são os seres humanos, já que forçam todos os seres a se habituarem com seus gostos e sonhos, e nunca o contrário, aceitando a ordem natural da natureza.

  1. Era uma Vez na Floresta

Esse filme foi a minha infância, mas apesar de sempre ver Ferngully em vários lugares como filme que discute conservação do meio ambiente, esta obra incrível dirigida por Charles Grosvenor nunca está em lado algum.

Abgail, Edgar e Russel vivem felizes numa floresta, tal como um rato, uma toupeira e um ouriço devem viver. Eles são amigos e seguem sua rotina como sempre, até que um dia um homem chega na floresta espalhando gases tóxicos e adoece Michelle, amigas deles. Então começa a busca do três amigos, junto com o Tio Cornelius, de uma forma de salvar Michelle e a floresta.

É um daqueles filmes antigos, de 93, que contam fábulas de uma forma simples e divertida. Até hoje não entendo porque se fala tão pouco nesse filme, mas recomendo para todo mundo.

  1. Princesa Mononoke

Mais um do Hayao Miyazaki! E esse é meu filme preferido dele, porque temos um japão onde os seres humanos convivem com deuses da natureza e suas forças que trazem destruição para florescer a vida.

Somos apresentados ao Príncipe Ashitaka, que após matar o terrível deus-Javali se vê amaldiçoado pelo mesmo. Angustiado, ele foge da mesma aldeia que lutou tanto para defender e nesse longo caminho acaba por conhecer San, a Princesa Mononoke.

Numa aldeia está sendo travada uma luta e do lado dos deuses-animais está San, que foi adotada e criada por uma tribo de deuses-lobos. Seu ódio pelos seres humanos que estão destruindo a natureza é enorme e ela com o tempo foi se esquecendo do seu lado humano, até o seu encontro com Ashitaka.

E nisso a história se desenvolve, entre uma guerra entre a civilização que quer se estabelecer e a natureza, e seus protetores, que lutam incansavelmente contra a destruição.

Colocamos aqui os filmes que acreditamos que não são abordados com frequência, mas recomendamos também: Irmão Urso, Vida de Inseto, Reino Escondido, Tainá – Uma Aventura da Amazônia, Mogli – O Menino Lobo, Procurando Nemo, Rio [1 e 2] e A Fuga das Galinhas.

Via Não pule da janela – naopuledajanela.com.br

 

 

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